A Putinha do Papai: Luana e o Prazer Proibido
"Nossa, pai... que pauzão. Bem que a mamãe disse que não aguentava você todo dia."
Essa frase, dita com um sorriso malicioso e os olhos brilhando de desejo, foi o gatilho que mudou nossa vida para sempre. Eu sou o Marcelo, tenho 43 anos, e sempre vivi minha sexualidade de forma solta, mas nada me preparou para a fome de sexo da minha própria filha, a Luana. Aos 22 anos, ela voltou para morar comigo depois de formada em RH, trazendo consigo um corpo de dar inveja a qualquer mulher: morena, magra, com coxas torneadas e um rosto de anjo que escondia uma mente perversamente safada.
Tudo começou naquele primeiro dia. Ela apareceu na sala usando um baby doll que mal cobria a bunda. Quando ela se aninhou no meu colo, o cheiro dela me deixou louco. Comecei a acariciar as pernas dela, subindo a mão lentamente até encontrar a fresta úmida entre as coxas. Ela não recuou; ela suspirou, arqueando as costas.
— "Ai, pai... que mão gostosa... continua..." — ela sussurrou, quase num gemido.
Eu senti que ela estava encharcada. Meus dedos mergulharam naquela bota quente e molhada, e Luana soltou um gemido longo, fechando os olhos. Naquele momento, a barreira do "certo e errado" caiu.
No dia seguinte, o flagra no banheiro selou nosso destino. Eu estava com o pau na mão, batendo uma punheta frenética pensando nela, e ela entrou sem avisar. O olhar dela não era de susto, era de cobiça.
— "Você deseja sua filhinha, não é, Marcelo? Olha esse pau... que coisa linda!" — ela disse, abandonando qualquer formalidade.
Ela se ajoelhou na minha frente com uma voracidade animal. Abriu a boca e engoliu meu membro de uma vez, fazendo um barulho de sucção que me fez tremer as pernas. Era um boquete esfomeado, com a língua explorando cada nervo, sugando com força, enquanto olhava para mim com olhos de luxúria.
— "Senta aqui, putinha! Comeu tudo agora!" — eu gritei, perdendo a linha.
Eu a arrastei para o quarto, jogando-a na cama. Entramos em um 69 frenético, onde eu podia sentir o gosto do mel dela enquanto ela se esgoelhava a me chupar. Eu desci para a sua buceta, abrindo as pernas dela e lambendo o clitóris com força.
— "Isso! Lambe tudo, pai! Me faz gozar, me usa!" — ela gritava, jogando a cabeça para trás.
Eu não parei até sentir as paredes dela contraírem em um orgasmo violento. Logo depois, ela montou em mim. Ela cavalgou com força, os seios balançando, o rosto transfigurado pelo prazer.
— "Toma meu pau, Luana! Goza pra mim!"
Nós gozamos juntos, em um estouro de prazer que nos deixou ofegantes e suados.
Mas o ápice veio na tarde seguinte. Voltamos do trabalho e a tensão estava insuportável. Mal entramos em casa e já estávamos nos despindo. Depois de uma sequência de beijos vorazes e chupetas profundas, ela se posicionou. Ficou de quatro, a bunda empalhadamentefocada, esperando por mim.
— "Pai... eu sempre quis... coloca no meu cuzinho! Por favor, foda meu cuzinho!" — ela pediu, com a voz rouca.
Eu não perdi tempo. Usei um pouco de lubrificante e, com um movimento decidido, mergulhei. O grito dela foi de puro prazer misturado com a surpresa da primeira vez.
— "Ai! Meu Deus! Que sensação! Você está dentro de mim!" — ela gritou.
Eu comecei a estocar, devagar no início e depois com uma intensidade bruta. O som da carne batendo, o "chapchap" da buceta molhada logo abaixo e a pressão do cuzinho apertado me levaram ao limite. Eu a peguei pelos quadris, apertando a carne macna, e comecei a bombear com força.
O ritmo tornou-se frenético. Eu não era mais apenas o pai, e ela não era mais apenas a filha; éramos dois animais movidos por um instinto de posse e luxúria que ignorava qualquer convenção social. A cada estocada profunda no seu rabo, Luana soltava um gemido agudo, quase um grito, que ecoava pelas paredes do quarto.
— "Isso, pai! Destrói tudo! Me fode como se eu fosse sua putinha!" — ela gritava, a voz embargada, enquanto as mãos dela apertavam os lençóis, amassando o tecido com força.
Eu a puxei pelos cabelos, jogando sua cabeça para trás para que pudesse beijar seu pescoço enquanto continuava a bombear. O contraste era inebriante: a delicadeza do rosto dela contra a brutalidade do movimento dos meus quadris. Eu sentia o aperto do esfíncter dela contra o meu membro, uma pressão deliciosa que me fazia querer gozar a cada segundo, mas eu resistia, querendo prolongar aquele suplício de prazer.
De repente, ela se virou, tentando me encarar enquanto eu ainda estava enterrado nela. A posição deixou a entrada do seu rabo ainda mais exposta, e eu aproveitei para dar estocadas ainda mais violentas. Luana começou a hiperventilar, os olhos revirando, sentindo o ápice chegar.
— "Eu vou gozar! Pai, eu vou gozar!" — ela gritou, e nesse momento, a musculatura dela contraiu violentamente ao redor do meu pau.
O orgasmo dela foi o gatilho para o meu. Não consegui mais conter. Soltei um rugido gutural e descarreguei tudo dentro dela, sentindo cada pulsação do meu gozo preencher aquele espaço apertado e quente. Luana arqueou as costas, tremendo da cabeça aos pés, em um êxtase que a deixou completamente exausta.
Ficamos ali, colados, sentindo a respiração pesada um do outro e o suor misturando nossas peles. O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de cumplicidade.
Ela se aninhou no meu peito, ainda recuperando o fôlego, e olhou para mim com aquele sorriso malicioso de quem sabe que agora detém um segredo perigoso.
— "Acho que você vai ter que me dar muita atenção agora, papai..." — ela sussurrou, dando um beijo molhado no meu ombro.
Eu sorri, sentindo o desejo renascer instantaneamente. Sabia que aquele era apenas o começo de um jogo onde as regras eram escritas por nós, e onde o prazer era a única lei a ser seguida.
A partir daquele dia, a dinâmica da casa mudou. Não era mais sobre a descoberta, mas sobre o jogo. Luana descobriu que o maior prazer não estava apenas no ato em si, mas na antecipação — naquela tortura psicológica de saber que estávamos a centímetros um do outro, fingindo normalidade enquanto nossos corpos gritavam por contato.
Ela começou a transformar a casa em um campo minado de sedução.
Certa terça-feira, tivemos um jantar com alguns amigos do trabalho. À mesa, Luana era a imagem da filha perfeita: educada, sorridente, conversando sobre sua carreira em RH. Mas, por baixo da mesa, seus pés descalços subiam lentamente pelas minhas pernas, deslizando até chegarem às minhas coxas. Eu tentava manter a compostura, respondendo a uma pergunta sobre investimentos, enquanto sentia a pressão deliberada dos dedos dela contra a minha virilha.
— "Pai, você está bem? Pareceu distraído por um momento," — ela disse, com a voz mais inocente do mundo, enquanto deslizava o dedão exatamente onde eu mais precisava de pressão.
Senti meu rosto esquentar. Eu olhei para ela e vi um brilho de malícia nos olhos. Ela sabia exatamente o que estava fazendo. O risco de sermos pegos, a proximidade de outras pessoas, tornava tudo dez vezes mais excitante. Eu tentei ignorar, mas a provocação dela era cirúrgica.
Mais tarde, descobri que ela tinha adotado um novo hábito: usar lingeries provocantes, de renda preta ou seda vermelha, por baixo das roupas formais de escritório. Às vezes, ela passava por mim no corredor e, "acidentalmente", deixava o robe cair por um segundo, revelando que não usava calcinha. Ou então, sussurrava no meu ouvido, enquanto lavávamos a louça juntos:
— "Sabe que eu estou molhada agora, não sabe, Marcelo? Só de pensar no que você vai fazer comigo quando todo mundo for dormir..."
O tormento durava horas. A tensão acumulada transformava qualquer toque casual em um choque elétrico.
O ápice dessa "estratégia" aconteceu numa sexta-feira. Estávamos na sala, assistindo a um filme com meus primos. A luz estava baixa, e Luana estava sentada ao meu lado. Ela começou a encostar o ombro no meu, depois a mão... e então, discretamente, ela deslizou a mão para baixo do cobertor que cobria nossas pernas.
Ela não perdeu tempo. Sua mão encontrou meu pau, já duro como pedra, e começou a massageá-lo ritmicamente. Eu travei. O som da televisão parecia distante; o único som real era a minha respiração tentando não se tornar pesada demais. Ela sorriu para o primo dela, comentando sobre a cena do filme, enquanto seus dedos apertavam meu membro com firmeza, fazendo pequenos movimentos de subida e descida.
— "Com licença, vou pegar um copo de água," — ela disse, levantando-se abruptamente.
Ela não foi para a cozinha. Ela foi para o corredor escuro, e depois de dois segundos, ouvi um sussurro: *"Vem agora, antes que percebam"*.
Eu me levantei, fingindo que ia ao banheiro. Assim que entrei no corredor, ela me agarrou contra a parede. Não houve preliminares, não houve delicadeza. Era urgência pura. Eu a prendi contra a parede, levantando sua saia com violência.
— "Você me torturou a noite toda, sua safada!" — eu rosnei, beijando seu pescoço com força.
— "Eu queria que você ficasse louco... queria que você me desejasse assim!" — ela gemeu, abrindo as pernas para mim.
Eu mergulhei nela, sem tirar a roupa completamente, apenas o necessário para que nossos corpos se chocassem. O medo de que algum primo ou parente saísse da sala e nos visse naquele estado de luxúria animal era o combustível. Cada estocada era rápida, bruta, acompanhada por gemidos abafados contra o meu ombro.
— "Rápido, pai... mais rápido!" — ela implorava, apertando minhas costas com as unhas.
Gozamos ali mesmo, em um encontro frenético e desesperado, com o coração batendo na garganta. Quando terminamos, ela se arrumou rapidamente, deu um beijo estalado no meu rosto e voltou para a sala como se nada tivesse acontecido.
Eu voltei cinco minutos depois, com a respiração ainda recuperando o ritmo, sentindo o rastro do
...rastro do nosso pecado ainda quente em minha pele.
Aquele episódio no corredor foi o divisor de águas. A partir dali, a nossa luxúria não era mais apenas um encontro de corpos, mas um jogo de poder e submissão. Luana descobriu que adorava ser "domada", e eu descobri que não havia nada mais excitante no mundo do que possuir a minha própria filha, transformando o tabu na nossa maior fonte de prazer.
Com o tempo, a tensão constante e o risco de sermos descobertos tornaram-se insuportáveis para a nossa rotina urbana. Foi então que decidimos nos isolar. A fazenda dos meus avós, um refúgio de colinas verdes e silêncio absoluto, tornou-se o cenário perfeito para a nossa libertinagem. Longe de olhares julgadores, as paredes daquela casa antiga passaram a testemunhar nossos encontros mais selvagens. Não precisávamos mais de corredores escuros ou de beijos roubados entre visitas; agora, cada centímetro daquela propriedade pertencia ao nosso desejo.
Foi nesse santuário que a nossa obsessão atingiu o ápice. O sexo tornou-se a nossa única linguagem, uma necessidade biológica que superava qualquer moralidade . A cada vez que eu, Marcelo, a reivindicava — sentíamos que estávamos criando nosso próprio mundo, com nossas próprias leis.
A rotina era um ciclo de êxtase e segredo. No entanto, o segredo tem um preço, e o meu chegou na forma de um teste de farmácia com duas listras vermelhas.
Quando descobri que ela estava grávida, o mundo pareceu parar por um segundo. O pânico inicial foi rapidamente substituído por uma onda de euforia. Aquela criança não era apenas fruto de um desejo proibido; era a prova material da nossa união, a semente que me preenchia com tanta força.
A revelação para mim foi o momento mais intenso de nossas vidas. Quando soube, não hesitei Não houve choque, nem recuo. Eu agarrei pela cintura, e ergui do chão e beijei com uma fome desesperada, como se quisesse fundir nossos corpos em um só para proteger aquele fruto.
— Agora você é minha para sempre, Luana. Não importa quem diga o que diga, esse filho é nosso. É do meu sangue, do meu pau, da nossa luxúria — eu rugi, antes de lhe jogar na cama e lhe possuir com uma delicadeza nova, mas ainda visceral, cuidando para que cada estocada fosse um carinho do seu ventre que já começava a mudar.
Ela estava feliz enquanto carregava no ventre o filho do homem mais potente e dominante que já conheceu. As explicações para o mundo exterior foram vagas, a desculpa de uma balada com um desconhecido serviu para calar as curiosidades distantes. Hoje, vivemos na fazenda que era dos meus avós e é o nosso santuário. Criamos nossa filha em um ambiente de amor e abundância, longe do ruído do mundo. Ela cresce forte, com os olhos dele e a minha curiosidade.
A vida doméstica, porém, não apagou o fogo. Se qualquer coisa, a maturidade e a estabilidade tornaram nossa relação sexual ainda mais profunda. O fato de agora sermos "uma família" oficial, aos nossos próprios olhos, removeu a última camada de culpa. Agora, não há mais pressa nem medo. Há apenas a fome insaciável de um pelo outro.
Muitas vezes, enquanto a pequena dorme no quarto ao lado, nós nos entregamos em cima da mesa da cozinha ou no sofá da sala, explorando cada centímetro de nossa pele com uma urgência que os anos não conseguiram diminuir. O sexo deixou de ser apenas prazer para se tornar nossa religião. Ela ainda é a "putinha" do pai, e eu continuo sendo o dono absoluto de cada gemido que escapa da minha boca. Nosso amor é torto, proibido e visceral, mas é o único que realmente nos preenche.
Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos.




