Dois dias depois da experiência com Jonas e Dinho. Precisava contar essa experiência pra alguém, e ninguém melhor que isso que Noele, minha amiga nudista.
Para ajudar na imaginação de vocês, eu, Maria, sou morena, de 170 cm, e tinha 40 anos na época dos fatos. Noele era uma mulher branca, um pouco fortinha, de cabelos castanhos claros (quase ruiva) e peitos fartos, um pouco mais baixa que eu.
Noele veio em casa em um sábado que Jonas estava estudando. Sentamos pra tomar café, eu estava nua e Noele estava com seu típico vestido solto de alças finas. Contei pra ela cada detalhe sobre a noite com Jonas e seu primo batendo com o pau na minha cara enquanto o outro me comia. Noele me ouvia com atenção.
Quando acabei o relato a Noele me olhava com uma cara de safada, a alça do seu vestido havia caído pelos braços e o decote pareceu ficar mais saliente. Não tinha reparado ainda, mas havíamos transado há uns tempos e não tocamos no assunto após isso, lembrar disso me fez ter ideias.
Noele então falou: - Eu também tenho um relato pra te contar. No seu aniversário, eu e o Jonas viemos para cá buscar os pratos. Fui surpreendida com Jonas me abraçando pelas costas e acariciando os meus peitos. Eu disse pra ele que não era o momento, pra ele aguardar mais um pouco. Descemos com os pratos e levei ele até o banheiro do salão de festas, não trancamos a porta, eu chupei ele no banheiro e ele comeu minha buceta todinha lá, a pedido, ele colocou sua mão tampando a minha boca sob ameaça de eu gritar, essa adrenalina me fez gozar muito junto com ele, Maria, porque ouviamos as pessoas passando perto, tínhamos medo de alguém pegar a gente, queria isso de novo.
Por incrível que pareça, esse relato me fez sentir uma pontada de inveja. Queria que fosse eu ali. E eu teria a minha vingança. Me levantei e passei a massagear os ombros de Noele. Ela entendeu o que eu queria. Deixou as alças do vestido caírem de vez, peguei os peitos dela e comecei a acariciar enquanto beijava a nuca dela. Noele se levantou e deixou seu vestido cair ao chão. Me empurrou para o sofá e começou a beijar as minhas coxas, a minha virilha, meu ventre, encostava na minha buceta, mas logo saia, me provocando. Enfim pôs a língua e os dedos na minha bucetinha totalmente melada. Que lingua habilidosa a dela. Minha barriga contraia e soltava a cada lambida, eu segurava a cabeça dela contra a minha buceta, eu contorcia meu pescoço, eu nunca tinha ficado tão molhada quanto nesse dia. Então perdi novamente a minha virgindade, Noele melou bem seu dedo na minha buceta e começou a acariciar meu cuzinho molhando ele, senti então uma pequena pontada no meio de todo aquele êxtase. Era um dos dedos da Noele entrando no meu cuzinho, ninguém tinha penetrado ele antes, o dedinho dela tava bem melado com os fluidos da minha buceta e apesar da dor, era gostosa a sensação em combinação com aquela chupada que não parava, eu gemia e lagrimava. O dedinho dela começou a rebolar no meu cuzinho enquanto outros dois dedos da mesma mão penetravam a minha buceta e a língua fazia seu trabalho. A outra mão hora segurava minha cintura hora abria minha bucetinha pra Noele passar sua línguinha.
Então, como se não fosse o suficiente, fiz algo que nunca na vida me ocorreu. Eu mijei na cara e boca da Noele, mas mijei que não conseguia segurar, Noele também não parava com os dedos, a urina parecia não incomodar ela apesar de tirar o rosto no início, mas depois deixou ser esguichada na cara e no peito. Quando parei de mijar, Noele também parou, eu mal conseguia respirar naquele momento.
Noele então foi até o banheiro e começou a se limpar da mijada que dei nela. Eu fiquei em êxtase na cama. Nunca havia tido uma experiência assim com qualquer homem. Mas a minha amiga me fez me sentir nos ares.
Após essa experiência, passei a chamar Noele outras vezes em casa para fazer nossas terapias iguais desse dia. E foi assim que descobri que gosto mais de sexo com mulheres. Como podem ver, esse último ano foi muito revelador. Uma família safada.
Mas ainda há mais pra se contar.

agatha41