— Oi, sou a sua nova vizinha do apartamento da frente, meu nome é Marcela. Será que você poderia me dar uma garrafa de água gelada? Acabei de me mudar e ainda nem liguei a geladeira — falou tão rápido que mal entendi o que dizia.
Concordei. Quando fui até a geladeira, ela entrou atrás de mim. Ao me virar para lhe entregar a garrafa, ela estava quase colada ao meu corpo. Percebi de imediato o interesse. Convidei-a, então, para tomar um café, o que ela prontamente aceitou.
— Vou fazer, é rapidinho!
Enquanto eu fazia o café, ela me contou tudo sobre ela: solteira, 35 anos, nascida e criada no interior de São Paulo, tinha aceitado um novo emprego na capital e não tinha amigos nem parentes na cidade. Enquanto tomava o café, passava a língua pelos lábios, me devorando com os olhos. Quando terminou de beber, perguntou:
— Tô faminta. Você tem algo doce pra eu comer?
Era a minha deixa. Meti-lhe um demorado e quente beijo de língua, que ela correspondeu prontamente. Beijei-lhe o pescoço — ela cheirava muito bem —, apertei seus seios e sua bunda. Tirei sua camiseta e lambi seus mamilos, desci lambendo até o umbigo, onde demorei um pouco, fazendo-a gemer. Tirei seu short e cheirei sua boceta sob a calcinha. Que cheiro bom. Tirei a minha roupa — ainda estava com as roupas do trabalho — e arranquei a calcinha dela. Caí de boca na sua buceta raspadinha. Ela se arreganhou toda. Beijei, lambi e chupei sua xota até ela se contorcer de prazer.
— Ai, assim, iiiisssssooooo!!! Ai, oohhhhhhhhmmmmmmmm... lambe, é tudo seu! Chupa, chupa, desgraçado, vai me fazer gozar só com a boca!
Depois que ela gozou, fiquei beijando a parte interna das suas coxas, mas logo ela me puxou pelos cabelos.
— Pega uma camisinha no meu short, encapa o bicho. Deixa eu ver... Tá, agora sim. Vai, mete com força... vai, não para! Enfia essa rola em mim, isso, assim, vai... Ai, ai, ai, eu estava precisando tanto!
Entrou fácil, meti com força, socando tudo. Não que meu pau seja grande ou grosso (16 cm), mas dava conta. Em cinco minutos ela estava gozando de novo.
— Ai, caralho, tô gozando, aaahhh! Péra, péra, me leva pra cama, vamos continuar no quarto.
Peguei ela pela mão e a levei para o quarto.
— Deita primeiro, deixa eu te chupar.
Foi logo engolindo inteiro meu cacete, chupava até a base e passava a língua nas minhas bolas. Mamava a cabeça do meu pau e depois voltava a engolir.
— Eita pau gostoso! Eu gosto assim, sem pelinha, precisa depilar o saco, muito pentelho. Depois eu raspo pra você. Agora eu vou por cima, deixa eu montar em você.
Colocou outra camisinha e guiou meu pau até a boceta, foi descendo devagar até entrar tudo, foi rebolando para frente e para trás roçando o grelo em mim, só depois começou a cavalgar. Estava bom demais, mas nessa posição eu não ia gozar, isso me favorecia, estava tentando causar uma boa impressão, ela já tinha gozado duas vezes, essa seria a terceira e eu ainda de pau duro. Dito e feito.
Ela parou de quicar e voltou a rebolar para frente e para trás, então parou, soltou um suspiro de alívio e se deitou sobre meu peito, o pinto ainda dentro.
Saiu de cima de mim, e ficou punhetando meu pau enquanto me beijava. Quando voltou a falar, estava com um tom diferente, quase maternal:
— Meu queridinho, aguenta mais uma? Quer que eu fique de quatro pra você?
— Quero te ver e te beijar, deita de costas — ordenei, a voz rouca, falhando.
A boceta dela seguia lubrificada, entrou suave. Só que dessa vez fui devagar, cadenciado, aproveitando cada metida; só acelerei no final, quando não dava mais para segurar.
Tremenda foda, e eu estava cansado. Quando fui sair de cima, ela disse:
— Não sai não, fica assim, quero sentir o seu peso sobre mim.
E assim ficamos por um bom tempo nos beijando, sem falar nada. Ela quebrou o silêncio:
— Você me empresta uma toalha? Preciso de um banho.
Ela tomou banho primeiro e depois eu fui. Quando saí, ela estava de camiseta com a toalha enrolada na cintura, sentada no sofá. Servi-nos outra xícara de café e me sentei ao seu lado, também enrolado numa toalha, ela imediatamente colocou as pernas sobre o meu colo. Antes que eu dissesse algo, ela se pôs a falar de forma bem natural:
— Olha, deixa eu explicar para não termos mal-entendidos. Você é calado e os calados são os piores; já eu falo demais, é o meu jeito, funciona pra mim. Eu sempre faço isso — quer dizer, não com os vizinhos — digo, transar com um estranho. Eu sou uma vadia, adoro foder e tenho que foder todo dia. Por conta da mudança, já fazia três dias que eu não metia com ninguém. Fiquei sabendo que você era solteiro e, quando te vi, pensei: "Ele serve, vai esse mesmo." Nem pensei que seria tão bom, só precisava me aliviar.
— Então você gostou? — falei, dando uma risadinha.
— Se eu gostei? Foi ótimo! Gozei cinco vezes, no final gozei duas vezes seguidas, você demorou tanto... Eu gostei, não entenda mal.
— Acho que eu estava nervoso e queria te agradar — falei, sorrindo, cheio de orgulho.
— Vou garantir que você fique nervoso sempre.
— Vai ter uma próxima vez, né?
— Então...isso vai depender de você. Eu não me apego a homem nenhum, geralmente tenho uma dúzia de amantes, fora os avulsos que pego nas baladas. Agora não conheço ninguém na cidade, mas com o tempo você vai ver muitos homens entrando ou saindo do meu apartamento.
— Está com medo de que eu fique com ciúme? Fica tranquila. Eu... — ela me interrompeu.
— Você nem tem esse direito. Ciúme é querer manter o que se tem e eu não sou sua. Me querer só pra você é egoísmo — ela falou num tom áspero.
— Tá, eu entendi, mais ou menos, mas eu posso ser seu amante, né?
— Isso veremos com o tempo — falou num tom de deboche. — Vamos ser práticos: você está livre amanhã?
— Amanhã trabalho, chego pelas 19h — falei, todo animado.
— Então tá marcado, eu chego nesse mesmo horário, tomo um banho e venho pra cá. Deixa eu ir que ainda preciso arrumar a casa e comer alguma coisa antes de dormir. Depois devolvo a toalha.
Ela ia se levantando, eu a segurei:
— Nem pensar, todo esse papo me deixou cheio de tesão, bora mais uma — fui puxando-a para perto. — Depois a gente pede uma pizza. E, se você deixar, eu ajudo a arrumar sua casa.
— Ajuda a montar a cama que eu não quero dormir no colchão no chão, vem cá...
E voltamos a nos beijar.