Já tinha se passado mais de 20 dias dês do último acontecimento e durante esse tempo a única coisa que rolou foram 3 boquetes que eu fiz no Lucas.
Comecei a me sentir mal, um objeto, toda vez que eu procurava o Lucas para saciar meu prazer nunca era correspondida e ele só me procurava quando tava afim de dar uma gozada rápida. Mas mesmo me sentindo assim era ele me chamar pra mamar ele que de imediato já me botava de joelhos.
Com os dias passando, tentava ao máximo aliviar meu tesão com meu namorado Pedro, mas não chegava nem perto e por vezes me masturbava lembrando dos 2 rolos que tive com o Lucas e recordando do Diego gozando nas minhas calcinhas, o que me fazia gozar horrores.
Até que em um terça feira, fiquei em casa na parte da manhã e aproveitei para lavar minhas roupas. Assim que cheguei na lavanderia, peguei algumas roupas minhas e do meu namorado que estavam no cesto de roupas sujas e uma por uma fui colocando na máquina de lavar, até que ao pegar uma de minhas calcinhas sinto que tinha uma textura diferente, que na hora que olhei já confirmei que era porra.
Na hora foi inevitável segurar a excitação, instantaneamente senti minha bucetinha ficando extremamente molhada umedecendo a calcinha que eu usava. Na hora tive a certeza que o Diego continuava a me desejar e que ainda gozava pensando em mim e pensar nisso foi o suficiente pra me motivar em achar uma maneira de satisfazer aquele homem.
Não fazia ideia doque fazer pra que rolasse algo entre nós, até que em um final de semana o destino me proporcionou a chance perfeita.
Como minha família ainda estava apertada de grana, pra conseguir uma renda eu comecei a vender mounjaro para alguns conhecidos e parentes do Ceará, tirava por volta de 200 reais em cada um, que já era o suficiente pra minimamente me manter ali. A única questão era que eu tinha que enviar via correio para o Ceará, mas em Foz do Iguaçu os correios não enviaram por ser fronteira, oque fazia ter que me deslocar até Cascavel-PR para conseguir enviar. Geralmente eu esperava ter uns 4 pedidos de mounjaro, pra ir a Cascavel-PR enviar, pq menos que isso tornava inviável a logística.
Até que na quinta feira, conversando com meu namorado ele comentou que no fim de semana ele estava pensando em ir para sua cidade, que queria aproveitar que na segunda e terça seriam feriado para visitar seus pais que moravam também no Paraná em Londrina. Na hora fiquei um pouco triste porque também fiquei com vontade de visitar meus pais, sabia que ficaria ali sozinha, quase toda faculdade viajava nesses feriado e então acabei por incentivar ele a ir.
Na sexta ele me informou que iria de carona com o Diego de carro até Cascavel, que tinha comprado sua passagem de lá e como Diego é de uma cidade ali perto de cascavel ele iria dar uma carona 0800 pro meu namorado.
Na hora já tive a ideia de aproveitar para levar os 2 pedidos de mounjaro para enviar, que mesmo sendo só 2, por não ter o custo da ida compensaria e eu não passaria o feriado zerada de grana, então pedi para o Pedro falar com o Diego se teria disponibilidade para eu ir junto. Logo ele mandou mensagem que Diego não demorou nada para responder que não havia problema algum.
Sairíamos no sábado as 8 da manhã, porque como a viagem até cascavel leva 2 horas, daria tempo do meu namorado pegar o ônibus às 10:30 e eu conseguiria aproveitar que os correios só eram abertos na parte da manhã.
No sábado como programado saímos no horario combinado e por estar calor fui vestida com um body preto e um short jeans meio curto, que por vezes deixava a mostra a polpa da minha bundinha arrebitada. A viagem foi tranquila e logo estávamos em Cascavel. A primeira parada foi na rodoviária para deixar meu namorado, que logo que desceu do carro pediu pro Diego esperar um pouco pra confirmar se estava tudo certo com o ônibus e essa foi a sorte dele. Foi ele sair que já comecei a ficar excitada com o fato de que estaria a sós com o Diego, mas fiquei optei por ficar fora do carro até meu namorado confirmar que estava tudo certo. Até que se passou uns 10 minutos e vejo Pedro voltando correndo, já chega jogando as malas no porta malas falando que pelo seu ônibus ser Buser ele não para na rodoviária e sim em um shopping que ficava a uns 15 minutos dali e faltava apenas 20 minutos pro ônibus sair.
Saímos apressadamente e conseguimos chegar a tempo, meu namorado desembarcou e já entrou no ônibus, no mesmo momento que eu aproveitava pra sentar no banco da frente para sairmos.
No caminho para os Correios, estava tão excitada que não conseguia nem me concentrar na conversa aleatoria que ele puxou comigo e por causa do tesão acabei esquecendo que estávamos atrasados por causa do meu namorado e quando chegamos ja havia passado do meio dia e os correios estavam fechado.
Nesse momento o tesão que eu estava sentindo sumiu, sendo substituído pela preocupação de como voltaria para Foz do Iguaçu, pois precisava do dinheiro do mounjaro pra pagar o ônibus de volta. Falei para o Diego da minha situação, na expectativa de que ele pudesse ajudar, mas ele falou que a grana que ele tinha ele colocou de gasolina e estava zerado, tentei ligar pro meu namorado mas já estava sem sinal e já comecei a ficar desesperada.
Diego percebeu minha aflição e para minha surpresa propôs dele também voltar para Ciudad del Lest e que passaria o feriadão lá. Na hora falei que não precisava, que iria dar um jeito, pra ele ir curtir a família dele e ele já ia respondendo que já não tava muito afim de ir mesmo, que pelo fato da sua irmão não ter conseguido ir os seus pais iriam visitar ela no feriadão e por ser longe ele não conseguiria ir, emendou dizendo que iria aproveitar pra descansar e que não era problema nenhum pra ele.
Eu ao escutar seus argumentos aceitei sua ajuda e rapidamente entramos no carro pra voltar.
Na viagem ele puxava alguns assuntos aleatórios, eu me mantia bem quieta, estava bastante envergonhada. Até que ele falou:
Ele: “Ei Renata, cê tá estranha, não tá falando nada, fica de boa, outro dia a gente vem enviar essa encomenda” - então eu respondi:
Eu: “ Não é nem por causa da encomenda Danilo eu to é envergonhada de ter que fazer você passar por tudo isso”
Ele: “Para com isso, não precisa ficar assim não até pq só vai tá a gente lá no prédio até quarta, só vai ter eu pra vc falar” - falou e em seguida deu uma risada.
Parece loucura, mas foi ele falar isso e senti minha buceta ficar toda molhada, só de imaginar eu e ele a sós lá. Meu humor mudou na hora e decidi que aquela era a oportunidade de ter aquele gostoso pra mim. Então falei:
Eu: “Mas eu não consigo ignorar a vergonha Danilo, se eu puder te pagar de alguma maneira eu ficaria mais suave.” - falei na expectativa dele entender o “pagamento”, mas ele respondeu.
Ele: “Relaxa Renatinha, vc é minha amiga, precisa de pagamento nenhum não” - na hora quase broxei achando que ele nao me quisesse,mas lembrei dele gozando na minha calcinha e decidi que não ia desistir, então respondi.
Eu: “Mas eu só vou ficar bem se eu pagar alguma coisa pra você Danilo”
Ele: “Cê é insistente em Renata, já falei que não precisa pagar nada, mas se vai te fazer bem eu aceito um seu pagamento” - falou e já foi questionado.
Ele: “Aliás, vai pagar oque pra mim?” - pronto era minha deixa, a excitação bateu mais forte, nem lembrei do meu namorado na hora que respondi.
Eu: “Tu aceita que eu pague com um boquete?” - falei olhando pro seu rosto, que na hora ficou vermelho, então ele deu uma risada e respondeu.
Ele: “Tá doida menina, sei que tá zoando”
Eu: “Não to zoando não, se tu aceitar meu pagamento deixo você gozar na minha boca” - vi que ele ficou maluco, percebi até o volume aumentar no seu calção e então continuei falando.
Eu: “Bem melhor gozar na minha boca doque nas minhas calcinhas né?” - ele se fazendo de desentendido respondeu.
Ele: “Que? Como assim? Não entendi.” - então respondi.
Eu: “ Relaxa não fiquei brava, tava era com inveja das minhas calcinhas ganhando teu leite e eu não” - foi aí que ele resolveu se soltar e falou.
Ele: “Pow Renata, tu não faz ideia do quanto to te querendo, só de sentir teu cheiro eu fico maluco” - ele revezava os olhares entre eu e a estrada, que eu respondia o olhando com o olhar mais sensual que conseguia, então ele continuo falando.
Ele: “Se eu soubesse que tu queria, já tinha dado um jeito de chegar em tu.” - Minha calcinha já tava encharcada, sentia minha bucetinha latejar de tesão, entao fui com minha mao ate o volume no seu calção e enquanto começava a acariciar aproveitei pra falar.
Eu: “Tu ainda não aceitou meu pagamento, acho que to pagando pouco né? Vou melhorar meu pagamento, te pago um boquete e dou pra você a calcinha que eu to usando agora que ta ensopada” - ele nem respondeu, ja foi puxando minha cabeça na direção do pau dele, eu rapidinho ja tirei meu cinto e num piscar de olhos já tava de 4 no banco com o rosto no colo dele.
O pau dele estava marcando muito, comecei a passar a língua no volume por cima do calção enquanto ia desabotoando e abrindo seu zíper. Até que salta aquela pika pra fora, branquinha, com a cabeça rosada, tinha uns 22cm, mais comprido que a rola do lucas, mas era um pouco mais fina. Não contive a surpresa, apesar de ter visto ele se masturbando, não havia conseguido vislumbrar aquela rola maravilhosa. Segurei com uma das mãos, olhei para Diego e falei.
Eu: “Eita rola grande da porra é a maior que já vi” - ele de imediato respondeu.
Ele: “Gostou? O do Pedro não é assim não?”- na hora que ele falou do meu namorado, senti um pequeno arrependimento, mas que logo esvaiu-se no momento que senti em minhas mãos a rola dele latejando, então respondi.
Eu: “Gostei não! Amei, do meu namorado não chega nem perto.”
Ele: “Então aproveita, aproveita que esses dias ele vai ser teu”
Nem esperei ele terminar e já fui colocando a pika dele na minha boca começando a mamar ali mesmo no carro, de 4 na cadeira, com a minha bundinha pra cima virada pra janela, nem me importei com o insulfilme claro do carro, não tava nem aí de alguém ver.
Me empenhei, chupava do melhor jeito que sabia, engolia o pau dele até onde conseguia, me engasgava, babava aquele caralho todo, estava me deliciando. Lembrei que no caminho tinha um pedagio, pra minha sorte o carro tinha sem parar, porque se ele tivesse que pagar, ia pagar comigo chupando porque eu não iria parar, estava fissurada, ele nem precisava forçar minha cabeça pra baixo, eu fazia isso por conta própria, queria engolir ele todo, queria tudo pra mim, mas mesmo com muito esforço só conseguia engolir uns 16cm e já sentia aquela rola no fundo da minha garganta.
Senti ele levando a mão na minha bunda eu aproveitei pra abrir o zíper do meu short para facilitar que ele colocasse a mão por dentro do meu short. Senti sua mão avançando, mas mesmo com ele sendo bem grande, ali naquela posição seus dedos não chegavam a encontrar minha bucetinha então senti ele puxando meu body e calcinha pro lado e sem cerimônia começou a acariciar meu cuzinho. Foi o suficiente pra me fazer gozar gostoso, fazendo me tremer inteira, mas sem deixar de mamar na pika do Diego. Até que ele falou entre meus gemidos e engasgos.
Ele: “pensando bem, acho que esse pagamento tá pouco” - parei de mamar por um instante, olhei pra ele e perguntei.
Eu: “ E como que eu posso fazer pra te pagar completamente?” - e voltei a beijar de língua a cabeça do pau dele.
Ele: “Acho que pra tu quitar tua dívida, vai ter que passar o xerecard e o cupix ate o feriado acabar.” - Eu tava morrendo de vontade de sentir a rola dele na minha bucetinha, não precisava nem dele pedir, não via a hora de chegar em casa pra sentir aquele caralho dentro de mim, então respondi.
Eu: “Posso passar o xerecard quantas vezes você quiser por dia, agora no cupix eu to sem saldo”
Ele: “Ihh o melhor pagamento eu não vou receber? sacanagem isso aí.
Eu: “É que eu nunca fiz pagamento com cupix, entendeu?”
Ele: “Sério que tu tem o cuzinho virgem? O Pedro é muito fraco mesmo.” - e continuou.
Ele: “Agora me interessei mais ainda no teu cuzinho” - falou isso enquanto forçava um de seus dedos pra dentro do meu rabinho, que involuntáriamente começou a piscar apertando o dedo dele. Ele percebeu e já falou.
Ele: “Tá com o cuzinho piscando é vadia? Tá gostando do meu dedo no teu rabo, se acostuma que até terça tu vai sentir meu caralho dentro dele.” - eu realmente tava gostando, mas sabia da diferença entre um dedo e aquela rola, nem neguei nem confirmei a sua proposta, continuei mamando ali, queria chegar logo para sentar com a pepeka naquele pau e se ele tentasse meter no meu cuzinho eu tentaria convencer ele.
Já estava mamando a uns 40 minutos quando chegamos em casa, ele estacionou e eu já fui tirando o short ali mesmo dentro do carro, aproveitei para tirar o body ficando só de calcinha dentro do carro, quando de repente ele guardou seu pau, fechou o zíper do calção e saiu do carro.
Fiquei sem entender nada, tava com a buceta pegando fogo, precisava urgentemente daquela rola dentro de mim, sem nem pensar fui atrás dele daquele jeito mesmo só de calcinha, ele já estava no final das escadas quando comecei a subir correndo e só o alcançei na porta no AP dele, então falei.
Eu: “Vai me chamar pra conhecer seu AP é?”
Ele: “Não, não vou não, acho melhor você ir pro seu apartamento.”
Eu: “Mas e o pagamento, não vai querer que eu termine o pagamento?”
Ele: “O pagamento que eu quero já sei que tu não vai dar.” - sabia que ele tava falando do meu cuzinho, não tinha coragem nenhuma de deixar ele meter aquela rola grande atrás, mas estava desesperada pra sentir a pika dele na minha bucetinha, então tentei convencer ele.
Eu: “Mas eu não disse que não ia pagar, mas eu tenho que me preparar, se você quiser hoje eu posso passar o xerecard até você cansar.” - falei na esperança de desvirtuar ele da ideia de meter no meu cu virgem, mas pro meu desespero ele respondeu.
Ele: “ Sem cuzinho sem acordo, vou bater una punheta que eu ganho mais” - ele falou e fechou a porta na minha cara, estava incrédula, eu ali só de calcinha na frente dele e ele ia preferir uma punheta, me deu um ódio dele me deixar ali derretendo de tesão, e meio que na raiva bati na porta umas 4 vezes, iria xingar ele todinho, até que ele abriu, ele tava pelado, segurando o pau com uma das mãos e ver aquele homem alto, musculoso, com aquela rola maravilhosa me fez esquecer completamente da raiva e fiquei imóvel ali admirando. Então Diego falou.
Ele: “Eae, mudou de ideia? Se mudou sinto te informar que o preço aumentou, agora se quiser vai ser só no cuzinho até terça, é pegar ou largar.” - não sei se pelo tesão, excitação ou pelo medo de ficar sem aquele homem eu sem pensar duas vezes respondi.
Eu: “Eu aceito, eu deixo você ser o primeiro a meter nele, eu deixo você comer meu cuzinho até terça.” - nem acreditei que tinha dito aquilo, lembrei do Pedro que sempre pedia para meter no meu cuzinho e eu sempre respondia que em uma ocasião especial eu daria e que no final das contas quem iria arrancar o cabacinho do meu rabo seria um de seus amigos/vizinho e fiquei com mais tesão ainda.
Ele de pressa segurou no meu braço e me puxou para dentro e já foi me fazendo ajoelhar em sua frente, eu sem perder tempo algum já fui engolindo aquele pau, dessa vez ele forçava minha cabeça fazendo sua rola ir até a minha garganta, por vezes ele segurava minha cabeça naquela posição me fazendo ficar completamente ser ar, mesmo que não coubesse toda a pika dele o que entrava já era o suficiente para me engasgar várias vezes.
Por vezes ele tirava e batia com a rola no meu rosto, misturando a baba com as lágrimas que saiam involuntariamente dos meus olhos toda vez que ele me deixava sem ar. Fiquei ali por uns 10 minutos, até que ele me levantou e falou queria ver eu engolindo toda a rola dele, me levou pro quarto e me deitou de barriga pra cima com a cabeça pra fora da cama, botou o pau na minha boca e foi socando, botava e tirava, me deixava respirar e voltava a socar cada vez mais fundo, sentia a cabeça da pika tentando abrir espaço na minha garganta toda vez que ele socava, até que em uma das estocadas senti minha garganta dilatando e senti os pentelhos do seu saco no meu nariz, nem acreditei, tava quase morrendo sem ar mas tinha engolido tudo, então ele tirou, me deixou tomar um fôlego e empurrou novamente até entrar tudo, dessa vez ele guiou minha mão até minha garganta e pude sentir o pau dele estufando toda minha garganta. Ele ficou fazendo isso por uns intermináveis 5 minutos, toda vez que ele colocava até o fundo ele segurava por uns 20 segundos, que para mim pareciam horas.
Então ele me virou me deixou de frango assado na beirada da cama, foi se posicionando no meio e mirando aquele caralho na entrada do meu cuzinho que tava bem melado do caldo que chegava a escorrer da minha buceta, mas que tava longe de tá bem lubrificado. Então falei.
Eu: “Diego tá muito seco, vai me machucar assim, pega um lubrificante”
Ele: “ Minha vontade era meter desse jeito no teu cuzinho, te fazer sofrer, chorar na minha pica, mas como tu vai levar só no rabinho esses dias vou pegar um lubrificante pra não judiar demais” - deu um tapa na minha cara e foi pro banheiro pegar o gel. Não perdi tempo e comecei a brincar com meu cuzinho na esperança de deixar ele mais relaxado e fui enfiando 2 dedinhos nele. Não demorou quase nada ele já tinha voltado e já vinha lambuzando toda sua rola com o lubrificante, viu que eu estava com 2 dedinhos do cuzinho e já despejou o lubrificante na minha mão e eu fui espalhando e jogando uma parte pra dentro do meu cuzinho.
Sabia que não tinha mais volta, com certeza ia pela primeira vez ser enrabada e não ia ser meu namorado que iria arrancar as preguinhas do meu cuzinho e então Diego colocou a cabeça do seu pau na portinha do meu cu e começou a forçar.
De repente ele parou, saiu do meio foi na sala e voltou com o celular na mão, na hora que vi que ele ia tirar uma foto só deu tempo de tapar meu rosto e o repreendi falando para ele não tirar foto e ele rapidamente respondeu.
Ele: “Relaxa Renatinha, vou mostrar pra ninguém não, isso aqui é pra gente ver o antes e depois do teu cuzinho.” - então ele virou a tela do celular e eu vi o contraste do tamanho, meu cuzinho rosa, pequeno, fechadinho ali indefeso contra aquela cabeçona rosa, enorme, e pronta pra me arregaçar. Então ele seguiu falando.
Ele: “Mas obviamente eu também vou gravar meu pau arrancando o cabaço do teu cuzinho né, primeira vez tem que ficar registrada” - não sei oque deu em mim, em sã consciência jamais permitiria, mas estava fora de mim e só falei.
Eu: “Grava, quero lembrar pra sempre do primeiro homem a comer meu cuzinho”
Foi eu terminar de falar e senti ele forçando a entrada, pouco a pouco meu rabinho foi cedendo enquanto a cabeça ia adentrando. Sentia dor misturada com uma queimação a cada milímetro que o pau dele entrava, até que ele deu uma forçada mais bruta e a cabeça entrou, dei um grito estridente, meu cuzinho piscava descontroladamente, sentia meu cu apertando aquela rola como se tentasse expulsar de dentro de mim. Ele permaneceu imóvel por uns instantes e começou a empurrar o resto. Eu me contorcia de dor sentia aquele pau preenchendo meu rabinho por completo, era uma sensação estranha, mistura de dor e prazer. Até que senti os pelos dele roçando na minha bucetinha, olhei pra baixo e confirmei, estava tudo dentro do meu cuzinho, 22cm atolado no meu rabinho.
A dor estava absurda, toda vez que meu cuzinho piscava eu sentia uma fisgada e era inevitável não gemer.
Diego se manteve ali, imóvel porém irredutível, pouco a pouco, a frequência com que meu cuzinho piscava foi diminuindo juntamente com a dor, até que Diego começou a mexer, tirou quase tudo, deixando só o cogumelo dentro e voltou a meter bem devagar. A dor quase já não existia, quando involuntariamente dei uma leve rebolada, esse foi o sinal verde pra ele que percebeu que eu já estava pronta e disse.
Ele: “Fica de 4 putinha que eu vou te arrombar todinha”
Ele tirou o pau de dentro e foi inevitável não sentir uma dor da hora que a cabeça saiu, mas sem questionar me coloquei de 4, bem empinada, com o rosto em um travesseiro, ficando completamente exposta pra ele.
Sem cerimônia já foi encostando a cabeça e forçando pra dentro, senti uma dorzinha mas nada comparado a primeira vez, até que senti suas bolas na minha bucetinha, então ele falou.
Ele: “Diz pra mim quem é o dono do teu cuzinho, diz putinha.”
Eu: “É você Diego, você é o dono da minha bundinha”
Foi eu terminar de falar que ele começou com umas estocadas violentas, rápidas, com força, cada socada me fazia ir pra frente. Ele tava literalmente marretando meu cuzinho, eu só sabia gemer e gritar de prazer e pela primeira vez na vida tive um orgasmo dando o cuzinho. Ele bombava em um ritmo frenético, com uma das mãos segurava na minha cintura e com a outra segurava o celular gravando o pau dele arregaçando meu cuzinho. Não faço ideia de quanto tempo ele ficou ali macetando meu rabinho de 4, mas foi tranquilamente mais de 10 minutos na mesma intensidade, minha bunda inteira doía, mas não queria parar.
Então ele deitou na cama e me mandou sentar no pau dele com meu cuzinho e logo estava eu cavalgando com a pika dele dentro do meu cu, estava maravilhoso, nunca tinha sentido tanto prazer, não achava que dava pra ficar melhor, então ele me pediu para ficar de cócoras e quicar nele, quando fiz fui a loucura descobri a melhor posição do mundo, gozei gostoso quicando na rola dele com meu cuzinho.
Fiquei ali sentando e quicando por uns 15 minutos, quando ele anunciou que iria gozar e me pediu para ficar de joelhos no chão, então sentei, deixei todo o pau dele dentro do meu cuzinho e falei.
Eu: “Mas eu quero sentir tua porra no meu cuzinho, quero saber qual é a sensação, goza no meu cuzinho por favor.”
Foi eu terminar de falar e já senti o pau dele inchando e senti uma quantidade enorme de porra me inundando, foram várias jatadas, era tanta porra que parecia que meu cuzinho ia explodir. Que sensação maravilhosa, gozei muito sentindo a porra dele lavando minhas entranhas, chega fiquei mole e me debrucei por cima dele. Diego manteve sua rola no meu rabinho até amolecer e sair por conta de imediato me mandou ficou de 4 para ele tirar a foto de como tinha ficado, quando vi me assustei, nem fechava mais por completo, estava enorme e parecia bem flácido, mas tinha valido a pena.
E assim foi durante todo o feriado, só no meu rabinho, na segunda feira Diego comeu meu cu 5 vezes durante o dia e só não foi mais porque ele não aguentou porque eu estava fissurada em fazer anal.
Nem preciso dizer que depois disso viciei em dar o cu, até hoje sinto muito mais prazer dando a bunda doque a buceta.
Continua…





Minha rola ficou dura igual pedra e fiquei louco para meter a rola dentro da sua bunda e encher ela toda de porra
Dar o cu é maravilhoso, que bom que você descobriu esse prazer