Netinha safada fudendo com o avô.
"Você não faz ideia do quanto eu queria te ver assim, tão pertinho de mim."
A voz do meu avô não era a de um ancião frágil; era um trovão baixo, rouco, que vibrava own no meu peito. Quando ele me puxou para sentar em seu colo, o mundo lá fora — as regras, a família, os "pecados" que eu tanto temia — simplesmente desapareceu. Senti a rigidez do seu pau contra a minha bunda através do tecido fino do meu shortinho, e aquele choque elétrico percorreu minha espinha.
Eu nunca tinha sentido nada parecido. Olhei para aqueles olhos azuis, profundos e famintos, e vi o homem, não o parente. Minhas coxas grossas e meu quadril largo pareciam ter sido moldados exatamente para encaixar naquele abraço possessivo.
— Nossa, vô... o senhor está bem animadinho, não é? — sussurrei, soltando um risinho safado enquanto começava a rebolar lentamente, sentindo cada centímetro daquela dureza contra mim.
Ele soltou um gemido baixo, a mão grande e calejada apertando minha cintura com força.
— Eu não aguento você com esses shortinhos, sua gostosinha... me deixa louco, me deixa animado demais!
Não aguentamos mais. O beijo veio como uma explosão; línguas quentes se entrelaçando em uma urgência desesperada. Eu me joguei no sofá, sentindo o peso delicioso do corpo dele sobre o meu. As mãos dele, ávidas, subiram pelas minhas coxas, afastando a calcinha com os dedos para encontrar minha buceta, que já estava encharcada, own um rio de desejo.
— Olha só como você está... toda molhadinha para o vovô — ele murmurou, enquanto seus dedos faziam movimentos circulares no meu clitóris.
Eu arqueei as costas, soltando um gemido alto.
— Ai... sim! Faz mais... me toca mais!
Ele não parou. Tirou minha blusa e o sutiã com pressa, revelando meus seios. Ele os mamou com uma vontade voraz, chupando meus bicos até que eles ficassem rígidos, enquanto sua mão continuava a torturar minha buceta, me levando ao limite.
— Hoje você vai ser toda minha, sua putinha gostosa! — ele rosnou no meu ouvido.
— Sou sua! Faço tudo que você quiser! — respondi, já delirando de tesão.
Eu deslizei pelo sofá, descendo até que estivesse de joelhos. Quando ele se despiu, vi aquele cacetão rosado e imponente pular na minha frente. Sem hesitar, abri a boca e o acolhi, fazendo um boquete esfomeado, sugando cada centímetro, sentindo o gosto dele. Ele agarrou meus cabelos, controlando o ritmo, empurrando o pau na minha garganta enquanto gemia de prazer.
— Você chupa tão gostoso... agora quero sentir essa bucetinha apertada!
Ele me virou, e nós entramos em um 69 luxurioso. Enquanto eu mamava aquele pau quente, sentia a língua dele penetrando na minha bucetinha, lambendo meu clitóris com uma precisão que me fazia tremer inteira. Era uma troca frenética de fluidos e prazer.
— Me come logo, vô! Não aguento mais! — implorei.
Ele me levantou e me colocou de quatro, empinando minha bunda para cima. Ele beijou cada centímetro das minhas costas antes de encaixar o pau lentamente. Quando ele entrou todo, eu soltei um grito de êxtase. A pica grossa preenchia cada espaço vazio dentro de mim. Ele agarrou meus quadris com força, socando a rola na minha buceta com violência e luxúria.
— Você é uma putinha obediente! Gosto assim! — ele exclamou, batendo o saco na minha pele.
— Fode minha buceta! Me fode com tudo! — eu gritava, sentindo o suor dele pingar nas minhas costas.
Mas ele queria mais. Ele pediu para comer meu cuzinho, e apesar do medo inicial, o desejo era maior. Quando ele encaixou o pau no meu pequeno orifício, senti a pressão inicial, aquele preenchimento absoluto que me fez arquear as costas e soltar um gemido sufocado. Não foi rápido; ele entrou com uma lentidão torturante, saboreando a minha resistência até que o pau estivesse enterrado profundamente no meu cu.
— Ai... meu Deus... está tão apertado! — eu gritei, sentindo as paredes do meu reto pulsarem ao redor daquela grossura.
Ele não parou. Começou a estocar, primeiro devagar, sentindo cada contração do meu corpo, e depois acelerou. O ritmo tornou-se frenético, o som da carne batendo contra a carne ecoando pela sala. Eu sentia a pica dele atingindo pontos que eu nem sabia que existiam, transformando a dor inicial em um prazer visceral e proibido. Eu era dele, completamente subjugada àquele desejo ancestral.
— Olha para você... levando tudo, sentindo cada centímetro do meu pau no seu cuzinho! — ele rosnou, a voz carregada de luxúria, enquanto me puxava pelos cabelos para que eu olhasse para trás, vendo a conexão carnal que nos unia.
Eu estava em transe. A sensação de ser preenchida por ele, de forma tão invasiva e possessiva, disparou um gatilho no meu clitóris que me fez beirar o orgasmo. Eu comecei a rebolar contra ele, pedindo mais, exigindo que ele me destruísse com aquele prazer.
— Mais forte, vô! Me fode com força! — eu implorava, a voz já rouca de tanto gemer.
Ele obedeceu. As estocadas tornaram-se violentas, profundas, quase brutais. Eu sentia meu corpo vibrar, meus músculos tensionarem até que, num estalo de prazer insuportável, o meu orgasmo explodiu. Eu gritei, sentindo a buceta pulsar freneticamente enquanto ele, no ápice do prazer, soltou um rugido gutural e despejou todo o seu leite quente dentro do meu cu.
Ficamos ali, suspensos no tempo, com a respiração pesada e o suor colando nossos corpos. Ele não me soltou imediatamente; permaneceu dentro de mim, sentindo a minha pulsação diminuir, enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Você nunca mais vai esquecer o que a gente fez hoje, sua safada.
Ele se afastou lentamente, e eu senti o vazio imediato, o rastro de prazer e pecado que ele deixou em mim. Olhei para ele, e vi que aquele era apenas o começo de um legado de prazer que nós dois estaríamos dispostos a explorar, não importa o tabu.
A partir daquele dia, a percepção do meu próprio corpo mudou. O que antes era natural, tornou-se insuficiente. A primeira vez que tentei ter relações com outra pessoa depois daquele encontro, percebi que algo em mim havia sido "recalibrado". O toque de qualquer outro homem parecia superficial, a pressão insuficiente, o ritmo errado. Eu estava procurando por aquela brutalidade gentil, por aquela posse absoluta que só ele sabia exercer.
Percebi, com um misto de pavor e excitação, que não conseguia mais sentir prazer real com ninguém que não fosse ele. Meu corpo havia se tornado um templo dedicado a um único deus proibido.
A nossa dinâmica evoluiu para um jogo psicológico perigoso. Eu comecei a testá-lo. Sabia que ele observava cada movimento meu, cada escolha de roupa, cada risada compartilhada com outros homens na frente dele. Comecei a provocar deliberadamente em público. Usava vestidos que, embora parecessem inocentes para quem via de longe, não tinham calcinha por baixo, ou shorts tão curtos que qualquer movimento meu revelava a pele acetinada das minhas coxas.
Eu adorava vê-lo fingindo indiferença enquanto seus olhos, famintos e possessivos, vasculhavam meu corpo, denunciando o desejo que ele tentava esconder dos outros. Eu via a veia do seu pescoço pulsar, a mandíbula cerrada, o autocontrole sendo levado ao limite. Eu era a isca, e ele era o predador que adorava ser provocado.
Mas ele não era apenas uma vítima do meu jogo; ele era o mestre. Com sutileza cruel, ele começou a manipular meus desejos. Ele passava a me ignorar por horas, apenas para me tocar "acidentalmente" em um lugar estratégico. Ele me dava carinhos que prometiam tudo, mas que paravam no momento exato em que eu começava a implorar. Ele transformou o nosso vínculo familiar em uma dependência erótica absoluta. Ele me fez sentir que eu era a única pessoa no mundo capaz de satisfazê-lo, e que ele era o único capaz de me dar o que eu realmente precisava.
Os anos passaram. O segredo tornou-se a base da minha vida. Casei-me, construí uma família, tornei-se mãe. Para o mundo, eu era a esposa dedicada e a mãe zelosa. Mas havia um vazio que nenhum marido conseguiria preencher.
Até hoje, quando as oportunidades surgem — em visitas familiares, em tardes de sol no jardim, em encontros casuais onde ninguém suspeita da nossa fome — eu busco o refúgio dos seus braços. O desejo não diminuiu; ele amadureceu, tornou-se visceral.
Ainda hoje, quando nos escondemos do mundo, eu me entrego a ele da maneira que mais me vicia. Eu me coloco de quatro, oferecendo-lhe a minha entrega total, sentindo a rigidez do seu pau entrar sem piedade no meu cuzinho. O prazer de ser preenchida por ele, a sensação de que aquele ato proibido é a única coisa real na minha vida, me leva ao êxtase.
E, no ápice, quando ele me domina completamente, eu sinto aqueles jatos quentes de leite preencherem o meu rabo, inundando-me de um prazer que beira a loucura. É nesse momento, sentindo o leite dele quente dentro de mim, que eu sinto que pertenço a ele, e que esse vício é a única coisa que me mantém verdadeiramente viva.




