CHUPADA GOSTOSA DA GATA TRISTONHA NO TRABALHO...

Eu a conheci num aplicativo de relacionamento numa noite comum de terça-feira. O perfil era discreto, quase sem fotos de rosto, só uma silhueta de mulher de cabelo solto e o codinome que me prendeu na hora: Gata Tristonha. Tinha algo de melancólico naquele nome, como se ela carregasse uma tristeza quieta e, ao mesmo tempo, uma vontade de ser usada.
Começamos a conversar. No início era só “oi”, “como foi o dia”, aquelas mensagens bobas que a gente manda pra não parecer desesperado. Mas em poucos dias o tom mudou. Ela falava pouco de si — nunca disse o nome verdadeiro, nunca mandou foto clara do rosto — mas quando o assunto virava sexo, as palavras dela ficavam molhadas, precisas, quase sujas.
Eu contava o que gostava: uma boca quente, uma mulher de joelhos, o cheiro de sexo no meio do dia. Ela respondia com frases curtas e diretas:
— Eu gosto de chupar sem pressa.
— Gosto quando o homem segura meu cabelo.
— Gosto de engolir.
A conversa foi esquentando durante semanas. Às vezes a gente trocava áudios baixos, só respiração e gemidos. Eu batia punheta pensando nela. Ela dizia que também se tocava lendo minhas mensagens. Mas nunca marcamos nada concreto. Até que um dia, num final de tarde de março, ela mandou:
— Vou passar perto do seu trabalho hoje. Posso te ver?
Eu respondi “sim” quase sem pensar.
Era 23 de março de 2013. Eu estava no corredor dos fundos do prédio, aquele lugar amarelado, com parede descascada e cheiro de mofo e café velho. Quase ninguém passava por ali depois das cinco. Eu usava uma camiseta laranja larga e a calça jeans cinza com aquele cinto de listra marrom e bege que eu sempre usava. O celular vibrou:
— Estou do lado de fora.
Ela apareceu. Vestido vermelho com estampa branca de flores, cabelo longo e úmido caindo nos ombros, um colarzinho dourado fino no pescoço e um brinquinho vermelho minúsculo na orelha. O rosto dela era mais bonito do que eu imaginava: traços suaves, boca carnuda, olhar meio triste e ao mesmo tempo faminto. Sem falar quase nada, eu a puxei pelo pulso para o canto mais escondido do corredor.
Não houve beijo demorado. Só um olhar. Eu desci o zíper, soltei o cinto e tirei o pau pra fora. Ele já estava duro, latejando. Ela se ajoelhou ali mesmo, no chão frio, e sem cerimônia me engoliu.
A boca dela era quente, molhada, apertada. Ela chupou a cabeça primeiro, rodando a língua devagar, depois foi descendo até engolir quase tudo. Eu senti a garganta dela se abrir e o nariz dela bater na minha barriga. Ela gemiam baixinho enquanto a cabeça ia e vinha, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no vestido. Eu segurei o cabelo dela com as duas mãos e comecei a foder a boca dela com força, sem pressa, ouvindo o barulho molhado e úmido ecoar no corredor vazio.
Ela olhava pra cima de vez em quando, olhos semicerrados, lágrimas de esforço nos cantos. Eu tirava o pau da boca dela só pra ver a língua dela sair e lamber a cabeça inchada, depois enfiava de novo até o fundo. Ela engasgava, mas não pedia pra parar. Continuava chupando com vontade, uma mão na minha coxa, a outra massageando as bolas.
Eu gozei sem avisar. A porra jorrou direto na garganta dela. Ela engoliu tudo, lambeu o que escorreu pelos lábios e ainda deu um beijo leve e demorado na cabeça do pau, como quem agradece. Quando se levantou, a boca dela estava vermelha e brilhante.
— Agora me leva pro motel — ela disse, a voz rouca e baixa.
Nós saímos juntos. No carro ela não falou quase nada. Só colocou a mão no meu pau ainda meio duro por cima da calça e apertou de leve. Eu dirigi rápido.
O motel era barato, quarto com parede bege e cheiro de desinfetante. Assim que a porta fechou, eu a empurrei contra a parede e beijei a boca dela com força. Ainda tinha gosto da minha porra. Eu levantei o vestido, puxei a calcinha pro lado e enfiei dois dedos nela. Estava encharcada. Ela gemeu no meu pescoço.
Eu a joguei na cama. Tirei o vestido dela de uma vez. Os seios eram firmes, os mamilos duros. Eu chupei um, depois o outro, enquanto os dedos continuavam entrando e saindo. Ela abriu as pernas sem pudor. Eu desci e chupei a buceta dela com fome, lambendo o clitóris até ela tremer e gozar na minha boca, quieta, só com a respiração acelerada e os dedos enfiados no meu cabelo.
Depois eu a virei de quatro. Enfiei o pau de uma vez só. Ela era apertada e quente. Eu fodi com força, segurando a cintura dela, ouvindo o barulho da pele batendo. Ela pedia mais, mais fundo, mais duro, a voz ainda baixa, quase um sussurro. Eu puxei o cabelo dela pra trás e fodi ainda mais fundo. Quando senti que ia gozar de novo, tirei e a virei. Ela se ajoelhou na beira da cama e abriu a boca. Eu gozei na língua dela, no rosto, no pescoço. Ela engoliu o que conseguiu e lambeu o resto dos lábios.
Ainda não tinha acabado. Eu deitei e ela subiu em cima de mim. Montou devagar, enfiando tudo, e começou a rebolar. Eu apertava as coxas dela, subia as mãos até os seios, apertava os mamilos. Ela gozou de novo, dessa vez gemendo um pouco mais alto, o corpo tremento. Eu a virei de lado e fodi por trás, bem devagar no começo, depois rápido de novo. A cada estocada ela soltava um gemido curto e rouco.
Ficamos horas naquele quarto. Eu a chupei de novo. Ela me chupou de novo, de joelhos no chão do banheiro, com a água do chuveiro escorrendo no corpo dos dois. Eu a fodi em pé, contra a pia, olhando pro espelho. Ela gozava quieta, sempre com aquele ar um pouco triste e completamente entregue.
Quando finalmente paramos, o corpo dela estava marcado de dedos e saliva. Eu estava exausto. Ela se vestiu em silêncio, arrumou o cabelo molhado e me olhou de novo com aquele olhar de Gata Tristonha.
— Foi bom, Sr. Fetiche — ela disse só isso.
Me deu um beijo demorado, quase carinhoso, e saiu. Eu fiquei deitado na cama bagunçada, cheirando o quarto e o cheiro dela ainda na pele.
Foi a primeira de muitas fodas.Nunca mais a vi pessoalmente. Até hoje, toda vez que vejo um vestido vermelho com flores brancas, ou ouço o barulho de um zíper descendo, eu lembro daquela boca quente no meio do trabalho e da mulher quieta que gozava como se estivesse confessando um segredo.
Foto 1 do Conto erotico: CHUPADA GOSTOSA DA GATA TRISTONHA NO TRABALHO...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
CHUPADA GOSTOSA DA GATA TRISTONHA NO TRABALHO...

Codigo do conto:
275298

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
22/10/2026

Quant.de Votos:
1

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4