Fui arrombado e perdi minha virgindade com um cachorrão velho e sujo
Olá, vou me apresentar como Djavu, um homem neurodivergente 30+ que resolveu abrir suas lembranças e aventuras em forma de contos. Tudo começou quando eu ainda era um garoto virgem e punheteiro do ensino médio que tinha dificuldades com as garotas e nunca pegava ninguém na escola. Meu pai era caminhoneiro e costumava viajar com bastante frequência e depois que fui pro ensino médio era comum minha mãe viajar com ele e eu ficar vários dias sozinho em casa. E é aqui que tudo começa. Eu sempre sentia uma forte tendência de submissão sexual até que um dia sem querer, isso me levou diretamente ao mundo da zoofilia quando certa vez estava retornando da aula e flagrei um cachorrão preto sapecando sem dó uma cadelinha magrinha e quando eles engataram ela passou a choramingar e resmungar sem parar enquanto parecia tentar se livrar daquele sofrimento imposto através da força daquele cão impiedoso. Ver aquela cena cruel transformou a minha mente de maneira irreversível, pois quase que acidentalmente por um instante eu me imaginei no lugar daquela cadela indefesa e no sofrimento que ela devia estar passando e isso automaticamente conversou com meu instinto de submissão e despertou um tesão tão forte e incontroláveis de uma maneira que nada que eu havia visto ou pensado antes havia provocado algo proximo daquilo. Saí daquele local e fui pra casa alucinado com aquele tesão infernal e pensando se era possível dar pra um cachorro daquele jeito. Meus pais haviam viajado na noite anterior e só voltariam 5 dias depois, porém eles tinham levado o notebook e não tinha como eu pesquisar sobre aquilo na Internet. Pra piorar não tínhamos cachorro em casa, então eu estava livre e com privacidade em casa porém sem notebook pra pesquisar e sem um cachorro pra experimentar aquele desejo incontrolável que surgiu em mim. Em casa sem Internet pra pesquisar e saber algo e sem um cachorro pra experimentar, eu me limitei a ficar pensando se era possivel e se um cachorro tentaria me comer daquele jeito se tivesse oportunidade e o que aconteceria se eu tentasse. Me acabei na punheta pensando em tudo aquilo e no dia seguinte aqueles pensamentos não foram embora, eles ficaram ainda mais insistentes e eu nem sequer conseguia prestar atenção na aula de tanto que toda hora eu ficava lembrando e pensando sobre tudo aquilo. Quando cheguei em casa, já estava começando a me sentir incomodado porque não tinha Internet pra pesquisar e nem um cachorro pra experimentar, tentei focar em jogar meu video game e assistir algumas séries. Mais tarde quando já eram quase meia noite eu me lembrei de colocar o lixo pra fora pois o caminhão passava recolhendo no dia seguinte muito cedo. Ao abrir o portão e ir até a lixeira colocar os lixos, eis que me deparo com um cachorro bege bem grandão, aparentando ser bem velho e de pelos meio caindo e bem mal cuidado. Ele estava rasgando e comendo o lixo do vizinho, ficou assustado quando me viu e atravessou a rua pro outro lado. Confesso que fui tomado pelo sentimento em ter percebido aquela como uma baita oportunidade diante de mim, mas hesitei de primeira por ser um animal grande, sujo e mexendo com lixo. Mas o problema é que quando a gente fica com isso na cabeça vira uma questão fora de controle racional e eu fiquei ali paralisado tentando racionalizar e decidir entre a oportunidade rara e a condição ao qual se apresentava. Mas o tesão é bicho covarde e teve um momento que aquilo começou a crescer e ficar incontrolável e então meio sem pensar muito eu me abaixei na calçada em frente o portão e dei um estalo de dedo de forma discreta ao qual foi simpaticamente recebido pelo cachorro que de forma um pouco tímida atravessou de volta e se aproximou de mim. Se havia ainda alguma dúvida devido as condições higiênicas daquele pobre animal, ela se foi quando eu bati os meus olhos na sua bainha de perto que se apresentava bem grossa em relação aos outros e pra terminar de mexer com meu imaginário ele se virou e eu notei que ele tinha um baita par de ovos bem grande que balançavam de forma longa e dominante. Tinham 2 árvores grandes que cobriam a luz do poste e fazia sombra na calçada de casa e isso tornava a entrada discreta a noite. Eu fiz um carinho disfarçado nele pra sentir seu temperamento e ele reagiu de maneira dócil apesar do seu belo tamanho. Cheirei minha mão e ela estava podre do cheiro forte dele, mas nessa altura do campeonato eu já estava fora de si sentindo um tesão impossível de controlar. Olhei ao redor e a rua estava deserta, entrei de mansinho e estalei novamente o dedo e ele entrou me acompanhando. Fechei o portão para garantir e fui pegar comida para dar pra ele, peguei uma quantia boa e coloquei em uma panela velha e coloquei pra ele na garagem e corri de volta pra dentro pra planejar como iria tentar fazer aquilo. Lembrei de um tapete felpudo velho que tinha guardado na dispensa e trouxe para a sala do meio, apaguei todas as luzes e deixei somente a da área lateral que iluminava a sala do meio de forma suave. Tirei minha roupa e usei minha própria saliva para lubrificar meu cu. Passei um tempo preparando com jeitinho e depois me enrolei numa toalha e fui até a porta e chamei ele pra dentro de casa. Ele entrou um pouco tímido e eu estava com medo de tocar ele, chamei ele até o tapete felpudo na sala do meio, tirei minua toalha e fiquei todo pelado. Eu não sabia muito o que fazer naquele momento, mas meu instinto me dizia para tentar bater uma punheta nele. Apesar do medo fui com jeitinho acariciando ele e notando suas reações. No início quando acariciava as costas, o pescoço, ele reagia bem, porém quando levei a mão pro seu pau e peguei na bainha ele ficou paralisado sem esboçar nenhuma reação e nesse momento eu fiquei com um pouco de medo pois ele era grande. Com jeitinho e paciência consegui iniciar uma punhetinha suave nele, peguei na base do pau e fui suavemente fazendo movimentos pra frente e pra trás e nesse momento ele esboçou uma reação positiva e logo depois começou a arquear as costas e fazer movimento de vai e vem metendo no ar. Meu coração disparou e eu rapidamente fiquei de quatro pra ele tentando convencer ele a me montar sempre sem forçar a barra. Inicialmente ele não deu a mínima nem fez questão de me montar e então eu resolvi repetir de novo o ciclo da punheta. Foram 3 vezes, na terceira ele demonstrou mais euforia e pulou em cima das minhas costas e começou a martelar minha bunda com movimentos de vai e vem, acertando a ponta do pau na beira do meu cu algumas vezes e depois de algumas tentativas ele saiu de cima de mim. Meu coração parecia que ia sair pela boca, eu estava descobrindo um mundo desconhecido aquela noite, tinha um cachorro grande, velho e fedorento na sala de casa que estava tentando transar comigo e eu estava curioso em descobrir o que eu iria sentir quando ele finalmente começasse a penetrar de verdade no meu cuzinho apertado e virgem que nunca tinha sido usado antes. Ele saiu de cima de mim e inesperadamente lambeu a minha boca que estava aberta de tesão. Olha que loucura tudo aquilo, eu já estava tomado pelo cheiro daquele cachorrão imundo em mim e pela sala e de quebra ele solta uma lambida surpresa na minha boca com aquele bafo de lixo misturado com a comida que eu dei. Aquilo soou muito nojento, mas eu tava tomado por tanto, mas tanto tesão que eu resolvi deixar ele me lamber, ele lambia minha boca, lambia meu rosto e me rodeava cheio de alegria, então eu repeti o ciclo inicial e ele pulou de volta nas minhas costas e começou a tentar meter em mim de novo. Era espetada no meu saco, era espetada na borda do cu, eu dava uns tranco pra frente quando doia e ele com as patas dianteiras me puxava de volta pela cintura. Em meio a esse vai e vem consegui passar a mão entre eu e ele e peguei na bainha dele e mirei no meu cu, no que ele sem nenhuma hesitação empurrou com toda a força que ainda restava naquele velho jogo de cintura que outrora já devia ter macetado e emprenhado muita cadeia inocente pelas ruas da cidade. Eu senti medo e tesão, ele empurrava e eu sentia junto uma mistura de dor das cucucadas profundas e prazer. Eu pensava em recuar, mas eu lembrava da cadela que o cachorrão preto arrombou causando todo aquele desejo em mim e resolvi deixar o cachorro seguir metendo em mim e por um mero instante pensei que aquela cadela era uma fraca por não aguentar aquela dorzinha boba em meio a tanto tesão. Santa inocência, havia algo na anatomia daquele cachorrão velho que eu estava por descobrir. Eu estava descobrindo aquele mundo e não conhecia a anatomia sexual de uma foda canina e apesar de já ter visto cachorros engatados eu nunca parei pra pensar naquela parte. Eu pensava que aquele cachorro iria ficar metendo em mim causando aquele leve desconforto das estocadas junto com o tesão de estar realizando um desejo forte e depois a vida seguiria. Mas não demorou quase nada, em meio aquele atropelo gostoso eu senti uma dor aguda me preenchendo por dentro e aumentando rapidamente no que ele ia diminuindo o seu ritmo de estocadas e logo se acalmando em cima de mim. Nesse momento eu estava descobrindo porque a cadela choramingava e resmungava e porque ela não escapava. Sim eu estava finalmente engatado com um cachorrão velho, que fedia muito e meu tesão começava a ser ofuscado por uma forte dor aguda dentro de mim e que não dava pra tirar. Eu finalmente entendi na prática como os cães engatavam e aquele cão velho me segurou suavemente pela cintura e deitou sua cabeça sobre meu pescoço e ficou ali respirando e praticamente soltando todo seu peso em cima de mim naquele tapete felpudo na sala. Eu fiquei ali embaixo dele sentindo todo o poder da engatada daquele cachorrão, meu cu sendo rasgado por dentro e eu ali arrependido tentando sem poder me mexer muito achar uma posição que não me partisse ao meio. Eu agonizava ali quietinho em silêncio, somente eu e aquele bitelo malandro, quando eu tentava olhar pra ele com a cabeça sobre meu pescoço e meu ombro direito ele lambia meu rosto e as vezes acertava a lateral da minha boca. Apesar da dor e do desconforto aquilo me dava um tesão gigante, eu tentava me masturbar ali bem desconfortável mas era interrompido pelos movimentos que ele fazia tentando se ajustar. Depois de alguns minutos ele se ajeitou e saiu de lado e virou de costas para mim. Fiquei ali bunda com bunda com ele, preso e sem poder sair, mas depois de se virar nessa posição o encaixe melhorou e a dor praticamente passou. Eu finalmente me via ali preso, engatado de quatro a um cachorro igual a uma cadela submissa. Dava pra sentir seu pau pulsar suavemente dentro de mim e quando eu olhava pra trás dava pra ver ele respirando levemente ofegante pela boca como se estivesse curtindo aquele momento como ninguém. Eu aproveitei a posição para dar a gozada mais gostosa da minha vida e depois fiquei ali preso com ele por mais uns bons minutos até ele finalmente decidir que estava na hora de me libertar. Depois de toda aquela experiência precisei tomar um banho como nunca antes pra tirar todo aquele cheiro e mesmo assim eu ainda sentia um cheirinho por uns 2 dias, além da faxina e limpeza que precisei fazer na sala de casa kkkk. Fiquei varios dias sem ir pra escola porque meu cu doia quando eu sentava em alguma cadeira kkk, e depois ainda fui cadela dele várias vezes quando meus pais viajavam e eu encontrava ele passando a noite pela rua de casa.
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