— “Ainda não sei o que fazer, tem uns alunos que são bem difíceis”. Dizia ao colega de trabalho.
— “É assim mesmo”, respondeu Paulo, levando o copo à boca e dando um gole em seu café, enquanto terminava de engolir um pedaço de bolo. — “São os hormônios”, concluiu.
— “Oi?”, questionou ela, largando um sorriso inquisitivo. Paulo à olhou por entre o copo que virava —“Os hormônios”, tornou a dizer, —“ Eles não conseguem se concentrar na aula”.
Renata o olhou com estranhamento, —“ Como assim, Paulo?”, questionou a moça, a voz subindo uma oitava, “— Nossa! Que que você ta falando?”.
—“Ué”, respondeu ele, finalmente deixando o copo sobre a mesa e á olhando nos olhos — “Que que eu disse de tão misterioso?”.
—“Ué tamo falando aqui de aula e você vem com papo de hormônio. Nada a ver!”.
Renata abaixou a cabeça ligeiramente, observando a própria imagem do corpo jovem. Colocou um cotovelo sobre a mesa e apoiou o rosto sobre a mão, observando a rua pela janela.
—“Nossa, hormônio”, disse ela, rindo, —“Da onde tu tirou isso?”. Perguntou.
— “Quer fazer o teste?”, disse Paulo em ton sério.
—“Teste?”, tornou a perguntar Renata.
— “Sim”.
— “Como assim teste?”, insistiu a moça.
Paulo limpou a boca com a mão, — “Bota uma saia mais curta, e uma camisa um pouco transparente com um sutiã preto por baixo. Em uma semana, me diz se os alunos não melhoram”, explicou, dando uma piscadela e um sorriso safado.
Renata caiu na gargalhada. —“ Tu ta falando sério?”, ainda rindo, continuou, —“Tu só pode ta de sacanagem”.
— “Faz o teste e me fala”.
— “Não sabia que tu era tarado, Paulo”. Disse, com ar de ironia.
—“ Eu to falando sério, faz o teste e me fala”, Paulo respondeu, mantendo o ton sério e seco.
Paula mudou de expressão, adotando o mesmo ar sério —“E qual o fundamento disso? Tem nada de profissional nisso”, disse, terminando a frase com ligeiro teor de irritação.
— “É só pra ajudar os alunos à darem uma aliviada, sabe?” , respondeu ele.
— “Cara, tu não pode ta falando sério”, disse, levando as mãos ao rosto.
— “Faz o teste e me fala, em uma semana garanto que você vai ver melhoras”.
—“ Essa é a sugestão mais ridícula que ja ouvi. Não, ridícula, anti profissional e inadequada. Totalmente inadequada e eu não esperava estar ouvindo isso de você aqui hoje”, disse ela, com uma secura e desânimo na voz.
Paulo se levantou, jogou uma nota de cinquenta reais na mesa e saiu dizendo —“Faz o teste e me fala, tchau.”
— “Vou fingir que você não disse isso, tchau”.
Paula se levantou após alguns minutos, e ao caminhar até o caixa, olho o próprio reflexo no espelho da janela, medindo a altura da própria saia que cobria até parte do joelho. Olhou para baixo para checar a opacidade da camisa, constatando a própria decência e profissionalismo com que se vestia.
— “39,85 reais”, disse a atendente.
Renata pagou e saiu. — “Até parece…”, cochichou consigo mesma, “Servir de material pornográfico pra aluno. Que cara doido.”
Atravessou a rua e seguiu em direção a faculdade, atravessando a fachada, subiu pelas largas escadarias cor bege e adentrou o espaçoso hall principal. Subindo mais um lance de escadas virou a direita e após alguns metros, adentrou uma sala a esquerda com um letreiro que dizia “História Moderna”.
Terminada a ultima aula do turno, pegou um Uber para casa e após completar as tarefas pessoais, deitada para dormir, começou a relembrar a conversa com Paulo.
“Apesar que tem uns alunos que tem um TDAH forte”
Cochichou.
“Nossa mas será que tem nexo o que ele falou?”
Resmungou.
“Caramba Renata, tu tá ficando é maluca, desencana, vai dormir”.
No dia seguinte, ao se arrumar para o trabalho, mais uma vez se pegou lembrando da conversa no Statbucks. Vestiu-se como de costume, desta vez porém, enrolou a saia alguns centímetros, deixando-a com altura um pouco a cima dos joelhos e exibindo parte das coxas morenas. Dispensando o cinto, folgou a camisa para fora, cobrindo a parte enrolada da saia. Se olhou no espelho de frente, depois de lado e de costas, olhos concentrados — “Nao tà muito profissional isso.”, hesitou na frente do espelho por alguns segundos quando ouviu o celular tocar com o alarme de horário que programava pra indicar de sair de casa. —“Caramba”, disse, “Agora vai assim mesmo”, e saiu apressadamente pela porta do apartamento.
Ao entrar na sala aquele dia, percebeu um certo alvoroço por parte dos alunos homens. E notou uma participação maior no geral, principalmente pelos alunos mais distraídos e desinteressados, mesmo as alunas mostraram maior interesse e atividade.
Algumas semanas se passaram. E Renata continuou vestindo-se normalmente, dia ou outro, enrolava a saia como fizera aquela manhã, mas no geral, continuava a apresentar-se como de costume. Era inegável porém, que os alunos participavam mais da aula quando ela usava a saia mais curta.
Numa outra manhã qualquer, estava de volta com Paulo no Starbucks da esquina.
— “Testou?”, perguntou Paulo.
— “Deixe de ser besta homem. Óbvio que não testei nada”.
— “Funciona né?”, disse ele.
— “Ai para”, ela disse, não contendo o sorriso.
— “Fica vendo se as provas do semestre não melhoram”.
Alguns meses passaram. E Renata continuava sua rotina de professora, alternando entre suas vestimentas, no geral, profissional e comportava, vez ou outra, deixando as coxas mais à mostra. Conforme os exames semestrais se aproximavam, as palavras de Paulo ganhavam mais espaço em sua mente, “— Bem que não seria ruim uma taxa boa nas provas”, cogitou em certo momento. E faltando uma semana para o início dos exames, num impulso, resolveu passar em uma loja de roupas sociais, comprou uma camisa levemente transparente e uma saia um pouco mais curta e mais justa que o de costume. Com pressa, com uma mistura de pressa e vergonha, saiu sem provas as roupas.
Na manhã de segunda, acordou mais cedo e vestiu-se com as roupas novas. A saia bem justa, marcava sua bunda média em formato de coração e expunha seus quadris largos e cintura fina, não bastasse, o comprimento era demasiado curto “— Não da pra sentar com isso”, exclamou frente ao espelho, alisando as mãos sobre os quadris e coxas. A blusa, deixava a marca escura do sutiã preto totalmente visível. —“ Ta muito escandaloso isso. To mais pra puta que pra professora”. Disse, rodopiando frente ao espelho e se contorcendo, alisando as mãos pelo corpo.
“Não da pra ir assim”, disse, parando em frente ao espelho e olhando mais uma vez dos pés a cabeça, cabelos negros preso em estilo executivo, seios grandes que forçavam contra a camisa, destacando ainda mais a marca do sutiã e a cintura fina alargava nos quadris, a saia entretanto, não tinha tecido suficiente pra modelar o formato de coração de sua bunda e coxas, pois terminava ainda na abertura de ângulo entre seus quadris e suas coxas. “— Ta curto demais.” Disse.
Tocou levemente com o dedo o tecido na parte da frente, percebendo que a mais leve suspensão deixaria à mostra sua calcinha. “—Mas tá bem apertada, não vai subir fácil”, concluiu. Nesse momento, o alarme tocou indicando que era hora de sair. “— Boas notas”, suspirou e saiu.
Chegando na sala, percebeu um silencio, alguns sorrisos por parte de alguns alunos, cochichos e entreolhares. Deu aula normalmente como de costume, enfatizando a proximidade das provas, nos dias seguintes se vestiu normalmente. Vestindo-se com as roupas novas somente na sexta antes da semana de exames. Um mês se passou e novamente se encontrou com Paulo no Starbucks de costume.
—“E então?”, perguntou Paulo.
Ela sorriu timidamente. Suspirou e olhou pra Paulo com uma expressão com misto de vergonha e vulnerabilidade.
— “Todos os alunos passaram”, ela sorriu, cobrindo o rosto.
Paulo sorriu de volta e disse:
— “Quer ter a melhor sala da história dessa escola?”, perguntou.
Ela ainda sorrindo, disse acabrunhada, “Como?”.
— “Vai ter que confiar em mim”, respondeu ele.
— “Eita”, disse ela, enrolando o cabelo.
— “Você vai marcar uma aula especial com os alunos homens da sala no meu apartamento”.
— “Oi?”, perguntou franzindo a testa.
— “Sim”, ele respondeu.
— “Só os homens?”, ela pausou, “Eu, num apartamento, sozinha, com todos os alunos da sala?”.
— “Isso mesmo”, ele respondeu.
— “Você é doido Paulo”, disse ela sorrindo.
— “Sexta as 23:00, mas chega umas 22:00 pra eu te vestir”, explicou Paulo.
Ela sorriu, “Voce vai escolher minha roupa?”, “Sim”, respondeu Paulo.
Ela concordou, com expressão mista de desdém e orgulho. De fato, parecia não esperar muito da situação. Enviou então e-mails para os alunos e marcou a data e hora da tal aula especial.
No dia marcado, chegou ao apartamento de Paulo numa zona nobre da cidade, era um apartamento grande, com uma sala espaçosa e um sofá planejado que se esparramava por todo o cômodo.
— “Tu vai vestir uma lingerie preta”, disse ele.
—“ Não vou não”, retrucou ela, sorrindo orgulhosa.
— “Vai sim”, Paulo disse, seco como de costume. Estendendo a mão com uma sacola de papel com estampa de loja.
Ela hesitou por uns segundos e finalmente estendeu a mão, pegou a sacola e foi até a suite se trocar.
Uma lingerie preta de renda, fio dental, e um sutiã preto de número menor que seus seios, deixando os excessos vazarem pra fora. A calcinha também de tamanho menor, deixava parte dos seus lábios vaginais a mostra e atrás, apenas um fio que deixava o escuro do seu anus visível. —“ Esse Paulo é maluco”.
Saindo do banheiro, Paulo a entregou uma camisola azul escura, e se sentaram no grande sofá.
— “O assunto vai ser o que tínhamos conversado antes”, disse Paulo.
— “Tu ta pensando em fazer um gangbang comigo Paulo?”, disse a moça, sustentando ainda o mesmo sorriso irônico.
—“Não”, respondeu Paulo, “Sobre a questão dos hormônios, lembra?”, disse, sério.
—“Oi?”
—“Com os hormônios, como é difícil para os alunos se concentrarem, etc…”
— “Ah, sim”.
— “Pois bem, os alunos tiveram um bom estimulo pra tirar notas boas, porém, o semestre virou.”, disse ele, continuando após uma breve pausa — “Agora, eles precisam de um alivio, pra começar o semestre de mente limpa”, disse Paulo.
A expressão de Renata ficou mais séria.
— “Aliviar os alunos?”, ela questionou, olhos arregalados, cobrindo o corpo com as mãos em sinal de defesa, com um ton um pouco alterado, disse, —“Tu ta achando mesmo que vai fazer um gang bang comigo aqui hoje?”.
—“Não precisa por dessa forma”, disse ele, “Pense nisso como um processo pedagógico”, concluiu.
Renata roçou as coxas brevemente, com expressão incrédula, e ficaram ali em silêncio.
“O lingerie ficou bom em você”, disse ele.
“Uhum”, ela concordou, continuando em silêncio, olhando para algum ponto da sala com olhar distante. A campainha tocou, Paulo se mexeu no sofá se aproximando dela e com um abraço lateral, puxou suavemente sua cabeça em sua direção e deu-lhe um selinho na testa. Levantando então para atender a campainha.
Os alunos foram chegando um a um, se acomodando no sofá que dava a volta na sala, alguns sentaram no tapete, Paula permanecia sentava imóvel, olhando para o nada, e Paulo se movimentava entre atender a campainha e voltar para lhe fazer companhia. A esta altura, as vozes dos alunos tomavam conta do ambiente com assuntos aleatórios, alguns discutiam questões de História. No total, vinte e dois alunos homens, com idade entre dezoito e quarenta e dois anos.
— “Bem pessoal”, disse Paulo em alta voz. A sala silenciou imediatamente. —“Estamos aqui hoje para expor um projeto pedagógico paralelo, uma colaboração entre a professora Renata e eu”, continuou ele, “A professora Renata vai explicar melhor essa questão”, “Por hora, basta saber que trata-se de um empreitada com forte fundamento cientifico”, pausou, “Professora, por favor”.
Renata olhou para Paulo com expressão de incredulidade, “Bem pessoal”, ela disse, Bem…É.. É isso que o professor disse”, gaguejou.
“Não sei exatamente o que ele tem em mente”, disse ela, encarando Paulo, este, por sua vez, permaneceu em silêncio a encarando. “Alivio da tensão hormonal”, disse ele, gesticulando com a mão. “Sim, sim”, continuou ela com a voz trêmula.
“Talvez a professora esteja um pouco nervosa por causa da natureza da sua participação aqui hoje”, disse em voz alta, alguns alunos se entre olharam e houve um sorriso unanime entre os alunos.
—“Hmm”, um dos alunos vocalizou.
Bem, Paulo levantou-se, tomou a mão de Renata e a conduziu ao centro da sala, pedindo para que os alunos se acomodassem no sofá. Começou então a explicar a questão hormonal, da liberação hormonal durante o orgasmo, e como a tensão sexual acumulava ao longo das semanas e meses caso fosse visualmente estimulada, de modo que, explicava ele, uma vez atingindo o orgasmo, a tensão aliviava, produzindo sensação de bem estar e clareza mental.
— “Então, por favor, tirem suas roupas”, ordenou. Os alunos sem hesitar retiraram as roupas e amontoaram as peças sobre um canto na sala. Ficando todos nus. Paulo segurava a mão da professora ali de pé. Renata segurava a abertura do roupão azul marinho que vestia, observando os alunos enquanto se despiam. Apertando as coxas uma contra a outra brevemente, olhou rapidamente para Paulo, que a olhou de volta e sorriu.
Paulo, investigou a sala —“Muito bem”, disse ele, “Professora, chegou a hora da sua participação”, disse. Renata o olhou timidamente, “Que vergonha”, disse ela.
Paulo sorriu, os alunos olhavam a fixamente, alguns tocavam seus penis.
Paulo então suavemente levou a mão até a abertura do roupão, abrindo-o. Renata abriu os braços em consentimento e continuava a encarar Paulo, dando breves olhadelas em direção aos alunos. Finalmente retirou o roupão, deixando Renata apenas com a lingerie preta. —“Olhem”, disse ele.
Renata ficou ali, parada, apenas com a minúscula lingerie preta, enquanto todos os olhares da sala voltaram-se fixamente para ela, em expressões de torpor e deleite. “Não simplesmente olhem, mas sintam o desejo sexual que surge, sintam como o penis produz prazer”
Tomando um pouco de distancia, continuou a instruir os alunos. — “Fixem o olhar na região dos seios e da vagina, deixem-se envolver pela sensação”
Alguns alunos se masturbavam enquanto olhavam a professora, outros acariciavam o penis ereto.
“Não ejaculem”, orientou Paulo. “Há mais coisas a explorar”
Renata ficou ali parada de calcinha e sutiã no centro da sala, enquanto os alunos sentados no sofá em forma de semi-circulo se tocavam e se masturbavam observando-a. Ela observava os alunos tocarem-se com a respiração ofegante.
—“ Professora, poderia girar por favor”
Renata olhou pra Paulo balançando a cabeça em sinal de concordância e começou a girar lentamente, dando voltas de 360 graus.
—“Dessa forma pode-se observar todos os ângulos”
A cena continuou por mais alguns minutos, alguns alunos se masturbavam intensamente, pausando entre uma série e outra, alguns se inclinavam aproximando o rosto e observando fixamente o corpo de Renata, principalmente na região dos seios, vagina e da bunda, faziam isso enquanto se masturbavam.
Renata continuou girando lentamente, alternando o sentido. Vez ou outra, apertando as coxas e movendo os quadris pra frente e pra trás. Até que em determinado momento, passou a mão sobre a calcinha ligeiramente, acariciando a própria vagina.
—“Muito bem, vamos seguir para o sentido do tato”, disse Paulo estendendo a mão, “Professora, pode se aproximar dos alunos e caminhar lentamente?”, disse ele, enquanto Renata voltou-se para na direção da extremidade do sofá e se aproximou do aluno que estava na ponta, “Pare aí um pouco”, orientou Paulo, “Poderia tocar a professora?”, orientou Paulo, no que o primeiro aluno esticou o braço e passou a Palma de mão pelo abdomen magro e liso, enquanto sua outra mão permanecia acariciando o próprio penis, retirou então a mão do penis e começou a apalpar os seios de Renata por cima do sutiã, o tamanho minúsculo do sutiã porém permitia o toque nas extremidades em volta, que o aluno circulava as palmas da mão em movimentos semi circulares, nisso, o aluno a direita levou o braço esticado até a vagina e alisou com o dedo por cima da calcinha, o primeiro aluno agora levava as mãos até suas costas e as alisava de cima para baixo. Renata então, sem que Paulo mandasse, começou girar, permitindo sua bunda e costas serem tocadas.
Continuou lentamente e foi progredindo ao longo da extensão do sofá, colocava os braços sobre a cabeça, fechava os olhos, e continuava lentamente girando, permitindo que os alunos a tocassem enquanto se masturbavam e alisavam seus penis. Chegando no ultimo aluno da fila, Renata começou mexer levemente os quadris quando tocada na vagina, girou, no que o aluno apertou sua bunda com as duas mãos, inclinou-se um pouco para frente mantendo a coluna reta.
—“ O segundo nível do tato”, instruiu Paulo, “A professora vai voltar na mesma ordem”, pausou, “Levantem-se um por vez e desta vez, toquem com o penis na pele da professora”,
O aluno que ainda a tocava na bunda levantou rapidamente e apalpou os seios por detrás, apertando o penis nu contra sua bunda e fazendo movimento de pressão contra ela. Mexia com os quadris de um lado para o outro. Renata foi virando-se lentamente, ficando de frente, o aluno empurrou o penis na altura de sua vagina sob a calcinha e empurrou-o entre as coxas, enquanto a segurava pela cintura a apertando contra o próprio corpo, começou a apertar seus seios intensamente de modo que o pequeno sutiã se mexeu, deixando uma pequena parte da aureola do mamilo exposta.
Renata continuou seguindo na fila, permitindo que os alunos a tocassem com o penis e esfregassem-no contra sua vagina, nádegas, coxas e barriga.
Os alunos agora se masturbavam intensamente, podendo-se ouvir barulhos das mãos batendo contra a virilha.
Chegando no ultimo aluno, no que este esfregou o penis na altura de sua vagina sob a calcinha, a professora apertou as coxas, fazendo leves movimentos pra frente e fechando e abrindo os olhos lentamente.
—“Ai”, disse ela, gemendo.
Paulo foi até ela, caminhando através do centro da sala, pegou-a pela mão e conduziu-a até o centro.
“Bem, vamos agora para a finalização, podem ficar como estão, esperem aqui”.
Renata ficou ali no centro, de pé, cruzava as coxas levemente, acariciava os próprios seios por cima do sutiã e os apertava um contra o outro, alisando vez ou outro a própria vagina e suave e rapidamente abrindo as nádegas, dava ainda umas olhadelas para os alunos e sorria. Estes, agora acariciavam seus penis ainda olhando-a.
Paulo voltou arrastando um banco estofado retangular comprido, do tamanho de uma maca porém mais largo e mais ou menos metade da altura.
“—Vamos finalizar com estímulo de penetração e ejaculação”, disse ele. Posicionando o banco no centro da sala. Tomou Renata pela mão e tirando seu sutiã, deixou seus seios a mostra, agachou e puxou sua calcinha até os pés, Renata delicadamente ajudou erguendo as pernas uma de cada vez.
“Uma ultima vez, antes de começarmos, vou pedir a professora que dê uma volta rápida, e a toquem brevemente, nua”, disse Paulo, e rapidamente Renata foi passando pelos alunos, que iam a tocando nos seios grandes e nus, apertando e acariciando, também sua vagina que parcialmente penetravam com o dedo e parte das nádegas. Terminada a volta. Paulo a tomou pela mão novamente e a conduziu ao banco posicionado no centro da sala. Pegou o controle da luz e aumentou a intensidade, deixando o ambiente mais claro que o normal.
—“Professora por favor, posicione-se de bruços com as nádegas para cima”
Ela se deitou, colocando os cotovelos sobre o banco em um lado, e empinando as nádegas, suas costas arqueadas devido a posição, Paulo então orientou, “Professora, encosta a face sobre o banco, deixando as nádegas para cima”, ela obedeceu, encostando o rosto sobre o estofado do banco, seus seios grandes apertando contra a superfície e escapando parcialmente para os lados, suas costas arqueadas alem do limite, de modo que suas nàdegas empinavam totalmente para cima e sua vagina num angulo elevado.
—“Vamos então para o final, a penetração seguida de ejaculação”, orientou Paulo, “Vamos seguir a ordem” .
O primeiro aluno da fila se levantou e foi até o centro, chegou até a extremidade, para qual a vagina de Renata apontava, posicionou o pênis na entrada de sua vagina e enfiou facilmente da ponta até a base do membro. Começou então o movimento de penetração, devagar no começo, e mais forte e intensamente depois, quando parada o movimento, a professora mexia com os quadris em circulo e para frente e para trás, seu rosto colado no estofado, seus olhos fechados. O aluno segurou firme pela cintura de Renata e começou a fazer movimentos de penetração com força e intensidade.
—“Ai”, Renata gemeu baixo, “Ai!”, gemeu novamente, dessa vez mais alto.
O aluno finalmente ejaculou, soltando um urro e olhando para cima, fechando os olhos, segurou Renata pela cintura forçando-a contra o próprio penis, fez mais alguns movimentos de penetração de leve e saiu, deixando escorrer semen de dentro da vagina, que parcialmente pingou e parcialmente escorreu pela coxa.
O proximo levantou e se posicionou como o outro, assim que colocou o penis, fez movimentos intensos incontroláveis e rapidamente foi ejaculou soltando gemidos involuntários.
—“Ai, ui”, gemeu Renata.
Retirou, deixando novamente semen escorrer.
O proximo levantou-se e foi ter sua vez. Renata ficou sob os cotovelos, mantendo a posição empinada e disse em voz de pedinte:
—“Eu quero no cú”, disse ela.
O aluno olhou para Paulo e pausou, como que consultando-o.
—“ Vai bota no meu cú”, disse Renata em ton mais alto, abaixando e girando o pescoço, abrindo ligeiramente as pernas e dando uma reboladela.
Paulo consentiu com a cabeça. O aluno então se posicionou e com certa dificuldade penetrou o anus de Renata. Que fez sons de gemidos inaudíveis.
O aluno iniciou então movimentos de penetração num ritmo lento e continuo.
—“Ooai”, ela gemeu num tom mais grave, craquelado, como num urro.
O aluno então cuspiu no próprio penis, iniciando um movimento de penetração mais rápido, da extremidade até a base. Fazia agora um movimento mais forte.
— “Ai que gostoso!”, berrou Renata, e finalmente o aluno ejaculou no seu anus. Retirando-se e dando a vez ao próximo.
—“Volta na buceta agora”, disse Renata.
E assim os alunos foram um a um, de acordo com as instruções de onde cada um deveria penetrar. A vagina de Renata estava inundada de semen a esta altura e começava a se formar uma poça no banco, na altura da vagina. Também seu anus ja estava a transbordar com semen, que escorria, encontrando com a vagina.
Em determinado momento durante o progresso do curso, Renata fez ainda outro pedido, a voz trêmula e curta, abafada pela respiração ofegante:
—“Eu quero dois!” , disse, “Ai!”, gemeu, enquanto era penetrada no anus por um dos alunos. —“Eu quero dois!”, tornou a dizer, —“Um no cú e um na buceta”, berrou.
Paulo consentiu.
O proximo aluno foi até o centro, e posicionando-se debaixo da professora, penetrou sua vagina de baixo para cima, enquanto o outro continuava a penetra-la no anus, este logo ejaculou, vindo o proximo. O que estava embaixo penetrando na vagina também logo ejaculou, vindo o próximo por baixo e assim foram até todos terem ejaculado.
—“Ai que gostoso!”, exclamou Renata.
“Bem pessoal. Esta foi a aula especial. Podem vestir-se e sair”.
Os alunos vestiram-se e saíram, Renata deitava no banco, barriga para cima, podia-se notar a vagina levemente aberta devido a grande quantidade de penetrações que recebera, mesmo em meio ao semen que transbordava do fundo se sua vagina até o orifício. Ela ainda acariciava a própria vagina.
—“Voce não vai?”, perguntou, olhando pra Paulo.
—“Sim”, disse ele, tirando o penis por entre o zíper do jeans e posicionando.
Ela ainda de frente, abriu as pernas, no que Paulo a penetrou, o excesso de esperma começou a sair e escorrer pra fora da vagina.
Paulo então a penetrava. Ela agarrava o com as pernas o puxando para si. Este, beijada e sugava seus seios enquanto a penetrava lentamente porém com força.
—“Ai que gostoso!”, ela gemia. “Ai que gostoso Paulo”, chorava.
Paulo a beijou na boca, enquanto penetrava mais intensamente, ela gemia continuamente, gemendo abafado com o beijo.
Finalmente Paulo ejaculou. E levantou-se.
—“Muito bem professora, agora ao proximo semestre”.
jdihzy