Ficamos conversando, ele me apresentou tudo que era necessário, me explicou tudo que acontecia e disse pra eu ficar a vontade e que qualquer dúvida era pra perguntar. Ficcamos perto da janela do segundo andar conversando e vendo o movimento da rua que era bem fraquinho e por volta das 8h da noite o supervisor da vigilância chegou, assinou a papelada e foi embora. Uns 15 minutos depois chegou o meu supervisor, assinou a papelada, me passou algumas informações e foi embora. A partir daquele momento era só eu e o vigilante.
A primeira coisa que ele fez foi retirar o coturno, abriu os botões da camisa e colocou um colchão no chão e e me deu outro e deitou. Disse para eu deitar e descansar, pois a noite seria longa. Ele abriu a mochila e retirou uma revista e ficou lendo. Eu levantei fui ao banheiro e na volta eu vi que a revista era de fotos de travesti e ele estava apertando a piroca por cima da calça. Disfarcei e ele rapidamente disfarçou e guardou a revista e começou a conversar também. E claro que a minha mente começou a pirar. Aí eu fiquei deitada um pouco, depois de um tempinho levantei de novo e fui no alojamento. Tirei a calça e o coturno, mas continuei com a camisa da farda, coloquei uma sainha amarelinha que eu havia levado na mochila, a calcinha eu já eastava usando mesmo, coloquei uma sandália plataforma preta, passei batom, coloquei o boné da empresa e depois de pronta eu gritei pelo nome dele, dizendo que era pra ele me ajudar que a porta do alojamento que era de ferro tinha soltado e era pesada. Ele respondeu que já estava indo e chegando lá bateu de frente comigo montadinha. Perguntei a ele se tinha problema de ser uma braigadista e não um brigadista. Na mesma hora ele disse que pelo contrário, preferia uma brigadista femeazinha mesmo.
Eu falei que ele era safadinho e que com certeza já tinha comido várias cdzinhas ali e ele disse que por incrível que parecesse, nunca tinha tido essa chance, até porque chamar da rua alguém podia ver e quem trabalhou com ele nunca apareceu uma. Eu era a primeira e ele queria aproveitar a oportunidade.
Ele me puxou, começamos a nos beijar enquanto ele acariciava minha bunda, apertava com vontade, mas era super carinhoso. Dizia no meu ouvido que a gente não precisava ter pressa, pois a noite era só nossa e que iamos aproveitar até de manhã. Ele tirou toda a roupa dele e ficou peladinho, tirou minha camisa da brigada e o boné e me deixou somente de sainha, calcinha e sandália. Voltamos para perto da janela onde estavam os colchões e ele deitou e ficou de barriga para cima e eu logo caí de boca naquele pau duro e mega melado de tanto tesão que ele estava, eu chupei com vontade mais ao mesmo tempo bem devagar, dando sugadas fortes e lambidas delicadas pelo corpo e pela cabeça do pau dele. Ele delirava de prazer e pedia mais, queria sentir mais e mais minha boca macia e gulosa. Chupei por um longo tempo até que ele disse que queria gozar, eu disse pra ele gozar bastante e abri a boca para receber aquela porra gostosa e farta, ele deu um grito alto e jorrou todo o líquido do sexo que saiu do pau dele na minha boca, passei a lingua nos meus lábios enquanto olhava pra ele e depois engoli tudinho e depois limpei o pau dele todinho com a boca, como sempre faço com todos. Ele pediu que eu dançasse funk pra ele e puxou de dentro da mochila um pino de pó e colocou em cima da mesa duas carreiras e ambos cheiramos. Ele colocou a música e eu comecei a dançar pra ele rebolando até o chão, empinando e esfregando a raba na cara dele e fazendo cara de piranha, enquanto ele batia uma bela punheta admirando minha dança e minha bunda. Depois que dancei, me puxou, me beijou e fez carícias deliciosas no meu corpo me deixando toda arrepiada.
Então o chupei de novo por alguns minutos e então ele disse que agora ele queria meter na minha bunda macia e apetitosa, disse pra ele colocar outro funk, deitar de barriga pra cima e sentir eu rebolando a raba no pau dele. Foi loucura, rebolei, subia e descia e ele gemendo de prazer e eu louca de tesão em cima do pau dele. Depois de vários minutos ele deu outro grito e me puxou pela cintura me segurando para não subir de novo e forçou seu quadril contra minha bunda e gozou loucamente dentro de mim, quando tirou a pica de dentro escorreu toda a porra dele pelas minhas coxas. Nos beijamos, fomos para o banheiro e tomamos banho juntos, troquei a calcinha e fomos deitar novamente. Conversamos, demos outro teco no pó e depois de um tempinho começamos tudo de novo e transamos umas 2 vezes mais, depois dormimos agarradinhos e acordamos quase na hora de erminar o plantão. Mais um pouco a rendição ia chegar e a gente ainda estava agarradinhos no colchão, ele pelado e eu de calcinha....
Depois disso, todo nosso plantão era sexo alucinado a noite toda. Ele passou a levar algumas bebidas pra gente curtir e a gente começou a transar em várias partes do prédio, porque ali tinham diversos cômodos interessantes. Trabalhamos juntos por 1 ano e meio e quando não estavamos de plantão a gente se encontrava e iamos para o motel.
Delícia, delícia, delícia!!!!!
Bejos nas pirocas dos ativos!!!!
Hum que delícia que experiência gostosa