Família incestuosa do sobrado verde III: Dando meu cu para ser marretado



Nossa família sempre aprontando nesse sobrado verde, mas de repente senti que tudo pareceu ficar mais calmo, papai e minha irmã Valesca viajaram para a famosa ilha de Cotijuba por causa do trabalho de papai. Eu e mamãe ficamos sozinhos, o que foi ótimo pois tive a chance de organizar meus esquemas, afinal meu cu está pegando fogo por rola, mas as coisas nesse sobrado e até mesmo fora dele quando o assunto é minha família sempre trazem novas surpresas.
_ ai pretendo finalizar o curso e morar um ano lá no RJ mesmo tia. Estava falando Cleyton com mamãe na mesa enquanto tomavam um café, isso por volta de umas 19h, ele veio nos visitar e trazer uma encomenda que tia Gigi mandou para mamãe.
Eu estava entrando em casa, vindo da academia, Cleyton de cueca todo animado e mamãe de calcinha e sutiã, certamente logo todos já estaríamos pelados já que a regra da casa é a nudez total. Cleyton ficou para dormir aqui e ficaria no quarto de Valesca, achei melhor pois hoje eu vou receber depois de meia noite um carinha de um mercadinho da outra rua, é um branquinho gostoso bem alto, viril e todo peludo, sempre mexe comigo quando vou lá, mas claro, sempre no sigilo pois ele tem até namorada kkk.
Já era quase 23h e Cleyton estava na sala vendo tv, comecei a ficar agoniado, fui lá e disse para ele dormir já que amanhã vamos ao clube com tia Gigi e tio Antonio.
Relaxa cara, papai e mamãe vão fuder pra caralho essa noite já que vou ficar aqui, eles vão aproveitar, a gente não vai cedinho para o clube. Respondeu ele sorrindo, pelado e com a pica meia grossa vendo jogo na tv.
Eu olhei aquela rolona do meu primo e sonhei em cair de boca, mas eu tinha um macho gostosão que em 1h chegaria, inventei uma desculpa para Cleyton:
_ mamãe deve ta querendo dormir no quarto e você com essa tv alta, que ver só? vamos dar boa noite pra ela e você confirmará que a coitada tá lutando para dormir. Falei a ele.
Fomos juntos e a porta estava meio aberta, pegamos um susto, mamãe sentando e rebolando em cima de uma pica preta de borracha, bem grossa por sinal, ela nos viu e se assustou, saiu de cima da pica e veio nos censurar:
_ meninos, porque não bateram na porta? Ela falou fechando a porta na nossa cara.
O pau do Cleyton já estava durão e babando, eu com vergonha e ao mesmo tempo rindo da situação com a minha mãe.
_ caralho então foi essa a encomenda que mamãe mandou para tia Sonia. Comentou ele caindo no sofá rindo todo molecão.
Eu confesso que rir tanto que caí no sofá junto com ele, no meio de tudo minha boca acertou o pau dele e eu amei.
_ eita, cuidado ai primo. Respondeu ele na gargalhada todo animado.
O lado bom de tudo isso é que depois ele foi para o quarto da minha irmã dormir, agora sim tudo pronto. Fiquei sozinho na sala esperando o boyzinho chegar, nisso Valesca faz uma video chamada, na hora pensei “ah porra, vou despachar ela rapidinho”
_ Oi maninho, como está aí. Falou ela toda sorridente e pelada na câmera, deitada em uma cama na pousada onde estava com papai, e ele dormindo do lado dela todo peladão.
_ tudo tranquilo, eu já ia dormir, em sua doida, coloca uma calcinha. Comentei rindo.
_ ah para seu chato. Respondeu ela, depois papai acordou e mandou um oi.
A cena icônica, ele em cima dela mandando um oi, e ela de bruços segurando o telefone. Eu imaginando a pica dele grossa que mesmo mole estava em cima da bunda dela nessa posição, se eu não soubesse que eles são tão tranquilos com a nudez, jurava que iam transar kkk.
Depois o carinha chegou, ficou doido me vendo já pelado, fomos para meu quarto, ele tirou a roupa e revelou um corpão de macho, todo peludo mesmo, pau melado e grosso, não grande porém grossão, cai de boca, mamei com vontade igual uma cadela no cio, o líquido pré gozo dele escorrendo na minha boca, eu estava em êxtase, queria aquilo mais que tudo na vida. Ele pressionou minha cabeça contra seu pau e eu perdendo o ar, lagrimando e amando cada momento, ele era bem malvado, adorava ser bruto e eu queria muito aquilo.
Ele foi bem mandão, fiquei de 4 e ele meteu com tudo no meu cu, quase desmaiei, ele socando com força e eu lagrimando feliz.
_ ai, devagar amor, ohhh, tá doendo, ohhhh. Eu gemia e soluçava de dor e prazer.
_ quer devagar? então toma caralho. Respondeu ele socando tudo dentro com mais força ainda.
Era marretada dura no fundo do meu reto, eu via estrelas, a dor era grande mas o prazer também. Me fudeu de 4 por um bom tempo e eu já quase sem forças, a pica era tão grossa que senti perder todas minhas pregas kkk. Depois me comeu de frango assado e meteu no fundo, cuspiu no meu rosto e dava tapas, eu ria e pedia mais, era tudo aquilo que eu queria.
Nossa foda foi longa, quando vi já eram quase 3h da manhã, ele mandou eu abrir o rabo com as mãos. Novamente de 4 recebi seu caralho grosso e ele meteu com toda força que ainda tinha e eu chorava e sorria com dor e prazer, senti sua porra quente me invaindo lá no fundo, ele tirou o pau e ordenou que eu ficasse de 4 até a porra jorrar toda de dentro do meu cu e escorrer no chão, eu obedeci perfeitamente, ele vestiu a calça e a camisa, me olhou nos olhos e me deu um beijo gostoso na boca.
_ puta. Falou ele me dando um tapa na cara e indo embora, eu caí na cama sem forças, com o cu em chamas de dor e prazer.
Ohei a porra quente dele no chão e não resisti, me ajoelhei e lambi tudo com vontade, era porra de macho gostoso e não podia simplesmente limpar com um lenço e jogar fora. Depois peguei uma toalha para tomar um banho, bem feliz. Fui ver o safado do Ceyton para saber se ele tinha dormido ou escutado minha foda, mas abrindo a porta do quarto ele não estava, “mas que porra, cade esse maluco?” pensei na hora.
Fui olhar lá no quintal e nem sinal dele, quando entro para banhar vejo a luz do banheiro ligada, ele estava lá banhando, mas ele não estava antes, fiquei curioso, o pau dele todo melado de porra, na hora pensei que ele saiu para comer alguma puta na rua e voltou sem ninguem ver. Ele me deu boa noite e foi dormir sorrindo com aquela cara de macho cafajeste gostoso.
Eu fui ver a mamãe para saber se estava tudo bem, quando olho da porta ela estava em pé, com as pernas abertas e limpando a boceta com um lenço.
_ filho, acordado? Perguntou ela meio sem jeito. Eu já juntando as peças do que aconteceu, sem acreditar.
Ela falou que estava experimentando um hidratante para levar amanhã pra piscina, eu fui dormir e já imaginando “puta que pariu, Cleyton comeu minha mãe”, papai nem desconfia que o sobrinho preferido dele está traçando a esposa. Preferi manter isso em sigilo e não pensar mais no assunto, essa minha família não tem jeito kkk.
No dia seguinte fomos ao clube, todos como sempre fingindo naturalidade, eu só lembrando do Cletyotn de pau duro e melado no chuveiro e mamãe no quarto limpando a porra dele que escorria da boceta dela. Lá encontramos tia Gigi, tio Antonio e mais um amigo da família que eu não via desde que eu era bem novinho, um tal de Mauro.
Creio que esse dia no clube pode trazer boas novidades.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Família incestuosa do sobrado verde III: Dando meu cu para ser marretado

Codigo do conto:
275082

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/10/2026

Quant.de Votos:
3

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