Chineladas da empregada



Camila tinha 28 anos, corpo firme e curvas generosas, pele negra brilhante e cabelos crespos presos num coque alto. Trabalhava há três anos na mansão da patroa loira, Vanessa, 35 anos, magra, peitos firmes, cabelo liso dourado até a cintura e um sorriso frio de quem se achava dona do mundo.
Vanessa a tratava como lixo. Gritava, humilhava, fazia Camila limpar o chão de joelhos enquanto ela andava de salto alto por cima, às vezes “sem querer” esbarrando o pé no ombro da empregada. Mais de uma vez a loira a forçou a ficar nua no banheiro para “inspecionar” se estava limpa o suficiente antes de tocar nas roupas dela. Uma vez, bêbada, Vanessa ainda riu e disse:
— Preta só serve pra limpar e pra ser usada. Você devia agradecer por ter teto.
Camila engoliu tudo em silêncio. Até o dia em que encontrou o celular da patroa desbloqueado na mesa da suíte.
Nas conversas, descobriu que Vanessa estava traindo o marido com o personal trainer. E, pior, que o marido viajava naquela mesma noite e só voltaria na sexta. Camila sorriu pela primeira vez em meses.
Naquela noite, depois que Vanessa tomou banho e se deitou de lingerie preta, Camila entrou no quarto sem bater.
— O que você está fazendo aqui, sua insolente? — Vanessa se sentou na cama, irritada.
Camila trancou a porta. Tirou o avental branco lentamente, revelando o corpo nu por baixo. Seios pesados, bunda grande e redonda, coxas fortes.
— Hoje a senhora vai aprender a pedir desculpa direito.
Vanessa tentou gritar, mas Camila já estava em cima dela. Segurou os pulsos da loira com uma mão só e, com a outra, puxou a calcinha fina até rasgar. Vanessa se contorceu, mas o corpo da empregada era mais forte.
— Solta! Eu vou te demitir, sua—
Camila calou a boca dela com a própria calcinha molhada.
— Cala a boca, loirinha. Agora é a minha vez.
Ela virou Vanessa de bruços, puxou o cabelo loiro com força e deu um tapa seco na bunda branca. O estalo ecoou no quarto. Vanessa gemeu, meio de dor, meio de choque. Camila abriu as pernas da patroa e esfregou dois dedos grossos na entrada molhada — porque, apesar dos protestos, Vanessa estava escorrendo.
— Olha só… a patroa arrogante está molhada pra empregada negra. Que vergonha.
Camila enfiou os dois dedos de uma vez, curvando-os e batendo no ponto certo. Vanessa arquejou, o corpo tremendo. Camila não teve piedade. Fodeu a loira com os dedos até ela gozar gemendo alto, a calcinha ainda na boca.
Depois, Camila se sentou no rosto de Vanessa, a bunda pesada cobrindo o nariz e a boca da patroa.
— Lambe. Agora. Se não quiser que eu conte pro seu marido sobre o personal…
Vanessa, humilhada e excitada, começou a lamber. A língua loira percorreu a buceta escura e úmida de Camila, chupando o clitóris inchado enquanto a empregada se esfregava no rosto dela, gemendo baixo.
— Isso… chupa direito, vadia loira. Você não vale nada além disso.
Quando Camila gozou, escorreu no queixo e no pescoço de Vanessa. Então se virou, pegou o vibrador grande que a própria patroa escondia na gaveta e enfiou de uma vez na buceta apertada da loira. Vanessa gritou, o corpo se arqueando.
Camila fodeu Vanessa sem parar, alternando entre o vibrador e os dedos, dando tapas na bunda, puxando o cabelo e cuspindo na boca da patroa.
— Repete: “Eu sou uma putinha loira que só serve pra ser fodida pela empregada negra”.
Vanessa, olhos marejados e corpo tremendo de orgasmos seguidos, repetiu com a voz quebrada:
— Eu… eu sou uma putinha loira… que só serve pra ser fodida pela empregada negra…
Camila sorriu, satisfeita. Continuou até Vanessa gozar de novo, as pernas se fechando em volta do braço dela, a buceta pulsando.
Quando terminou, Camila se vestiu calmamente, pegou o celular da patroa e tirou algumas fotos da loira suada, com a lingerie rasgada, o cabelo bagunçado e o corpo marcado.
— Amanhã a senhora me pede desculpa de joelhos. E me aumenta o salário. Ou essas fotos vão pro seu marido… e pro personal.
Vanessa, ainda ofegante na cama, apenas acenou com a cabeça, derrotada.
Camila saiu do quarto fechando a porta com um clique suave. Pela primeira vez em três anos, ela riu de verdade.
A vingança tinha sido doce. E molhada.
Continua.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Chineladas da empregada

Codigo do conto:
275071

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/10/2026

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