Foi ele que meteu conversa comigo. Começámos a falar, qualquer coisa parva sobre o tempo, e ele olhou à volta para ver se alguém nos podia ver e veio sentar-se ao meu lado.
De repente, pôs a mão na minha perna. Tive vontade de lhe dar um estalo, mas depois pensei melhor, porque ele não era feio de todo.
Com os nervos, comentei que a consulta estava a demorar. Ele riu-se e perguntou se eu queria passar o tempo, disse que eu era muito bonita e que gostava duma mulher assim como eu, com muitas carnes - foi o que ele disse! Claro que percebi ao que ele se estava a referir.
Levantei-me, fiz-lhe sinal para me seguir e fomos para a casa de banho do consultório, que estava vazia.
Tranquei a porta e ele já me estava a beijar e a apalpar-me as mamas por cima da blusa. Despi-me rapidamente, pois ele queria ver tudo.
Ele tirou a camisa e baixou as calças e sentou-se na borda da sanita. Puxou-me para ele e meteu o caralho dentro de mim, muito duro, até ao fundo. Eu queria gemer alto, mas forcei-me a gemer baixinho porque não queria que nos apanhassem.
Depois ele levantou-se e virou-me de costas. Agarrei-me ao lavatório enquanto ele bombava com toda a força no meu rabo. Veio-se lá dentro e depois, perguntou-me se eu lhe queria ir ao cu ou se preferia que me chupasse o caralho. Eu escolhi o broche.
Disse-lhe: "Anda querido. Chupa-me toda!" Então, foi a vez de eu me sentar na sanita e ele pôs-se de quatro e mamou-me até me fazer vir. Esporrei-lhe a boca toda. No fim, até se via a esporra a sair-lhe pelos cantos da boca.
Ajeitámo-nos e lavei rapidamente o rabo e ele disse: "Obrigado. És muito boa!" E voltámos para a sala de espera.
A enfermeira chamou-me pouco depois, e ele ficou lá, com um sorriso aparvalhado, a ler a revista outra vez.


