Posto de Enfermagem 6

Todo mundo imagina, as vezes comentam, mas nem sempre afirmam uma verdade: em ambientes de trabalho na área da saúde sempre tem muita safadeza.
Alguns atribuem isso ao trabalho intenso, estresse muito pesado e a consequente necessidade de recompensa que o cérebro pede em situações desgastantes.
Outros atribuem a safadeza à desinibição que os profissionais de saúde aprendem a ter diante de questões que podem ser constrangedoras para muitos, como a Nudez, por exemplo.
Eu já penso diferente, como médico, acredito que a safadeza no meio da Saúde é apenas a realização das fantasias que cada um carrega em si, de fato, porém, na proteção do ambiente profissional, em especial, nos plantões noturnos, no compartilhamento de quartos de descanso, de banheiros para banho dos profissionais e lacivia individual mesmo. O meio é propício para o desejo.
Ninguém vence o ambiente!

Esse conto aconteceu uma tarde de sexta feira em um hospital grande e antigo da região serrana.

Em um dos postos de enfermagem havia duas profissionais impecáveis tecnicamente, extremamente cuidadosas com os pacientes. Levavam o trabalho muito a sério. Mas nos momentos de folga… aquele posto de enfermagem era mais afastado, ficava ao final do último corredor. Não haviam câmeras, não havia transito de pessoas, havia apenas a sala de prontuários, o setor de preparo de medicamentos e o banheiro para uso profissional.
Aquele ambiente frio, cores sóbrias, mesas antigas, cadeiras de madeira. E as duas enfermeiras. Uma era loira, olhos claros. Trinta e poucos anos. Pele clara, tatuada. Seu nome: N.F.
Ela adora sexo. Gostava de brincar falando sacanagens com os amigos e amigas. Ostentava um corpo bonito em blusinhas de malha sem sutiã quase transparentes que destacavam os bicos dos seios médios quando ela tirava o jaleco e soltava os cabelos lisos.
Comentava sobre suas aquisições de Sex toys livremente e sem pudor.
E reservadamente, a mim e a outra colega, confidenciava suas experiências sexuais mais divertidas. Isso sempre me deixava com muito tesao. E ela sabia! Fazia de propósito.
A outra colega, morena, cabelos cacheados, pele clara. Já com seus quarenta anos. Um corpo lindo, um rosto encantador. Seios grandes, firmes, bunda bonita. Uma boca incrivelmente linda.
Chamaremos de R.N.
As duas formavam uma dupla sacana quando estavam diante de mim! Provocavam, perguntavam sobre minha intimidade e insinuavam ter um caso entre si. Davam beijinho estalinho sabendo que me deixavam com tesão.
Até que eu decidi investir. E retribuir a provocação. Perguntava para NF se o gostinho de RN era docinho.
- azedinho de vez em quando, doutor. Mas vale a pena provar..! - ela respondia rindo.
- E vcs só se aproveitam aqui no hospital mesmo? Ou gostam de ter mais espaço em um motel, por exemplo? - perguntei.
- Kkkkkk riam uma olhando pra outra.

Eu sabia que l, após a rotina da manhã, era costume das equipes se revezarem para tomarem banho e voltarem para o posto para continuar o plantão.
Eu sabia que as duas sempre iam juntas para o vestiário.
E eu decidi desafia-las:
- Se vcs estão falando a verdade, manda uma foto de vcs duas juntas. Prometo retribuir ao vivo.
- Retribuir como, doutor? Vai mandar foto pra gente conhecer vc por inteiro? - perguntou NF.
- Se vcs são safadas, eu sou muito mais. Mandem a foto e eu vou mostrar a vcs o que quiserem. - disse eu olhando para meu pau que já pressionava a calça pedindo para que elas observassem o volume que elas estavam me causando.
Elas estavam com tesao. Era nítido.
NF queria. Falava abertamente. RN não falava, apenas ficava vermelha, até suava.

E para minha surpresa, pouco antes do almoço, recebi a foto. As duas nuas, de perfil, uma de frente para outra, toalhas nos ombros. Seios tocando um no outro. Pele úmida, cabelos molhados.
Que tesão aquilo me causou!
Meu pau pulsava dentro da calça.

Em seguida, outra foto: as duas nuas, de costas. Uma com a mão na bunda da outra, de costas para a câmera.

Pronto, aquilo me pegou!
Virou minha missão superar aquela provocação.

O plantão flui calmo. Ao final da tarde, fui até o posto em que as duas estavam.
Sozinhas. Momento de folga.
Era a minha chance, ou eu atacava ou passaria por covarde e perderia a chance de realizar uma fantasia antiga: ter suas mulheres para dividir minha pica.

Cheguei de mansinho. Fiz sinal para que não fizessem barulho. Pau duro, muito duro. Me dirigi até a NF primeiro.
Me aproximei bem dela. Pressionei contra a parede, e olhando para RN, perguntei:
- posso retribuir a vcs aqui, agora? - Falei cochichando…
- Por favor, “doc”. Mas depois dela eu quero também.
NF estava muda, rosto corado. Já que RN havia dado a permissão, olhei bem no fundo dos olhos de NF e puxei-a pela nuca beijando sua boca em um beijo cheio de tesão. A outra não foi direto na buceta por cima daquela calça justa.
RN ficou muda, observando tudo. Com tesão nítido, bochechas coradas.
- NF, vamos ver se a RN é doidinha igual a gente? - falei e olhamos pra RN.
NF apenas sorriu. Um sorriso safado. Fogoso.
Eu abri minha calça e abaixei um pouco a cueca. Ali mesmo, no posto de enfermagem.
NF segurou com surpresa, elogiou o tamanho mordendo os lábios e massageando a vara com as mãos.
A coloquei de joelhos, numa posição para RN assistir bem claramente.
Mandei NF abrir a boca e logo ela começou aquele boquete perfeito bem na frente da amiga.
Ela chupava com tesão. Com vontade.
RN assistia se contorcendo.
NF chupou muito. Marcou minha cueca com o batom.
Eu olhava para carinha de RN e então chamei para vir pra perto enquanto NF MAMAVA.
RN se aproximou, ajoelhou ao lado de NF, e dividiu meu pau com ela em um boquete duplo. As duas bocas macias, a saliva gelatinosa e os sorrisos faziam meu tesão transbordar.
Entre beijos e chupadas na cabeça da minha pica, NF ensinou a RN como realizar a Garganta Profunda.
Ainda sinto aquela boca gostosa abrindo o seu máximo, enquanto NF recomendava o relaxamento da mandíbula, a respiração pelo nariz, e o controle do reflexo… meu pau foi profundo naquela garganta, senti tocar na parede posterior enquanto Nf empurrava a Cabeça de RN.
- afff, preciso respirar - disse RN após recuar, vermelha e com a boca babada.
A RN se levantou, desabotoou a calça, colocou a mão por debaixo da calcinha e trouxe os dedos melados.
Ela estava doída pra ser comida, NF estava doida para vê-la dando.
- vai lá doc, uma rapidinha pra ela ficar feliz…! Vou ficar aqui assistindo e tomando conta para caso alguém apareça no corredor.
Ela então soltou meu pau e beijou a ponta da minha pica, que já estava melada.
- vem, me pega, bem rapidinho, vai!? Quero muito. Disse RN virando de costas enquanto abaixava a calça.

Ela estava com uma calcinha pequena, de renda, uma cor azul escura. Quando começou a retirar, aquela lingerie desceu enroscando em suas coxas. Ela desceu até o meio do rego, deixando-a frouxa. Dessa forma eu tive um espaço pequeno, mas suficiente para colocar a calcinha de ladinho e iniciar a penetração naquela buceta por trás.
Ordenhei minha pica me masturbando enquanto eu pincelava com dificuldade aquela buceta apertada pela calça justa.
- mete, mete, só um pouquinho, por favor.
- Mete vai, doc. Ela não dá há muito tempo! - disse NF.
Comecei a empurrar minha pica. A buceta molhada, a saliva das duas fizeram meu pau escorregar pra dentro dela. Após a primeira pressãozinha, escorregou totalmente para dentro.

Ela estava ansiosa por sentir meu pau. Aqueles 18cm todinho dentro dela. Minha mão esquerda na cintura, minha mão direita puxando levemente os cabelos na nuca.
Me aproximei do ouvido dela e sussurro baixinho:
- segura firme contra a parede porque eu vou colocar pressão. E puxei os cabelos dela pra traz.
Tirei quase que a pica inteira e empurrei com força.
Senti suas pernas tremerem, sua respiração ofegante. E sua amiga, NF sorrindo e assistindo.
Afastei novamente e dei mais uma estocada forte.
- estava muito tempo sem dar, safadinha?
- Ahan… disse gemendo. Eu não aguento segurar. Me deixa gozar!?
- Só porque você foi boazinha, sua safada gostosa…!
E meti forte mais algumas vezes.
Espontaneamente ela soltou seu corpo todo, tapou a boca com a própria mão, e gozou intensamente, porém em silêncio.

- quer encerrar na minha boquinha? - disse NF depois de assistir RN tentando se recompor.
- Claro que quero, sua safada, vem logo! - respondi punhetando meu pau.
- Podia ser no meu cuzinho, mas como temos pressa, me dá logo esse leitinho, vai..!? Disse ela sorrindo e olhando pra cima.
Ela pegou o meu pau com a mão direita e com a esquerda avariava minhas bolas. Minhas calças que estavam na altura dos joelhos, foram ao chão.
Ela começou a mamar. Rápido, intenso. Sugando, e olhando pra cima.
Foi questão de segundos até eu segurar sua cabeça e penetrar profundamente na garganta dela e gozei. Esporrei dois jatos bem fartos.
- delícia, disse ela olhando pra Rf. Bebi tudinho….!
RF puxou uma cadeira e, a essa altura, já estava sentada.
Claro que eu não podia perder a piada:
- podia ter sentado antes, era só pedir…!
Continua em breve…


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Ficha do conto

Foto Perfil dan1982
dan1982

Nome do conto:
Posto de Enfermagem 6

Codigo do conto:
275354

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
22/10/2026

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