Roxane, 65 anos, estava de quatro no meio da sala, o vestido de seda azul já rasgado e jogado no canto. O corpo maduro, ainda firme nas curvas, tremia de antecipação e medo. As cinco irmãs cercavam ela como lobas. Roxaura, 63, a mais velha depois dela, segurava o strapon preto grosso e brilhante, já lubrificado. Roxana, 61, tinha nas mãos o cinto de couro. Baurea, 58, preparava outro strapon menor, vermelho. Jair, 55, e a outra Baurea, 53, seguravam as pernas de Roxane abertas, impedindo qualquer fuga. — Você sempre se achou a rainha da família, não é, irmã? — rosnou Roxaura, passando a cabeça do strapon nos lábios molhados da buceta de Roxane. — Hoje a gente vai te lembrar quem manda. Roxane gemeu baixo quando Roxaura enterrou o strapon de uma vez só, fundo, esticando a boceta madura com brutalidade. O plástico duro batia fundo, molhando com o líquido que já escorria pelas coxas de Roxane. Cada estocada era forte, seca, sem piedade. Roxana ergueu o braço e desceu o cinto com força nas nádegas carnudas de Roxane. O estalo ecoou. Roxane gritou, o corpo se contraindo em volta do strapon. — Conta! — ordenou Roxana, aplicando outra surra. — Conta quantas você aguenta! Baurea, 58, se posicionou na frente e enfiou o strapon vermelho na boca de Roxane, engasgando a irmã mais velha. Roxane engolia com dificuldade, saliva escorrendo pelo queixo enquanto era fodida dos dois lados. Jair e a Baurea mais nova revezavam nos tapas e na surra. As mãos abertas e o cinto marcavam a pele branca de Roxane de vermelho. Cada chicotada fazia a buceta dela apertar mais o strapon de Roxaura, que fodia cada vez mais rápido. — Olha como a velha está gozando… — riu a Baurea de 53 anos, beliscando o clitóris inchado de Roxane. — Toda molhada de ser fodida pelas irmãs. Roxaura puxou o cabelo de Roxane para trás, forçando-a a arquear as costas, e meteu ainda mais fundo. O barulho molhado das estocadas misturava-se aos gemidos abafados e aos estalos do cinto. Roxane gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boceta pulsando violentamente em volta do strapon. Roxaura não parou. Continuou metendo até gozar também, o corpo se sacudindo enquanto empurrava o plástico até o fundo. Depois foi a vez de Roxana. Ela tirou o strapon da irmã, se ajoelhou atrás e enfiou o dela na boceta ainda espasmódica de Roxane, fodendo com raiva e prazer. Baurea 58 usou a boca de Roxane de novo. As duas mais novas continuaram a surra, agora com as mãos e palmadas fortes nas coxas e nas nádegas já marcadas. Roxane foi fodida e surrada por horas. Cada irmã teve sua vez. Os strapons entravam e saíam da boceta e da boca dela, cobertos de porra e saliva. O corpo de Roxane estava vermelho, suado, molhado, completamente entregue. No final, as cinco irmãs a deixaram deitada no chão, pernas abertas, a boceta aberta e escorrendo, as marcas do cinto e das mãos cobrindo as nádegas e as costas. Roxaura se abaixou perto do rosto da irmã mais velha e sussurrou: — Amanhã a gente começa de novo. E dessa vez você vai engolir tudo. Roxane só conseguiu gemer, ainda tremendo, já viciada naquilo.
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