Oi amoressssss
Tudo bem com vocês? Demorei mas voltei kkkk
Vou contar aqui a "parte final" da iniciação da vida sexual entre meu pai e eu. Isso rolou no dia seguinte ao conto anterior.
Pois bem, acordei antes dele e corri pra tomar um banho pra ficar cheirosinha desde cedo. Coloquei minha calcinha de renda, sem sutiã e fui fazer o café pra ele.
Escutei o barulho de duas portas, uma devia ser do quarto dele e a outra do banheiro, pouco depois o som do chuveiro... ah como eu queria ta ali kkkk
Faltando pouco pra terminar, ele apareceu na cozinha.
"Bom dia filhota." Ele disse, vindo me dar um beijo na testa.
"Bom dia papai." Respondi, abraçando ele.
"Ta bem a vontade?" Ele disse, me olhando de cima a baixo.
"E como não estaria?" Falei, com um sorriso bem sincero.
Ele se sentou e não parava de me olhar, o tempo inteiro, o olhar dele parecia oscilar entre alguém que me comeria ali sem nenhum escrúpulo e o de um pai normal apenas vendo sua filha fazer seu café.
Levei uma xícara até ele, quase me debrucei sobre ele com os seios em seu rosto pra entregar a xícara.
"Obrigado, pelo café e pela bela visão matinal." Ele agradeceu, sorrindo e com uma mão apalpou legal um dos meus seios.
Tava de biquinho duro já kkkkkk
Sentei também e tomamos café, os assuntos variavam entre coisas do dia a dia e nossas últimas noites juntos.
"Amanhã o senhor volta a trabalhar normal né?" Perguntei, meio triste.
"Sim, consegui esticar minhas folgas com o que tinha, mas tenho que voltar." Ele respondeu, também triste.
Ficamos em silêncio por um tempo, só tomando café.
"Quero transar hoje com o senhor." Soltei.
Ele se engasgou um pouco.
"Tem certeza? Pensei que levaria mais um tempo até você se sentir pronta, mesmo com a conversa de ontem." Ele respondeu.
"Pai, eu transaria com você ontem mesmo mas faltaria energia e eu quero ter o suficiente pra nós dois ficarmos semi-mortos na cama depois de transar." Respondi.
"Bom... de sobremesa vou te dar muito leite." Ele disse, com uma piscada.
"E eu vou te dar biscoito." Respondi, devolvendo a piscada.
O caba se empolgou viu e não foi pouco kkkkk
Terminamos o café, escovamos os dentes e ficamos na sala.
"Será que agora? Será que agora?" Só me vinha esse pensamento na cabeça e percebi que ele também estava indeciso.
"Vamos lá pro meu quarto? Ou prefere aqui? Eu não vou me aguentar até de noite filha." Ele soltou a letra.
"Pro quarto, na cama é mais fácil." Respondi já me levantando e ele veio logo em seguida.
Fomos quase que correndo pro quarto kkkkk
Chegando lá eu tirei a calcinha sem nem pensar, ele tirou a bermuda e a cueca, o pau dele saltou duraço pra fora.
"Vamos com calma, pra aproveitarmos bem o momento." Ele disse.
"Sim, sim concordo." Falei, já suspirando, doida pra dar.
Me sentei na beirada da cama, com as pernas abertas e ele veio até mim. Fez carinho na minha cabeça, segurou ela com ambas as mãos e eu segurei a rola dura dele na minha direção.
Encostei os lábios na cabeça da rola dele e afundei, depois não me mexi, só deixei ele movimentar minha cabeça pra frente e pra trás enquanto eu babava.
"Ah... ah... receber uma dessas de manhã é bom demais..." Ele falou, relaxando totalmente enquanto eu mamava ele.
Eu não conseguia falar, só envolvi meus braços ao redor da cintura dele e deixei ele fazer o que bem entendesse, afinal era para isso que eu estava ali, ser todiinha dele.
Continuou por um certo tempo, comigo babando em tudo, adorando sentir aquela rola dura chegar perto da minha garganta e voltando sem parar.
Ele foi tirando bem devagar, até fez o barulhinho quando tirou tudo (quem já ouviu, sabe kkkkkk)
Levantei os olhos, fazendo uma carinha de coitada.
"E agora papai?" Perguntei.
O homi deu uma suspirada tão forte, acho que o tesão dele bateu lá na casa do caralho.
"Deita e abre bem as pernas." Ele disse, ansioso e quase que salivando.
"Tudo o que quiser papai." Falei, sem tirar os olhos dele fui me deitando e abrindo as pernas, comecei a pegar nos meus peitos só esperando por ele.
Parecia que a cada palavra minha ele ia ficando mais ansioso pro sexo, mais ele gostava.
Ele veio pra cima de mim igual um touro, mas, ao invés de meter a rola em mim, ele envolveu os braços entre minhas coxas, se ajeitou e senti a língua dele passando na minha buceta.
No mesmo instante veio aquele arrepio bom e as piscadinhas no cu.
Ele ficou desenhando com a língua ao redor da minha buceta, passava por cima dela, fazia movimentos suaves e lentos. Começou a passar de cima para baixo, de baixo para cima, bem devagar.
"Ai papai... ai... nossa que tesão... que delícia." Eu não tinha controle dos movimentos e do que eu dizia, só deixava ele fazer o que bem entendia.
"Sua mãe reagia da mesma forma." Ele disse, começando a simular um beijo de língua na minha buceta.
"Ela... uh... ela não sabe o que perdeu... ai caralho... ai que tesão papai." Falei entre os gemidos.
Senti a língua dele entrar e mexer lá dentro, hora "tocava o sininho", hora só brincava com ela lá dentro.
"Minha nossa senhora que tesão desgraçado... continua..." Eu falava, sem ter controle nenhum sobre mim mesma.
Ele começou a chupar forte, com gosto, como se tivesse uma semana sem comer nada e que finalmente achou uma fonte de alimento.
"Isso papai... isso papai... ah... não para... não para papai..." Eu gemia demais, as pernas tentava se mexer mas ele as segurava forte, eu não sabia se forçava a cabeça dele contra mim, se apertava mais ainda meus peitos, se batia na minha própria cara, só queria que não acabasse.
Chegou uma hora que ele parou... eu gemia, respirava forte, transpirava, olhava pros lados, pra ele, não sabia se falava algo.
Vi que ele ia abrir a gaveta da cômoda.
"Não... não... sem nada... só tira antes... sem nada..." Eu falava, me tremendo.
Ele nem questionou, veio pra cima de mim, segurei as pernas o mais aberto possível pra ele enfiar.
Senti a cabeça por alguns segundos, logo depois, ele afundou tudo dentro de mim.
"Puta que pariu... isso... era o que eu queria... isso papai." Ele nem começou a meter e eu já fiquei doidinha.
"Vou te mostrar como sua mãe gostava." Ele disse.
Colocou as mãos próximo da minha cabeça, abriu um pouco as próprias pernas forçou a rola o mais fundo que conseguiu e eu não tiro aquela imagem da cabeça... que dia maravilhoso.
Vi meu pai ali, em cima de mim, enquanto eu estava segurando minhas pernas bem abertas, sentia a rola dentro de mim, pulsando... logo em seguida, ele começou o show.
Foi metendo devagar, com carinho, mas indo com a rola o mais fundo que conseguia e voltava.
"Ai papai... é assim que a mamãe gostava? Me come assim vai... isso..." Eu gemia tão fino, que nem reconheci minha própria voz.
"Esse é só o aquecimento, vou te mostrar como ela gostava." Ele disse.
Senti quase que a rola dele sair, quando percebi ele já não estava totalmente em cima de mim, ele segurou minhas pernas pro alto, se ajeitou tão rápido que eu nem percebi... começou a socar forte, com gosto, como se aquela fosse a última vez que ele fosse transar.
Eu vi o mundo tremer, ele socava tão rápido que parecia que eu tremia pra um lado e a cama pro outro.
"Eita porra... papai... nossa... ai... ah... ah..." Eu gemia tanto, de tanto tesão e amando aquilo.
"Ta gostando filhota? Hein? Fala pro papai fala." Ele dizia, enquanto metia com gosto.
"Vai papai... não para... não para... mete na putinha mete... come a filhinha vai..." Eu repetia, gemendo sem parar, apertando meus peitos cada vez mais forte.
Chegou uma hora que ele começou a socar não rápido, mas forte. O barulho das "virilhas batendo" que antes eram pouco espaçados, agora tinham mais espaço entre si mas eram mais altos, potentes rs
"Vaiiiii... não para papai... ai... ah..." Era como se ele tivesse me batendo, bem fundo, com a rola.
Ele não falava nada, tava na concentração total da pirocada kkkkk
Chegou um momento que ele afundou ela totalmente e parou. Devagar ajeitou minhas pernas pra baixo.
"Fica de quatro, agora." Ele disse, em tom de ordem.
Não respondi, só me virei assim que ele tirou a rola de dentro de mim. Fiquei de quatro, com a cara na cama e empinando a bunda ao máximo.
Ele abriu as bandas da minha bunda, não reclamei.
Passou o dedo no meu cu, não reclamei.
"Ainda não." Disse ele. Logo em seguida senti ele botando de novo na minha buceta, bem fundo, e socando com força, sem dó, sem piedade, sem parar.
"Não para papai... não para... ai caralho... isso papai..." Eu gemia, gemia, gemia, sentia falta de ar, mas não parava de gemer.
"Chama o papai chama." Ele pedia.
"Não para papai... mete papai... mete papai... ah..." O que ele pedisse, eu faria. O que ele mandasse, eu obedeceria.
Ele acelerava cada vez mais na meteção, não bastasse o tamanho do brinquedo, eu tinha que ser forte pra aguentar... acho que fui.
Mais uma vez deu uma metida forte, quase caí pra frente. Depois dessa, ele reduziu a velocidade, mas aumentou na força. Não a ponto de me machucar, mas de aumentar ainda mais o tesão.
"Papai... papai... vai... isso..." Eu não tinha mais fôlego pra gemer, a voz falhava, as pernas já não tinham mais força.
Ele fez uma pausa.
"Vou te contar uma coisa... tem algo que sua mãe não deixava... mas que já vi que... com você não tem problema..." Ele falava, e parava pra respirar entre a frase.
"Mete papai, sou sua... mete gostoso..." Eu sabia o que ele queria.
Ele não falou mais nada.
Ajudei ele, eu mesma abri as bandas da bunda, não sei a cara que ele fez porque eu olhava pra frente.
Senti ele se mexer, quando percebi, ele abria a gaveta pra pegar o lubrificante (ufa).
"Pra facilitar." Ele disse, não respondi nada.
Depois ele voltou pra posição, senti a cabeça pegando no meu cuzinho e deslizando com facilidade (agradeço até hoje quem inventou o lubrificante kkkkkk)
Assim que entrou, suspirei forte e me remexi.
"Caralho... papai... papai... nossa..." Eu não sabia o que falar.
Senti que ele estava com uma mão na minha bunda, a outra ele veio na minha buceta.
"Se não aguentar, fala." Ele disse.
Me preparei pro pior...
Ele começou a meter quase como se tivesse comendo minha buceta, não era forte mas rápido.
Eu enfiei a cara na cama e só respirava forte, não conseguia nem gemer.
Doía pra caralho, mas era uma dor que eu gostava então estava disposta a aguentar.
Sentia o suor dele pingando em mim, aquilo me dava ainda mais tesão.
Sentia a mão dele me masturbando, aquilo aumentou muito meu tesão.
Sentia a rola dele indo e vindo no meu cuzinho com velocidade, aquilo me fazia quase explodir de tanto tesão.
Mas também... meus amigos, até aquele momento nunca chorei tanto levando no cu.
"Ah filhota... que delícia que você é... ai caralho..." Ele repetia, apertando minha bunda, comendo meu cu e esfregando minha buceta.
Sonho de todo homem né?
Chegou um momento que ele agarrou minha bunda com as duas mãos e aumentou a velocidade, aumentou muito.
"Ai caralho... ah... vou gozar..." Ele falou isso mas porra, não pareceu que tava perto não viu.
Ele continuou socando com gosto, sem dó, sem parar.
Até que ele parou, botou fundo devagar e deixou. Senti pulsar, ouvir ele praticamente dar um urro e comecei a sentir um negócio quentinho escorrendo.
"Gozei... gozei... ai caralho... ah... ah..." Ele falou logo depois do primeiro 'urro'.
Ele ainda deixou um tempo lá, ficava botando e tirando devagar até que num momento ele tirou tudo.
Eu soltei a bunda, ele caiu sentado na cama e eu continuei de quatro, com a cara na cama, com as lágrimas correndo na cara.
Aos poucos estiquei as pernas e a coluna, pra ficar reta mas ainda com a bunda pra cima.
"Ta tudo bem?" Ele veio me perguntar, ofegando e cansado.
"Falta eu gozar." Falei, com a cara na cama, voz tremendo.
Abri as pernas e esperei pra ver o que ele faria.
Ele não falou nada, só senti ele me levantando um pouco na cintura e enfiando 3 dedos com gosto. Hora pressionava forte o sininho, hora o balançava com força, mas eu não tinha força pra gemer.
"Papai vai te fazer gozar... goza pra mim filhotinha goza vai." Ele falava, me beijando nas costas, com o suor ainda pingando em mim.
Minhas pernas tremeram mais, tava vindo... tava viiiiiiiiindo.
"Papai..." Eu sussurrei quando tive um puta orgasmo gostoso. Eu só não gritei o nome dele porque não tinha força.
Fiz sinal pra ele parar.
Fiquei mais uns instantes ali até que me virei, a cama encharcada de suor, porra e lágrima.
"Parece... cena de pornô." Falei, rindo, com as lágrimas ainda escorrendo.
"É... mas é a nossa cena." Ele falou, se deitando do meu lado.
Alguns segundos de silêncio.
"Foi tão bom... não quero que seja a última vez..." Falei, quase sussurrando sem forças.
"E não vai ser." Ele disse, bem ofegante.
Depois de recuperar as forças, fui tomar um banho junto dele, eu ainda falhando um pouco pra ficar de pé e ele me ajudando a não cair.
Deitei debruço no sofá porque o rabo ainda doía, com a cabeça apoiada no colo dele.
"Filha, acho que esse é o maior segredo que eu já tive na minha vida." Ele disse.
"Na minha também." Não era bem verdade porque eu transava com o meu irmão, mas esses eram os dois maiores segredos.
"Como fica a nossa relação... tipo, de pai e filha, do seu ponto de vista?" Ele perguntou.
"Pra mim, eu ainda sou sua filha e você ainda é meu pai. A diferença, é que vamos satisfazer um ao outro quando tivermos chance." Respondi.
"Que bom que pensa assim, porque eu também penso." Ele disse.
Passamos o resto do dia tendo um dia normal de pai e filha, vendo filmes, séries, comendo besteira, conversando. Fui recuperando as forças e a dor no cuzinho foi passando.
Particularmente eu queria que o dia não acabasse, mas chegou ao fim.
De noite dormimos juntos, de conchinha ainda por cima. Ele só de cueca, eu só de calcinha.
Até hoje mantemos essa nossa relação, mas eu sempre separei o fato de ele ser meu pai do fato de ele ser meu "amante".
Eu amo ele como uma filha deve amar o pai, mas também tenho por ele o desejo que uma mulher tem por um homem.
Até os dias de hoje nós mantemos nossa vida sexual, mesmo quando ele começou a namorar, transamos escondidos.
Tem tanta coisa que eu posso contar pra vocês kkkk
Já transamos em diferentes lugares, como em trilhas, escondidos em festa, no cinema, na rua durante a madrugada, em viagens que fizemos só nós dois.
Um outro detalhe, é que até hoje meu pai e meu irmão nunca souberam que eu já transei com cada um deles, consegui manter isso no mais absoluto segredo.
Me perdoem mas eu perdi as fotinhas que ia postar :(
É isso meus amores, espero que tenham gostado <3