Resolvi aparecer por aqui pra contar um pouco de mim. Ainda estou começando a soltar minhas histórias, mas já está na hora de falar de uma coisa que faz parte de quem eu sou.
Eu gosto de ser desejada.
Pronto, falei.
Sempre fui vaidosa. Gosto de me arrumar, passar um perfume provocante, escolher uma roupa que marque minhas curvas e sentir quando um homem me olha de verdade. Adoro elogios. Inclusive aqueles silenciosos, mas o olhar entrega tudo. Eu percebo. E, dependendo de quem seja, faço questão de dar mais motivo pra ele continuar olhando.
Desde novinha eu já gostava de flertar, provocar, sentir aquele friozinho na barriga quando a tensão começa a subir. Gosto de trocar olhares, de ver o pau de um homem reagir só de eu passar perto. Pra mim, um pau duro é uma ode ao meu corpo. É o corpo dele reconhecendo o meu e me desejando. E quando ele goza… seja dentro ou fora… é como uma homenagem, uma champagne para celebrar meu corpo. Eu sinto isso de verdade.
Nunca fui boa nessa história de pertencer só a uma pessoa. Nunca consegui fingir que, só porque estava namorando, o desejo pelos outros homens sumia. Não sumia. Nunca sumiu.
Com meu ex-namorado isso virou um problema. Eu gostava muito dele, mas também gostava de experimentar outros corpos. Outros cheiros. Outros jeitos de ser fodida. E eu traí. Bastante. Escondia, inventava desculpa, era mais forte que eu, como se eu estivesse no cio. Não tenho orgulho de ter mentido. Mas também não me arrependo de nada. Eu gostava de estar com outro. E gostava pra caralho. Gostava da adrenalina, da novidade, de sentir a buceta escorrendo enquanto voltava pra casa, de estar com o cheiro de outro homem no corpo e na roupa.
Hoje é diferente.
Meu marido me conhece de verdade. Sabe que sou danadinha, que gosto de atenção, que preciso ser desejada por outros homens. E em vez de tentar me mudar, ele encontrou prazer nisso. Ele gosta. Gosta de saber. Gosta de ouvir.
Eu sou bem mais ativa que ele. Ele quase não sai. Eu saio. Eu procuro. Eu marco. Eu me arrumo, escolho a calcinha, passo batom e saio sabendo que vou voltar com a buceta usada. E ele sabe. Eu aviso. Mando foto, mostro meu look, a lingerie que to usando. Conto quem é, onde a gente vai se encontrar, o que eu pretendo deixar ele fazer comigo.
Quando volto pra casa, às vezes ainda estou sentindo minha buceta escorrendo devagar pela coxa. A buceta continua latejando, aberta, sensível. Eu deito na cama, abro as pernas e ele me olha, me admira. As vezes me fode, me chupa. Às vezes ele só escuta. Outras vezes eu pego no pau dele enquanto conto tudo.
Detalhe por detalhe.
Como o cara me beijou.
Como me chupou.
Como meteu.
Se gozou dentro ou se gozou na minha cara, nos meus peitos, na minha bunda.
Eu gosto de falar do tamanho do pau de quem me comeu. Outro dia o pau era tão grosso que eu fiquei com medo na hora de dar o cuzinho. Achei que não ia caber. Mas cabou. Ele foi empurrando devagar, eu gemendo baixo, e quando entrou inteiro eu quase gozei só da sensação de estar completamente preenchida. Contei isso pro meu marido enquanto apertava o pau dele com força. Senti ele latejar, prestes a gozar. Segurei mais apertado ainda, sentindo as veias, e quando soltei de repente ele gozou um jato grosso e quente que escorreu pela minha mão. Que delícia.
Às vezes mando foto ou vídeo do ato mesmo. Ele gosta de ver. Gosta de ver outro pau entrando em mim, de ver meu rosto enquanto estou sendo fodida, de ver a porra escorrendo. E eu adoro mostrar.
Chegar em casa e ser recebida sem segredo nenhum é uma das melhores partes. Não preciso mentir. Não preciso esconder nada. Ele quer saber. Ele quer ouvir. E eu adoro contar. Adoro ver o pau dele endurecer enquanto eu descrevo como outro homem me usou.
Posso amar meu marido e continuar querendo o corpo de outros homens. Posso gostar da segurança que tenho com ele e, ao mesmo tempo, sentir fome de ser usada por alguém novo. Uma coisa não apaga a outra. No nosso caso, o que faz funcionar é que os dois sabem exatamente o jogo que estão jogando.
Eu sou vaidosa, curiosa, safada e gosto de aproveitar. Não sou perfeita e não quero parecer. Só encontrei alguém com quem consigo ser sincera sobre o que desejo.
E vocês? Conseguiriam viver assim? Gostariam dessa liberdade ou acham que esse tipo de acordo só complica?
Podem comentar. Eu leio tudo.
E se quiserem, posso contar mais…
Um beijo da Angelica.



