Uma sexta-feira fora do roteiro



Era uma sexta-feira à noite, e tudo o que eu esperava era sair, beber alguma coisa e comemorar o aniversário de uma amiga. Ela havia convidado alguns amigos, e acabamos em um dos bares mais badalados da cidade.

Logo que chegamos, percebi que um dos amigos dela, um rapaz mais jovem, não conseguia disfarçar o interesse por mim. Mais tarde, descobri que ele havia até perguntado se eu era casada.

E eu era.

Talvez fosse justamente isso que tornasse aquela troca de olhares tão perigosa.

Durante boa parte da festa, nossos olhos se encontravam entre uma conversa e outra. Às vezes, eu desviava o olhar, fingindo não perceber. Em outras, sustentava por alguns segundos, apenas para ver como ele reagiria.

Com o passar das horas, a música ficou mais animada, as conversas mais descontraídas e a distância entre nós foi diminuindo.

Até que, no meio de uma conversa aparentemente inocente, ele me surpreendeu:

— Vamos lá pra minha casa?

Confesso que fiquei tentada, mas a realidade falou mais alto. Eu era casada, conhecia muita gente na cidade e tinha receio de que alguém nos visse.
Expliquei tudo isso, esperando que ele desistisse.

Mas ele apenas sorriu, como quem já tinha outra ideia.
— Então vamos pra minha fazenda. Lá ninguém vai incomodar a gente.

Fiquei olhando para ele, surpresa.
— Pra fazenda? A essa hora?

— Por que não? Você já viveu alguma aventura ao ar livre? Algo completamente fora do comum?

A pergunta mexeu com minha imaginação. Sempre tive curiosidade por situações inesperadas, fetiche por transar ao ar livre e exibicionismo...

E ele parecia ter percebido exatamente isso.
— Eu pego a caminhonete e você me espera no posto — sugeriu, com uma naturalidade impressionante.

Pensei por alguns instantes. Sabia que estava prestes a tomar uma decisão impulsiva.
Mas a curiosidade acabou vencendo.
Pouco depois, eu estava no posto combinado, esperando. Quando os faróis da caminhonete apareceram, senti aquele frio na barriga que acompanha as decisões das quais não sabemos o que esperar.

Entrei, e seguimos pela estrada quase deserta.

Durante o trajeto, a conversa foi dando lugar a carinhos que percorriam minhas coxas grossas e firmes, sorrisos e beijos. A proximidade dele, sua segurança e a maneira como me olhava tornavam cada minuto mais carregado de expectativa.

Eu já não pensava tanto no que poderia acontecer depois.
Queria descobrir até onde aquela noite nos levaria.

Quando chegamos à fazenda, já passava da uma da manhã. Ele estacionou a caminhonete em uma área afastada, cercada apenas pelo campo escuro e pelo silêncio da madrugada.

Era uma situação tão improvável que comecei a rir.
— Não acredito que vim parar aqui com você.

Ele sorriu.
— E está arrependida?

Olhei pela janela, para a imensidão escura ao nosso redor, e depois novamente para ele.
— Ainda não.

Ele se aproximou e me beijou. Tirou meu tomara que caia e começou a chupar meus peitos enquanto ele sussurrava
— Meu deus que delícia esses peitos... Vai ser minha putinha hoje? (enquanto eu soltava pequenos gemidos ofegantes)

Eu apenas assenti com a cabeça que sim...

Desembarcamos e fomos para parte de trás da camioneta, tiramos nossas roupas em um piscar de olhos e então ele abriu a tampa da caçamba e me colocou sentada nela com as pernas abertas e ele na minha frente... Envolvi seu pescoço com meus braços e o puxei para mais perto, beijando-o com intensidade e desejo. Ele segurou minha cintura com firmeza, mantendo nossos corpos próximos, enquanto nos entregávamos àquele beijo demorado, cheio de desejo.

Ele foi descendo lentamente, deixando uma sequência de beijos pelo meu corpo, até que começou a me chupar, me fazendo gemer de prazer... Inclinei a cabeça para trás, fechei os olhos e me deixei envolver por aquela mistura de expectativa e desejo.

Passei os dedos por seus cabelos, puxei-o para mais perto e, com a voz ofegante, deixei escapar um pedido carregado de desejo:
— Vem... eu quero você. Agora! Come sua putinha...

Ele se levantou e me puxou para mais perto, segurando minha cintura com firmeza. Até que me penetrou e ficamos um bom tempo nessa posição.

Logo depois, desci da caçamba e me apoiei na tampa traseira da caminhonete. Ele se aproximou por trás, envolvendo minha cintura com força. Senti seus dedos entrelaçarem-se aos meus cabelos e ele meter com força, enquanto dava estocadas fortes, batia na minha bunda, me deixando ainda mais excitada até que ele sussurrou no meu ouvido, com aquela confiança provocante:
— Você não faz ideia de quanto eu quis ficar sozinho com você desde que te vi naquele bar...

Sorri, sentindo um arrepio percorrer meu corpo e eu só conseguia gemer de prazer.

A tampa da caminhonete já estava começando a me incomodar, então olhei para ele, com um sorriso cheio de segundas intenções, e sugeri:
— Que tal irmos para o banco de trás? Acho que lá a gente consegue aproveitar melhor...

Ele abriu aquele sorriso de quem tinha adorado a ideia.
Não demoramos a entrar na cabine. O espaço era apertado, mas isso só tornava a situação ainda mais ousada.
Ali, cavalguei nele até eu gozar.

Mas quem disse que nossa aventura terminaria ali?

Pouco depois, estávamos novamente do lado de fora da caminhonete. Eu me ajoelhei na sua frente e comecei a chupar seu pau até que ele gozou na minha boca, ali, no meio daquele pasto.

O tempo parecia ter perdido a importância.
Quando finalmente deixamos a fazenda, eu ainda tentava compreender como uma comemoração de aniversário havia se transformado em uma lembrança tão inesperada.
Voltei com uma história que provavelmente jamais contaria à mesa de um jantar.
E talvez fosse justamente esse segredo que a tornasse tão inesquecível.


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Ficha do conto

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kzinha

Nome do conto:
Uma sexta-feira fora do roteiro

Codigo do conto:
275266

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
21/10/2026

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