Um sábado de pouco movimento, só eles no turno da tarde. Ele trancou a porta da frente, puxou ela pro banheiro dos fundos. Beijou sua boca sem pedir, língua quente, mão apertando a bunda dela por cima da calça.
Ela tremeu, mas não afastou. Ele tirou a blusa dela, chupou os peitos pequenos, mamilos duros. Desceu a calça e a calcinha molhada. Passou dois dedos na buceta virgem, apertada, quente.
— Você nunca fez isso, né?
Ela balançou a cabeça, vermelha.
Ele abriu o zíper, tirou o pau grosso e duro. Encostou a cabeça na entrada apertada. Empurrou devagar. Ela soltou um gemido agudo quando a resistência cedeu, sangue misturado com lubrificação. Ele enterrou até o fundo, sentindo as paredes apertarem.
Começou a foder em estocadas profundas e lentas. Ela se segurava na pia, gemendo baixo, pernas tremendo. Ele acelerou, mão na boca dela pra abafar o barulho.
Gozo quente jorrou dentro dela. Ele ficou alguns segundos fundo, sentindo as contrações. Saiu, limpou o sangue com papel, beijou sua testa.
Ela arrumou a roupa em silêncio. Voltaram pro balcão. Ninguém desconfiou.