Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal



Transando com a Irmãzinha no Escuro

A chuva caía com força lá fora, batendo no telhado e nas janelas. O bairro inteiro estava mergulhado em escuridão, um apagão total. Diego, de 22 anos, 1.85m e 75kg de pura tensão acumulada, ouviu o baque surdo vindo do quarto ao lado.

– O que aconteceu? Você tá bem? – ele perguntou, esbarrando numa cadeira no caminho.

– Tô sim, mano. – a voz de Mara, um ano mais nova, soou um pouco abalada. – Eu tava procurando uma lanterna, escorreguei no tapete e acabei derrubando o armário no pé da cama.

Diego a ajudou a recolher as roupas espalhadas no chão. A cama dela estava lascada, inutilizável.

– Tá lascada, Mara. E a mamãe, quando chegar, vai querer dormir na dela, cansada do trabalho.

– E agora? – ela perguntou, a voz um suspiro no escuro.

– Dorme comigo. Até arrumarmos outra cama. – a proposta saiu natural, quase lógica. Afinal, crescerem juntos, nus e à vontade, desfez muitas barreiras.

Sem luz, se guiaram pelos ruídos e pela memória do espaço. Deitaram-se nus na cama larga de Diego, o colchão cedendo sob o peso dos dois. Conversaram sobre o dia, sobre a chuva, sobre qualquer coisa menos o filme que tinham visto mais cedo – aquele com cenas tão quentes que tinham feito o sangue de Diego ferver e deixado um desconforto úmido entre as pernas de Mara.

Dormiram. O barulho do ar-condicionado ligando de repente foi o que acordou Diego. A luz havia voltado. Ele abriu os olhos devagar e seu coração deu um salto. O rosto de Mara estava a centímetros do seu, iluminado pela luz fraca que entrava pela janela. Ela dormia serena, a respiração morna batendo em seus lábios. Ele olhou aquela boca, os lábios levemente entreabertos, e a memória do filme invadiu sua mente com força total.

*Que irmãzinha putinha e gostosa que eu tenho*, pensou, o olhar descendo pelo pescoço esguio, pelos seios pequenos e redondos que subiam e desciam com a respiração, até a curva do quadril.

Ele se aproximou mais um pouco, quase sem perceber. Foi quando os longos cílios castanhos de Mara tremularam e seus olhos se abriram, encontrando os dele. Ficaram imóveis, presos um no outro, o ar entre eles carregado de uma eletricidade que não conheciam. A respiração de Diego ficou ofegante; a de Mara também. Ele sentiu um leve tremor no corpo dela e então, uma mão quente e hesitante pousou em sua coxa.

Foi o sinal. Diego moveu a mão com uma determinação que não sabia ter, agarrando a cintura fina de Mara e puxando-a com força contra seu corpo. Ela emitiu um suspiro abafado, mas não resistiu. Quando seus lábios finalmente se encontraram, foi uma explosão lenta, molhada e deliciosa. Um beijo que sabia a proibição e a descoberta, a luxúria pura e um afeto profundo e confuso.

– Diego… – ela sussurrou, arfando, quando seus lábios se separaram por um instante.

– Cala a boca, Mara – ele rosnou, beijando-a de novo, mais profundamente, sua língua invadindo sua boca com uma fome repentina.

Ficaram assim por um tempo indefinido, explorando bocas, pescoços, ombros com beijos e mordidinhas leves. A nudez, antes tão comum, agora era um território de descoberta ardente. A mão de Diego desceu do quadril de Mara, passando pela curva macia das nádegas até encontrar o calor úmido entre suas pernas.

– Você tá toda molhada, putinha – ele murmurou no ouvido dela, fazendo-a estremecer.

– É por sua culpa… seu tarado – ela retrucou, ofegante, enterrando os dedos nos cabelos dele.

A conversa sobre o filme voltou, entre beijos e toques.

– Você já tirou fotos daquele tipo? – ele perguntou, a boca ocupada em seu pescoço.

– Eu? Pra que? – ela gemeu.

– Não sei… pra mostrar pra alguém.

– Eu não mostraria pra ninguém… mas… acho que a sensação deve ser foda.

– Se eu tirasse… você ia gostar? – a mão dele apertou sua bunda.

– Você tirando fotos… assim… de mim? – ela arqueou as costas.

– A gente já se vê nu todo dia, não tem nada demais. – ele insistiu, e havia uma lógica perversa naquilo.

Ela hesitou, mas a curiosidade e o calor eram maiores. – Tira então… mas nada muito… óbvio.

Diego pegou o celular. A primeira foto foi discreta: Mara de pé, de lado, em frente ao espelho do guarda-roupa, uma mão no cabelo, um sorriso tímido e provocante nos lábios.

– Gostei – ela disse, olhando a foto, e nos seus olhos acendeu um brilho mais ousado.

As fotos evoluíram. Ela de quatro em cima do sofá do quarto, o arco das costas realçando a perfeição de suas nádegas redondas. Close-ups de partes íntimas, jogos de sombra e luz. Diego ficou com o pau tão duro que doía.

– Tá assim… por minha causa? – ela perguntou, rolando na cama e encarando a ereção dele, imponente.

– Desculpa… não consegui me controlar vendo você nessas posições de vadia – ele disse, a voz rouca.

– Não precisa se desculpar… eu também tô escorrendo aqui em baixo – ela confessou, abrindo as pernas só um pouco, o suficiente para ele ver o brilho nos seus lábios inferiores. – Melhor a gente deitar…

Deitaram, mas os beijos agora eram acompanhados de um atrito perigoso entre seus corpos. O pau de Diego roçava a barriga e os quadris de Mara, e ela se esfregava contra a coxa dele, buscando alívio.

– Não aguento mais… – ela gemeu, rompendo o beijo. – Deixa eu te aliviar.

Diego se deitou de costas, o coração batendo forte. Mara se posicionou entre suas pernas e, com uma ousadia que os surpreendeu a ambos, envolveu seu pau com as mãos. Era quente, firme, diferente de qualquer toque que ele já tivesse sentido.

– Assim, irmão? – ela sussurrou, começando a movimentar as mãos com um ritmo lento e experimental.

– Isso… caralho, assim mesmo… – ele gemeu, a cabeça afundando no travesseiro.

Ela cuspiu nas mãos, lubrificando o caminho, e acelerou. A punheta era primitiva, cheia de desejo cru. Diego gemia a cada bombeada, os músculos da barriga contraindo.

– Vou gozar, Mara… tô quase… – ele alertou, o orgasmo se aproximando como um trem desgovernado.

– Goza… goza na minha mão, goza tudo, seu safado – ela ordenou, acelerando o ritmo até o limite.

Ele explodiu com um rugido abafado, jatos quentes cobrindo seu abdômen. Mara saiu de cima dele, ofegante, e ele viu, iluminado pela luz ambiente, que seus próprios seios estavam cobertos de uma leve camada de suor e que um filete úmido escorria por sua coxa interna – ela tinha gozado também, só com o toque e a visão.

O silêncio que se seguiu foi pesado, mas não era de culpa. Era de admiração, de um segredo compartilhado que os unia ainda mais. Eles se beijaram de novo, um beijo lento e profundo, e adormeceram entrelaçados.

Nos dias seguintes, enquanto a cama nova não chegava, a cama de Diego se tornou seu mundo proibido. A paixão crescia na mesma medida que a luxúria.

Na primeira vez que a penetração aconteceu, foi um ritual lento e cheio de cuidado. Mara estava deitada de costas, as pernas abertas e tremendo.

– Tá com medo? – Diego perguntou, acariciando seu rosto.

– Um pouco… mas eu quero. Com você, eu quero – ela disse, determinada.

Ele se posicionou entre suas pernas, a cabeça do seu pau pressionando a entrada já encharcada dela.

– Vai devagar… por favor – ela pediu.

Ele obedeceu, penetrando centímetro por centímetro, sentindo o aperto virgem e quente dela se abrindo para recebê-lo. Mara soltou um gemido longo, entre dor e prazer.

– Tá doendo? – ele parou.

– Tá… mas continua… não para – ela ordenou, enterrando as unhas nas costas dele.

Ele começou a se mover, devagar no início, depois encontrando um ritmo. Mara se adaptou rápido, seus quadris começando a acompanhar os movimentos dele.

– Caralho, Diego… você tá tão fundo… – ela gemeu, os olhos fechados de êxtase.

– Sua buceta é a coisa mais gostosa que já senti, irmã… tá me espremendo toda – ele rosnou, aumentando a velocidade.

O quarto ecoava com os sons molhados da transa, os gemidos abafados e os palavrões sussurrados.

– Goza dentro, porra… me enche – ela pediu, no ápice, e ele obedeceu, despejando-se dentro dela com um gemido rouco enquanto ela tremia em seu próprio orgasmo.

As explorações só aumentaram. Mara adorava ser comida. Diego descobria o clitóris inchado dela com a língua, dedicando-se a chupadas longas e circulares que a faziam gritar em surdina, os dedos se enrolando nos lençóis.

– Aí, seu desgraçado… assim… bem ali… não para! – ela gritava, os quadris se contorcendo sem controle.

O 69 foi uma descoberta ainda mais intensa. Deitados de lado, cada um devorando o outro com uma fome animal. Diego sentia a boca quente e ávida de Mara ao redor do seu pau, enquanto sua própria língua se aprofundava naquele sabor único e salgado dela. Era luxúria pura, um ciclo de dar e receber prazer que os deixava ambos à beira do delírio.

– Você chupa tão gostoso, seu irmão puto… – ela gemeu, soltando seu pau por um instante.

– E você dá um boquete de vadia faminta… engole tudo – ele retribuiu, antes de mergulhar de novo nela.

A primeira vez no cuzinho dela foi uma noite de coragem extrema. Depois de uma longa sessão na buceta, com Mara montando ele com uma intensidade frenética, ele a virou de quatro.

– Quero tentar… ali – ele sussurrou, passando os dedos no anel estreito.

Ela hesitou, mas o desejo falou mais alto. – Você promete que vai com calma?

– Juro por tudo.

Com muito lubrificante saliva e paciência, ele a preparou, massageando e relaxando. A penetração foi lenta, um milímetro de cada vez, e Mara soltou um gemido agudo.

– Porra… é apertado pra caralho… – ele gemeu, sentindo a pressão incrível.

– Dói… mas… continua… – ela ordenou, enterrando o rosto no travesseiro.

Era uma sensação de posse total, proibida e intensa. Ele alternava entre a buceta molhada e aquele cuzinho apertado, cada mudança sendo recebida com gemidos diferentes de Mara – de êxtase profundo para um prazer mais agudo e contido.

– Me fode, irmão… me usa todinha, sua pica é minha… – ela delirou, no auge da paixão carnal, e ele a obedeceu, levando-os a múltiplas gozadas até caírem exaustos, em um emaranhado de membros suados e respirações ofegantes.

Era um romance apaixonado e "proibido", alimentado pela intimidade forjada desde a infância e explodindo em uma paixão carnal que queimava no escuro do quarto, um segredo só deles, cheio de palavrões excitantes, luxúria crua e uma ligação que se fortalecia a cada transa, a cada gozada compartilhada.

Foto 1 do Conto erotico: Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal

Foto 2 do Conto erotico: Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal

Foto 3 do Conto erotico: Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal

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Foto 5 do Conto erotico: Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal


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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Transando com a Irmãzinha no Escuro/ Paixão Carnal

Codigo do conto:
274945

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/10/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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