O apartamento era pequeno, quente demais para a noite de outubro. O ar-condicionado falhava de vez em quando e o cheiro de sexo já impregnava as paredes. Ela estava sentada no sofá cinza, exatamente como na primeira foto: sutiã de renda branca apertando aqueles seios pesados, calcinha rosa clara molhada no meio. Os cabelos pretos presos num coque desfeito, brincos de argola grandes, tatuagens de rosas e espinhos espalhadas pelos ombros e coxas. Eu entrei e fechei a porta. Ela não se mexeu. Só abriu um pouco mais as pernas e puxou a calcinha para o lado com dois dedos, mostrando aquela buceta grossa, escura, coberta de pelos densos que desciam em direção à fenda já brilhante. — Chegou atrasado — disse, a voz baixa. — Eu já estava me tocando. Me ajoelhei na frente dela. O cheiro era forte, doce e salgado ao mesmo tempo. Passei a língua devagar pelos lábios exteriores, sentindo a textura áspera dos pelos e a maciez da carne por baixo. Ela soltou um gemido curto e empurrou minha cabeça para mais perto. — Mede primeiro — mandou. Peguei a fita métrica que estava em cima da mesa de centro. Era a mesma das fotos: branca, com números pretos. Enrolei ao redor daquele monte carnudo, apertando bem contra a base dos lábios. O plástico grudou na pele úmida. O número parou em dezoito centímetros. Ela riu, a língua saindo entre os dentes. — Quase cabe a mão inteira, né? Empurrei quatro dedos de uma vez. A entrada era quente, apertada no começo e depois larga, molhada o suficiente para fazer barulho. Os lábios grossos se abriram ao redor da minha mão como se estivessem engolindo. Ela arquejou, as unhas vermelhas cravando no sofá. Quando tirei a mão, um fio transparente escorreu até o pulso. Levantei e puxei o sutiã para baixo. Os seios pesados saltaram, os mamilos escuros já duros. Chupei um deles enquanto continuava a meter os dedos nela, sentindo o clitóris inchado bater contra a base da minha mão. O piercing de metal no clitóris fazia um clique suave toda vez que eu entrava mais fundo. Ela gozou rápido, as coxas tremendo, a buceta apertando e soltando em ondas quentes. O mel escorreu pela minha mão e pingou no sofá. — Agora tira a calcinha — ela ordenou, ainda ofegante. Tirei. A buceta ficou completamente exposta: lábios exteriores grossos e escuros, interiores rosados e inchados, o piercing brilhando no meio. Ela se deitou de costas e abriu as pernas o máximo que conseguiu. Eu me posicionei entre elas e enfiei o pau de uma vez. O calor foi imediato. Os lábios gordos se abriram ao redor da minha rola e bateram na minha virilha a cada estocada. O som era obsceno — molhado, pesado, carnudo. Ela gemia alto, as mãos segurando os próprios seios, os dedos apertando os mamilos. — Mais fundo… porra, mais fundo… Empurrei até o fundo, sentindo a ponta bater em algo macio lá dentro. Ela gritou e gozou de novo, o corpo inteiro se contraindo. Continuei, mais rápido, mais bruto, até sentir o orgasmo subir. Puxei para fora no último segundo e jorrei sobre aqueles lábios escuros e inchados. O esperma escorreu pelos pelos, misturando-se com o mel dela, formando fios brancos que pingavam no sofá. Ela passou dois dedos pela bagunça e levou à boca, chupando. — Ainda não acabou.
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