Vitor olhava ansioso para o relógio. Era sexta-feira, e a última aula da faculdade terminava 21:30. Ele não ficou até o final… Perto das 9 da noite, depois que a professora passou a lista de chamada, pegou sua mochila e correu para o carro. Dali, eram cerca de 20 minutos até a casa da sua mãe, Marta. Assim que ele ligou o motor do carro, pegou o celular e mandou uma mensagem. “Mãe, chego em 20 minutos”. Poucos segundos depois, ela já respondeu. “Tá bom filho, já estou toda molhada te esperando”. Vitor sentiu o pau latejar dentro da calça jeans. Ele sabia que sua mãe também estava ansiosa e não via a hora dele chegar em casa. Pela rapidez que ela respondeu a mensagem, ela deveria estar como ele, olhando para o relógio de minuto em minuto. Apesar do trânsito pela proximidade com o final de semana, ele chegou até que rápido. Abriu o portão automático, colocou o carro na garagem e correu para a porta de entrada. Não se preocupou em pegar a mochila, ele não precisaria daquilo agora. Marta já estava esperando. Ela usava um roupão laranja, que descia até a altura do joelho. Vitor sabia que aquela era a única peça de roupa que ela usava naquele momento. Primeiro, se abraçaram. Um abraço forte, apertado, proporcionado pela semana que passaram sem se ver. - Que saudades que eu estava filho… - Eu também mãe… Parece que demorou uma eternidade. - Sim, mas agora você está aqui… Finalmente estamos juntos! Ambos se encararam, parados na porta. Marta olhava para o filho com admiração, mas também desejo. Foi ele quem tomou a iniciativa. Se aproximou da boca da mãe, e encostou os lábios nela. Era um beijo de ternura, de afeto. Ficaram assim por alguns segundos, lábios colados. Aos poucos, Marta foi abrindo a boca. A língua de Vitor então lentamente foi invadindo, sentindo o gosto da saliva da mãe. Ela retribuiu. Mãe e filho, línguas entrelaçadas. As mãos de Vitor dançavam pelo corpo da mãe. Aquele corpo que ele conhecia tão bem. Suspirando forte, Marta se afastou. - Vamos entrar. Algum vizinho pode nos ver. - Que se fodam os vizinhos. Marta riu. No fundo, ela também queria mostrar para o mundo todo o quanto ela amava seu filho, o quanto a relação deles era linda, era especial, era eterna. Mas não funcionava assim. A sociedade condenaria os dois. Seriam moralmente julgados. Ela fechou a porta atrás deles, e guiou o filho para o sofá. - Semana puxada? Vitor achava graça que apesar de ter acabado de dar um beijo cheio de tesão na própria mãe, ela ainda conseguia manter uma conversa normal, um papo comum entre mãe e filho. - Sim, a faculdade tá foda. No trabalho foi tenso também. Marta se ajoelhou na frente do filho, que estava sentado no sofá. - Tem outra coisa aqui que está bem tensa também… Ela então segurou o pau dele, por cima da calça. Ambos riram. Marta então segurou as laterais da calça e puxou para baixo. Depois, fez o mesmo com a cueca do filho. A cabeça do pau rígido de Vitor enroscou no elástico, o que fez com que sua rola voltasse violentamente contra sua barriga, produzindo um estalo forte. Novamente, mãe e filho riram da situação. Marta ficou alguns segundos apenas admirando o membro ereto do filho. Era como se ela estivesse vendo uma obra de arte. Então, com a ponta dos dedos, ela foi contornando cada veia pulsante daquela deliciosa rola. - Sabe… Eu fico pensando o quanto você é bonito, o quanto seu corpo é perfeito. Aí eu lembro que fui em quem te fiz. O seu pau é maravilhoso, cada detalhe dele é lindo... Ela segurou o pau dele pela base, e foi aproximando o rosto. Apesar da vontade de cair logo de boca naquela rola, ela não queria apressar as coisas. Queria aproveitar como momento, cada segundo. Começou dando beijinhos na cabeça do pau dele, que já escorria uma grossa baba. Ela desceu beijando cada pedacinho do pau do próprio filho, até chegar no saco dele. Ali, depois de mais alguns beijos, ela fez o caminho inverso, mas agora subiu lambendo. Quando retornou para a ponta, foi lentamente engolindo a cabeça pulsante. - Que delícia mãe… Eu esperei a semana toda por isso… Marta sentia a buceta úmida. Ela também tinha esperado ansiosamente por aquele momento. Alternando sugadas, lambidas, beijos e até umas mordidinhas, ela sentia aquele pau extremamente duro, latejando. Vitor já respirava fundo, ofegante. Por mais que ela quisesse continuar mamando seu filho, ainda não queria que ele gozasse. Ela queria aproveitar mais. - Você gosta do boquete da mamãe? - Sim mãe… Nenhuma menina que eu transei até hoje chupa de um jeito tão gostoso como você. É a melhor coisa do mundo… Marta então parou, se levantou, abriu o roupão e se despiu, ficando completamente nua na frente do filho. - Ah é? Melhor que a buceta da mamãe? - Essa é uma pergunta muito difícil… Tudo em você é delicioso, sua boca, sua buceta, seus peitos… Não consigo escolher o que seja melhor. Vitor então também se levantou, e terminou de se despir. Trocaram de posição, e agora era Marta quem estava no sofá, com as pernas bem abertas. Vitor de ajoelhou, respirando fundo com o nariz quase encostado na vulva da mãe. - Eu adoro sei cheiro também, seu gosto… - Sim filho, é por termos essa conexão… Você saiu daí de dentro, não é mesmo? Nossos corpos já foram uma coisa só, você era uma parte de mim. E agora é natural sentirmos esse desejo um pelo outro. Toda mãe sente essa vontade, esse desejo, esse impulso… Queremos estar o mais próximo possível de nossos filhos. Quero nossos corpos juntos, conectados. Quero que você me toque filho, que você me lamba, que explore minha buceta… A mesma buceta que te trouxe a esse mundo… Por favor filho, não aguento mais, por favor… Me faça gozar, faça sua mãe gozar… Marta não precisou pedir duas vezes. Vitor mergulhou na buceta da sua mãe, se lambuzando com os fluidos que já escorriam como uma cachoeira da vagina de Marta. Ele beijava os grandes e pequenos lábios, dava leves mordidas nas coxas dela, lambia e sugava suavemente seu clitóris. - Isso filho, me chupa… Chupa sua mamãe… Isso filho, que delícia… Estou quase gozando, estou quase gozando na boca do meu filho! Não demorou muito tempo. O corpo de Marta se contorcia, seu quadril subia e descia. Vitor segurava suas pernas, tentando pelo menos manter a língua ainda acariciando o grelo da mãe. Era uma tarefa difícil, pelo tanto que ela tremia e se mexia. Nenhum outro homem fazia ela gozar daquela maneira. Não era um orgasmo comum, era algo a mais. Uma pulsação que percorria cada centímetro do seu corpo. Um calor intenso, um misto de formigamento e tensão. Marta gemia alto. Então, aconteceu. Marta gozou. Um orgasmo potente, que somente um filho pode proporcionar para sua própria mãe. Por alguns segundos, ela mal conseguia respirar. Enquanto ela se recuperava, respirando forte, ele se sentou ao lado dela. Se beijaram. Marta sentia nos lábios e na língua do filho o seu próprio gosto, seu néctar natural, vindo diretamente da sua buceta. Mas não era o fim, ela precisava de mais. Precisava do pau de Vitor. Precisava do pau de seu filho. - Filho… Preciso de você dentro de mim… Preciso que me coma. Preciso que foda sua própria mãe. Por favor, preciso do seu pau dentro da minha buceta. Novamente, Vitor agiu rápido. Deitou a mãe no sofá, abriu suas pernas e se posicionou para penetrá-la. Mas não fez isso imediatamente. Precisava provocá-la primeiro. Aproveitando a buceta ainda lubrificada dela, passou a cabeça do pau na entrada, e subiu, roçando sua rola por toda a vulva encharcada de Marta. - É isso que você quer? O pau do seu filho? - Sim filho… Por favor, preciso dele dentro de mim… Você também quer isso não quer? Não quer a bucetinha da mamãe? Por favor, me diga que também quer… Diga que quer me foder, diga que quer enfiar seu pau dentro de mim… Que quer meter na sua mãezinha… - Hmmm mãe… É claro que quero, desejei isso a semana toda… Esperei por esse momento, que eu pudesse colocar meu pau dentro de você, que eu pudesse te foder bem gostoso… Eu te amo tanto mamãe… - Também te amo meu filho… Agora por favor, eu te imploro, acabe com essa angústia… Me fode meu filho, por favor, me fode! Fode a buceta da mamãe! Vitor então começou a enfiar lentamente em Marta. O pau dele entrou com facilidade. Ela já pingava de tesão. - Estou dentro de você mamãe… Meu pau está dentro de você… - Hmmm sim meu filho… Seu pau e minha buceta foram feitos um para o outro. Eles se encaixam perfeitamente! Vitor aumentou a velocidade das estocadas. Mas não era um sexo frio. Muito pelo contrário. Entre um gemido e outro, mãe e filho se beijavam. Vitor tocava os seios da mãe, apertava, beliscava levemente os seus mamilos. Trocaram de posições… Ela por cima, e quatro, de ladinho… Eram dois amantes, um casal apaixonado, uma família feliz. - Mãe… - Filho… - Mãe… Estou quase… Estou quase gozando… Hmmmm… Queria aguentar mais… Mas vou gozar logo… - Não precisa segurar meu amor, goze para a mamãe… Mas não tire seu pau de mim, quero que você goze dentro… Quero que me preencha com sua porra, quero que meu útero seja invadido com porra do meu próprio filho! - Vou gozar… Mãe… Vou gozar… - Goza filho, goza na sua mãe! Goza dentro da sua mãe! Me dê sua porra, me dê seu leite, deposite sua semente em mim! Com um urro gutural, Vitor atingiu o orgasmo, ejaculando todo sêmen guardado por uma semana. Foram jatos e jatos, quase tão brancos como leite. Marta sentia dentro de si. Era quente. Era úmido. Era o esperma do próprio filho dentro dela. Vitor não tirou o pau imediatamente. Não queria que aquele momento acabasse. Ficaram abraçados, Marta acariciando o cabelo do filho. Todas as emoções fluíam entre eles. Amor, carinho, desejo, tesão. Era um sentimento ancestral, o amor mais antigo do mundo… Aquele que somente uma mãe podia sentir por um filho, um amor incondicional. E ainda era sexta-feira. Mãe e filho manteriam aquela relação incestuosa por todo o final de semana.
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Nossa que maravilha de conto ,eu amo contos assim , que não envolve só sexo, mas que tenha amor , paixão desejo é muito amor de um casal apaixonado, tomará que Marta tenha ficado grávida, que o fruto desse amor nasça de complete esse casal essa família que se amam de verdade, vou torcer para que isso aconteça, pois tenho um.caso dw.amor pelo sogro ,queremos um filho nosso tb ,não vejo a hora dele me engravidar
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