GUARDA NOTURNO



Me chamo Bárbara e tenho vinte anos. Moro com a minha mãe em São Paulo e decidi criar esta conta por dois motivos: o primeiro é que sou viciada em ler os contos daqui e me acabar na siririca; o segundo é que quero escrever e mostrar o quanto sou uma cachorrinha vadia, que ama dar, que ama chupar uma pica.
Eu amo essa sensação de ser uma vadia às escondidas.
Voltando da faculdade, percebi que minha rua quase não tinha movimento à noite. Era verão e eu estava com um vestido preto colado ao corpo; a cada passo, a calcinha se enfiava mais no meio da minha bunda.
De repente, veio o motoboy da vigilância, passando e buzinando. Ele mexeu comigo:
— E aí, gostosa?
Eu sorri e continuei andando, rebolando ainda mais.
Ele deu meia-volta e parou do meu lado. Conversamos — aquele diálogo normal: qual o seu nome, idade e blá-blá-blá. Ele se chama Márcio, é um moreno de trinta e sete anos.
Ele me olhou de cima a baixo sem a menor vergonha, deixando o olhar demorar nas minhas pernas e no jeito que o vestido marcava a minha cintura. Deu um sorriso de canto, encostando a mão no guidão da moto, e soltou com a voz baixa e cheia de intenção:
— Uma gostosa dessa andando sozinha a uma hora dessas... Tá pedindo para ser acompanhada, não tá?
Eu dei uma risadinha, cruzando os braços para empinar mais o peito. Ele chegou um pouco mais perto, encarando direto nos meus olhos, e mandou na lata:
— E aí, Bárbara... Não quer curtir a noite comigo? A gente dá uma volta, arruma um lugar tranquilo e aproveita.
— O que você quer fazer? — perguntei, sustentando o olhar dele.
— Você me deixou louco... Quero te dar uns beijos e ver no que dá — respondeu, sem tirar os olhos da minha boca.
Eu topei na hora. Ele só me mandou subir na garupa, mesmo sem capacete. Passei a perna por cima da moto, o vestido subiu ainda mais e eu me agarrei na cintura dele.
Ele pilotou até o fim da rua, uma área sem saída e totalmente deserta. Assim que desligou a moto, me puxou para ele e nos beijamos com vontade. As mãos dele desceram direto para a minha bunda, apertando forte e dando uns tapinhas firmes que estalaram no silêncio da noite.
— Ai, safado... — gemi na boca dele enquanto ele apertava.
— Tô morrendo de tesão — ele disse, apertando o pau por cima da calça.
— Quer um boquete? — perguntei, sorrindo.
Abri o zíper da calça dele, e o pau duro pulou da cueca: cabeçudo, grosso.
— Chupa ele. Deixa ele mais duro.
— Hmm... Olha que pauzão.
Me ajoelhei ali mesmo, encarando aquele pauzão ereto na minha frente. Passei a língua devagar pela cabeça, sentindo o pulso da veia sob a minha boca.
Quando o abocanhei fundo de uma vez só, bati direto no fundo da minha garganta.
Ele começou a socar na minha boca sem piedade, empurrando a cabeça grossa até o limite. O pau batia fundo na minha garganta e a baba escorria sem parar pelo meu queixo, sujando o meu colo.
— Glug... cof! — engasguei alto, sentindo a garganta travar enquanto os meus olhos lacrimejavam por causa do impacto.
Ele segurava meu cabelo com força, ditando um ritmo firme e impiedoso.
— Caralho, que tesão... Tô fodendo sua garganta toda — ele falou, ofegante, dando mais uma estocada funda. — Engole tudo!
— Ahm... coff... hmmm! — tentei falar no pau dele, babando ainda mais enquanto sentia o ferro quente latejar no fundo da minha boca.
Ele tirou o pau da minha boca com um estalo, deixando um fio escorrido de saliva ligando a cabeça do pau ao meu lábio. Eu ainda estava me recuperando, tossindo fraco e limpando o queixo com as costas da mão, quando ele me puxou pelo braço sem cerimônia, me fazendo ficar em pé.
— Agora apoia aí na moto — ele ordenou, com a voz grave e o arfar pesado.
Me virei de costas na hora, me debruçando sobre o banco da moto. Minha bunda ficou totalmente em destaque. Senti a mão grossa dele puxar meu vestido preto para cima de uma vez e rasgar a calcinha para o lado, expondo minha buceta que já estava completamente molhada.
Ele não perdeu tempo: alinhou a cabeça do pau duro na minha entrada e empurrou de uma vez só, me preenchendo até o fundo no meio daquela rua escura.
As estocadas vieram firmes e sem piedade. A cada vez que ele empurrava o quadril com força, o som da carne batendo ecoava de forma seca pela rua deserta, misturado ao barulho abafado do motor da moto ainda estalando de quente. Eu me agarrei ao guidão com força, tentando manter o equilíbrio enquanto sentia ele me preencher inteira.
De repente, a mão dele subiu até a minha nuca, enfiando os dedos no meu cabelo e puxando minha cabeça para trás com força, colando o peito dele nas minhas costas.
— Sente isso, sua vadia... — ele sussurrou no meu ouvido, arfando pesado enquanto dava uma estocada mais funda. — Tá ouvindo o barulho que tá fazendo nessa rua? Qualquer um que passar aqui vai ver você tomando assim.
— Hmmn... Sim! Continua, por favor... — gemi alto, incapaz de segurar o som no meio da noite, arrepiada com o perigo de ser pega e com o pau dele batendo bem no meu fundo.
Ele apertou ainda mais o meu cabelo, acelerando o ritmo das batidas, fazendo a moto balançar e me deixando completamente louca de tesão. As estocadas continuaram rápidas e fundas, me rasgando ao meio no meio daquela rua escura. A pressão do pau dele batendo sem parar no meu ponto exato começou a criar uma onda de calor insuportável no pé da minha barriga. Minhas pernas começaram a tremer e eu não aguentei a pressão.
— Caralho... Eu vou gozar! — gritei, sem conseguir segurar o palavrão que escapou da minha boca no silêncio da noite.
Ele não diminuiu o ritmo; pelo contrário, acelerou ainda mais as batidas, me prensando contra a moto. Minha buceta piscou com força, se contraindo desesperada ao redor do pau duro dele, e eu gozei forte, derretendo toda e sentindo cada pulsação do meu orgasmo apertar o pau dele até o limite.
Sentindo a minha buceta pulsar e piscar no pau dele, ele soltou um rosnado grave no meu ouvido, cravando as unhas no meu quadril com força.
— Porra... Sua buceta tá apertando meu pau demais... Eu não vou aguentar! — ele arfou, completamente descontrolado.
Ele deu mais três estocadas fundas, cravando o pau até a raiz, e se derramou inteiro dentro de mim. Senti o jato quente dele preencher o meu fundo enquanto ele continuava pressionado contra o meu corpo, arfando pesado no meu pescoço no meio daquele silêncio da rua sem saída.
Quando ele finalmente tirou o pau de dentro de mim, senti o calor do gozo dele escorrer na hora pelas minhas pernas. Ajustei o vestido como deu, deixando a calcinha rasgada de lado. Ele me deixou no começo da minha rua, me deu um tapa estalado na bunda e foi embora na moto.
Caminhei os últimos metros até em casa no escuro, sentindo a buceta vazando sem parar, encharcando o que sobrou da calcinha e sujando o meio das minhas coxas a cada passo. Aquele mormaço quente entre as pernas e o cheiro do gozo dele no meu corpo me deixavam louca.
Entrei em casa nas pontas dos pés para a minha mãe não acordar, me tranquei no quarto e fui direto para a cama, satisfeita demais por ter sido uma vadia completa no meio da noite.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
GUARDA NOTURNO

Codigo do conto:
274899

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/10/2026

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