Casei muito nova, cheia de sonhos e completamente iludida por um homem que não me valorizava — assim posso afirmar com todas as letras. Hoje, aos 27 anos, carrego a certeza de que sou corna desde os 25 ou desde o namoro. Apesar de ter um corpo impecável e me cuidar diariamente, minha vida se dividia entre trabalhar, estudar e ir à academia para manter a mente e o corpo no lugar. Trabalho desde os meus 23 anos como secretária do Leonardo, um homem de 25 anos que manda na porra toda: jovem empresário, podre de rico e herdeiro de uma das famílias mais influentes e bem-sucedidas da região. E, sendo bem sincera, ele é um espetáculo de homem — alto, boa pinta, corpo atlético, um físico impressionante e uma presença que arrebata qualquer mulher.
No começo, eu era apenas a secretária dedicada. Mas, dentro de 1 ano, nos tornamos absurdamente próximos, a ponto de o clima entre nós ficar quase irrecusável. Eu geria absolutamente tudo na vida dele: desde reuniões e viagens até os detalhes mais pessoais, como sua alimentação e compromissos particulares. O escritório era o nosso mundo à parte. Nos momentos em que a porta se fechava, criamos um vínculo e uma cumplicidade gigantesca. Ele sabia que eu era casada e sabia perfeitamente que eu não queria o dinheiro dele. Por causa dessa confiança, era com o Leonardo que eu desabafava sobre o fracasso do meu casamento, as brigas e o baque de ser traída. Ele me ouvia com atenção, me dava conselhos e me acolhia.
Com essa intimidade toda, a tensão entre nós era constante. Rolava uma troca de olhares diária, algo bem complexo, profundo e gostoso ao mesmo tempo. O Leonardo estava sempre de olho em mim, me acompanhando com o olhar por onde eu passava. E o mais instigante de tudo: diferente do tratamento que dava às outras mulheres do escritório, com quem mantinha uma postura estritamente formal e distante, comigo ele só tinha essa intimidade e essa proximidade. Saber que aquele tratamento era exclusivo meu deixava tudo ainda mais prazeroso... e, para ser bem sincera, eu nem sabia onde estava me metendo, rs.
Percebendo todo esse efeito, passei a usar roupas que me valorizavam cada vez mais. Comecei a ir trabalhar com saias justas acompanhadas de uma meia-calça e algumas calças bem ajustadas. Não era obrigação nenhuma do trabalho, mas eu adorava fazer aquilo só para agradar o meu chefinho. Na sala dele, enquanto conversávamos a sós, eu fazia questão de cruzar as pernas devagar ou ajeitar a saia de um jeito proposital, fazendo questão de mostrar até a cor da minha calcinha para o Leonardo. Ele olhava sem disfarçar, fascinado pela provocação. Meu corpo desejava o Leonardo a cada segundo; eu sentia um calor absurdo e uma atração incontrolável sempre que nos olhávamos.
Leonardo passou a me levar em viagens a negócios, e conheci cidades, estados e outros países, além de praias e resorts incríveis. Nas viagens, essa intimidade e cumplicidade também me rendiam uma ajuda e um carinho extra no fim do mês para pagar as contas que meu marido deixava acumular ao gastar dinheiro com outras mulheres.
Numa tarde no escritório, enquanto eu desabafava mais uma vez sobre os problemas em casa, Leonardo encostou na minha mesa, olhando bem no fundo dos meus olhos:
— Esquece isso por um instante. Prepara as malas. Temos uma reunião importante fora e vamos aproveitar para ficar dois dias na praia descansando — disse ele, num tom protetor.
— Perfeito. Vou organizar tudo do trabalho e separar meus melhores biquínis — respondi, sustentando o olhar.
Enquanto organizava as coisas, os pensamentos sobre meu casamento voltaram. Meu marido nunca avisava quando saía ou chegava em casa; por muito tempo fiquei mal por isso, mas passei a fazer o mesmo. Só avisava que ia viajar, e ele nunca se importou. A viagem seria a distração perfeita para esfriar a cabeça e ficar longe daquela rotina.
Quando viajamos, a minha presença na praia virou o centro das atenções. Todos os homens e pessoas ao redor me olhavam e me desejavam sem nem disfarçar, com olhares famintos e diretos. Mas eu não dava a mínima para eles: fazia questão de estar sempre colada ao Leonardo, inclinando-me na direção dele, ajeitando o meu biquíni e mostrando para todo mundo que eu estava com ele e de quem eu realmente queria a atenção.
Fiz questão de provocar o Leonardo o dia inteiro. Coloquei meu melhor biquíni, bem pequeno e ajustado ao corpo, deixando meu bumbum e minhas curvas em total evidência. Eu andava devagar pela areia, rebolando com passos calculados só para ver os olhos dele me seguindo a cada metro. Passava protetor solar com movimentos lentos pelas coxas, busto e barriga, me inclinando de forma estratégica para que ele tivesse o melhor ângulo do meu corpo. Deitei na espreguiçadeira bem na frente dele, esticando as pernas e exibindo toda a minha beleza. O clima irrecusável entre nós queimava sob o sol; ele não tirava os olhos de mim nem por um segundo, e aquilo me rendia mimos e elogios prazerosos que me deixavam com a autoestima no topo.
Mais tarde, no quarto do hotel, ficamos finalmente a sós depois de passar o dia todo naquela tensão acumulada.
— Você estava inacreditável naquela praia. Todos olhavam para você, mas você não saía do meu lado e fazia questão de mostrar que estava comigo — disse Leonardo, fechando a porta e vindo na minha direção com um olhar faminto.
— Gostou? Fiz questão de provocar você o dia inteiro e mostrar para todo mundo de quem eu era, sabia? — respondi, dando um passo para trás e arrumando o cabelo.
— Você sabe o quanto é gostosa. Lembra de quando você usava aquelas saias no escritório e fazia questão de me mostrar a cor da sua calcinha? Aquilo já me deixava louco, mas hoje na praia, vendo a sua bunda marcada e o jeito que você se mostrava só para mim, você superou todos os limites — ele murmurou, enchendo o momento de elogios.
— Meu corpo desejava você o tempo todo, Leo... sentir essa vontade vendo você me olhar não dava para esconder — confessei, olhando no fundo dos olhos dele.
Sem me dar tempo de responder mais nada, Leonardo me pegou pela cintura, me jogou na cama e roubou um beijo intenso, profundo e dominante que me deixou completamente sem chão. Mas, bem no auge daquela tensão, ouvimos batidas fortes na porta do quarto, interrompendo o momento.
As batidas na porta ecoavam de forma insistente, quebrando abruptamente a bolha de desejo que havíamos criado ali. Leonardo travou em cima de mim, com o peito subindo e descendo acelerado e os lábios ainda entreabertos pelo beijo intenso que tínhamos acabado de trocar. Eu conseguia sentir o calor do corpo dele colado ao meu, enquanto minha respiração ainda estava completamente descompassada.
— Quem é? — a voz do Leonardo saiu num sussurro grave, carregado de uma mistura de irritação e frustração evidente.
Ele se afastou devagar, praguejando entredentes enquanto ajeitava a camisa levemente amassada. Eu me sentei na cama, ajustando o vestido com as mãos trêmulas e tentando disfarçar a ruborização no meu rosto. Sentia meu corpo inteiro ainda vibrando com a presença dele, completamente entregue àquela tensão que havia explodido.
Leonardo caminhou até a porta e a abriu apenas o suficiente para ver quem estava do outro lado, mantendo o corpo como um escudo para que ninguém me visse no fundo do quarto.
— Pois não? — perguntou ele, usando o tom sério e firme de empresário que costumava usar no escritório.
— Senhor Leonardo, mil desculpas por incomodar — disse a voz do recepcionista do hotel, parecendo nitidamente constrangido. — Temos um problema de emergência com o chefe da delegação da reunião de hoje. Eles estão no saguão precisando da sua assinatura imediata nos contratos finais para poderem liberar o transporte do evento de amanhã. Tentei ligar para o telefone do quarto, mas ninguém atendeu.
Leonardo passou a mão pelo cabelo, soltando um suspiro longo e pesado. Ele olhou por cima do ombro rápida e discretamente para mim. Nossos olhares se cruzaram e um sorriso de canto, provocante e cúmplice, surgiu nos lábios dele, mostrando que aquilo estava longe de terminar.
— Tudo bem. Me dê dois minutos que já estou descendo — respondeu ele, mantendo a voz calma, mas com o olhar fixado em mim.
Assim que fechou a porta, a atmosfera do quarto voltou a se encher daquela química inegável. Leonardo caminhou devagar até a beirada da cama onde eu estava sentada, inclinando-se até que seus lábios ficassem a milímetros da minha orelha.
— A gente não terminou isso aqui — ele sussurrou, a voz baixa e dominadora, fazendo todo o meu corpo arrepiarem de novo.
Ele me puxou com força pela cintura, colando nossos corpos e selando nossos lábios num beijo caloroso, faminto, daqueles que fazem o corpo inteiro derreter de puro desejo. A postura firme dele, a forma ereta e decidida com que resolvia tudo, sempre me dava um tesão incontrolável.
Eu estava usando uma roupinha minúscula que deixava a poupa da minha bunda totalmente à mostra, revelada e vulnerável ao toque dele. Ele deslizou as mãos quentes por baixo do tecido e me puxou contra o seu quadril. Senti aquele pau duro sarrar com força no meio das minhas pernas, pressionando diretamente contra a minha buceta já ensopada, roçando com pressão a cada movimento enquanto eu enlouquecia de prazer.
Quando paramos para tomar fôlego, ele fez menção de se afastar e caminhar em direção à porta. Mas parou no meio do caminho, virou-se devagar e cravou os olhos em mim com um olhar pesado, carregado de intenção, antes de soltar com a voz grave:
— Ainda não acabamos.
Um arrepio percorreu toda a minha espinha. Deitei-me de bruços na cama de forma provocativa, curvando as costas para empinar bem a bunda na direção dele. Mordendo o lábio inferior e olhando de lado por cima do ombro, murmurei com a voz entrecortada:
— Vou aguardar ansiosamente.
Depois daquele dia na praia, Leonardo e eu ficamos cada vez mais próximos e íntimos. Enquanto isso, meu casamento ia afundando cada vez mais. Meu marido se afastava continuamente, enquanto no trabalho eu e Leonardo nos tornávamos inseparáveis. Como de costume, em uma noite qualquer, eu estava no sofá relaxando depois de um banho quando meu marido chegou, apenas me encarou e foi dormir. Mais uma vez, ele não me deu nenhuma atenção. Minha vontade era de chorar.
Foi nesse instante que recebi uma foto do Leonardo. Fiquei completamente chocada e sem ar ao ver o que era: ele tinha acabado de sair do banho depois de um treino na academia. Quando vi aquilo, uma onda imediata de desejo tomou conta de mim; fiquei completamente encharcada e louca de tesão.
Sem pensar duas vezes, decidi responder à altura. Eu estava vestindo apenas uma roupinha de dormir bem curta; posicionei a câmera e tirei uma foto provocante, quase mostrando a minha bunda e um decote generoso. Enviei imediatamente.
A resposta dele demorou alguns minutos para chegar, mas quando veio, foi como um furacão. Leonardo mandou uma foto só de toalha, com aquele pau enorme e visivelmente grosso marcando o tecido. Vendo aquilo, perdi totalmente o controle. Aqueci-me ainda mais e mandei uma foto ainda mais ousada: tirei uma foto de costas, toda empinadinha, destacando a minha calcinha de renda vermelha já úmida, acompanhada da legenda: "Queria companhia aqui comigo..."
Passamos a noite inteira nos provocando e trocando fotos quentes. Depois de nos despedirmos, para instigá-lo ainda mais, postei uma foto extremamente ousada mostrando minhas curvas e destacando bem o meu decote. De fundo, coloquei o instrumental envolvente de "Dangerous Woman" da Ariana Grande e escrevi no story:
"Mudança de ares e novas fases... porque o que é bom demais precisa ser experimentado sem moderação."
Não demorou um minuto e apitou uma notificação dele no meu privado:
— Você tá solteira agora, é?
Mordi o lábio inferior, segurei o riso e deixei ele curioso por alguns segundos antes de responder:
— Digamos que eu tô bem mais livre para fazer o que me dá vontade... Por quê? Ficou interessado?
— Como se eu não estivesse desde o primeiro segundo... — ele mandou de volta, rápido. — Inclusive, amanhã quero um prato bem gostoso... só que dispensando esse negócio vermelho do story.
Sorri com malícia, sentindo o corpo inteiro arder, e provoquei no mesmo tom:
— Ah é? E o que te faz pensar que você aguenta essa degustação completa?
— Me testa amanhã e você descobre. Não vai sobrar nada.
— Então combinado... Prometo te servir da melhor forma, sem nenhuma peça pra atrapalhar.
Passei mais um bom tempo me divertindo com meus brinquedos ali mesmo na sala, enquanto meu marido dormia no outro quarto, completamente alheio ao fogo que queimava em mim. Só então, finalmente, fui dormir.
Naquela manhã acordei um pouco mais cedo e me preparei toda. Vesti minhas melhores roupas e escolhi a melhor lingerie. Estava um pouco envergonhada porque não tinha me depilado, mas fui mesmo assim. Caprichei na maquiagem e passei o perfume que só usava em ocasiões especiais ou quando desejava transar loucamente.
Meu marido viu toda aquela produção, estranhou a mudança repentina e veio atrás de mim, ainda de pijamas, me encarando com desconfiança:
— Pra onde você vai toda arrumada desse jeito a uma hora dessas? — perguntou ele, franzindo o cenho enquanto observava minhas pernas. — E esse perfume forte logo cedo? Você só passa isso quando a gente vai transar ou sair à noite.
— É só para o trabalho — respondi, sem encará-lo, retocando o batom no espelho. — Decidi me cuidar um pouco mais hoje, algum problema?
Ele deu um passo à frente, cruzando os braços, e soltou uma risada debochada:
— Tá querendo impressionar quem lá no escritório? Aposto que colocou até aquela calcinha nova pra se sentir gostosa, né? Porque aqui em casa faz meses que você nem me olha.
— Não enche — cortei friamente, pegando a bolsa. — Não posso mais me arrumar sem você achar que é pra você?
Nesse exato momento, o celular sobre a bancada vibrou com uma mensagem do Leonardo. Puxei a tela rapidamente para que meu marido não visse. Era uma provocação direta: "Aposto que você está incrível hoje. Adoraria te ver com aquela calcinha de renda que me mandou ontem... aliás, se estivesse sem ela, seria ainda melhor ??."
Um arrepio quente subiu pela minha nuca. Sem pensar duas vezes, fui ao banheiro sob o pretexto de escovar os dentes, tirei a calcinha de renda e a guardei no fundo da bolsa. Quando voltei para a sala, olhei para o meu marido e pedi carona, alegando que estava atrasada.
Ele aceitou a contragosto. Durante todo o percurso até a porta do meu trabalho, o clima no carro era pesado e silencioso. Assim que ele encostou o veículo na calçada do prédio, decidi ir além. Antes de sair, me inclinei um pouco para a frente, levantei a saia devagar e mostrei com todas as letras que estava completamente sem calcinha.
O rosto dele se transformou na hora. Os olhos arregalaram e a boca abriu em choque:
— Espera aí... — disparou ele, com a voz falhando ao ver a minha intimidade exposta. — O que é isso? Você tá sem calcinha?! Ficou louca?! Por que você tirou a roupa de baixo pra vir trabalhar?!
Apenas sorri com frieza, sem dar qualquer explicação. Para finalizar, olhei fixamente nos olhos dele, mandei beijos no ar com deboche, bati a porta do carro com firmeza e caminhei a passos lentos e provocantes em direção à entrada do edifício. Deixei para trás apenas o ronco do motor e a fúria dele queimando no retrovisor.
Entrei no prédio e, como sempre, todos me olharam enquanto eu caminhava em direção aos elevadores. Poucos segundos depois de chamar a cabine, o sinal sonoro apitou e as portas de metal espelhado se abriram. Entrei e, logo em seguida, o Leonardo entrou junto comigo. A porta se fechou e ficamos completamente sozinhos.
O silêncio na cabine era pesado e a proximidade dele fazia meu corpo inteiro tremer. Leonardo me olhou de cima a baixo, admirando cada detalhe da minha produção, e deu um sorriso provocante:
— Você está maravilhosa hoje... Não consegui parar de pensar em você um segundo sequer.
Naquele momento, eu já não estava respondendo por mim. A respiração falhou e a ousadia tomou conta:
— Pois saiba que eu levei a sua provocação muito a sério... Aquele seu conselho sobre a calcinha? Eu resolvi seguir.
Leonardo congelou por um segundo, assimilando o que eu tinha acabado de dizer, com os olhos queimando de desejo:
— Você tá me dizendo que tá sem nada aí por baixo?...
Apenas dei um sorriso enigmático e me aproximei mais dele. Antes mesmo que o elevador subisse mais um andar, Leonardo perdeu totalmente o controle. Ele me segurou pela cintura com força, me puxou contra o corpo dele e me agarrou, me dando um beijo caloroso, profundo e cheio de pegada enquanto subíamos.
Quando o painel apitou anunciando o nosso andar, ele me soltou devagar, ainda arfando. Ajustei meu vestido rapidamente, saí da cabine e fui direto para a minha sala — completamente encharcada, cheia de tesão e contando cada segundo para o horário do almoço.
Assim que pisei na sala, eu já estava pegando fogo, tomada por um tesão incontrolável. Não demorou e o celular vibrou: era o Leonardo, sem controle nenhum, mandando mensagem dizendo que precisava de mim imediatamente. Eu sabia que aquele momento seria devastador. Me ajeitei, tentei me recompor e fui. Cada passo até a sala dele era acompanhado por um sorriso malicioso; minha buceta piscava e latejava a cada metro que eu me aproximava.
Entrei e tranquei a porta. Trocamos poucas palavras, mas o ar daquela sala estava tão pesado que nós dois já sabíamos exatamente o que ia acontecer. Eu tentava disfarçar arrumando uns papéis — afinal, ele tinha uma reunião em exatamente 20 minutos —, quando fui pega completamente de surpresa.
Ele percebeu que eu estava sem nada por baixo. Agarrou meu cabelo com força e veio sarrando pesado contra a mesa, me prendendo.
— Sua vadia, me provocando a essa hora... — ele murmurou no meu ouvido, fungando no meu pescoço.
— E você acha que eu vim assim por quê? — respondi com a respiração falhando, rindo baixinho.
— Você não toma jeito mesmo, né?
— Não quando se trata de você...
Eu só conseguia rir e encarar ele com aquele olhar de puta entregue. Ele me virou num baque e me colocou em cima da mesa. Abri minhas pernas — um pouco envergonhada pelos pelos, mas sem conseguir segurar —, expondo minha buceta totalmente encharcada, e provoquei:
— É isso que você quer? Eu fiz exatamente o que você me pediu...
Sem dar tempo de respirar, ele segurou minha coxa com força e passou aquela língua quente na minha buceta enquanto eu soltava gemidos leves. A sensação era tão absurda que parecia que ia me matar de tanto tesão. A vergonha sumiu no ato: foram apenas seis passadas de língua e eu já me senti no céu, completamente entregue.
Sem aguentar mais, segurei ele pela gravata e o puxei com fome para perto da minha boca. Eu estava desesperada para transar com ele, mas tínhamos só 20 minutos. Nos beijamos com brutalidade enquanto ele se aproximava do meu ouvido, sarrando aquele pau duro e ereto direto na minha buceta.
— 20 minutos você aguenta esperar? — ele perguntou, com a voz grave bem perto do meu ouvido.
Apenas olhei diretamente — sorri maliciosamente e encharcada disse— vc aguenta esperar?
Ele me olhou bem no fundo dos olhos enquanto sua mão grande e firme apertava o meu pescoço, tirando quase todo o meu ar. Com a outra mão, ele desabotoou e baixou a calça. Olhei para aquele pau enorme e pulsante, que parecia que iria me rasgar de tanto prazer: grande, grosso, veioso, um dote simplesmente perfeito. A visão daquele tesão me enlouqueceu na hora: como eu já estava sem calcinha, só precisei levantar a saia até a cintura e abrir as pernas sem hesitar.
— Você me deixou desse jeito... acho que não aguento esperar nem mais um segundo — murmurei, encarando a cabeça dele.
Eu segurei aquele pau com as duas mãos, sentindo o calor e a rigidez, louca para engolir até o fundo da minha boca, mas o pouco tempo que tínhamos não seria suficiente para o que nós dois queríamos. Minha buceta já estava completamente encharcada, pingando e molhando toda a madeira da mesa dele. Sem perder tempo, alinhei a cabeça do pau na minha entrada — e senti de imediato que ele era muito maior e mais grosso do que o do meu marido. Eu estava tomada por um tesão absurdo, desesperada e sem tempo.
— Eu aguento tudo... enfia fundo na sua secretária! — eu disse, arfando, cheia de tesão e com a certeza de que ia me desmanchar inteira quando aquilo entrasse.
— Tem certeza de que aguenta esse tamanho todo, vadia? — ele rosnou no meu ouvido.
— Tenho... me fode logo, chefinho...
O pau dele era absurdamente grosso e comprido, eu nem conseguia ter dimensão do tamanho exato. Era todo marcado por veias saltadas e tinha uma cabeça enorme e quente. Minha buceta pulsava sem parar, babando de tanto tesão. Quando senti aquela cabeça gigante começar a forçar a entrada, percebi que não tinha mais volta. Aos poucos ele foi empurrando e metendo, enquanto eu gemia alto, sentindo minha carne abrir centímetro por centímetro para dar passagem. Ele me encarava fixamente, me enforcando com força enquanto metia bem devagar; ele fazia de propósito, só para me ver suplicar e sentir cada milímetro daquele pau me preenchendo inteira.
— Olha como você tá apertada... engole tudo — ele provocava, dando apertões no meu pescoço.
Depois que entrou tudo, eu já estava inteira suada, tremendo de puro prazer. Gemendo baixinho e sem forças, senti quando ele me virou de bruços e me jogou contra a mesa sem piedade nenhuma. Com a saia levantada e nada por baixo, ele me prensou e meteu de novo, indo ainda mais fundo, esticando tudo por dentro de um jeito delicioso. Eu não estava acostumada com nada daquele tamanho, e o tesão cego me deixava completamente descontrolada.
— É assim que você gosta? É isso que você tanto queria, sua safada?
— Aaah... vou morrer... vou morrer de tanto tesão... mete mais! — eu gemia, descompensada.
Em um instante, ele começou a meter na minha buceta com uma fúria surreal, e ela já nem conseguia se fechar de tão aberta e acostumada com o formato dele. Ele meteu sem dó, com uma força brutal e ritmo alucinante. Na fúria dos movimentos, derrubei todos os papéis e pastas da mesa e, me agarrando com força nas bordas, soltava gemidos altos que ecoavam pela sala. Ele parecia um monstro com fome, completamente fora de si. Eu já estava alterada; a mistura intensa de dor, pressão e prazer me fez babar de um jeito diferente. Acabei gozando forte ali mesmo na mesa, enquanto ele continuava metendo sem parar — movimentos potentes, rápidos e constantes, entrando e saindo, afundando até a raiz. Fui apenas me entregando e aceitando aquele homem me fudendo como uma verdadeira vadia.
— Gostosa... olha o quanto você tá gozando no meu pau — ele murmurou, metendo no limite.
Ele meteu o mais fundo que podia enquanto a minha goza se espalhava pelo meu corpo e sujava a camisa e a calça dele. Virei os olhos para trás, dentes encostados nos lábios, soltando um gemido longo e rasgado de puro e incontrolável prazer. Afinal de contas, já tinham se passado 15 minutos de pura loucura. Senti a ponta daquele pau bater direto no meu útero no exato momento em que ele descarregou, jorrando todo aquele leite quente bem fundo dentro de mim. A cada pulsada do pau dele, minha buceta correspondia contraindo e espremendo o pau dele. Minha buceta estava completamente aberta, destruída e babando como eu nunca tinha visto na minha vida.
Ele me pegou pelo pescoço novamente, puxando minha cabeça para trás com brutalidade, e eu já fui me preparando mentalmente e fisicamente para mais uma rodada ali mesmo.
— Estou indo para a reunião agora. Caso queira descansar um pouquinho e limpar essa bagunça, fique à vontade.
Puxei a gravata dele com força, encurtei a distância entre nossos rostos e dei um beijo molhado na boca dele:
— Mete mais uma vez daquela forma depois... chefinho.
Antes de arrumar a roupa para sair, ele hesitou por um instante, me olhou com um toque de preocupação e pediu desculpas por ter gozado dentro da minha buceta, perguntando se tinha feito algo errado. Olhei para ele e disse que não, que estava tudo bem. Mas, na minha cabeça, a verdade era outra: em 15 minutos ele tinha feito por mim o que o meu marido não fez em 3-4 anos de casamento.
Continuei mais um pouco ali, encostada no vidro daquela sala no topo do prédio, olhando para a cidade lá embaixo. Minhas pernas continuavam bambas, trêmulas. Sentia a goza entre as minhas coxas e a minha buceta ainda aberta, pulsando e escorrendo o sêmen dele bem devagar. Um arrepio gostoso percorria minha espinha só de pensar no absurdo que tinha acabado de acontecer: eu tinha me entregado inteira para o meu chefe no meio do expediente... e, no papel, eu ainda era uma mulher casada.
Minha cabeça girava entre a culpa e um desejo incontrolável, até que o celular vibrou na minha mão. Era o Leonardo:
"Puta que pariu... Eu ainda tô tentando focar nessa reunião, mas não consigo tirar o seu gosto da minha boca. Nunca transei com ninguém do jeito que transei com você hoje."
Ler aquilo me deixou completamente em chamas. Minha buceta piscou, melando ainda mais os meus dedos. Sem pensar duas vezes, puxei a saia, abri as pernas ali mesmo em frente à janela e tirei uma foto bem de perto molhada, brilhando com a porra dele. Enviei a foto com apenas uma frase:
"Não demora. Quero esquecer que o meu casamento existe e fazer você me foder de novo até eu esquecer o meu próprio nome."
Mesmo provocando meu chefe daquele jeito, o trabalho não parava. Afinal, era eu quem mandava e desmandava em tudo por ali quando o Leonardo não estava por perto. Foi nesse intervalo que o celular vibrou novamente. Dessa vez, era o meu marido, exigindo explicações:
"Por que você saiu de casa sem calcinha hoje? O que significa isso? Me dá uma explicação agora."
Dei uma risada debochada lendo aquilo. Fui até o banheiro da empresa, abri um pouco as pernas em frente ao espelho e tirei uma foto bem de perto: a buceta totalmente melada, brilhando e babadinha do suor e do tesão com o Leonardo. Mandei a imagem acompanhada de um texto carregado de provocação:
"Calma, amor... Tava aqui no banheiro da empresa morrendo de tesão, passando a mão na buceta e me aliviando todinha pensando em você. Olha como eu fiquei encharcada só de imaginar você me pegando..."
Saí do banheiro e voltei para a minha mesa perfeitamente alinhada, como se nada tivesse acontecido. Mas meu corpo exalava feminilidade e desejo. Os homens do escritório sempre me olhavam, mas naquele dia era diferente: pareciam sentir de longe o cheiro de sexo recente. Cada olhar faminto fixo em mim só me deixava mais confiante.
Minha amiga de trabalho percebeu na hora o meu humor radiante e a leveza com que eu andava. Ela se aproximou com um sorriso malicioso:
— Parece que a conversa com o chefe foi ótima, né?
— Que nada... — disfarcei, mantendo a postura. — Vários papéis acabaram atrapalhando a reunião e tive que organizar tudo.
Ela, que de boba não tinha nada, me encarou bem nos olhos e soltou:
— Já pode me convidar pro casamento! E avisa que a titia aqui já ama esse bebê!
— Me respeita, menina! Eu sou uma mulher casada! — respondi, tentando segurar o riso.
Nossos olhares se cruzaram e caímos na gargalhada. Aproximei o rosto e cochichei no ouvido dela:
— Amiga... ele quase me mata na mesa dele. Um verdadeiro homem.
Ela arregalou os olhos, suspirou e murmurou rindo:
— Puta que pariu... Quem dera o meu em casa fosse assim.
Rimos juntas, mas o que ela nem imaginava é que eu estava ali conversando normalmente sem nada por baixo. Minha calcinha tava na sala do Leonardo, e no fim das contas, eu ainda tinha que agradecer ao meu marido por me proporcionar aquele momento.
Após aquele momento de prazer que tive com o Leonardo, depois de ter sido feita de puta na mesa, apenas voltei ao trabalho. Como de costume, alguns homens da empresa davam em cima de mim. Um deles, que era casado e vivia me cercando, logo veio puxar assunto na minha mesa:
— Nossa, você está com um brilho diferente hoje. Passou o dia na academia se exercitando? Como foi o seu dia?
— Foi produtivo. Meu dia foi normal — respondi de forma seca.
— Sabe, com esse seu jeito enigmático, se eu fosse solteiro, você seria exatamente o meu tipo de mulher. E quer saber? Hoje você está com uma cara de quem transou a noite toda. Tá muito mais atraente do que o normal.
Dei um sorriso irônico e o ignorei, voltando a focar nas minhas tarefas. Pouco depois, recebi uma mensagem do meu chefe dizendo para ir até a sala dele. Me arrumei rapidamente, recompus a postura e fui.
Ao entrar, Leonardo me recebeu com um sorriso cúmplice e puxou assunto:
— Consegui fechar com mais sócios para a empresa, e parte disso é graças à sua ajuda com aqueles relatórios. Você foi essencial.
Trocamos um longo diálogo profissional que logo deu lugar a um silêncio carregado de tensão. Nos encaramos com aquela troca de olhares maliciosos. Leonardo me olhou me seduzindo, enquanto eu me rendia novamente a ele. Dessa vez, parecia que ele me controlava apenas com a mente. Meu corpo, aos poucos, foi agachando e eu fui em direção a ele de quatro.
Leonardo segurou meu rosto firme e me deu um tapa estalado. Eu olhei para cima e sorri quando ele falou:
— Então você é uma putinha submissa que obedece apenas com um olhar?
Enquanto ele falava, eu já tinha desabotoado a calça dele, expondo aquele pau grosso e grande que parecia fora do normal. Respondi com um olhar seguro e uma fala que mexeu profundamente com ele:
— Você descobriu meu segredo... E sabe o melhor? Meu marido nunca soube do meu gosto, e eu adoraria ser sua submissa.
Depois disso, engoli aquele pau, chupando igual a um bezerro faminto. O boquete foi intenso e descontrolado: muito babado, girando a língua como um parafuso, descendo até o fundo da garganta, fazendo-me engasgar levemente, enquanto eu continuava babando pela buceta e trocando sorrisos pervertidos com ele.
Depois de fazer um boquete maravilhoso em um pau que eu só conseguia ver de longe antes, deitei na mesa dele, praticamente nua, toda empinada, passando os dedos na minha buceta encharcada. Olhei para ele e disse:
— Chefinho, me fode novamente daquele jeito.
Ele puxou a calça para baixo, revelando aquele pau que parecia ainda maior do que antes, e disse:
— Claro, minha secretária.
Pincelando a minha buceta com a ponta daquele pau me deixando louca e virando o olho com gemidos baixinhos, ele enfiou como nunca. Senti o pau batendo no meu útero. Eu ia ficando cada vez mais frouxa e, enquanto minha buceta ia acostumando com o ritmo, comecei a fazer aquele barulhinho gostoso de quando está bom demais e soltando peidinhos pela buceta.
A forma como ele me comeu foi avassaladora: metidas fortes, puxão de cabelo, tapas estalados e muita força. Eu virava o olho, gemia abafado e aguentava tudo caladinha, ofegante e suando como nunca antes. Eu estava praticamente entregue e louca de tesão.
Enquanto isso, meu celular vibrava incessantemente na mesa com meu marido ligando, avisando que ia voltar cedo para casa. Leonardo, tomado por uma ousadia absurda, estava louco e me dava tapas na bunda com força a cada estitada.
Depois de uma hora inteira de pura entrega, senti novamente aquele pau latejar dentro da minha buceta. Eu engolia tudo, e minha buceta, quase sem aguentar, começou a babar a goza dele que me preenchia por dentro. Confesso que deveríamos usar camisinha, mas aquele pau entrando em mim pele com pele me deixava ainda mais louca.
Depois daquilo, tivemos um último diálogo rápido. Sem forças, lembrei que era só meio expediente. Me arrumei, tentei me limpar ao máximo, mantendo uma ótima aparência e uma falsa calma. Logo em seguida, meu marido veio me buscar.
Entrei no carro com meu marido e logo ele percebeu algumas coisas: meu cabelo estava bagunçado, o batom borrado e havia outros detalhes evidentes. Por pouco ele não viu as marcas roxas que o Leonardo tinha acabado de deixar no meu pescoço — afinal de contas, o Leonardo adora me enforcar com força, e eu confesso que adorava aquilo. Olhando para ele também notei alguns indícios suspeitos: camisinhas novas no porta-luvas, uma calcinha mal escondida e leves arranhões pelo corpo. Não falei absolutamente nada.
Ao chegarmos em casa, ele foi direto ao ponto, com um tom irritado:
— Por que diabos você foi trabalhar sem calcinha e voltou parecendo que passou por um furacão?
Inventei uma desculpa qualquer, mas ele não acreditou por um segundo sequer. Veio em minha direção me segurando firme, me prensou contra a parede e segurou meus braços com força.
— Você está me traindo, sua desgraçada? Fala a verdade! — exigiu ele, colando o rosto no meu.
Menti novamente, mantendo a voz firme apesar da adrenalina. Para piorar e desviar qualquer suspeita mais séria, ele me segurou com força pelo pescoço e me deu tapas firmes na bunda, fazendo exatamente o que eu queria no momento. Aproveitando o embalo para encobrir o que o Leonardo tinha feito poucas horas antes, ele meteu a mão por dentro da minha roupa direto na minha buceta, me olhou com desprezo e sussurrou:
— Olha só para você... Sua vadia, está toda encharcada. Qual é o motivo dessa umidade toda, hein?
Enquanto ele enfiava os dedos sem cerimônia para me examinar, percebeu algo diferente. Forçou dois dedos e eu não recusei; antes, eu era tão fechadinha que era quase impossível entrarem dois dedos ali sem dor, mas agora meu corpo respondia de outro jeito. Ele franziu o the e perguntou com hostilidade:
— Tem outro cara enfiando a mão aqui, não é? Quem é que está comendo minha mulher?
Olhei bem fundo nos olhos dele e, com um sorriso cínico, respondi:
— Faz dois anos que você não encosta em mim de verdade, que não me dá uma foda decente. Eu estou desesperada, meus brinquedos e a minha imaginação me deixam assim. Quer que eu faça o quê?
Ele bufou de raiva, me jogou com violência na cama e subiu em cima de mim para me foder. Antes que ele fizesse qualquer coisa, eu o obriguei a colocar camisinha.
— Nem vem sem camisinha, né? Afinal estou no meu período fértil falei, exigindo o mínimo de cuidado e mais uma vez mentindo na cara dura.
Depois de cinco minutos de metidas rápidas e mecânicas, após aguentar uma sentada sem nenhuma vontade real da parte dele, ele parou e teve a audácia de dizer, com tom de superioridade:
— É exatamente isso que você merece, sua imprestável.
Apenas ri de canto de boca, encarei o teto e falei baixinho, quase como um sussurro:
— Espero que você tenha aproveitado muito bem... porque essa foi a última vez na sua vida que você me comeu.
Ele não entendeu nada, mas eu me levantei calmamente, fui para o banheiro e tomei um banho demorado e revigorante. Eu estava tão relaxada, com a cabeça tão em outra sintonia, que a traição dele já não me feria mais; pelo contrário, parecia apenas a desculpa perfeita que faltava.
Enquanto ele dormia ao meu lado, decidi dar uma olhada rápida no celular dele. O que encontrei foi um soco no estômago: o histórico de motéis que ele frequentava. Um deles era justamente aquele que eu adorava e onde ele costumava me levar antigamente.
Mas o que realmente travou o meu ar foi uma notificação recente com uma foto explícita e uma mensagem que dizia tudo:
— A sua mulher já sabe que ela é corna? Quando vamos fuder novamente?
Descobri que a dona daquelas mensagens era ninguém menos do que a recepcionista do motel para onde ele sempre me levava. Eles dois eram cúmplices em tudo, inclusive em me roubar pelas costas. A conversa era um looping de nojo e humilhação:
— Você é uma putinha, quando vi você aquele dia fiquei louco.
— Nossa, querido, rs. Você é um cachorro, fico com ódio quando você traz outras pra trepar e eu tenho que ficar caladinha.
E então veio o trecho que estraçalhou o que restava da minha sanidade, mas que, de repente, fez um encaixe doentio em cada memória vaga que eu tinha:
— Adorava quando você me come na mesma cama que sua esposa. Ela é linda e tem um corpo maravilhoso, mas confesso que transar com você com ela do lado foi muito satisfatório.
Tudo clareou de uma forma brutal. Eu sempre apagava quando ele me levava naquele motel. Eu era dopada. Eles transavam na minha presença, enquanto eu estava desacordada ao lado deles na mesma cama.
Com o sangue fervendo e o estômago revirado, engoli o meu choro, respirei fundo e deixei o celular exatamente no mesmo lugar. Era hora de jogar.
Peguei o meu celular e abri a conversa com o Leonardo. Estava como sempre, repleta de mensagens calorosas e trocas quentes. Decidi provocar na medida certa: mandei uma foto deitada, mostrando meus peitos, com o lábio de lado e um dedinho na boca.
Em seguida, mandei a cartada:
— Estou um pouco carente hoje.
Ele não demorou a responder com a artilharia pesada: fotos daquele corpo musculoso, abdômen trincado e, bem ao lado, o volume do seu pau marcando na roupa. Vendo aquilo tudo, a minha raiva se misturou a um fogo incontrolável. Acabei não resistindo e o provoquei ainda mais, de uma forma intensa e perigosa.
Meu marido dormia e eu estava praticamente trocando nudes com o Leonardo. Estava pegando fogo; mandei fotos de todas as formas enquanto ele também fazia o mesmo. Em um instante, o Leonardo mandou mensagem:
— E se eu fosse te buscar pra transar agora?
Respondi sem pensar:
— Estou pronta, vamos transar na rua hoje.
Era tarde da madrugada e nós dois estávamos no auge. Eu estava encharcada. Ele disse:
— Não há problema você sair esse horário?
Respondi que não e que conhecia um lugar ótimo, porém muito ousado. Ele só falou que iria me buscar. Coloquei um vestido curto e esperei. Olhando meu marido, falei baixinho:
— Estou indo dar para outro agora.
O Leonardo me buscou e saímos pela cidade. Assim que entrei no carro, já puxei o pau dele e coloquei na boca com voracidade. Enquanto ele dirigia com uma mão, fui subindo meu vestido, encaixando o pau ainda mais fundo e chupando com vontade. Fiz um boquete selvagem, engasgando mesmo sem aguentar tudo na boca eu enfiava até o talo, usando o movimento de parafuso com a língua e deixando tudo cheio de baba, babando o pau inteiro e o console do carro.
Paramos em um lugar perfeito e perigoso, pois ainda havia movimento na rua. Fomos para o banco de trás e lá fiz algo que estava queimando de vontade: sentar loucamente. E aquele pau, grosso e pulsando, parecia que ia me rasgar a cada estocada. Virei de costas tirei o vestido, joguei o cabelo para trás, posicionei a cabeça do pau na minha entrada e sentei de uma vez. Eu estava encharcada, escorregando perfeitamente. Sentei como uma louca, alternando força, devagar e rebolando sem piedade, enquanto ele puxava meu cabelo e marcava minha pele com tapas, misturando todo o nosso suor com o calor do tesão.
Ficamos por volta de uma hora e meia transando sem parar. Eu tremia de prazer, nunca tinha entregado tanto o meu corpo daquele jeito. Precisávamos sair dali porque, além da hora avançada, o risco deixava tudo ainda mais excitante — confesso que minha vontade era ir para o capô do carro. No caminho de volta, eu ia toda suadinha, com o fôlego curto, revisando no celular as fotos quentes que tínhamos acabado de tirar.
Ao abrir a porta de casa, voltei com o corpo ardendo e escorregando o gozo do Leonardo por dentro de mim como nunca antes, com aquele olhar pesado de pecado. Tirei o resto da roupa e fui direto para o quarto. Subi na cama, montei em cima do meu marido e comecei a acordá-lo com leves estalos e patadas leves, enquanto pingava os goza do outro bem no rosto dele. Ele abriu os olhos atordoado, sem entender absolutamente nada daquela cena absurda. Enquanto tentava processar, esfreguei minha buceta encharcada na cara dele, fazendo-o limpar cada centímetro da bagunça que o Leonardo tinha feito em mim.
Ele perguntou o que diabos estava acontecendo, e eu joguei na cara dele que estava com tanto tesão que acabei gozando, e que ele ia limpar tudinho. Sem saber que aquele gosto e aquele cheiro vinham de outro homem, ele me olhou com desejo, me segurou firme e lambeu e limpou cada gota enquanto eu babava em cima dele sem conseguir parar. Aquilo o transformou em uma fera de tesão; e quando ele rosnou que ia me comer, apenas deitei no travesseiro, com o corpo exausto e triunfante, e apaguei dormindo profundamente.
Aquela noite me deixou com uma ousadia difícil de conter. No ambiente de trabalho, os corredores já fervilhavam com boatos sussurrados sobre nós dois, especulações de que estaríamos tendo um caso — embora, para mim, fosse apenas o começo de algo inevitável. Decidi abrir o jogo e contei tudo para a minha mãe: revelei que havia conhecido outra pessoa e que estava decidida a pedir o divórcio, afinal, aquele casamento já não fazia mais sentido e não dava mais certo. Senti meu corpo passar por uma mudança sutil, ganhando curvas mais definidas, e na academia eu notava os olhares, sentindo-me muito mais confiante e atraente com a nova fase. Entre nós, havíamos dado uma pausa estratégica na intimidade e no sexo, mas a tensão continuava pulsando: além de dividirmos as reuniões e a rotina profissional, ainda tínhamos uma viagem importante para fazer juntos.
Mais uma vez meu marido não se importava comigo, e eu já nem ligava. Viajei com o Leonardo para o Rio de Janeiro por causa do trabalho — e que cidade maravilhosa. O contraste do mar azul-turquesa com o verde exuberante das montanhas parecia coisa de cinema, e a energia daquela metrópole vibrante logo tratou de me fazer esquecer qualquer tédio de casa.
Fomos para a reunião e, como sempre, foi um absoluto sucesso. O ambiente transbordava sofisticação, com executivos de peso e mentes brilhantes alinhando estratégias. A apresentação do Leonardo foi impecável, conduzida com uma segurança e um charme que impressionaram a todos na sala. Eu fiquei em um canto apenas observando, orgulhosa e ao mesmo tempo atenta. Ouvia os comentários sussurrados das mulheres ao redor, que não tiravam os olhos dele, elogiando a postura impecável e, principalmente, o corpo: alto, gostoso e forte. Elas não paravam de secá-lo, e como nós já estávamos tendo um romance, meu ciúme estava à flor da pele, pesando um pouquinho (rs).
Antes de mais nada, uma das executivas me cortou o olhar, deu uma leve julgada, apontou para mim e disse:
— O que você está fazendo aí? Você é a esposa do Léo? Que mulher sortuda!
Sorri envergonhada e respondi que estava um pouquinho tonta com a grandiosidade do evento. Ainda mais sem graça, confirmei baixinho:
— Sim, sou esposa dele.
Em um instante, a atitude mudou radicalmente: todas as mulheres que antes cobiçavam o Leonardo vieram me bajular e puxar assunto, dizendo o quanto eu tinha sorte.
Naquela mesma noite, subimos para o quarto. Eu havia tomado um pouco de vinho, sentindo o calor da cidade e o burburinho da noite carioca lá fora. Nosso apartamento era o mais luxuoso do hotel: uma suíte máxima com uma piscina particular perfeita e uma vista privilegiada para as luzes da cidade refletidas no oceano. Como estava apenas eu e o Leonardo, sem risco de sermos vistos, tirei minha roupa, fiquei totalmente nua e entrei na piscina. O Leonardo fez o mesmo.
Nos abraçamos e, tomada pelo desejo, comecei a beijá-lo sentada no colo dele. Como sempre, aquele pau encaixou perfeitamente em mim, e, sem resistir, sentei nele ali na água enquanto tomávamos vinho. A cada gole, um beijo quente e lento, acompanhado de leves gemidos abafados pela noite carioca. A água morna da piscina abraçava nossa pele enquanto eu me movimentava devagar, sentando lentamente sobre ele, sentindo cada centímetro daquele corpo forte.
Fomos para a cama, onde a intensidade só aumentou. Ele me pegou na posição de quatro, com estocadas fortes e violentas, enquanto minha buceta engolia tudo sem reclamar. Gemidos altos e descontrolados preenchiam o quarto enquanto o prazer tomava conta de cada célula do meu corpo, o colchão rangendo sob o ritmo frenético... até que, bem no meio de tudo aquilo, meu celular começou a tocar.
Era meu marido me ligando feito louco. Olhei para a tela e ignorei, mas ele não parava. Foi então que o Leonardo pegou o celular e atendeu. Enquanto isso, o Leonardo continuava metendo na minha buceta feito louco; aquele pau que já era grande e grosso parecia ter ficado ainda maior naquele momento.
O Leonardo parou por um instante e colocou a chamada no viva-voz. Do outro lado da linha, meu marido começou a gritar:
— Onde você está enfiada? Por que demorou tanto para atender? — perguntou ele, já irritado e furioso.
Falei ofegante, tentando disfarçar:
— Eu estou no Rio de Janeiro, em uma reunião de última hora, meu amor.
— Reunião uma ova! Você acha que é idiota? Onde você está de verdade?! — esbravejou ele, me xingando do outro lado da linha.
Nesse exato momento, o Leonardo enfiou o pau de uma vez só na minha buceta, me fazendo virar os olhos e gemer alto, feito uma puta.
Meu marido ouviu o gemido e logo questionou, com a voz tomada pela desconfiança:
— Que barulho foi esse?! Com quem você está aí?!
Olhei para o Leonardo, fazendo uma expressão de súplica, pedindo em silêncio para ele não fazer aquilo e, principalmente, para ir devagar. Mas nada adiantou: o Leonardo ignorou, aumentou ainda mais o ritmo e, por um instante, eu perdi completamente o controle.
Disfarçando a voz o máximo que pude para o meu marido, respondi:
— Não foi nada, amor... Eu tropecei aqui no hotel e bati o joelho, por isso o grito. Está tudo bem...
— Sei... — retrucou ele, bufando de raiva do outro lado da linha.
O som da respiração pesada do meu marido ecoava pelo viva-voz, enquanto a raiva dele só aumentava.
— Hotel o caralho! Eu te conheço muito bem, sua vagabunda. Quem está com você aí?! Fala a verdade ou eu juro que acabo com a sua raça! — esbravejava ele, furioso do outro lado da linha, sem acreditar em uma só palavra da minha mentira.
Eu tentava manter a calma, mas era quase impossível com o corpo pegando fogo.
— Amor, para com isso, você está delirando... Eu estou sozinha no quarto do hotel, juro... — menti, com a voz falhando.
O Leonardo, ouvindo aquilo e percebendo o meu desespero, soltou um sorriso malicioso. Ele não disse uma palavra, mas os seus olhos diziam tudo. De repente, ele segurou firme nos meus quadris, me puxando com violência para encontro ao seu corpo, e recomeçou as estocadas com uma força e uma velocidade absurdas.
Cada estocada era profunda, desmanchando qualquer resquício de lucidez que ainda me restava. Meu corpo balançava desgovernado sob o peso dele.
— O que foi isso agora?! — gritou meu marido, ouvindo o som abafado do colchão rangendo e a minha respiração se transformando em puro desespero. — Eu ouvi barulho de gente! Você está com alguém, sua desgraçada?! Com quem você está trepando?!
O prazer misturado com o medo do flagra subiu pela minha espinha, me fazendo perder a cabeça. O Leonardo enfiou aquele pau grosso até o talo, raspando em tudo por dentro, me fazendo soltar um gemido agudo e escancarado direto no microfone do celular.
— Porra! — urrou meu marido na linha, fora de si de ódio. — Quem está te comendo aí?! Me dá o nome desse filho da puta agora!
O Leonardo, vendo que eu estava à beira de gozar, deu um tapão estalado na minha bunda e sussurrou no meu pé do ouvido, com a voz grossa e rouca:
— Fala pra ele que você é minha, cachorra...
Eu joguei a cabeça para trás, sem conseguir controlar mais nada, e respondi ofegante para o meu marido, quase delirando:
— Não tem... ninguém aqui... ahhh, meu Deus... eu só... eu só estou cansada...
— Cansada o caralho! Eu vou descobrir onde você está e vou matar os dois! — ameaçava ele, espumando de raiva, enquanto o Leonardo me fodia sem dó, com estocadas cada vez mais rápidas e pesadas, me levando direto ao ápice do gozo.
Continuei o diálogo pedindo calma, tentando soar suave e explicando que eu estava apenas um pouquinho bêbada e curtindo a noite. Mas meu marido, tomado por uma onda de fúria cega, explodiu do outro lado da linha, falando com muito mais raiva ainda:
— Sua vadia! Quando você chegar aqui, vai se ver comigo! E dessa vez o seu cu vai pagar, tá me ouvindo, sua desgraçada?
A minha mente voltou rapidamente àquela lembrança ruim: tempos atrás, ele havia tentado algo anal, mas foi bruto, fez força demais, eu não gostei, machucou de verdade, e desde então, toda vez que ele tenta, o meu corpo recua por puro reflexo de defesa.
Olhei para a tela do telefone, paralisada por um segundo, enquanto ele continuava esbravejando, cada vez mais irritado. E foi aí que o Leonardo ouviu tudo.
Nesse exato instante, com um movimento firme e possessivo, Leonardo tirou aquele pau pesado da minha buceta — que ainda pulsava e gozava — e o deslizou direto para o meu cuzinho úmido.
Eu virei para trás, suada, o corpo colado ao dele, tentando ajeitar o cabelo grudado na testa pelo calor, e deixei escapar um murmúrio:
— Amor... No meu cuzinho não, amor...
Só que já era tarde demais. O calor daquele momento era avassalador, e Leonardo já tinha tomado o meu espaço por completo. Por um instante, o som ao redor sumiu: eu parei, abri a boca num suspiro mudo e virei os olhos para cima, completamente entregue e em silêncio absoluto, tomada por uma onda avassaladora de prazer. Enquanto isso, a voz do meu marido continuava furiosa, tinindo no viva-voz do celular.
Leonardo meteu fundo no meu cuzinho, e para a minha surpresa, embalada pelo ritmo frenético e pela química perfeita daquele momento, eu não senti dor alguma — apenas um preenchimento denso e delicioso que me tirou o ar.
Recuperando um fragmento de consciência, decidi provocar ainda mais o perigo. Voltei minha atenção para o telefone e perguntei ao meu marido, com a voz manchada de pura malícia:
— Você quer o meu cu, amor?
Do outro lado, a resposta veio como um soco:
— Vou te arrombar, sua puta desgraçada!
Sorri de canto, com um brilho travesso e excitado nos olhos, e olhei diretamente para o Leonardo — que não tinha perdido o ritmo nem por um segundo, mantendo estaladas perfeitas, profundas e ritmadas. Olhando bem no fundo dos olhos dele, sibilei, bem gostoso:
— Então mete na sua puta...
Leonardo entendeu o recado na hora. Um sorriso malicioso cruzou o rosto dele antes de me foder ainda mais forte, com uma vontade animalesca e desesperada. Sentindo o ápice do prazer se aproximar perigosamente, inventei uma desculpa qualquer para o meu marido e, com o coração disparado e a respiração ofegante, desliguei a ligação.
Aqui está a continuação detalhada, intensificando ainda mais as sensações, o ritmo frenético e a atmosfera da cena até o desfecho:
Olhei para o Leonardo com um tom fingido de irritação, respirando fundo com o peito arfando. Ele abriu um sorriso safado e respondeu, com a voz rouca de tesão:
— Desculpa, querida... Não consegui me controlar!
E o melhor de tudo: ele não tinha parado nem por um segundo. Continuava empurrando o quadril com força, cada vez mais fundo, mantendo um ritmo implacável.
Ainda ofegante, olhei para ele e avisei, sentindo o calor subir pelo meu corpo:
— Me avisa quando for fazer isso... Você sabe que eu perco o controle e não consigo resistir. Agora... faz no meu cuzinho exatamente igual você fazia na minha buceta!
Ele sorriu de orelha a orelha, com aquele olhar de predador que me deixava completamente louca. A partir daquele momento, o quarto virou um verdadeiro furacão de prazer.
Leonardo não teve piedade e me fodeu quase a noite inteira, numa maratona insaciável. Ele me virou de quatro, segurando firme nos meus quadris e desferindo estaladas fortes e violentas que ecoavam pelo quarto, enquanto eu gemia sem me importar com quem pudesse ouvir. Depois, mudamos para o jeitinho de ladinho, colados corpo com corpo, com ele sussurrando putarias no meu ouvido a cada investida profunda. Em seguida, eu mesma subia e sentava com força no pau dele, rebolando e ditando o ritmo, até exaurir o pouco de fôlego que me restava. Transamos de todas as formas possíveis, explorando cada canto daquele colchão em ondas intermináveis de gozadas e arrepios.
Já com os primeiros raios de sol querendo nascer, exausta, suada e com as pernas bambas, levantei e fui até o espelho do quarto.
Fiquei me olhando por alguns instantes, refletindo em silêncio sobre como tudo tinha mudado tão rápido na minha vida. Admirei o meu próprio corpo lindo no reflexo e, logo abaixo, o "estrago" delicioso que o Leonardo tinha feito em mim — a pele marcada, os resquícios do nosso tesão e o reflexo de uma mulher completamente saciada e fora de controle.
Dei um sorriso malicioso para o meu próprio reflexo, apaguei as luzes e voltei para a cama, aconchegando-me nos braços do Leonardo para finalmente dormir.
Quando estávamos indo embora, ouvi um casal comentando que, no quarto de cima, tinha um par transando loucamente e parecia que estavam em outro patamar.
Sorri com malícia enquanto a mulher do cara disparou:
"Você bem que podia fazer isso comigo, sabia? Fiquei com inveja deles a noite inteira! Queria era achar essa sortuda e pedir umas dicas, porque você não aguenta nada!"
Ele tentou se defender: "Amor, eu estava cansado..."
"Cansado uma ova!"
Se eu desse de cara com a hóspede daquele quarto, fazia questão de me oferecer e perguntar se não tinha vaga, mesmo sabendo que era uma loucura.
Sorri ainda mais ouvindo aquilo e, quer saber? A coroa que falou isso era impecável, quase uma Alessandra Negrini de tão deslumbrante. Voltamos para casa e, para variar, meu marido não estava... Que novidade, né?
Aqui está uma versão com pequenas melhorias no ritmo e na fluidez, dando um toque mais literário e envolvente à narrativa, mas preservando exatamente a mesma história e o tom dramático:
Seis meses se passaram, e eu me entreguei ao Leonardo em um desejo insaciável, vivendo momentos intensos em vários lugares. Mas um dos pontos altos foi o meu aniversário: ganhei flores, mimos e tudo o que uma mulher sonha em receber. Para coroar a data, ele me deu um anel de compromisso e disse:
— Se você se sentir confortável, pode usar. E não se preocupe, pense com calma sobre nós dois.
Fiquei radiante, sentindo-me profundamente amada.
No entanto, ao voltar para casa no final da noite, notei que meu marido já estava lá — e percebi imediatamente que havia mais alguém. Entrei de fininho e dei de cara com a cena devastadora: ele estava transando com a desgraçada com quem me traía, a mesma mulher da recepção do motel.
O meu mundo desabou, e o coração partiu-se em pedaços. No meio do silêncio, a conversa entre os dois tornou-se clara. Fiquei sabendo que ela já tinha tido um filho com ele e, para piorar, parecia que já esperavam o segundo.
Fiquei paralisada por alguns minutos, ouvindo estarrecida as revelações. Ele dizia que havia passado várias dívidas para o meu nome e, o golpe mais doloroso de todos: confessou que tinha sacado todas as economias que levei oito anos para juntar. Eram valores altos, e metade já tinha torrado com aquela mulher.
Tentei sair de fininho, mas acabei esbarrando em algo e fazendo barulho; por sorte, consegui escapar a tempo. Na rua, no meio da noite, liguei para o Leonardo aos prantos. Ele prontamente foi ao meu encontro, me acolheu, levou-me para a casa dele, e foi lá que finalmente pude desabafar toda a dor que estava esmagando o meu peito.
Desabafei e contei tudo o que tinha acontecido. Confessei o que havia escondido do Leonardo por tanto tempo: eu estava sem um centavo, com o nome sujo, e o pior — aquele dinheiro era para a construção da casa da minha mãe. Ele me ouviu com aquela paciência de quem absorvia o meu caos, mas logo me deu uma bronca firme, dizendo que eu não precisava carregar todo aquele peso sozinha. Eu teimei, dizendo que daria um jeito, mas ele, com aquela postura firme e dominante, cortou qualquer discussão:
— Não se preocupe com nada. Eu resolvo.
Fiquei ali, apenas observando-o, e senti aquela onda familiar de puro tesão e admiração que ele despertava em mim sempre que assumia o controle. Era magnético. Com apenas algumas ligações e o peso de sua influência, em instantes ele começou a desatar os nós: garantiu que as dívidas sumiriam e que o meu divórcio estaria pronto já no dia seguinte.
O alívio foi tão gigante que se transformou imediatamente em puro fogo. Ele me olhou nos olhos, a voz mais grave, e perguntou como eu estava me sentindo depois de tudo aquilo.
Um sorriso safado escapou dos meus lábios. Joguei meu corpo para trás, puxei-o para perto e respondi, já puxando a minha roupa:
— Com tesão. Posso te agradecer assim?
Foi o sinal verde. Ele tirou a roupa num piscar de olhos e veio para cima de mim, me tomando com aquela urgência crua, forte, violenta e deliciosamente prazerosa que só nós dois sabíamos fazer. No meio do ritmo frenético e dos gemidos abafados, arranquei a aliança do meu ex-marido do dedo e a joguei longe. Em seguida, peguei o anel que o Leonardo havia me dado dias antes e deslizei ele no meu dedo, bem no calor da penetração. Olhei para ele, ofegante, e sussurrei:
— Então agora eu posso te chamar de amor?
Ele sorriu de canto e murmurou que aquele ainda não era o momento, que planejava fazer um pedido de verdade. Minhas unhas cravaram com força nas costas dele. Com um movimento rápido, virei o jogo, sentei no colo dele e segurei firmemente em seu pescoço, colando nossos rostos. Olhei fundo nos olhos dele, com uma intensidade que pedia rendição, e ordenei:
— Me fode e me pede em namoro agora! Eu quero agora!
Ele riu soprado, completamente rendido à minha marra, e fez o pedido ali mesmo, enquanto me devorava. Aceitei na hora, e nós viramos a noite inteira consumidos por aquele fogo, transando sem fôlego até o amanhecer.
Pela manhã, voltei para casa e encontrei meu marido ainda profundamente apagado pelo sono. Entrei na ponta dos pés, pisando bem de leve para não fazer o menor ruído, e fui direto para o quarto de hóspedes. Deitei um pouco e, quando me levantei horas depois, ele continuava na mesma posição, roncando levemente.
Foi o momento perfeito. Aproximei-me da mesinha de cabeceira onde ele tinha deixado o aparelho, peguei o celular dele discretamente e salvei nos meus contatos o número daquele motel específico — o cenário das traições dele.
Mais tarde, quando ele finalmente despertou e começou a se mexer, eu já estava de pé na cozinha, preparando um café da manhã caprichado, cheio de mimos e atenção, agindo com a maior naturalidade do mundo. Assim que ele pisou na sala, coçando os olhos e ainda sonolento, estranhou de imediato:
— Que horas você chegou? — perguntou ele, franzindo a testa.
— Cheguei de madrugada, na hora que você já estava dormindo profundamente — respondi com um sorriso tranquilo, servindo a xícara dele.
Ele olhou em volta, desconfiado com a mesa posta e com a minha gentileza repentina.
— O que é isso tudo? Acordou inspirada hoje, é? De onde veio todo esse capricho?
— Só quis fazer um agrado pro meu marido — falei, disfarçando o plano na minha cabeça.
Ele veio embalado para cima de mim, tentando me abraçar e me beijar, querendo me agarrar ali mesmo na cozinha. Mas eu me esquivei com firmeza, dando um passo para trás.
— Nem inventa — falei séria, cortando o clima dele. — Inclusive, já vou avisando que neste fim de semana vou passar na casa da minha mãe. Só volto na segunda-feira.
Ele resmungou frustrado, cruzando os braços e fazendo cara feia, mas aceitou sem questionar muito. Era exatamente o aval de liberdade que eu precisava.
Convidei o Leonardo para me acompanhar no plano. Ela sabia muito bem quem ele era: Leonardo não era qualquer um, era simplesmente o maior empresário da região, um homem influente e poderoso, o que tornava toda aquela situação ainda mais deliciosa e humilhante para a amante do meu marido. Mas, antes de seguirmos para lá, eu tinha um ajuste de contas pendente. Peguei meu celular e mandei a mensagem para o motel:
— Olá, boa tarde!
— Olá, boa tarde! O Motel agradece seu contato. Em que podemos ajudar?
— Queria uma reserva com a sua melhor suíte para hoje à noite.
— Claro! Temos a suíte VIP disponível. Temos o horário das 22h livre. Pode ser?
— Ok, vou ficar com essa.
— Perfeito. Mais alguma solicitação?
— Sim, vinho e um pouco de sigilo, rs.
Mais tarde, quando Leonardo passou para me buscar com o carrão dele, eu já estava vestindo a minha arma secreta: um mini vestido extremamente curto, justo ao corpo, e absolutamente nada por baixo. Enquanto ele dirigia pelas ruas movimentadas, escorreguei do banco do passageiro para o console central, encaixando-me perfeitamente no espaço. Comecei a fazer um boquete intenso, profundo, com direito a muito bafão, saliva estalando e toda a fome do mundo.
Quando chegamos à guarita de entrada do motel, executei o plano com precisão cirúrgica. Naquela exata noite, quem estava plantada na recepção era justamente a amante do meu marido, cumprindo turno na recepção.
Leonardo reduziu a velocidade e parou o carro diante da janela. A recepcionista nos encarou de início com aquela pose profissional e entediada, até que reconheceu o carro e a imponência de Leonardo.
— Boa noite. Qual é a reserva? — perguntou ela, engolindo em seco.
Eu, que estava agachada bem no meio da cabine fazendo o boquete, levantei o tronco e falei firme:
— É a VIP Max!
Enquanto a cancela não subia, eu me esmerava: mamava com força e vontade, me engasgando de propósito e fazendo barulho para que ela ouvisse cada som úmido. Ao mesmo tempo, Leonardo enfiava os dedos na minha buceta encharcada, aplicando tapas firmes na minha pele.
A recepcionista, extremamente nervosa, gaguejou pedindo para aguardarmos uns segundos. Foi então que Leonardo olhou para mim e disse:
— Amor, pega ali no porta-luvas um dinheiro para dar de gorjeta para a moça.
Para pegar o dinheiro, tive que me erguer de vez. Fiz questão de empinar a bunda e ajeitar o corpo, fazendo o mini vestido subir e mostrando toda a minha beleza e o meu corpo nu ali na clarabóia da guarita. Quando ela olhou e viu aquilo, teve a absoluta certeza de que era eu. O rosto dela empalideceu por completo, transformando-se em puro pavor.
Trêmula, com a voz falhando e os olhos arregalados de desespero, ela olhou para Leonardo e soltou:
— S-sua... sua mulher? Ela... ela é muito linda...
Leonardo deu um sorriso cínico, olhando para ela com total soberba, e respondeu:
— Sim, estamos juntos há 3 anos.
— S-sem problema... Só... só preciso que aguardem mais uns segundos... — balbuciou ela, sem saber onde enfiar a cara.
Levantei o rosto mais uma vez, olhei bem nos olhos daquela cínica e falei num tom de voz bem audível, pingando deboche:
— Vamos logo, amor! Quero te dar a noite inteira, não aguento mais esperar, vou sentar aqui mesmo no banco!
Leonardo me deu um tapa estalado na bunda e ordenou, rindo pelo canto da boca:
— Continua mamando, porra.
Olhei para ele, dei um sorriso cúmplice e fiz questão de mostrar mais um pouco do meu desempenho antes de ajeitar o vestido no corpo. Finalmente, a cancela se ergueu e entramos na garagem privativa.
Assim que ele desligou o motor, Leonardo virou-se para mim, balançando a cabeça com um sorriso incrédulo:
— Você não presta mesmo, haha! Então era por isso que você queria vir logo aqui?
Ajeitei o cabelo, lancei um olhar matador e respondi com toda a naturalidade do mundo:
— Ué, não posso nem fazer um boquete caprichado no meu homem?
— Caramba, Leonardo, você rasgou mais uma roupa minha de novo! — eu disse, rindo.
— Foi de tesão, tá? Kkk, não foi ciúmes — ele respondeu, me puxando com força, me jogando na cama e descendo beijos urgentes pelo meu pescoço. — Hoje nós vamos transar como nunca!
O vinho que estávamos tomando era um dos melhores, e a bebida só aumentou o fogo. Acabamos transando até não aguentar mais. Ele me virava, apertava minha cintura com força, enquanto minhas unhas cravavam nas costas dele. Foi uma intensidade absurda: um sexo forte, meio violento, cheio de tapas estalados que nos deixavam ainda mais loucos, beijos profundos, chupões marcantes pelo corpo, arranhões e várias gozadas seguidas, daquelas de perder o fôlego.
No meio de todo aquele suor e bagunça, o meu celular vibrou na mesinha. Era uma mensagem do meu marido, agindo como se a recepcionista tivesse falado algo. Peguei o aparelho ofegante e respondi:
— Estou na casa da minha mãe.
— Me manda prova disso — ele exigiu na mensagem.
Como eu não sou boba, já tinha deixado tudo preparado antes e mantinha fotos salvas só por precaução. Mandei para ele, que acabou acreditando sem questionar mais nada.
Ficamos ali no quarto por muito tempo, curtindo cada segundo. Além de tudo, ainda comemos e bebemos bastante para repor as energias. Quando finalmente decidimos ir embora, nos arrumamos e passamos na recepção para fechar a conta. A recepcionista mal conseguia olhar na minha cara, claramente constrangida, enquanto o Leonardo resolvia o pagamento com total naturalidade.
— Vai ser no débito, ok? — disse o Leonardo para ela, entregando o cartão. — Aproveita e coloca 10% para você, ok?
Depois de pagar, saímos de carro e fomos direto para a casa da minha mãe. Antes de entrarmos no carro, a recepcionista levantou os olhos e olhou bem fixo para mim, querendo ter certeza de tudo o que imaginava. Eu apenas encarei de volta, abri um sorriso cínico e dei um tchauzinho bem irônico.
Naquela mesma noite fomos à casa da minha mãe. Eu e Leonardo estávamos incontroláveis; não fazia nem trinta minutos que transamos no motel e ele já estava duro novamente.
Ainda dentro do carro, parecendo dois adolescentes escondidos, não resisti: pulei no colo dele e fiz um boquete desesperado, babando, chupando igual bezerro e enfiando tudo na garganta, enquanto minhas mãos apertavam aquele pau que parecia não ter fim e minha buceta latejava. Dessa vez, era meu cuzinho que estava faminto, implorando, rs.
Depois de chupar, montei nele de vez, sentindo o calor do corpo dele colado ao meu, e sussurrei baixinho no seu ouvido, olhando bem nos olhos dele:
— Mete onde você quiser...
Ele pincelava minha buceta encharcada com movimentos leves, me deixando louca, antes de mandar eu abrir minha bunda. Fiz o que ele pediu sem pensar duas vezes. Aquele pau grande e grosso encostou na entrada do meu cuzinho, provocando, pedindo passagem. Como eu não estava acostumada, prendi a respiração e comecei a descer devagar, usando o peso do meu corpo, enquanto gemia abafado e dizia:
— Você já deixou minha buceta toda abertinha... agora quer fazer o mesmo com meu cuzinho?
Ele me olhava com aquela cara de tesão incontrolável, os olhos escuros brilhando no escuro do carro. Antes que ele pudesse responder, eu mesma provoquei de novo:
— Então me fode, me abre e me deixa abertinha, me fode bem gostoso aqui mesmo!
Enquanto ele dirigia devagar pelas ruas desertas, fui encaixando o ritmo, sentando devagar e engolindo cada centímetro daquele pau com o meu cuzinho. Com movimentos limitados pelo espaço do carro, fiz o que pude para rebolar, e o prazer era tão absurdo que parecia que eu ia desmaiar em cima dele.
Pouco antes de chegarmos à casa da minha mãe, percebi o estado em que eu estava e pedi a ele que parasse o carro na beira da estrada. Precisava trocar de roupa urgente; com aquele vestidinho curto e colado, eu parecia uma verdadeira puta saída direto do motel — o que, pensando bem, não deixava de ser verdade, rs.
Mudei para uma calça jeans e uma blusa mais casual, ajeitei o cabelo e seguimos rumo ao destino.
Assim que encostamos o carro na simplicidade daquela casa no interior, minha mãe nos recebeu na varanda, com a luz amarela da lâmpada da porta iluminando o terreiro.
— Filha! Que susto bom, vocês demoraram para chegar. A estrada estava ruim? — perguntou minha mãe, vindo nos abraçar com aquele carinho de sempre.
— Oi, mãe! A estrada estava um pouco movimentada, mas deu tudo certo. Que saudade da senhora! — respondi, dando um abraço apertado e tentando disfarçar o rubor no rosto e o fogo que ainda queimava por dentro.
— Pois é, dona Lúcia, pegamos um pouco de trânsito na saída da cidade, mas viemos o mais rápido que pudemos — acrescentou o Leonardo, ajeitando a gola da camisa com um sorriso discreto.
Assim que entramos e nos acomodamos na sala simples daquela casa no interior, minha mãe me chamou na cozinha com o pretexto de ajudar a organizar as xícaras de café. Enquanto a água esquentava no fogão de lenha, ela baixou a voz e começou a falar do Leonardo:
— Menina, tenho que te falar... Esse seu rapaz é uma lindeza só, muito educado e trabalhador. Ele te ajudou bastante com aquelas coisas da mudança e da burocracia, né? Dá gosto de ver um homem prestativo assim hoje em dia. E olha, ele parece estar ganhando bem, né, filha? Me pareceu um rapaz afortunado e de futuro.
Eu dei um sorriso amarelo, lembrando de tudo o que a gente tinha acabado de fazer no carro minutos antes, e tentei disfarçar o nervosismo:
— Ah, mãe... ele é incrível mesmo, me ajuda em tudo e tem se esforçado bastante. Tem dinheiro até demais! Para ele, gastar com certas coisas não faz nem cócegas.
Minha mãe arregalou os olhos, curiosa. Mas o clima mudou na mesma hora quando o assunto entrou em outra história mais antiga e dolorida para a nossa família: a época em que fomos injustiçados e tivemos nossas terras tomadas por uma pessoa de má-fé.
O Leonardo, que já sabia de toda essa história, ficou com aquilo na cabeça. Sem me falar nada na época, ele investigou, descobriu quem era o infeliz e, usando todo o seu poder e dinheiro, comprou vários hectares daquelas mesmas terras direto daquele aproveitador, praticamente expulsando o traste de lá de cima da nossa antiga propriedade, rs.
Minha mãe continuou, olhando em volta:
— Eu sei que a nossa casinha aqui é bem simples, muito humilde perto do que vocês devem estar acostumados, mas sinta-se totalmente à vontade aqui, viu?
Nesse momento, o Leonardo apareceu na porta da cozinha, ouvindo o final da conversa. Ele deu um sorriso sincero, com aquele ar charmoso, e respondeu:
— Dona Lúcia, por favor, não diga isso. Eu não fiz nada demais, ajudar a minha namorada e a família dela é obrigação e meu prazer. E sobre a casa, eu acho este lugar de uma paz incrível; simplicidade nenhuma diminui o valor de um lar. Aliás... agora tudo isso aqui é nosso de volta. E para começar, já mandei avisar que vou mandar várias cabeças de gado para lotar esses pastos novamente.
Fiquei vermelha de vergonha, sentindo minhas bochechas queimarem com a atitude dele. Minha mãe, com os olhos cheios d'água e sem saber se chorava ou se abraçava ele, ficou boquiaberta.
Depois daquela revelação, ninguém ali acreditava no que ele havia feito. E eu, como sempre, adorava quando o Leo tomava a iniciativa e me dava mais tesão ainda. Mordi o lábio e, olhando diretamente nos olhos dele, soltei:
— Fode o que você quiser hoje...
Ele entendeu na hora, com aquele sorriso de canto que me desmontava. Mais tarde, já no quarto, nos beijamos intensamente e agradeci novamente por tudo o que ele estava fazendo por mim e pela minha família. Acabamos dormindo ali mesmo, abraçados na paz daquele lugar.
Pela manhã seguinte, enquanto o Léo era cercado pelas primas na sala, eu estava ali na cozinha da minha mãe com minhas tias, ajudando a organizar as coisas do café. O clima já estava meio pesado quando aquela minha tia amarga, que nunca suportou olhar na minha cara, resolveu alfinetar:
— Essa aí largou o marido para sair abrindo as pernas por aí... Primeiro para o chefe, agora para esse aí. Deve estar desesperada para dar o golpe, né? E ainda quer meter a marra aqui dentro da casa da minha irmã! Quem devia estar ali na sala recebendo um homem desse porte era a minha filha, que é muito mais moça e prendada, não uma mulher dada dessa.
O silêncio constrangedor tomou conta da cozinha na mesma hora. Mas, antes que eu pudesse destilar minha raiva em cima dela, minha outra tia — aquela que era minha verdadeira cúmplice desde os tempos de adolescente, a mesma que me ajudava a comprar lingeries ousadas, brinquedos escondidos e me dava as melhores dicas de como enlouquecer um homem na cama — entrou na frente e cortou o veneno sem papas na língua:
— Ah, faça-me o favor, deixa a menina ser feliz! Dá para ver de longe que ele é louco por ela. E quer saber? Se ela abriu as pernas ou não, o problema é dela! Pelo menos o cara assumiu, tem dinheiro de sobra e mima ela de verdade, fazendo todas as vontades. Diferente da sua filha, que você tanto empurra, mas que abriu as pernas para três caras diferentes, nenhum deles tinha um centavo no bolso e até hoje ela não sabe quem é o pai daquela penca de crianças! A vaga na sala é dela porque ela é filha da dona da casa e conquistou o homem que quis, ao invés de ficar secando os dos outros!
Antes que a outra tia pudesse abrir a boca para retrucar, minha tia defensora não perdeu tempo e continuou despejando fatos, aumentando ainda mais o recalque daquela invejosa:
— E quer saber de mais? Ela não está só com um homem que tem dinheiro, não. Vocês têm noção da vida que ela está levando agora? O Leonardo encheu essa menina de viagens internacionais, comprou um carrão importado que, só o preço daquele veículo, comprava todas as casas desta rua do interior juntas, troco de pinga para ele! Sem contar os negócios milionários e aquela mansão espetacular na cidade que ele comprou para ela. Nem nos melhores sonhos da vida dela ela imaginava pisar em um lugar daquele luxo, muito menos ser dona! Ela já conheceu países que a gente só vê pela televisão, anda de primeira classe e conquistou tudo o que qualquer mulher sonharia em ter.
Enquanto ela desfilava todas as nossas conquistas, eu fiquei ali na cozinha me contorcendo, um pouquinho envergonhada com tanto descaramento na frente daquela gente fofoqueira, mas ao mesmo tempo com um sorriso de orelha a orelha por dentro. Minha tia amarga ficou vermelha de raiva, sem conseguir balbuciar uma única palavra.
Aquele clima pesado se cortou na mesma hora quando uma das crianças entrou correndo na cozinha, esbaforida e gritando de alegria, anunciando que o titio Léo havia acabado de comprar brinquedos e celulares de última geração para toda a criançada. Todo mundo se espantou quando, logo em seguida, um carro de entrega parou na frente da casa descarregando caixas e mais caixas com os presentes.
Vendo aquilo tudo, minha tia me olhou de sossego e, ainda aproveitando para alfinetar a outra, soltou bem alto:
— Rapaz, o homem tem dinheiro demais! Se eu fosse você, minha filha, eu dava meu tabaco era toda hora para ele, sem nem pensar duas vezes!
A cozinha inteira caiu na gargalhada. Eu fiquei vermelha igual a um pimentão, rindo junto, e fomos todos comer o bolo de fubá.
Após o café, chamei o Leonardo para ir a uma pequena cachoeira que havia na propriedade. Chegando lá, ela estava cheia de água e com um pouco de lama.
Estávamos sozinhos e tinha matinho, ou seja, tínhamos total privacidade. Tirei minha roupa, ficando só de biquíni, e o Leonardo tirou só a blusa. Demos um mergulho, nos beijamos e tirei algumas fotos nossas nos beijando ali — algumas bem sensuais minhas e dele.
Depois, pedi que ele tirasse algumas fotos minhas. Meu biquíni mal cobria minha buceta, minha bunda engolia ele e meus peitos estavam quase saindo para fora. Meu corpo havia mudado: minha bunda estava maior, minhas coxas também. Minha buceta, que antes era um pouco grande, agora estava um pouquinho maior e muito mais gulosa. Olhei para o Leonardo e, preocupada, disse:
— Amor, achei que esse biquíni seria maior.
Ele me olhou e sorriu com malícia. Depois tirei várias fotos bem bonitas mostrando a beleza do meu corpo: algumas bem sexy onde minha buceta marcava e outras que me valorizavam.
olhei as fotos e estava batendo aquele tesão novamente, minha buceta começava a piscar e latejar.
Leonardo estava sentado em uma pedra enquanto eu me aproximava. Ficando de joelhos na frente dele, disse:
— Amor, tá na hora do meu leitinho matinal.
Olhei e sorri, colocando aquele pau para fora. Grande e grosso, parecia até maior. Coloquei minha boca e dei leves beijos, engolindo de uma vez e virando o olho. Naquele dia, estava mais saboroso do que antes. Fiz movimentos lentos, engolindo até onde dava e preenchendo minha boca. Comecei a fazer um boquete ali mesmo, batendo com aquele pau na minha cara, chupando bem lento e babando tudo. O Léo tirou algumas fotos. Eu já tinha perdido a vergonha e parecia uma atriz pornô, ou até pior.
Tirando meu biquíni e ficando de quatro ali no chão, abri minha bunda e disse:
— Amor, me come aqui mesmo, no chão molhado e cheio de lama.
Ele não pensou duas vezes. Tirou a roupa, pincelou minha buceta e, antes de ele meter, olhei e disse:
— Amor, hoje quero leitinho na boca, não goza dentro, por favor.
Ele concordou. Enfiando aquele pau na minha buceta que estava piscando toda encharcada, engolindo cada centímetro, fui gemendo baixinho e gostoso. Ele aumentou o ritmo com força, alternando entre minha buceta e meu cuzinho. Fui gemendo enquanto ele me fodia com aquela vontade e, como de costume, com uma fome tremenda.
Meu marido me ligou na hora. Parecia que ele sabia quando eu estava sendo comida, porque sempre ligava. Passei a atender as ligações dele enquanto estava transando, sempre mentindo e disfarçando, e naquela hora atendi novamente:
— Alô? Onde você está? Você não tem casa não, sua vagabunda?
— Alô, amor... estou ainda aqui na minha mãe — falei enquanto o Leonardo enfiava sem dó no meu cu e eu soltava gemidos.
Meu marido desconfiou e logo perguntou o que estava havendo. Leonardo, como sempre, metia com força e sem dó; não aguentei e gemi com força. Meu marido enlouqueceu:
— Você tá dando pra quem, sua puta? Tá com aquele seu chefe me traindo?
Respondi tampando a boca, gemendo e falando que estava na cachoeira. Viramos a posição e fui sentar no Leonardo. Bem na hora, meu marido ligou por vídeo, que desgraçado! Sentando no Leonardo de forma lenta e gostosa, atendi na maior cara de pau:
— Olha aí, idiota, estou na cachoeira, estou!
— Você tá com alguém aí? E por que está sem roupa?
Eu sentava no Leonardo enquanto tentava disfarçar meu rosto cheio de tesão e os gemidos:
— Estou sozinha, estou tomando um banho!
Leonardo agarrou minha bunda e começou a meter com força. Meu marido ficou louco quando ouviu o barulho que minha bunda fazia com as metidas e, principalmente, com a minha buceta engolindo aquele pau. Menti ainda mais e falei que o sinal estava ruim. Desliguei o celular e, enquanto sentava, tirei uma baita foto. Segurando meu cabelo e com minha boca posicionada em um leve movimento, postei com uma frase e uma música. A frase era mais ou menos: "Livre, amor, sexo e paz".
Larguei o celular e olhei para o Leonardo sorrindo, enquanto meu celular chegava com notificações das minhas seguidoras comentando na foto:
"Mulher do céu, que corpo é esse?! Deusa demais! ??"
"Gostosa demais, que vibe incrível! ??"
"Abalou tudo! Perfeita!"
Sorri para o Leonardo. Rebolando lentamente e aumentando o ritmo, sentando naquele pau, gemia como nunca. Estávamos tendo um dos melhores sexos que já fizemos. Depois de ficar sem forças nas pernas e o tesão me consumir, deitei e pedi que ele viesse por cima de mim. Aquela posição ia fundo na minha buceta, quase entrando no meu útero. Depois de sentir aquele pau fundo, prendi o Leonardo com minhas pernas e, a cada metida forte e violenta, eu ia apertando mais e mais.
Quando o Leonardo disse:
— Amor, vou gozar, me solta!
Segurei ele com minhas pernas, puxei ele e falei:
— Goza dentro com força e continua metendo! — enquanto arranhava ele.
Eu estava tomada pelo tesão, então falei por puro prazer. Leonardo enfiou sem dó, bem fundo, e gozando como nunca, me encheu de gozo de novo. Eu gemi alto e, abrindo minha boca, sorri de prazer. Leonardo tirou o pau da minha buceta enquanto eu babava, bateu algumas vezes e enfiou de novo, enquanto falava:
— Você quer ser fodida, amor? Eu faço o que você quiser.
Enfiando com força e fundo, acabei gozando. Continuamos transando e, depois de gozar duas vezes, tivemos que voltar para a casa da minha mãe. Minha tia, olhando aquilo, já foi falando:
— Então os pombinhos já voltaram, né? Como foi lá na cachoeira?
— Foi maravilhoso, tia! A água estava ótima, deu para dar um mergulho e relaxar bastante — respondi, tentando manter a pose.
— Sei... relaxar, né? Pelo visto a caminhada foi cansativa, vocês voltaram até meio desgrenhados — disse ela, dando uma risadinha.
Olhei para a minha tia e sorri, como se estivesse dizendo que transamos lá mesmo e que ainda fiz merda na hora. Ela entendeu imediatamente e lançou um olhar como se estivesse dizendo: "Sua safada!", e completou:
— Hahaha, já vou comprar os presentes!
Aqui está a versão com o trecho das fotos ajustado, deixando claro que você não tinha percebido a publicação das fotos com o Léo, que as suas amigas não entenderam nada de início e que só depois você se deu conta da besteira — ou da provocação — que tinha feito:
Eu estava no banho quando me olhei no espelho e vi o mulherão que eu estava. Senti o prazer consumindo meu corpo. Eu estava sendo amada como sempre sonhei e, principalmente, sendo comida da forma que eu queria. Olhei minha buceta e minha bunda; o Leonardo estava deixando as duas bem abertinhas. Aquilo, para mim, era extremamente prazeroso. Pode não soar bem para algumas mulheres ou talvez para alguns homens, mas ser fodida da forma que eu sou, com a intensidade que transamos, acho que seria um sonho para muitas mulheres, rs.
Naquela noite ainda tentamos transar no quarto, porém a cama não ajudava. Tentamos fazer bem devagar, mas não dava certo. Nos contentamos apenas com um 69, em que o Leonardo me levava à loucura com aquela língua, me maltratando intensamente. Eu gozava na cara dele; no começo morria de vergonha, mas ele adorava. Minha buceta com pelos? Nem isso ele perdoava. Ele me devorava de todas as formas, não importava como, e isso me dava um prazer enorme. Quando ele gozava na minha boca, eu engolia aquele leite com muito tesão, sem derramar uma gota — algo que com o meu ex-marido eu jamais fazia e muito menos tinha esse tipo de prazer.
No domingo, transamos novamente em outro lugar e, dessa vez, recebi uma gozada no meu cuzinho. O resto do dia ficamos apenas deitados em uma rede. Enquanto o Léo dormia, peguei o celular e postei as fotos que eu havia tirado do lugar. Só que, na pressa e sem prestar atenção, acabei selecionando e postando fotos em que o Léo também aparecia com clareza. No começo, minhas amigas viram e não entenderam nada, deixando comentários confusos perguntando quem era aquele homem e o que estava acontecendo. Só algum tempo depois é que eu fui olhar a publicação e me dei conta da merda que tinha feito... ou talvez nem tanto, no fundo.
À noite, voltaríamos para a cidade e, na volta, pedi ao Leonardo para encostar o carro em um lugar. Troquei de roupa e coloquei um vestido extremamente curto. Parecendo uma putinha, montei no Léo e, sussurrando bem baixinho no ouvido dele, disse:
— Quero transar naquele motel novamente.
Fui sentando devagar e com cuidado para não atrapalhar enquanto ele dirigia. Chegando ao motel, o Leonardo entrou devagar com o carro enquanto eu já estava toda ensopada e louca de tesão. Minha buceta tinha babado aquele pau o caminho inteiro enquanto eu rebolava em cima dele.
Mais uma vez, aquela recepcionista com quem meu marido me traía estava no balcão. O Leonardo baixou um pouquinho o vidro do carro e disse:
— A suíte de sempre, por favor.
A recepcionista, vendo que era eu novamente, ficou visivelmente nervosa e pareceu enviar uma mensagem no celular para alguém. Em seguida, falou com a voz hesitante:
— Neste momento, essa suíte está ocupada.
Eu percebi rapidamente algo familiar: a chave sobre o balcão e a blusa que a recepcionista estava usando eram do meu marido. Meu vestido já tinha subido todo. Baixei totalmente o vidro do carro, mostrando minha bunda e deixando bem evidente o que eu estava fazendo ali. A recepcionista olhou e ficou boquiaberta com o tamanho do pau que estava só metade para fora. Olhei para o Leonardo e, encostando no volante, disse:
— Vida, quero ser fodida bem aqui.
Levantei do banco e me encostei perto da janela, colada ao balcão onde ela estava. A recepcionista ficou ainda mais nervosa e, com a voz trêmula, repetiu:
— Não... não temos quartos disponíveis...
O Leonardo, enquanto levantava meu vestido, me deu vários tapas estalados na bunda e colocou aquele pau firme na entrada do meu cuzinho, dando metidas rápidas, fortes e sequenciais, impondo toda a sua força em um ritmo dominador que misturava um prazer absurdo com um sabor delicioso de vingança. Eu rebolei lentamente e, encarando a recepcionista nos olhos, disse:
— Quero o quarto secreto.
A recepcionista tremeu e congelou sem saber o que responder. O quarto secreto era reservado apenas para casais frequentes do motel que buscavam privacidade total e um sexo extremamente pesado. Puxei meu cartão para pagar e ela finalmente se deu conta: era eu, a esposa enganada com quem ela ajudava meu marido a colocar chifres. Olhei fixamente para ela, sorri com puro deboche e sentei com tudo com o meu cuzinho no pau do Léo. Gemia alto e rebolava sem vergonha nenhuma ali mesmo. A recepcionista, apavorada, liberou o acesso imediatamente.
Assim que entramos com o carro na garagem, o Léo me olhou sério. Antes que ele falasse qualquer coisa, eu me antecipei:
— Amor, que foi? Não posso sentar em você? Ela já deve estar bem acostumada com isso, ué!
Ele balançou a cabeça e perguntou:
— Vamos continuar vindo aqui até quando?
Olhei nos olhos dele, sorri e respondi:
— Até eles perceberem.
Entramos na suíte e transamos como nunca. O Léo estava com ainda mais fome do que antes, cravando aquele pau com força e sem piedade numa sequência frenética de estalos e puro prazer. Tiramos fotos do momento e eu também fiz questão de registrar cada detalhe.
No meio da loucura, meu celular começou a tocar alto sobre o criado-mudo. A tela mostrava o nome do meu marido. O Léo não parou; continuou me socando por trás enquanto eu estiquei o braço e atendi, tentando disfarçar a respiração arfante:
— Alô?... — falei, tentando manter a voz firme.
— Onde diabos você está?! — a voz dele veio alterada, irritada e cheia de autoridade. — Já é noite, você sumiu o dia todo! Por que está demorando tanto para chegar em casa?
— Calma... eu estou na estrada — menti, deixando escapar um arfado curto a cada estada do pau do Léo fundo em mim. — O trânsito está parado... uma fila enorme...
— Trânsito?! Que história é essa? E que barulho é esse aí no fundo? Por que você está falando desse jeito, toda ofegante? O que você está fazendo? — ele questionou, extremamente desconfiado.
— Não é nada, amor... é que parei num posto para comprar água e precisei andar rápido até o carro... — respondi, sorrindo de lado para o Léo enquanto rebolava com força. — Já, já eu chego em casa...
Foi nesse exato momento que o Léo puxou meu cabelo com força para trás, meteu com toda a violência no fundo e me deu um tapa estalado na bunda. O choque de prazer foi tão forte que perdi completamente o controle; soltei um gemido alto no microfone:
— Caralho, que gostoso!
Com o impacto da batida e o susto, o celular escorregou da minha mão e caiu virado para cima no colchão, ainda com a ligação aberta, deixando meu marido ouvir perfeitamente cada som e a minha respiração descompassada no quarto.
Eu olhava para o Léo, tomada pelo prazer e pela adrenalina da situação, quase deixando escapar o que estava acontecendo. Peguei o celular e inventei uma desculpa, dizendo que tinha me machucado, mas meu marido parecia totalmente alterado — e, pior, parecia estar na suíte ao lado. Tentei sustentar a mentira, mas ele ficava cada vez mais irritado.
— Você está me traindo?! — ele gritou pelo telefone, a voz trêmula de fúria. — Esse barulho e esses gemidos são seus, né?! Você está aí com aquele seu chefe!
O tom de fúria dele ecoava ao mesmo tempo pelo alto-falante e através da parede da suíte. O Léo continuou ali, colado em mim, cravando os olhos nos meus com um sorriso provocador e desafiador ao mesmo tempo que segurava meu cabelo e socava devagar e com força, como se estivesse perguntando silenciosamente: “E agora? O que você vai fazer?”
Puxei o ar, sentindo a adrenalina do momento correr pelas veias enquanto tentava segurar a voz para não me entregar:
— A-amor... eu tô voltando pra casa de carro, lembra? — tentei controlar o tom, pausando para respirar. — Parei num posto na estrada pra comprar uma garrafa d'água... acabei tropeçando e caí feio, por isso o barulho! Você enlouqueceu de vez? Chefe?! Eu tô no meio da estrada!
— Mentira! Que história é essa de posto?! — ele gritou do outro lado, e o som do urro dele atravessou a parede do motel. O baque forte de um soco na parede fez a cabeceira da cama tremer. — Esse barulho veio daqui do lado! Eu ouvi a sua voz no quarto ao lado! Quem está aí com você?!
Léo se aproximou devagar do meu ouvido, sem tirar o olhar desafiador de cima de mim, e sussurrou bem baixo, provocando:
— Ele acha que você tá na estrada e tá na suíte do lado... Vai bancar a mentira até o fim?
— Não inventa coisa, você tá surtando sozinho nesse lugar! — rebati no telefone, tentando manter a firmeza na voz.
— Surtando?! — meu marido esbravejou, e ouvimos o estrondo da porta do quarto ao lado se batendo com força, seguido pelo som pesado de passos no corredor externo da garagem. — Chega de palhaçada!
A maçaneta da nossa porta começou a girar lentamente, seguida por socos secos na madeira que fizeram o quarto inteiro estremecer.
— Eu sei que é você aí dentro! — a voz dele veio rasgada do outro lado.
Léo continuava sobre mim, o corpo quente colado ao meu, mas o sorriso provocador nos lábios dele começou a vacilar. Os olhos dele alternavam entre mim e a porta de entrada e o pior ele não parava de enfiar e cada vez mais o prazer estava aumentando a cada metida. Ele inclinou a cabeça até a minha orelha e murmurou:
— vai ser lindo se essa porta abrir você não acha ?
Eu nem pisquei. Deitada ali, sob o peso do Léo e com o coração batendo no ritmo da pura adrenalina e a cada metida que me faziam soltar cada vez mais gemidos, peguei o celular da cama com calma. Passei o dedo rápido pela tela, acessei a galeria e selecionei um vídeo curto que eu tinha gravado horas antes no posto de combustível da rodovia — o exato momento em que tropecei no meio-fio, caí de joelhos no chão, deixei a garrafa d'água voar e soltei um grito de dor.
Anexei a gravação e enviei direto para o WhatsApp dele.
— Para de esmurrar essa porta que vc está batendo e olha o seu celular agora — ordenei pelo telefone, com a voz fria e calculada.
Do outro lado da porta, o som dos socos parou subitamente. Léo me encarou sem entender nada, chocado com a minha audácia.
Alguns segundos se passaram no corredor. Pelo viva-voz, ouvi o aviso sonoro de mensagem entregue, seguido pelo som do áudio do vídeo sendo reproduzido no telefone dele: o barulho do tropeço, o baque no asfalto e a minha voz chorosa reclamando da dor na perna.
Nesse exato momento, um hóspede do quarto ao lado se irritou com a confusão no corredor e gritou forte através da parede fina:
— Cala a boca aí fora! O corno descobriu a traição foi? Espero que ela esteja nesse quarto, porra!
O grito ecoou tão alto que pareceu ter vindo de dentro do nosso próprio quarto, vazando pelo viva-voz e deixando a encenação ainda mais real para o meu marido, que acreditou que aquele barulho vinha do ambiente do posto na estrada.
— O que... o que é isso? — a voz do meu marido veio vacilante pelo viva-voz, visivelmente desnorteado.
— É o vídeo de quando eu caí no posto há vinte minutos, seu paranoico!— esbravejei, fingindo indignação. — Eu gravei pra te mostrar o roxo no meu joelho, mas você preferiu surtar! Eu tô indo direto pra casa e é bom você ter uma ótima explicação pra estar num motel a essa hora!
Desliguei na cara dele. Do outro lado da porta, ouvimos os passos dele recuando derrotados.
O silêncio tomou conta do quarto. Léo continuou me encarando, perplexo com a jogada mestra.
Olhei para o Léo sorrindo, mexi no meu cabelo jogando as mechas para o lado e disse:
— Por que parou?... Continua me comendo daquele jeito.
Léo soltou uma risada baixa, desacreditado, e se entregou ao momento. Passamos a noite inteira juntos naquele quarto, aproveitando cada segundo da adrenalina e do desejo.
Muita gente não tinha entendido aquelas fotos que postei com o Leonardo, então resolvi gravar um vídeo para o meu Instagram esclarecendo tudo o que tinha acontecido.
O meu marido não me seguia no Instagram, mas seguia várias mulheres da noite e do job. Eu nunca me importei com isso; afinal, fui ganhando meu próprio espaço e respeito por onde passava — sem contar que estava cada vez mais linda e em boa forma. Passei a usar vestidos e calças que valorizavam minhas curvas. Comecei a gostar de me exibir e, principalmente, de mostrar minha beleza, tanto de corpo quanto de rosto. Com isso, meu perfil no Instagram teve um crescimento enorme.
Por conta da minha carreira, também tive a oportunidade de me tornar professora universitária (não vou citar a instituição nem os cursos em que leciono). Minhas alunas eram loucas por mim e sempre me pediam dicas sobre tudo, sem falar nos homens, que me secavam a aula inteira. Mas eu sempre fazia questão de usar o anel que o Leonardo havia me dado.
Um dia, acompanhei o Leonardo em uma palestra que ele foi ministrar. E como não se impressionar? Jovem e milionário, meu marido é um verdadeiro gênio. Todas as mulheres presentes ficaram babando por ele, procurando o perfil dele no Instagram e perguntando se ele era solteiro. Cheguei a ouvir algumas alunas comentando ao meu lado:
— Amiga, se ele quisesse, eu sentava sem pensar duas vezes!
Aquele comentário me deu uma mistura de ciúmes e prazer. Ao final da palestra, abriram para perguntas e questionaram o Leonardo:
— Leonardo, qual é a sua maior motivação? Existe alguém especial que te impulsiona a ser quem você é?
Ele olhou para a plateia, varreu o auditório com o olhar até me encontrar no meio de toda aquela gente e respondeu ao microfone:
— A minha mulher é a minha base. Sem ela, eu não sou nada.
O dono da faculdade, surpreso, tomou a palavra e perguntou:
— Ela está presente aqui hoje?
Mordi o lábio, sentindo um arrepio percorrer todo o meu corpo. Fingi normalidade diante de todos, acenei sorrindo e disse em alto e bom som:
— Te amo, minha vida!
Mas, na real, por dentro meu pensamento era outro: "Hoje eu sento em você sem dó."
Todo mundo no auditório se virou para me olhar, percebendo que eu era a mulher dele — a esposa do maior empresário da região. Depois disso, não teve muita conversa. Fomos direto para o nosso motel de sempre e pegamos um quarto normal, porque naquela noite eu estava disposta a fazer escândalo.
Quase um ano se passou, e minha vida mudou radicalmente. Eu estava cada vez mais perto de colocar um ponto final definitivo no meu casamento.
Aos poucos, nós dois estávamos mudando nossas coisas para a casa nova que o Leonardo tinha me dado. Minha saída daquela casa antiga era gradual, mas visível para quem quisesse enxergar.
Em uma das poucas noites em que nos encontramos naquela semana, meu marido me encurralou na sala assim que percebeu as portas do closet semi-vazias.
— Que história é essa? — ele perguntou, cruzando os braços e me encarando com o rosto franzido. — Eu fui procurar uma mala no armário e percebi que metade das suas coisas sumiram. Cadê seus sapatos? Suas maquiagens no banheiro também diminuíram bastante. E você vive sumindo por dias... O que está acontecendo?
Eu o encarei com o olhar mais sereno e sonso do mundo, ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha antes de responder com a voz suave.
— Nossa, quanta paranóia... Eu só fiz uma limpa no closet para doar o que não uso mais e levei vários casacos pesados para a lavanderia. Sobre o banheiro, joguei fora um monte de cosméticos vencidos. E estou sumindo porque ando atolada de trabalho, resolvendo coisas na rua o dia todo. Você está estressado e procurando pelo em ovo.
Ele me olhou desconfiado, sem engolir totalmente a desculpa, mas acabou balançando a cabeça e deixando o assunto de lado por um momento.
Mas eu queria ir além. Não fazia mais questão nenhuma de esconder os rastros do que vivíamos: as marcas roxas no meu pescoço, a minha bunda marcada pelas pegadas dele e, muito menos, as fotos explícitas salvas na galeria do meu celular. Frequentávamos aquele motel com regularidade, e eu fazia questão de provocar a recepcionista com a minha audácia e atitudes ousadas a cada chegada.
Para selar o fim, decidi postar no Instagram uma foto do dia em que o Leonardo me deu aquela surpresa: ele disse que faríamos uma viagem simples, mas me levou para um resort de luxo à beira-mar e me pediu em namoro. A publicação pegou todo mundo de surpresa. A caixa de comentários choveu de felicitações e elogios.
O ápice dessa despedida aconteceu no dia seguinte. Levei o Leonardo até a minha antiga casa. Como de costume, nos entregamos a um sexo avassalador e desconectado de qualquer culpa na minha própria cama de casada. O calor no quarto era sufocante; nossos corpos suavam copiosamente, colados um ao outro em um ritmo forte, rápido e insaciável. O som da respiração descompassada e o choque de pele com pele preenchiam o ambiente até o limite do prazer.
De repente, o silêncio do ápice foi quebrado pelo toque estridente do meu celular sobre o criado-mudo. No visor, o nome do meu marido.
Eu atendi, mantendo a voz mansa, mas arfante, fazendo a maior cara de sonsa enquanto tentava recuperar o fôlego.
— Alô? — murmurei, com tom calmo.
— Onde é que você está?! Que porra é essa que você postou na internet?! — a voz dele veio alterada, tremendo de raiva do outro lado da linha. — Que viagem é essa com esse cara? Pedido de namoro?! Você ficou louca?!
— Amor, do que você está falando? — respondi, soltando um suspiro fingido de cansaço enquanto me ajeitava nos braços do Leonardo. — Você deve ter entendido tudo errado. É só uma foto antiga, uma brincadeira entre amigos... Para que esse escândalo todo por causa de uma postagem?
— Brincadeira?! A internet inteira está comentando! — ele esbravejou, o som da respiração vindo pesado. — E não vem me fazer de otário! Eu vi as marcas no seu pescoço essa semana! Vi o jeito que você atende o telefone, sem fôlego, cheia de conversinha! O divórcio já estava engatilhado e você me apronta isso?! O que está acontecendo nessa casa?!
— Olha o seu tom comigo — respondi com uma calmaria fria e um sorriso sarcástico no rosto. — Se você quer ter uma conversa civilizada, a gente se fala quando você se acalmar. Não vou ficar ouvindo gritaria no telefone.
Desliguei a chamada sem esperar a resposta dele e joguei o celular no colchão. Olhei para o Leonardo ao meu lado, sorri e me entreguei novamente ao momento, sabendo que o meu passado tinha ficado oficialmente para trás.
O telefone sequer teve tempo de esfriar sobre o lençol. Nem três segundos depois, a tela voltou a acender, vibrando de forma frenética e cortando o ar suado do quarto. Era ele de novo, desesperado e cego de raiva.
Leonardo deu uma risada rouca contra a minha clavícula. Sem diminuir o ritmo uma única fração de segundo, ele estendeu o braço, pegou o aparelho, atendeu e colou o celular no meu ouvido, ajustando para o viva-voz antes de afundar com ainda mais força dentro de mim.
A trava da minha garganta simplesmente ruiu.
— Ah! Hnnn... Leonardoo... ah! — o gemido veio alto, cristalino, ecoando sem qualquer disfarce pelo quarto enquanto meu corpo inteiro estremeceu contra o dele.
— SUA VADIA! VOCÊ FICOU LOUCA?! QUE BARULHO FOI ESSE?! — a voz do meu marido estourou pelo alto-falante, rasgada e trêmula, ao som do motor do carro rugindo no fundo. — VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO?! VOCÊ ESTÁ GEMENDO NA MINHA CARA?! RESPONDE!
— Aaaah... hnn... — fechei os olhos, cravando as unhas nas costas suadas do Leonardo, descarregando meses de raiva represada a cada estocada violenta dele. — Eu... ah!... não preciso disfarçar mais nada, seu otário!
— VOCÊ FICOU LOUCA?! VOCÊ ESTÁ NA NOSSA CAMA COM OUTRO?! EU VOU TE MATAR! EU VOU MATAR VOCÊS DOIS!
— Vai matar quem?! Hnnn... — soltei uma risada entrecortada, sem conseguir segurar o fôlego enquanto o movimento na minha cintura ficava cada vez mais pesado. — Você achava mesmo que eu não sabia?! Ah! Que eu era cega?! Você acha que eu não vi a conta do motel no seu cartão?! As mensagens daquela vagabunda da recepção do seu prédio?!
— O QUÊ?! DO QUE VOCÊ TÁ FALANDO?! — o grito dele falhou, pego de surpresa pelo baque da verdade.
— Você achou que podia me fazer de tonta e sair impune?! Aaaah! — inclinei a cabeça para trás, me entregando completamente ao prazer enquanto jogava a podridão dele ao vento. — Enquanto você achava que estava me enganando... hnn... eu já estava aqui, na nossa cama... dando pra um homem de verdade!
Ao ouvir aquilo, Leonardo sorriu, um sorriso debochado e vitorioso. Ele segurou minhas duas coxas com firmeza, aumentando a velocidade até o limite, fazendo o som da pele e do estrado da cama ecoarem pelo microfone do celular.
— PARAA! DESLIGA ISSO! EU ESTOU CHEGANDO! EU VOU DERRUBAR ESSA PORTA! — meu marido gritava, completamente fora de si, o som do claxon do carro indicando que ele dirigia como um louco no trânsito. — SUA DESGRAÇADA! VOCÊ ME DESTRUIU!
Antes que ele pudesse terminar a frase, Leonardo puxou o celular da minha mão e colou o aparelho direto na própria boca, sem parar um segundo sequer de me possuir com força.
— Ei, campeão... — a voz do Leonardo saiu grave, pausada e carregada de deboche, ecoando limpa no viva-voz. — Você não ouviu ela? Acabou tudo, seu corno.
Um silêncio sepulcral de um segundo caiu do outro lado da linha, quebrado apenas pelo ronco do motor e pela respiração descompensada do meu marido.
— QUEM É VOCÊ, SEU FILHO DA PUTA?! — ele urrou, a voz embargada de ódio e humilhação. — SAI DA MINHA CASA! SAI DE CIMA DA MINHA MULHER!
— A partir de hoje, ela não é sua nem no papel — Leonardo deu uma risada baixa, desferindo uma última estocada funda que me fez soltar um grito abafado contra o peito dele. — Amanhã mesmo o divórcio vai estar em cima da cama do motel para você assinar... junto com aquela vagabunda da recepção.
O deboche do Leonardo atingiu o auge quando ele começou a enviar fotos nossas no meio do ato — cada imagem disparada no celular do meu marido deixava o ar mais pesado, enquanto ele assistia ao vivo, corroído pela raiva e pela humillation. Léo segurou o meu pescoço com firmeza e me puxou para o enquadramento da ligação de vídeo. Naquele instante, meu marido travou na tela, incapaz de piscar. Ficou ali, assistindo a cada segundo: o Léo me tomando sem dó, com força e ritmo implacáveis, escancarando todo o estrago que já tinha feito em mim e continuando sem dar trégua.
A reação do meu marido na tela era pura loucura, um surto contido na tela de um celular. Como se a humilhação não fosse suficiente, olhei fixamente para a lente, abrindo um sorriso cruel. Enquanto os xingamentos dele estouravam no viva-voz, interrompi:
— Isso não é tudo, seu otário. Eu já me mudei há tempos... E quer saber o pior?
Pegando tanto o meu marido quanto o próprio Leonardo de surpresa, passei a mão na minha barriga, num gesto lento e calculado. Com a outra mão, puxei dois testes de gravidez de dentro da bolsa, alinhei-os diante da câmera e sorri com frieza. Léo desacelerou por um segundo, os olhos calculated, digerindo a revelação. Olhei para a tela com o tom mais debochado que consegui canalizar e soltei a ironia final:
— Amor... eu posso explicar! Por favor, me desculpa...
— Depois a gente conversa — desdenhou Léo, recuperando o ritmo e voltando a me pegar com ainda mais força.
Não demorou muito até ouvirmos o barulho da chave na porta de entrada. Meu marido tinha chegado. Quando ele pisou na sala, o impacto do ao vivo foi imediato: os meus gemidos ecoavam pelo ambiente e a cena acontecia ali, a poucos metros dele. Ele parou no meio do caminho, paralisado em estado de choque, a cor sumindo do seu rosto. Eu fiz questão de intensificar cada som, rindo entre os gemidos só para moer o resto de orgulho que ele ainda tinha.
Quando percebi que o Leonardo estava no limite e prestes a gozar, me ajoelhei na frente dele sem hesitar. Tomada e louca de tesão, chupei o pau do Leonardo com vontade. Em segundos, ele se descarregou de forma frenética no meu rosto, como nunca tinha feito antes. Senti aquele prazer morno e denso escorrer pela minha pele. Com o rosto todo gozado, passei os dedos na minha pele besuntada e, caminhando devagar em direção ao meu marido estático, passei os dedos diretamente na boca dele, sujando-o com o gozo do Léo, e perguntei com deboche:
— Reconhece esse gosto? Uma delícia, né? Eu menti para você falando que estava com tesão e acabava gozando, enquanto eu estava era gozada de outro e você nunca desconfiou...
Fora de si, ele me xingou com tudo o que podia, cego de raiva. Irritada e instigada pela reação dele, decidi provocar ainda mais: virei de costas, fiquei de quatro bem na frente dele, mostrei minha buceta aberta e meu cuzinho piscando, provocando com audácia:
— Amor... o que você acha disso?
Ele, espumando de raiva, disparou:
— Sua vadia... toda aberta! E dizendo que eram os seus brinquedos!
Olhando para trás e rindo com ainda mais ousadia, rebati sem piedade:
— Quando você me comia, eu nem sentia esse seu pau...
Derramei um pouco de óleo e lubrificante no meu corpo, virei para o Leonardo e abri minha bunda. Ele não resistiu ao ver a cena, se aproximou tomado pelo desejo e me fodeu novamente ali mesmo, na frente dele.
Toda a raiva e a humilhação do meu marido explodiram de vez enquanto assistia àquela cena. Quando o ritmo deu uma breve pausa, passei os dedos encharcados pelo corpo e mandei a provocação dos treinos:
— Lembra de todas as vezes que eu chegava em casa dizendo que estava suada do treino ou do trabalho, e você, todo atencioso, vinha me limpar e me agradar? Pois é... Eu já chegava assim, todinha molhada e suja de outro. Você sempre adorou me limpar, não é?
Ele travou, engolindo em seco, enojado, trêmulo e completamente destruído por dentro.
Em seguida, joguei aos pés dele a chave da casa antiga, os papéis do divórcio já assinados e os dois testes de gravidez positivos. Sustentei o olhar dele e ordenei com voz firme e cortante:
— Some da minha vida!
Ele ainda ensaiou dar um passo à frente, gaguejando e tentando articular algo sobre ter mexido no meu dinheiro e colocado dívidas no meu nome. Antes que ele terminasse a frase, a porta se abriu novamente. Minha advogada entrou na sala, pasta de couro sob o arm, terno impecável e postura inabalável. Ela deu uma olhada rápida para a bagunça no chão, encarou o rosto pálido dele e disparou com extrema elegância e frieza:
— O senhor tem um problemão criminal e patrimonial nas mãos a partir de hoje. Já protocolamos as denúncias pelos desvios e pelas dívidas fraudulentas. Boa sorte na justiça.
Dei uma gargalhada alta, limpei o canto da boca e completei:
— Ops... Acho que você está completamente fodido agora, não acha?
Ele olhou para a advogada, olhou para mim, olhou para os papéis e os testes no chão e saiu derrotado, batendo a porta sem conseguir proferir mais nenhuma palavra.
Com a casa em silêncio e a sensação indescritível de vingança lavando minha alma, Leonardo me puxou firme pelo quadril, me beijando com gosto. Nos entregamos a mais uma rodada quente ali mesmo no sofá. Mais tarde, já no nosso novo e impecável apartamento, tomei um banho demorado, me arrumei e, deitada na cama ao lado do Léo, abri o Instagram. Postei uma foto de duas taças de champanhe brilhando sob a luz meia-noite, com a legenda irônica que fecharia aquela noite com chave de ouro:
"Página virada, dívidas quitadas e o futuro chegando no tempo certo. O passado que lute! ???"
Sempre fui o tipo de mulher que recusa o papel de coadjuvante. Ambiciosa, calculista e ciente do impacto que causava, desde a época em que trabalhava como uma simples secretária minha postura já ditava as regras. O tempo passou, minha realidade mudou drasticamente, mas minha essência continuava intacta — assim como a presença física avassaladora que sustentava. Curvas acentuadas, bumbum esculpido, coxas fartas e um colo magnético que transformava qualquer ambiente em palco no momento em que eu pisava.
Mas nada disso teria alcançado o topo se não fosse o Leonardo. Ele não me deu apenas luxo e acessos; ele me deu poder real, recursos ilimitados e, acima de tudo, o amor visceral e a devoção que eu sempre procurei a vida inteira. Mais do que ninguém, o Leonardo confiou no meu potencial. Ele me entregou as chaves do seu império, e eu correspondi: lado a lado, levei as empresas dele a patamares que o mercado jamais imaginou, além de expandir nossos negócios para horizontes absurdos.
Entre nós dois, contudo, existia um pacto silencioso de poder. Portas adentro, eu sempre fui a submissa dele. Ele me dominava, ditava o ritmo e me satisfazia exatamente como eu desejava, comandando nossa dinâmica com a autoridade de quem sabe o que tem nas mãos.
De tempos em tempos, eu fazia questão de retornar à empresa onde tudo começou. Caminhar por aqueles corredores de cabeça erguida, ouvindo o eco ritmado do meu salto agulha estalar contra o piso de mármore, era um deleite pessoal. Os olhares continuavam caindo sobre mim como uma tempestade inevitável — um hábito ao qual nunca fiz questão de me esquivar.
Ao chegar ao andar do café, minhas antigas companheiras de equipe logo me cercaram, divididas entre o riso cúmplice e a fascinação mal disfarçada.
— O chá foi bom mesmo, né? — provocou uma delas, me abraçando com entusiasmo. — Fisgou logo um dos homens mais poderosos do grupo!
— Amiga, o pessoal falava demais no começo — emendou a outra, baixando a voz com um sorriso ácido. — Mas a verdade é uma só: se qualquer uma de nós estivesse no seu lugar, teria feito exatamente o mesmo.
Rimos juntas, aquela risada cúmplice de quem conhece os bastidores do jogo.
— Não se preocupem — disse, ajustando a alça da minha bolsa de grife e encarando cada uma com firmeza. — O empenho de vocês nunca passa despercebido. Em breve, a lista de promoções vai trazer boas surpresas.
Antes de me afastar, chamei de lado a amiga que estendeu a mão quando eu não tinha nada. Segurei suas mãos, olhando em seus olhos e expressando uma gratidão sincera por tudo o que passamos. No entanto, ao observá-la ali — bonita, dedicada e vibrante —, minha mente audaciosa pregou uma peça: por frações de segundo, visualizei como seria presenciar aquela mesma amiga dividindo a intimidade com o Leonardo... Guardei o pensamento sob um sorriso enigmático, me despedi e segui meu caminho.
O tempo avançou e a gravidez chegou. Se alguém esperava me ver dócil, pacata ou contida por causa da gestação, errou feio. Falsa humildade nunca fez o meu estilo. Com o barrigão proeminente e a responsabilidade de ser uma das figuras mais influentes da cidade, a química entre nós sofreu uma mutação perigosa.
A mulher que sempre gostou de ser dominada por ele simplesmente desapareceu, dando lugar a uma verdadeira carnívora.
Eu passei a um nível totalmente insano de desejo e controle. Rompi todos os limites. O homem que sempre ditou as regras e segurou as rédeas da relação se viu subitamente na posição de presa. Eu o caçava, tomava a iniciativa e o dominava sem qualquer piedade. E o mais inacreditável de tudo? Mesmo sendo encurralado por essa minha nova versão voraz, o Leonardo dava um jeito de corresponder à altura. Ele não apenas aguentava a minha fúria, como conseguia me satisfazer plenamente, provando por que era o único homem capaz de estar ao meu lado.
Nossa rotina virou um jogo de alta voltagem. Transávamos com uma frequência voraz, testando limites — das suítes presidenciais de hotéis luxuosos aos cantos mais improváveis e arriscados.
Lembro-me de uma noite em especial, logo após um jantar de negócios em que arrematei mais um contrato milionário. Meu vestido de seda preta contornava com precisão a silhueta da gravidez, enquanto minha pele queimava em uma expectativa urgente.
Assim que as portas de aço escovado do elevador privativo se fecharam, isolando o saguão e iniciando a subida em direção à nossa cobertura, tomei a dianteira e prensei o Leonardo contra o espelho com força, invertendo os papéis como eu vinha fazendo todas as noites.
Ele sorriu de canto, arqueando a sobrancelha enquanto descia o olhar devagar — partindo do meu decote profundo e pousando com devoção e rendição sobre a curva proeminente da minha barriga. Suas mãos, quentes e submissas àquela minha nova fase, subiram pela linha das minhas pernas.
— Você devia estar exausta — murmurou ele, a voz rouca roçando a curva do meu pescoço enquanto tentava retomar o fôlego. — Passou o dia triturando a concorrência e comandando tudo naquela reunião...
— Ganhar me deixa faminta — sussurrei junto ao ouvido dele, puxando a lapela do seu terno sob medida com agressividade. — E você sabe muito bem quem é a minha caça hoje.
Leonardo soltou uma risada baixa, grave, aceitando o próprio destino com um brilho no olhar.
— Não tem medo de que o nosso filho aprenda cedo demais o quanto a mãe dele é uma predadora insaciável?
— Ele só está aprendendo que, nesta família, nós tomamos tudo o que queremos... e que o pai dele é o único homem forte o suficiente para alimentar essa fome — respondi, puxando-o pela nuca para um beijo profundo, quente e exigente.
Movida por esse impulso carnívoro que recusava esperar pelos andares superiores, puxei a barra da seda para cima, encarando-o com o olhar de quem manda no jogo.
— Agora. Aqui.
Ele se entregou ao meu ritmo sem hesitar. Encaixou-se a mim com a força e a precisão que só ele tinha, mesmo estando sob o meu comando. O choque da pele, o atrito do tecido e a intensidade daquela inversão nos consumiram por inteiro, levando-me a um ápice avassalador ali mesmo, antes que o sinal sonoro indicasse a abertura das portas na cobertura.
Hoje, por exemplo, viemos visitar a casa da minha mãe. O cenário não podia ser outro: fugimos para a mesma cachoeira onde tudo começou. A água gelada caindo, a nostalgia no ar e eu aqui, cheia de tesão, sentando devagar no Leonardo, sentindo cada segundo dessa loucura.
Vou ficando por aqui porque o momento pede toda a minha atenção... Mas me digam: se quiserem que eu conte mais algum detalhe dessa história, é só pedir!





elizabethnovinha