Sexta feira, do relógio se ouve duas badaladas, já é madrugada de sábado e eu, na mesma agonia de todas as noites de sexta. Lá fora o vento bate nas árvores balançando seus galhos de um lado a outro num balé ritmado. Aqui dentro, eu me perco em pensamentos nada ortodoxo. A noite é fria, mas, meu corpo arde em desejos, minha vulva parece um vulcão pronto pra entrar em erupção, mas estou sozinha, meu marido não chegou até agora, aliás, já faz muito tempo que ele não me procura. aqui o calor que me queima por dentro se contrasta com o frio que sopra meu corpo semi-nu sob uma fina colcha de cetim. O sono não vem e o tesão aumenta ainda mais! Me levanto e vou ao banheiro, lá fico um bom tempo na frente do espelho contemplando meu corpo numa transparente camisola branca, a calcinha fio dental da mesma cor, contorna meu corpo abraçando minha cintura. Meus peitinhos estão duros e doloridos, os bicos parece que vão furar o tecido macio da camisola que os envolvem, minha buceta está inchada e a calcinha úmida, levo minha mão pequena e apalpo ela para constatar. Então afastei a calcinha pro lado e enfiei os dedos dentro da minha gruta molhada, lá dentro estava quente e muito gostoso! Levei meus dedos no nariz e depois na boca, queria sentir meu cheiro e meu sabor de puta. Movida pelo desejo de sexo, acariciei meus peitinhos com uma das mãos e a outra, novamente levei na minha buceta e, comecei a mover os dedos num movimento suave de um lado pro outro e, sempre enfiando mais fundo. Um calafrio e um arrepio, tomou conta do meu corpo, minhas pernas tremeram, um suor frio escorreu no meu rosto e, os movimentos que eram suave de um lado a outro no meu clitóris, agora eram frenéticos, eu apertava e puxava meus peitos, como se fosse arrancá los fora! A outra mão, entrando e saindo da minha buceta até que jatos de gozo começaram a escorrer pelas minhas pernas. Nesta hora eu já estava com as costas na parede para não cair no chão de tanto prazer, exaurida fui deixando me escorrer pela parede até me sentar no chão. Eu estava exausta mas não satisfeita, queria mais, queria uma rola pra me fuder, me fazer gozar ainda mais, queria meu marido pra me comer…mas, ele ainda não chegou, ao pensar nele, meu corpo se estremece na lembrança de nossa última foda, de lembrar da sua rola grossa e grande, cheia de veias e de cabeça rosada, toda linda e deliciosa! 21cm de puro prazer! Naquele dia, ele chegou mais cedo do trabalho, eu estava na cozinha, no preparo do jantar. Eu estava usando uma calcinha asa delta preta e sem sutiã, por cima apenas uma de suas camisas de botões, a camisa não era grande e quando eu erguia os braços, parte da minha bunda ficava exposta, mas tudo bem, eu estava só em casa, cabelos por pentear e soltos pelas costas. Ele chegou me pegou bruscamente pelo cotovelo e me virou, me colocou de joelhos na sua frente, foi quando me deparei com a rola dele linda, dura e suculenta! Passei a língua naquela cabeça rosada e fui colocando na boca vagarosamente, minha garganta foi se dilatando para acolher aquela pica. Minha buceta parecia uma bica de um líquido que mais parecia mijo que pingava da calcinha e se esparramava pelo chão da cozinha. Cheguei a ficar sem chão quando ele me levantou, me colocou de bruços sobre a mesa, minha bunda ficou arrebitada e exposta pra ele. Ele tirou a calcinha pro lado, abriu minhas nádegas e passou demoradamente sua língua macia no meu cu, para em seguida socar sua rola de uma vez me arregaçando toda. Ele fodia-me freneticamente com estocadas profundas e firmes. Eu gozava, em cada socada eu sentia o líquido esguichar da minha buceta. mas tudo está no passado, agora, parece não me pertencer mais! É que ele passou a chegar cada dia mais tarde, principalmente nos finais de semana e não mais me procurou, lá se vão 30 dias da nossa última trepida! Desse dia pra cá, só fico nas siriricas lembrando de nossas fodas! Penso até que ele tem outra, ou outras, vai saber! Enquanto eu, uma mulher jovem com os hormônios à flor da pele, fico aqui só, esperando o dia que ele venha me procurar e me ter. Se vou aguentar esperar…não sei, só o tempo dirá!
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