Olá meus amigos!!! Fiquei muito feliz com os comentários e mensagens recebidas com o envio do meu primeiro conto, que realmente é real, o que me tornou viciado em tomar leite de rola.
Contarei aqui mais um pouco desta aventura vivida com seu José, meu vizinho delicioso. Tentarei ser um pouco mais resumido com o texto...
Como contei na parte anterior, uma simples amizade me fez ficar viciado em tomar leite de macho, e o macho não era qualquer macho, era meu vizinho, um negro gostoso com seus sessenta e poucos anos....
Com o passar dos dias fui conquistando a confiança de deu José, que havia me confidenciado em algumas de nossas conversas que nunca havia tido experiência com outro homem, nem mesmo um toque, no máximo havia visto outros homens pelados e havia deixado ser visto pelado no vestiário da empresa, seu José havia sido motorista de ônibus por toda sua vida prpfissional.
Tomar seu leite praticamente todos os dias por 2 períodos havia me deixado viciado, eu ia dormir pensando na próxima dose pela manhã, e ao ir trabalhar após ser alimentado, passava o dia doido pela próxima dose.
Sabia que o prazer que ele sentia durante sua masturbação não era motivado por mim, e que seu gozo não era para mim diretamente, eu estava ali simplesmente por estar, como um simples depósito insignificante.... para mim isso não era suficiente e eu estava disposto a mudar esse jogo, só não sabia como, pois ele se mostrava satisfeito assim e não dava nenhum tipo de abertura, pois sempre estava com seus olhos fechados, com toda certeza lembrando de sua esposa, com quem havia ficado casado por mais de quarenta anos. Casamento esse que ele garantia ter sido totalmente fiel, já que sua esposa o satisfazia totalmente, e compreensivel, pois estava testemunhando a virilidade deste macho, por me fornecer leite 2x por dia com o mesmo vigor.
Acredito muito na lei da atração e mentalizo que tudo aquilo que desejo se torne realidade, e isso tem dado certo desde sempre, não poderia dar errado justo com essas situação.
Enquanto permanecia ajoelhado esperando meu esperado leite, ficava imaginando aquele pênis enorme, grosso invadindo minha garganta no mesmo ritmo voraz de sua punheta...e desejava isso todas as vezes... cada dia que isso nao se tornava realidade me frustrava, mas não menos esperançoso, afinal a esperança é a última que morre.
Tudo isso mudou um dia, ao chegar na casa de seu José.
Ao entrar me deparei com uma cena que me deixou apreensivo. Encontrei seu José caido no banheiro, com agua caindo sobre seu corpo.
Por sorte não era tão grave, noticia me dada pelo enfermeiro do SAMU que chegou rapidamente após meu acionamento... seu José foi encaminhado para o hospital com suspeita de fratura na perna e braço direito.
Exames realizados, resultado: braços trincado e imobilizado com gesso e a perna somente com uma distinção do tendão ( ou algo parecido) e enfaixada. Passado o susto, no máximo pensei, ficarei um periodo sem meu leite....mas novamente me enganei e fui surpreendido....
Ao deixar meu vizinho em sua residência e me despedir, fui surpreendido com um pedido, que no outro dia pela manhã eu passasse para falar um oi antes de ir trabalhar, pedido esse que confirmei que atenderia.
Mal sabia eu o que me aguardaria nesta visita, meu desejo seria atendido? Ficaria com sede por muito tempo? Essa ansiedade quase me fez perder o sono, tornando essa noite mais longa que o normal.
Como toda noite acaba e o próximo dia chega, me preparei para ir trabalhar e passar para ver meu amigo como de costume.
Ao chegar, me deparei com seu José na cama praticamente como o havia chegado, exceto por um detalhe: ele estava nu e com seu membro completamente duro. Minha vontade era de pular em cima de meu amigo e mamar aquele pau suculento... vontade que ficou nítida por eu não conseguir desviar o olhar daquele membro.
Seu José como sempre agiu com naturalidade, e sem cerimônia me disse: vai ficar só olhando? Me ajude aqui...
Incrédulo com o pedido, fiquei sem reação, e mais uma vez com naturalidade de sempre, seu José me disse que havia tentado se aliviar com a outra mão, mas era dificil e que não conseguiria ficar sem gozar até tirar o gesso, ou 30 dias, e que como éramos muito amigos, minha ajuda não impactaria em nada.
Continuei sem entender, o que ele esperava de ajuda? Que eu o mastarubasse? Chupasse??? Acho que estava muito surpreso com a situação.... foi quando seu José me disse, venha logo, me ajude a me aliviar, me masturbe do jeito que você sabe que faço e gosto, senão alem de eu ficar com leite acumulado causando dor no meu saco, você ficará aem sua dose de leite.
Eu estava sem acreditar no que estava acontecendo, finalmente iria sentir aquele membro em minhas mãos.
Passado o ofuror, me apressei para satisfazer meu amigo mesmo que fosse somente com as mãos...
Segurei aquele membro enorme, e sem exagero ou fansatia, minha mão não cobria metade do mastro... e assim iniciei os movimentos primeiramente lentamente...comecei sentido a base, e depois sentido a cabeça cobrindo-a com a pele e depois descobrindo, acelerando lentamente o ritmo fazendo ele ficar ainda mais duro, ate perceber que a pele não cobria mais a cabeça que neste momento já babava uma grande quantidade de mel....
Estava num ritmo delicioso, rapido e firme, quando pela primeira vez ouvi seu José gemer, balbuciando palavras de prazer e dizendo que estava uma delicia e que era pra eu me preparar para receber meu leite, e que estaria especial pois eu mesmo havia ordenhado...
Ao anunciar que iria gozar, tive uma ideia rapidamente, e ao primeiro sinal do gozo, coloquei minha boca na cabeça, de forma a proteger meu liquido tão desejado. Sabia que aquele movimento poderia pôr tudo a perder, mas estava disposto a tal risco.
Ao sentir o leite inundar minha boca, fui surpreendido com a mao se seu José forçando minha cabeça contra seu membro, numa força descomunal, fazendo seu pau ser enterrado em minha garganta enquanto ele gemia quase gritando...eu fiquei tão surpreso que me engasgei pois além do leite, havia uma rola abrindo minha garganta ao mesmo tempo...
Ao terminar de expelir aquele liquido delicioso, doce e quente, seu José empurrou minha cabeça, num ato de negação e repulsa, pedindo desculpas pela empolgação momentânea.
Em silêncio me levantei, peguei uma toalha pra que ele se limpasse, me despedi, e fui saindo pensando que tinha dado ruim minha empolgação, mas fui novamente surpreendido com outro pedido: quando vier a tarde, traga pó de café....
Continua.....