Nossa quase primeira vez...



Nos conhecemos numa sexta-feira de lua cheia. A noite estava quente, a lua brilhava, as pessoas vestidas tal qual num país tropical. Mesmo em São Paulo, muitas mulheres estavam com bikine na parte superior e muitos homens con aqueles shorts de futebol. Coloquei uma sacola atrás de uma mureta do outro lado da rua, em frente ao bar. Pedi licença para uma garota, ela sorriu, sorri de volta. Fui ao banheiro e quando retornei ela estava toda de papo com minhas amigas. Não sei como ou quanto tempo durou, mas nos fechamos numa bolha temporal onde so existimos nos dois. Ela foi embora, mas não antes sem passar um contato e dizer que queria continuar de onde paramos.
No domingo a tarde começamos a conversar online. Na segunda-feira feira, dia seguinte, disse que queria vê-la naquele mesmo dia. Ela aceitou.
Eu tinha tudo planejado para beijá-la, mas nada do que planejei aconteceu. Entendi e deixei rolar. As vezes o acaso se encarrega de ser da melhor maneira possível. E foi.
Íamos em um restaurante de comida do dia a dia japonês, mas o mais perto trazia o risco de encontrar alguém que ela não queria. Fomos para o mesmo restaurante, mas na unidade de pinheiros.
Estacionei o carro e andamos conversando de mãos dadas.
Atravessamos a praça caminhando e, antes de cruzar a rua, como um paço de dança, parei meu corpo e fiz com que o corpo dela, que estava ao meu lado, viesse de encontro ao meu. Frente a frente. Ela soltou um gritinho muito gostoso e engraçado: "aí meu dels, ele vai me beijar aqui". Sim, a beijei ali mesmo. E foi uma delícia. Rimos muito do gritinho. Entramos no restaurante, conversamos um bocado, comemos.
Antes de ir embora pedi licença e fui ao banheiro. Eu estava completamente molhado. Urinei. Lavei as mãos. Ao guardar meu membro, puxei a pele até o final e subi até a cabeça, recolhendo todo o líquido do tesão.
Voltei à mesa onde ela estava. Ela estava entre as mesas, pronta para se levantar e ir embora. Pernas cruzadas, cabelos longos até a bunda, um óculos grande com a armação transparente e uma for feita de durepox, pintada, entregando sua profissão. Sueter de algodão, provavelmente tricotando, com um marrom predominante e outras cores menores espalhadas. Uma calça moletom cheia de tinta e um tênis branco. Ela sorria pelos olhos.
Me aproximei e ofereci meu dedo indicador. Ela sentiu o cheiro conforme se aproximava de sua boca. Ela suspirou, perdeu toda a compostura, sorriu e abriu a boca. Parecia que havíamos combinado. Ela chupou o meu dedo indicador com tanta mestria que foi inpussivel não sentir minha ereção quase que dolorida. "Vamos?", eu disse. É quando me virei, vi 4 policiais jantando em uma mesa, a direita e ao fundo. Não sei se presenciaram a cena. Se sim, sortudos, porque foi um tesao.

Voltamos para o carro e, 5 minutos com o carro em movimento ela pede pra que eu vire a direita, a esquerda, direita e direita. Pediu que eu encostasse o carro. Ela já havia morado por ali e conhecia algumas ruas estratégicas, digamos.
Senti a maldade pura e genuína em sua intenção, linguagem corporal e nos teus olhos.
Desliguei o carro, acendi um cigarro, fiquei mais confortável no banco. De repente, ela mudou o assunto, seja lá qual fosse, e disse "estava esperando isso desde quando trocamos sorrisos no bar. Eu vou te chupar e vai ser agora!". Se ajeitou rapidamente no banco do passageiro. Suas mãos foram diretamente para a fivela do meu cinto e em seguida abriu o botão e zíper com extrema habilidade e rapidez.
Quando meu pau saltou, duro, enxarcado, pulsando, para fora da calça, ela deu uma risadinha e disse "eu sabia que era exatamente assim!".
Sem cerimônia ela caiu de boca. Não estava apressada, desesperada, ansiosa. Estava completamente consciente de si e do tamanho do tesao no ar. Com destreza, calma e tranquilidade, retirou e engoliu todo o líquido que havia. Retirou da boa, olhou ora mim, sorriu, suspirou, "viu, agora que sequei eu posso deixar ele babadinho apenas com a minha saliva.". Abocanhou calmamente a cabeça, depois o corpo após ela e foi aí máximo que conseguiu. Parou por uns pequenos segundos, engasgou, lacrimejou e subiu devagar até que ele não estivesse mais em sua boca. Eu estava, novamente, todo babado.
Entrelacei meus dedos nos cabelos da sua nuca, puxei devagar, até sentir a tensão, e com força voltei seu corpor para a posição comum no banco do passageiro. Fui vagarosamente em seu ouvido e disse baixo, grosso, com tesao profundo, "agora serão meus dedos e depois minha boca que serão servidos". Senti seu corpo amolecer e desmanchar através da minha mão direita entrelaçada em seus cabelos, puxando, tensionando, mas perto o suficiente pra sentir sua nuca com a mão aberta.
Ela ergueu os quadris. Seus corpo dizia "li os termos e condições e aceito". Abaixei sua calça devagar. Um cheiro delicioso de buceta molhada ocupou cada espaço interno daquele carro. Foi inebriante. Foi preciso muito auto controle para não puxar com toda a força que tinha suas calças e calcinha de uma só vez. Me contive. Retirei o lado direito e depois o esquerdo. Subi com a mão esquerda, iniciando no pé esquerdo, tornozelo, canela, panturrilha. Passei dois dedos atrás do joelho esquerdo, como que quer alisar superficialmente os microscópicos pelos. Ela argou e se contorceu toda soltando um gemido fino ao mesmo tempo em que soltava o ar preso no peito. Deslizei a mão para a lateral externa da coxa, meio da coxa, interno da coxa e, quando estava com os dedos na virilha, retirei a mão e a levei até o seu pescoço, forçando sua cabeça no encosto de cabeça do banco. Por alguns segundos seu corpo se soltou, como se estivesse desmaiada, mas não estava. Gemeu gostoso e mais alto. Os vidros do carro estavam completamente embaçados. Alguns metros a frente havia uma portaria de prédio e alguns metros atrás, uma câmera na esquina.
"Agora está buceta é minha!". Ela sorriu.
Desci a mão esquerda um pouco mais rápido. Pescoço, pelo centro dos seios, apertei o seio esquerdo, em seguida o direito. Novamente pelo meio, deslizei dois dedos pela barriga e contornei o humbigo. Pousei minha mão, extremamente quente, um pouco acima da sua buceta. Ela não se molhava facilmente. Mas ao sentir o calor da palma de mina mão pousada acima de sua buceta, seu corpo reagiu com alguns solavancos. Rotacionei a mão até que os dedos ficassem para baixo em direção ao epicentro de seu tesao.
Muito lenta e suavemente deslizei a mão até que um dos dedos alcançou um pequeno monte de deliciosa carne, bem acima do clitóris. Ela gemeu muito alto. Sorri. Meus dedos passaram vagarosamente sobre seu monte de carne suculento e delicioso, até que alcançasse seu anos. Toda a quente palma da minha mão estava encobrindo completamente sua buceta tesuda. Senti o calor, a vibração do corpo. O ar que ela soltou junto a um demorado, fino e gostoso gemido me atingiu como um furacão.
Não tive opção. Era urgente que iniciasse movimentos circulares Com a palma da minha mão em toda a sua buceta.
Aquele barulho gostoso do líquido lubrificante natural de sua buceta surgiu como música para os meus ouvidos.
Puxei seu cabelo para trás fazendo com que seu rosto encatasse o teto do carro. Não que ela estivesse de olhos abertos. A única coisa que ela conseguia, nesse momento, era dizer "seu filho de uma puta safado. Seca minha buceta, seca".
Eu nao estava ligando para o que ela dizia ou pedia. Naquele momento, dentro do carro, numa rua não tão escura, próximo a uma portaria e a uma câmera, com pouco movimento de carros ou pedestres, ela seria minha. E eu faria o que quisesse com ela, ali.
E o fiz. Enfiei um, dois, três dedos em sua buceta quente, inchada e desejosa. Acariciava a cavidade superior ao redor de um volume em linha reta que iniciava alguns milímetros apps a entrada e ia até ao final. Sim, eu senti o final daquela buceta que tanto me deixava louco.
Movi devagar, em ritmo constante e com muita calma, para dentro e quade que para fora. Não sei quanto tempo se passou, mas os três dedos estavam ensopados. Me pareceram 5 ou 10 minutos. Qualquer pessoa que estivesse até a uns 10 ou 20 metros do carro, com apenas um dedo de abertura dos vidros dianteiros, teriam ouvido seu anúncio. "CARALHO, VIU GOZAR MUITO GOSTOSO SEU FILHO DA PUTA. EU VOU GOZAR PRA CARALHO. AAAAAAAAHHHHH ESTOU GOZANDO NOS TEUS DEDOS. AAAAAHHHH...."
Durou alguns segundos. Espasmos, contorções, gemidos altos, unhas no meu antebraço e, de repente, soltou seu corpo de uma só vez. Se esparramou no banco do passageiro, exausta, mole, suada, as 22h sob a lua cheia em uma rua de São Paulo.
Vagarosamente tirei meus dedos e pude sentir os espaços de sensibilidade pós orgasmo do teu corpo. O tesao foi tanto que agarrei meu pau com uma força absurda. Punhetei algumas vezes e anunciei que iria gozar.
Suas forças retornaram rapidamente, tal qual uma atleta profissional que tem completo controle de sua mente e corpo.
Mergulhou, sem aviso, sua cabeça e abocanhou meu pau ao máximo que conseguiu.
Explodi de tesao e gozo. 4 ou 5 jatos que fizeram escorrer pela lateral direita de sua boca. Rapidamente, enquanto eu gpzava, ela usou o dedo indicador e empurrou a porra para dentro da boca.
Não me recordo, mas provavelmente também gemi de 10 ou 20 metros para possíveis expectadores.
Eu literalmente desfaleci. Prova determinante e inpirica de que "o prazer começa na mente".

Acendi um cigarro. Ela, uma Marijuana.
Quando terminei o cigarro pedi que virasse de lado. O que ouvi foi "não. Hoje não vamos foder. Não é cena, apenas não quero chegar mais tarde do que já vou chegar. Passei o dia inteiro fora, andando pra lá e pra cá em busca de material pra fazer minha arte. Gostaria de ir pra casa, agora.".
Compreendi e prontamente disse" justíssimo. Para casa, então. "

Ainda ganhei mais um boquete que durou os 34 minutos de estrada que pegamos. Gozei duas ruas antes de chegar em sua casa.

Nos despedimos. Desde então, não paramos de nós falar, nos ver. E hoje estamos casados. Isso aconteceu no dia 5 de janeiro de 2026.

Por hoje é só.
Em breve trago mais histórias, contos, roles bdsm e cuck quean, aqui.

Um xêro atrás da orelha.

Foto 1 do Conto erotico: Nossa quase primeira vez...


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Ficha do conto

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oexploradorrod

Nome do conto:
Nossa quase primeira vez...

Codigo do conto:
274981

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/10/2026

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