Desejo entre minha mãe e meu amigo - Parte I



Esse é meu primeiro conto erótico, não é uma história real. Mas com certeza muitos irão se identificar com algum personagem. Espero que gostem,

Era sábado, por volta das 2h30 da manhã. Tadeu, de 20 anos, e seu melhor amigo Joel, de 21, estavam na sala jogando videogame desde o começo da noite.

Joel era moreno, alto, tinha um físico atlético e um jeito brincalhão.

Os dois eram amigos havia anos, e ele frequentava a casa de Tadeu como se fosse da família.

Márcia, mãe de Tadeu, tinha 47 anos, estava solteira e havia saído com algumas amigas.

Era uma mulher vaidosa, um pouco gordinha, de corpo cheio, curvas generosas e um sorriso bonito.

Naquela noite, havia escolhido um vestido preto justo que valorizava bastante seu corpo.

De repente, ouviram a porta abrir.
— Oiii, meus amores! Ainda estão acordados? — perguntou Márcia, entrando na sala.

Ela estava um pouco alterada pelas bebidas da festa. Deixou a bolsa sobre a poltrona, tirou os saltos e soltou um suspiro.
— Nossa, gente! Que noite perdida!
— Ué, mãe! Achei que você ia chegar só amanhã! — brincou Tadeu.
— Queria eu, filho! Música ruim, homens sem graça... Não beijei ninguém hoje. Acreditam?

Tadeu começou a rir, meio constrangido.
— Ah, mãe! Precisa contar isso?

Joel, que até então estava concentrado no jogo, virou-se para ela.
— Pera aí, dona Márcia. Como assim não beijou ninguém?
— Ué, Joel! Não apareceu ninguém interessante!

Ele olhou para ela, reparando em como aquele vestido havia ficado bonito.
— Ah, não acredito! Com todo respeito, olha pra senhora! Tá linda demais hoje. E nesse vestido, então...

Márcia abriu um sorriso.
— Olha só! Pelo menos alguém percebeu!

Joel olhou para Tadeu e completou, rindo:
— Foi mal, irmão, mas tua mãe tá gostosa hoje!
— Ah, vai se ferrar, Joel! — respondeu Tadeu, jogando uma almofada no amigo.

Os três caíram na gargalhada.

Márcia continuou reclamando da festa, dizendo que os homens de hoje não tinham mais atitude, ficavam olhando, mas ninguém chegava para conversar.

Joel largou o controle do videogame.
— Então sua noite ainda não acabou, dona Márcia!
— Como assim, menino?
— Vamos recomeçar! Tem alguma coisa pra beber aí?
— Tem vinho na cozinha.
— Pronto! Música boa, vinho e companhia melhor que a daquela festa!

Poucos minutos depois, os três conversavam na sala, enquanto Márcia tomava uma taça de vinho. Joel pegou o celular e colocou uma música animada.
— Pronto, dona Márcia! Agora a senhora vai dançar!
— Primeiro, para de me chamar de senhora! Parece que tenho sessenta anos!
— Então como quer que eu te chame?
— Marcinha. Pode me chamar de Marcinha!
— Então vem dançar comigo, Marcinha!

Márcia soltou uma gargalhada, mas aceitou a mão que Joel lhe ofereceu.
Os dois começaram a dançar no meio da sala, fazendo passos engraçados e improvisando movimentos.

Tadeu, sentado no sofá, observava tudo.
— Mano, não acredito que você tá dançando com a minha mãe às três da manhã!
— Alguém precisa salvar a noite dela! — respondeu Joel.

Márcia ria enquanto tentava acompanhar os passos do rapaz.
— Olha só! Não é que você sabe dançar mesmo? Deve arrasar com as menininhas por aí!
— Que nada, Marcinha! Hoje você está dando um baile em mim!
— Ah, para! Mas vou confessar uma coisa: você já salvou boa parte da minha noite!

Joel sorriu e continuou dançando.
— Então vamos lá, Marcinha gostosa! Opa... pera aí, me empolguei!

Márcia arregalou os olhos e caiu na gargalhada.
— Jooeel! Olha o respeito, menino!

Os três riram novamente.

Joel, cada vez mais à vontade, resolveu continuar a brincadeira.
— Mas você acha que só você sabe sensualizar? Eu também sei, quer ver?
— Ah, é? Então mostra!

Joel fez uma pose exagerada de conquistador e pegou a mão de Márcia, guiando-a sobre o próprio ombro, passando pelo braço e pelo abdômen enquanto acompanhava o ritmo da música.
— Tá vendo, Marcinha? Tem que sentir a música!

Márcia soltou um grito animado.
— Uhuuuul! Ai, meninos, vocês são demais! Morro de rir com vocês!

Foi quando a música terminou.

Por alguns segundos, a sala ficou em silêncio.

Joel passou a mão pela testa.
— Nossa, deu calor! Posso tirar a camisa?

Márcia olhou para ele, surpresa, mas não respondeu. Tadeu também permaneceu quieto.
— Bom... Como ninguém respondeu, vou considerar que tá liberado!

Joel puxou a camiseta pela cabeça e a deixou sobre a poltrona.

Apesar de parecer magro quando estava vestido, tinha o corpo bastante definido, com ombros largos,
Braços fortes e abdômen marcado.

Márcia olhou quase por instinto.
— Uau!

Joel virou imediatamente, sorrindo.
— Opa! Gostou, Marcinha?

Ela percebeu a própria reação e ficou um pouco sem graça.
— Ah, menino! Não é isso! É que você tá em forma, hein? Nem parece que tem esse corpo todo quando tá de camiseta!

Joel sorriu, satisfeito com o elogio.
— E aí, acabou a música? Solta mais um som aí, Tadeu!

Tadeu colocou uma sequência de músicas aleatórias.

Começou a tocar uma música eletrônica, bastante animada. Márcia e Joel voltaram a dançar, dessa vez um pouco afastados, cada um fazendo seus movimentos.

A diversão continuou durante alguns minutos, até que a música terminou e começou uma canção mais lenta e romântica.

Joel olhou para Márcia e sorriu.
— Opa! Agora mudou o clima!
— Ih, essa é pra dançar agarradinho! — brincou ela.
— Então vem cá, Marcinha!

Joel estendeu a mão e a convidou para dançar mais perto. Ela hesitou por um instante, mas aceitou.

Ele colocou as mãos na cintura dela, enquanto Márcia apoiou os braços sobre seus ombros. Aos poucos, os dois foram se aproximando, até dançarem abraçados.

Joel já não disfarçava o interesse.

Márcia também havia mudado. As gargalhadas deram lugar a sorrisos discretos e longas trocas de olhares.

Foi quando ela olhou para o filho.
— Filho, faz um favor pra mãe? Pega mais uma garrafa de vinho na cozinha?
— Tá bom, já volto.

Tadeu levantou e foi até a cozinha, ainda desconfiado.

Assim que ele desapareceu pelo corredor, Joel voltou sua atenção inteiramente para Márcia.
— Então, Marcinha... Acho que já consegui salvar sua noite.
— Conseguiu mesmo, menino! — respondeu ela, sorrindo.
— Mas ainda falta uma coisa.
— O quê?
— Um beijo seu.

Márcia arregalou os olhos.
— Joel, você é amigo do meu filho... Isso é loucura!
— Eu sei Marcinha. Mas sei também que você tá com tesão e morrendo de vontade de me beijar.

Joel levou a mão à nuca dela e se aproximou. Márcia hesitou por um instante, mas logo o abraçou pelo pescoço e correspondeu ao beijo de língua, esquecendo por alguns segundos que Tadeu poderia voltar a qualquer momento.

— QUE PORRA É ESSA?!
A voz de Tadeu interrompeu os dois.

Ele estava parado na entrada da sala, segurando a garrafa de vinho e olhando incrédulo para a própria mãe e o melhor amigo.

Os dois se separaram imediatamente.

Márcia levou a mão ao rosto, completamente sem graça.

Joel passou a mão pela cabeça.
— Caralho, Tadeu... Foi mal, mano! Eu não resisti. A gente tava dançando e acabou acontecendo!
— Como assim, acabou acontecendo, Joel? Tu é meu melhor amigo, caralho!
— Eu sei irmão. Desculpa mesmo!

Márcia tentou se aproximar do filho.
— Tadeu... Meu amor me desculpa. A gente acabou se empolgando.

O rapaz ficou alguns segundos sem conseguir responder.
— Pô, mano... Justo minha mãe?

Tadeu respirou fundo, ainda tentando entender a situação.
— Bom... Já aconteceu, né? Mas escuta uma coisa, Joel. Ninguém pode saber disso, cara. Ninguém! Como você fez isso comigo?
— Não, mano! Jamais vou contar pra alguém. Relaxa, você me conhece!

Joel pegou a garrafa de vinho da mão de Tadeu.
— Não vamos perder nossa noite, que tava tão boa!

Ele encheu as taças, tomou a sua e colocou outra música, mais animada.

Tadeu se sentou no sofá, ainda abalado, tomando pequenos goles de vinho.

Márcia deixou a taça sobre a mesa e foi até ele.

Ajoelhou-se diante do filho e segurou suas mãos.
— Filho, olha pra mim. Me desculpa, de verdade. Não queria te deixar assim.

Márcia acariciou o rosto de Tadeu e deu um beijo carinhoso em sua testa.
— Vamos confiar no Joel, filho. Ele prometeu que não vai contar pra ninguém. Foi uma coisa que aconteceu, não queremos te magoar.

Márcia se levantou, pegou Tadeu pela mão e o puxou para dançar com ela.
— Vem, filho! Vamos aproveitar nossa noite!

Tadeu resistiu no começo, ainda sem graça com o que havia presenciado, mas acabou cedendo. Aos
poucos, os três voltaram a dançar e brincar, recuperando parte da animação.

No meio da dança, porém, Tadeu percebeu as constantes trocas de olhares e sorrisos entre sua mãe e Joel. Estava claro que a atração entre os dois não tinha acabado naquele beijo.

Não adianta... Esses dois ainda vão se pegar de qualquer jeito, seja na minha frente ou escondido. Quer saber? Vou deixar rolar, pensou Tadeu.

Ele resolveu parar de se preocupar e continuar aproveitando a noite.

Começou a tocar um funk, e Joel se animou na hora.
— Opa, essa eu sei dançar! Se liga!

Ele começou a rebolar todo desajeitado, arrancando risadas dos dois. Para provocar Tadeu, virou de costas, empinou a bunda e começou a dançar na frente dele.
— Sai pra lá, mano! Tá maluco! — respondeu Tadeu, caindo na gargalhada.

Joel então foi até Márcia e repetiu a brincadeira, curvando o corpo para frente e rebolando de costas para ela.
— Agora é sua vez, Marcinha!

E rapidamente virou e foi atrás de Márcia, abaixando o corpo dela deixando de bunda empinada pra ele.
Joel sarando e encoxando Márcia, que ficou sem graça, mas não saiu da posição, se manteve ali.

Ao olhar pra Tadeu Márcia viu seu filho quieto, apenas olhando a mãe rebolando pro amigo dele, percebeu um volume na bermuda do filho.

Tadeu sem querer mostrou excitação com a situação da cena.

Márcia ficou mais excitada e louca de tesão, começou a rebolar mais para Joel, a cada rebolada que Márcia dava, ela sentia o membro de Joel crescer na sua bunda e a cada sarrada que Joel dava, Márcia não se controlava e rebolava mais, sentia o pau de Joel muito duro roçando na sua buceta e no seu cuzinho. Joel estava louco para comer a mãe do amigo.

Tadeu ao perceber que a noite iria acontecer muitas coisas, apenas se sentou no sofá. Observando a cena do amigo e sua mãe dançando. Quando a música parou e entrou um anúncio, foi quando eles voltaram a realidade.

Márcia olhou pro Joel com sorriso safado e Joel retribuiu.
- MENINO, QUE ISSO ?? Meu Deus, está armado ?? Gritou Márcia sorrindo.

Joel sem graça, mas com ego inflado.
- Culpa sua, quem manda você rebolar gostoso ?

Então, ambos se sentam no sofá, ficando os três sentados. Os olhares entre Márcia e Joel são cada vez mais de desejo.

Márcia se levanta, toma o resto do vinho e, quando vai se sentar no sofá, cai sozinha no chão e começa a rir.

Os três começam a rir, e Joel disfarça e cai em cima de Márcia, e se joga para o lado.

Todos riem da situação, até que Márcia e Joel acabam se olhando, os dois ali, bem próximos, um ao lado do outro, agora com Tadeu olhando de perto.

Joel para de sorrir e olha nos olhos de Márcia, que também fica séria.

Então, Joel beija Márcia, que se entrega e corresponde ao beijo

Joel aperta a bunda de Márcia com força, beija o pescoço dela, fazendo-a gemer baixinho e se contrair.

Dá outro beijo nela e a chama de gostosa, dizendo que ela é um tesão. Márcia apenas geme mais, revelando estar cada vez mais excitada.

Quando Joel passa a mão por baixo do vestido, passa os dedos na buceta da mãe do amigo, que está completamente molhada.

Tadeu já não existia mais ali, naquele momento. Os dois haviam se esquecido dele.

Joel pegou a mão de Márcia e a levou até seu pau, por cima do short, ele estava com pau super duro e com a cabeça para fora, em um movimento Joel tira o pau para fora, Márcia agarra e começa movimentos punhetando.

Joel, então, colocou a calcinha de lado e enfiou dois dedos dentro da buceta de Márcia, que foi à loucura e ao delírio, soltando um gemido alto e forte, abraçando Joel e olhando para filho.

Foi quando ela se deu conta do que estava fazendo.

Olhou para o filho, que estava com uma cara de surpresa, olhos arregalados por estar presenciando tudo aquilo.

Ela se levantou, ficou sem graça, olhou para Joel com cara de susto e espanto, pediu desculpa ao filho e foi para o quarto dela.

Joel ficou sentado no chão, com os braços em volta dos joelhos. Olhou para Tadeu e falou:
— Foi mal, mano. É que nós, homens, sabe como é... E sua mãe é muito gostosa, não dá pra resistir. Juro que isso será segredo nosso, jamais irei contar pra alguém. Pode confiar, sou seu amigo, seu irmão.

Levantou-se, ainda mostrando a excitação e o membro duro, grande e grosso.

Tadeu olhou para o tamanho da rola do amigo, demonstrando espanto.
— Mano, você vai ficar de boa? É foda, olha como sua mãe me deixou, cê é louco! Não vai abaixar nunca isso aqui, sem eu bater uma punheta.

Tadeu, ainda sem reação, fora de si, falou:
— É, eu sei. Relaxa, estou de boa.
— Tranquilo, então. Já que começou aqui, será que, se sua mãe apenas bater uma pra mim, vai ficar de boa? Porque agora, nessa altura, eu mesmo fazer não tem graça.

Tadeu olhou para Joel, deu de ombros e falou:
— Se ela quiser.
— Beleza, mano, valeu. Vou ficar te devendo essa.
Joel tirou a bermuda e a cueca e foi pelado até o quarto de Márcia.

Tadeu viu a hora que Joel abriu a portar do quarto de Márcia, ouviu a mãe de longe falar.
— Que isso, Joel, pq vc esta pelado ?

Tadeu não entendeu, mas ouviu Joel dizer alguma coisa.

Joel fechou a porta e Tadeu na mesma hora se levantou e foi até a porta do quarto da mãe.

— Mas ele não falou nada, ele deixou ? Perguntou Márcia.

— Sim, falou que se vc quiser ele não irá Interferir.
— Pega nela igual vc estava fazendo, preciso gozar, esta muito dura.
— Tá bom, vc goza e acabou por aqui, pq já passamos do limite.

Márcia começa a punhetar Joel
— Nossa é grande.
— Grossa.
— Macia.

Márcia estava encantada com a rola do amigo do filho.

— Da um bjo nela Marcinha.

Tadeu com a cabeça encostada porta do quarto tentando ouvir oque acontecia, foi quando ele começa a ouvir uns estalos de beijo.

— isso Marcinha, agora coloca ela na boca, chupa bem gostoso.

Tadeu começa a ouvir estalos de bjo, que se transforma em sons de mamada. Tadeu tinha certeza, a mãe dele estava mamando o amigo.

Joel gemia a cada sugada, mamada, cada lambida que recebia.

— Nossa, melhor boquete que já ganhei Marcinha sua gostosa, isso lambe a cabeça. OH OH OH, QUE DELÍCIA.

— Seu safado, fazendo a mãe do seu amigo te chupar, só pq vc tem um pau gostoso, delicia.
Márcia já estava entregue ao desejo e aquele homem.

— Nossa, vc falando assim vou gozar, vou gozar na boca da mãe do meu amigo.

Tadeu ouvindo tudo na porta do quarto, percebe sua rola extremamente dura, tira pra fora da cueca e começa a se masturbar ouvindo tudo atrás da porta.

— agora é sua vez, vem me chupar seu safado, deixa eu gozar na sua boca.
Márcia foi se ajeitando deitando na cama de pernas abertas para Joel

Joel Levantou seu vestido, tirou sua calcinha, começou beijando as coxas, descendo próximo a buceta, subia, mordia a coxa, passava a língua de leve no grelinho de Márcia que urrava de prazer. Joel ficava repetindo várias vezes

— aí safado, fica me torturando, me chupa logo. Por favor

Joel obedece Márcia então começa a chupar e sugar o grelinho de Márcia, que vai a loucura, se descontrola e começa a gritar de prazer, como se só existisse os dois na casa.
— Que língua gostosa Joel, Aí, Ai, que delícia, assim, isso, aí que gostoso, seu safado vou gozar na sua língua, Oh Oh Aí Aí Aí.

Márcia não se aguentou e gozou na língua de Joel. Pernas bambas, corpo tremendo.

Sem perde tempo Joel subiu em cima de Márcia, pincelou sua rola e enfiou de uma só vez arrancando outro urro de prazer de Márcia.

— Aí, Aí Aí, que rola gostosa, vou gozar de novo. Fode, fode, isso mete, mete.

Joel não falava nada apenas metia com força e prazer na mãe do amigo.

Márcia gozou novamente, gritando:
— Aí que delicia, aí Aí Aí Aí Aí, gozei de novo, que gostoso.

Joel puxou Márcia, virando o corpo dela fazendo ela ficar de bruços e depois colocou a de quatro chupou o cuzinho dela, a buceta e abriu as nádegas e enfiou sua rola na buceta e começou a meter forte.

Márcia parecia uma boneca na mão de Joel, já sem controle do corpo, que estava mole, tinha gozando várias vezes e queria mais rola

Joel, começou a bater na bunda dela.
— Toma, agora vc vai ser minha. Vou querer te comer todo dia e dava outra tapa.
— vc vai ser minha ?? Minha putinha. ?? Heem ?? Outra Tapa.

— sim, agora sou toda sua Joel, me fode, mete gostoso.

— Vai ser a putinha do amigo do seu filho ?? Vai ? Safada.

— Vou, já sou toda sua, mete, me come, goza dentro de mim.

Joel ouvindo isso, aumentou a metida, com mais forças
— Vou gozar, goza comigo safada.

— Aí Goza, goza dentro de mim, quero sentir sua porra dentro de mim, vou gozar com vc Aí AÍ Aí, que delicia, mete, mete, me fode, goza dentro de mim.

Joel metendo forte e mais rápido, começou a gozar dentro da Márcia, que começou a sentir o pau de Joel pulsar e três jatos fortes foram jorrados dentro dela.

Os dois gozaram juntos e Joel caiu em cima de Márcia que permaneceram na posição por alguns minutos com a rola dentro dela, amolecendo aos poucos.

Tadeu já tinha gozando mas ainda estava de pau duro, ao perceber que acabaram, ele foi para o quarto dele.

Onde começou a pensar em tudo que acabou de ouvir e presenciar, e mais uma vez começou a se punhetar, gozou pela terceira vez e deitou na cama, acabou dormindo relaxado e pensativo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Desejo entre minha mãe e meu amigo - Parte I

Codigo do conto:
274912

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
17/10/2026

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