Gozar fortalece a amizade



Suspirei pesado ao sair do boxe. Aquele foi realmente um banho muito relaxante. Caminhei a passos tranquilos até o closet ainda com o corpo envolvido pelo roupão fofinho e abri a gaveta de pijamas. Mesmo eu insistindo em manter o ar condicionado ligado, a noite estava agradável, então peguei um conjunto confortável de short vermelho e uma camisa de botões da mesma cor.
Sem pressa alguma, caminhei até a divisória de cuidados com a pele e retirei de lá um creme do meu agrado. O cheiro delicioso de morango tomou o ambiente quando abri a tampa. Desapressada, retirei o roupão e comecei a espalhar o produto por toda a pele. Um suspiro baixo me escapou, aquele momento noturno era o meu favorito e a música baixa que soava no fundo apenas deixava tudo melhor.
Quando finalmente terminei de me vestir, soltei meus cabelos longos do coque. As madeixas castanhas caíam sobre meus ombros com ondas bonitas e visivelmente brilhantes. Observei meu reflexo com satisfação.
O short curto deixava minhas pernas grossas a mostra e marcavam bem minha bunda. Os primeiros botões abertos da camisa revelavam minha clavícula marcada e, embora eu não tivesse seios grandes, considerava bonito.
Saí dali com tranquilidade, me dirigindo até a cama grande no centro do quarto, iluminado apenas pela luz indireta do abajur sobre o criado mudo. Os tons suaves traziam um ar de aconchego ao ambiente. Lancei-me sobre a cama arrumada e afundei o rosto no travesseiro, exausta.
O dia tinha sido longo, por demais exaustivo. Os problemas no trabalho foram muitos hoje, e meu maior desejo era voltar pra casa. Estive muito estressada e, o fato de estar em celibato há muito tempo não ajudava em nada.
Ultimamente minha vida é resumida em apenas trabalho, o que me mantém afastada de qualquer diversão; e quando finalmente me sobra algo de tempo, estou cansada demais para festas. Sequer tenho falado com Adam.
Adan Lonson, assim como eu, era advogado. Somos amigos de longa data e começamos a transar desde o 3° período da faculdade. Era um homem muito bonito, tinha uma conversa agradável, profissional competente e muito bom de cama. Muito mesmo.
Era um dos poucos que sabiam me satisfazer bem. Suas mãos eram mágicas, a boca realmente eficiente e o piscing no pau grande era a cereja do bolo: estocava precisamente no ponto certo.
Tão somente o pensamento deixou meu corpo quente. Deslizei a língua pelos lábios ao lembrar de quando coincidentemente nos encontramos na Itália: ele invadiu meu quarto de hotel e me fodeu enquanto me fazia admirar o coliseu, dizendo que a vista era linda demais, quando na verdade estava encarando seu pau se enterrando na minha boceta. Eu não conseguiria lembrar de outro momento em que levei tantos tapas e mordidas como naquele dia. Aquele homem era mesmo um sádico no sexo, mas eu não posso reclamar, uma vez que sou sempre recompensada com os melhores orgasmos.
Peguei o celular no intuito de enviar uma mensagem, ele não negaria sexo, mesmo que por telefone. Abri seu contato e comecei a digitar, mas parei ao me lembrar que ele estava no Canadá. O moreno foi convidado a assistir um seminário ao lado do pai e do irmão, e pelo que eu me lembre voltaria apenas em dois dias.
Suspirei pesado.
Bufei ao notar isso só depois do corpo dar claros sinais de excitação.
Maldita carência!
Estava há muito tempo sem sexo, tanto que qualquer mísero pensamento ou lembrança fazia meu corpo queimar. Sentia o calor correr por minhas veias, queimando mesmo sob a temperatura baixa do ar condicionado. Eu estava frustrada, era a verdade: meu trabalho tem me consumido, há pouco mais de um mês que não transo com ninguém e me sinto uma adolescente por ficar molhada em tão somente pensar em sexo.
Deitei-me de barriga para cima e tentei respirar fundo uma, duas, três vezes. Não funcionou. Levei as mãos ao rosto pela frustração e bufei. Nervosamente, mordi o lábio e, ainda deitada, cruzei as pernas e as comprimi, numa tentativa falha de conter a excitação.
Ótimo! Sozinha, com tesão e sem ninguém pra foder.
Suspirei novamente.
Mordi o lábio ao pensar na única real possibilidade de me acalmar. Fechei os olhos e respirei fundo. Tentei ao máximo me concentrar na música baixa que ainda soava.
Lentamente, deslizei as pontas dos indicador e médio sobre meu pescoço, muito levemente. A que ponto cheguei? Estava realmente agindo como uma adolescente afobada: louca para perder a virgindade e sentar no primeiro pau que viesse pela frente. Há muito tempo que não me masturbava sozinha, normalmente eu gostava de me tocar enquanto alguém me assistia. Adorava exibicionismo. Era sempre bom foder minha boceta com os dedos enquanto olhos famintos me observavam; de preferência quando os orbes não conseguiam desviar dos movimentos dos meus dígitos: quando pareciam enfrentar um dilema sobre continuar como espectador ou   ligar o foda-se para o espetáculo e se enterrar entre minhas pernas.
Era gostoso, como ter um poder nas mãos.
Foi nesse pensamento que me agarrei quando, devagar, desci o toque pela camisa, permitindo que os dígitos passassem por meu tronco, ainda sobre o tecido fino. Eu iria fazer meu próprio show, mesmo que ninguém estivesse assistindo. Afinal, eu também era do tipo de mulher que sentia tesão ao ouvir os próprios gemidos e palavrões. Aquela não seria a primeira vez.
Abri os botões da camisa um a um e retirei o short, ainda de olhos fechados, jogando-os em um canto qualquer. Retornei aos toques no pescoço, descendo pela clavícula, sentindo um leve arrepio ali. Suspirei levemente e desci os dedos até um pouco acima dos meus seios, alternando entre as pontas e um leve roçar das unhas curtas. Sempre tive um quê a mais de sensibilidade naquela região. Por conhecer bem meu corpo, Adan sempre mordia aquele local, sabendo que arrancaria um longo gemido meu.
Gemi baixo com o pensamento.
Os dígitos alcançaram as laterais dos meus seios, sentindo outro arrepio; logo os bicos já duros de tanto tesão acumulado. Apertei e pincei ambos com vontade, imaginando dentes brancos os mordiscando e chupando com vontade. Não me demorei neles, deixando que os dígitos de ambas as mãos traçassem linhas invisíveis por meu abdômen, porém, subindo novamente antes de alcançarem o umbigo. Essa simples provocação me causava arrepios quase que incessantes, sempre um atrás do outro.
Murmúrios incompreensíveis me escaparam sem que eu sequer notasse. Ao subir novamente o toque não contive o suspiro ao sentir os bicos dos peitos demasiadamente duros.
- O que eu faria por uma chupada agora... - murmurei frustrada.
A verdade era que eu estava ansiosa, ainda mais porque sentia com clareza a umidade tomar conta da calcinha. Mordi o lábio com força ao não conseguir me conter mais e escorregar os dedos pela superfície do tecido úmido.
Estava molhada demais.
Mesmo ainda coberta pela peça pequena, eu sentia o calor da região. Comecei a acariciar com movimentos circulares lentos, aplicando uma leve pressão. Eu estava sensível, um toque tão leve me fez gemer e mover o quadril em resposta. Há tanto tempo sem uma foda que qualquer mínimo toque me fazia estremecer. Decidi me aproveitar disso.
Permaneci de olhos fechados e minha mente me levou novamente para a Itália, quando sem mais nem menos meu quarto foi invadido por um Adan sedento. Era como assistir a uma mesma cena pela segunda vez:
Sequer houve diálogo, o Lonson passou pela porta e, ao me ver usando um pijama curto, atravessou o espaço e me puxou para perto devorando minha boca. Correspondi de imediato, porém sem esconder minha interrogação mental. Quando nos afastamos pela falta de ar, tentei falar, mas ele tapou minha boca com os dedos longos.
- Não fala nada. – sua mão livre seguiu para o elástico do meu short – Eu só preciso comer você enquanto olho para um monumento histórico e constato que nada desses anos de história importam quando uma boceta gostosa engole meu pau.
Eu gostava daquele tom.
Suas palavras foram seguidas pelos dedos que invadiram o elástico e se arrastaram por meu clitóris

Meus dedos se moviam com mais pressão e velocidade quando as imagens dele metendo em mim rondavam minha mente. Penetro minha intimidade com dois dedos ao lembrar da maneira como o moreno agarrou minhas pernas com força e se enterrou entre elas, chupando minha boceta com vontade.
Eu me contorcia sobre a cama, sentindo a excitação cada vez maior. Estava desesperada pra gozar. Meu quadril se movia contra os dedos, eu estava louca por mais contato, sentindo o ápice perto.
- Mais... mais... mais....
Como um mantra eu repetia, ansiosa pelo orgasmo, meus dedos estocavam com força enquanto eu ansiava por mais. Sentia minha boca salivar e meu corpo tremer. Minha mente idealizava um pau grande metendo fundo.
Mais rápido...
Mais forte...
- Assim... soca tudo...
Minha boca refletia o desejo da minha boceta louca por pica. Eu apenas podia ouvir os sons eróticos dos meus dígitos enquanto gemia.
Mais fundo...
Não contive o gemido agudo quando o orgasmo me atingiu. Gozei forte enquanto me contorci sobre a cama. Minha respiração era pesada quando retirei os dedos e deixei que meu corpo relaxasse sobre o colchão.
Permaneci de olhos fechados, sentindo a frustração voltar, embora tenha acabado de gozar. Estava melhor, mas não satisfeita.
Bufei.
Há muito tempo que meus dedos não me satisfaziam completamente. Tinha me tornado uma mulher exigente no que diz respeito a sexo e queria mais.
Bufei novamente, mas este foi cortado quando ouvi um riso baixo:
- Embora tenha sido um baita de um espetáculo, acho que isso não é o suficiente pra você.
Adan estava na porta do meu quarto, vestia roupas sociais e um sorriso torto passeava em seu rosto. Suas palavras e postura revelavam que o Lonson havia assistido ao “espetáculo”. Ele pareceu ter notado minha surpresa ao vê-lo ali, pois sua explicação chegou em segundos:
- Precisei voltar antes do previsto. Pensei em visitar você já que há mais de um mês não tenho notícias suas. Vejo que está ... - procurou palavras – necessitada.
Seu tom era malicioso e eu apenas solto um riso seco.
- Você sabe bem o porquê.
Devagar, ele se aproximou da cama e, sem desmanchar o sorriso, esticou a não para tocar meu rosto.
- Sim, eu sei. - desceu o toque para meu pescoço. – Você não é o tipo de mulher que se satisfaz com qualquer coisa. Gosta de quem te pega firme e te fode com força.
Estremeci levemente quando seus dedos se fecharam em meu pescoço e se inclinou, deixando o rosto próximo ao meu quando disse roucamente:
- Você gosta quando te viram de quatro e puxam seu cabelo enquanto uma piroca grossa soca sua boceta com tanta força que te faz chorar.
Eu realmente parecia uma adolescente cheia de hormônios mal resolvidos, pois sentia meu corpo esquentar novamente. Adam notou aquilo, uma vez que seu sorriso cresceu mais. Sua mão desceu por meu corpo, parando na minha boceta molhada.
-É isso o que você quer, não é? Deve estar há tanto tempo sem sexo que só ouvir umas poucas palavras já te deixa melada.
Desferiu um tapa forte ali e eu gemi.
- O que você quer, Helie? Fala pra mim.
O maldito provocou, sabendo muito bem o que eu queria, mas, como o bom sádico que era, estava buscando por verbalização. Eu estava prestes a respondê-lo a altura, mas o moreno pareceu voltar atrás.
- Hoje não vou provocar tanto, embora eu devesse, já que você sequer me enviou uma mensagem nesse tempo todo. – segurou minha mão e a levou até o volume em sua calça. Eu mordi o lábio ao sentir seu pau duro. Adan continuou: - Eu te dou o que quer, mas primeiro precisa se desculpar comigo: por ter me ignorado durante o mês e por me deixar com uma puta ereção depois de assistir ao seu showzinho solo.
Ele então começou a desfivelar o cinto, o tintilar ecoando baixo, logo deixando calça e cueca caírem no chão.
Grande, Grosso, ereto e gotejante, esse era o estado de seu cacete. O piercing estrategicamente posicionado brilhava junto ao pré-gozo. Deslizei a língua por meus lábios. Seu sorriso demonstrava sua satisfação ao notar minha reação e, como se apenas aquilo tivesse acendido algo ainda mais quente, Adan se aproximou e me puxou com força, ainda me deixando de barriga para cima, mas com a cabeça para fora da beirada da cama. Eu o vi se aproximar por cima, masturbando o membro enquanto me encarava.
- Eu vi como você gemia, com certeza imaginando um pau metendo bem fundo em você. - sorriu ao segurar o membro e bater duas vezes em meu rosto. – Quem vê a Dra. Lando tão séria no escritório nem imagina que ela geme como uma vadia desesperada por pica.
Passou a glande por meus lábios.
- Agora tem uma bem aqui, então abre bem a boca e relaxa a garganta porque vou meter duro.
Sem resistência alguma, obedeci. A rola grande deslizou para dento sem dificuldade, e eu recebi de bom grado. A princípio seus movimentos eram lentos e calculados.
Fechei os olhos, controlando bem a respiração.
Adan não poderia ter mais razão: no escritório sempre mantive a postura impecável de advogada de respeito, demonstrando seriedade e compromisso para com o trabalho; o que ninguém dentre aquelas mesas sabe é que fora daquele prédio cinza eu não passo de uma mulher que gosta de aproveitar a liberdade concedida pela vida.
Desde que descobri o mundo vasto que pode existir dentro de quatro paredes, conheci um lado meu que antes sequer imaginava ser possível. Era verdade que eu não podia me satisfazer com qualquer coisa, afinal, comigo as coisas nunca foram fáceis: desde conseguir ingressar numa universidade de renome, ser aceita num bom escritório ou atingir um orgasmo.
Uma simples troca de beijos e um pau dentro nunca seriam o suficiente. Eu precisava de mais.
De repente sinto o membro ser completamente retirado da minha boca e arfo ao receber um tapa forte. Meu rosto certamente ficaria vermelho depois. Sinto os dedos longos agarrando meus cabelos pela nuca. Arfei mais alto.
- Abre os olhos. – a voz soou grave, autoritária. Seu hálito contra meu rosto era refrescante, contrastando com ambos os corpos a beira da combustão. – Quero que olhe pra mim enquanto fodo sua garganta.
Um instante passa até eu finalmente sorrir. Era daquilo que eu gostava: sexo duro, quando o homem realmente agia por puro instinto masculino. Sempre gostei de me sentir submissa no sexo, embora por vezes também gostasse de estar por cima. Mas, sinceramente, a ideia de estar por baixo e ser controlada por mãos que sabem o que estão fazendo sempre me pareceu mais excitante.
Mãos que não têm receio em me segurar com força, agarrar meu pescoço e me enforcar sem medo; assim como a língua quente que chupa a minha com vontade depois de gozar nela.
Os lábios dele tomam os meus com sede. Sua língua domina a minha enquanto puxa meus fios com mais força. Quando se afasta, abro meus olhos e encontro os dele: selvagens, repletos de promessas sujas, me deixando ainda mais molhada.
Segurou o pau novamente, deslizando a extensão sobre meus lábios, provocando.
- Não fecha os olhos demovo, ou não vai gozar depois.
E introduziu novamente, desta vez com brutalidade, bem fundo. Me controlo para não engasgar enquanto sinto a glande alcançar o limite da minha garganta com força e rapidez. Me entrego ao momento, chupando direitinho, sentindo meu centro tão encharcado quanto antes. Não me contive em gemer: uma prova audível da minha satisfação em sentir minha boca sendo fodida do jeito que eu gostava. Não tarde que o sinta perto, estão chupo com mais vontade, sentindo seu leve tremor. Ele então se afasta e move o punho com rapidez por toda a extensão, à beira do abismo.
Mantenho a boca aberta, apenas esperando seu ápice, sem nunca desviar o olhar. Um instante basta para que as gotas do líquido esbranquiçado atinjam minha boca e meu queixo enquanto ouço um gemido grave e rouco, me fazendo sorrir com a visão. Não hesito em resgatar as gotas em meu queixo com as pontas dos dedos e chupá-los de maneira erótica diante do outro, engolindo tudo em seguida.
Encontro seus orbes mais uma vez, ainda repletos de tesão pós orgasmo. Faço questão de abrir os lábios, mostrando que não restou uma gota sequer.
- Porra... – o grunhido lhe escapa antes que tome meus lábios com avidez .
O gosto de seu fluido envolvia o beijo, deixando tudo ainda mais excitante.
Era sujo, e muito bom.

Ele se afasta apenas o suficiente para me puxar para cima novamente, ficando sobre mim, seu antebraço estava apoiado no colchão ao lado da minha cabeça enquanto o outro se esticou, seus dedos encontrando meu clitóris. Ele sorriu sacana.
- Você é mesmo uma vadia. – diz baixo, rouco. – Tão molhada depois de chupar minha pica.
Deixa um tapa ali, arrancando um gemido meu. Logo seus dígitos voltam para meu clitóris, seu olhar nunca abandonando o meu. Ele podia sentir meu centro pulsando em seus dedos, e isso fez seu ego inflar mais.
- Há quanto tempo exatamente está sem sexo, Helie? Sua boceta me diz que está mais desesperada que o normal pra engolir uma piroca.
Mordi o lábio, movendo o quadril em busca de mais contato.
- Tempo o suficiente.
Ele não conteve o riso e introduziu dois dedos, estocando devagar, me torturando. Seus lábios sorridentes alcançaram meu seio, deslizando a língua suavemente. Gemi frustrada e o canalha riu contra minha pele, sabendo que eu precisava de mais.
Porém, antes que eu pudesse reclamar, o Lonson me chupou com força, arrancando de mim um arfar alto. Seus dedos e minha vagina se moveram mais rapidamente, assim como o polegar fez uma pressão gostosa no clitóris. Movi os quadris.
Os dentes dele tocavam em meu mamilo, vez ou outra mordiscando com força, arrancando-me sons mais altos. O ambiente era preenchido pelo som característico de seus dedos fodendo minha boceta encharcada, os chupões em minha pele e meus gemidos nada contidos. Quanto mais os escutava, mais excitada eu ficava, principalmente pelo castanho dos olhos masculinos jamais terem deixado os meus.
Aquele castanho demonstrava satisfação, e seus lábios decidiram vociferar as palavras antes mudas:
- Está com tanto tesão só com os meus dedos, imagino como vai estar quando for o meu pau. – estocou lento e fundo, muito duro. – Socando forte até você gozar como uma puta.
De repente ele tirou os dedos e os colocou diante de mim, encharcados. Os levou até meus lábios e eu não hesitei, chupei como de mel fossem.
Quando os retirou, pensei que estocaria novamente, mas não o fez. Ao invés disso, lentamente, rodeou o anel quase intocado. Eu sorri e mordi o lábio antes que ele fizesse uma leve pressão, introduzindo um dedo.
Gemi baixinho.
Ele começou lento, abrindo espaço, preparando o local, logo foi mais fundo, me fazendo arrepiar.
Senti sua respiração quente contra meu pescoço:
- Há mais de um mês que venho fantasiando te comer direito.
Dois dedos dentro me alargando.
Suas palavras tinham um tom de ameaça que poderia assustar qualquer outra mulher, mas não a mim. Naquele momento eu queria ser o prato principal daquele homem.
Suspirei insatisfeita quando tirou os dedos de dentro e se levantou, caminhando até o closet e abrindo a terceira gaveta. Suas mãos grandes agarraram a caixa de madeira com propósito, e não me surpreendi quando se aproximou novamente da cama e retirou lá de dentro um objeto.
O plug metálico era grande e a ponta larga era preenchida por uma pedra rosa em formato de coração que ele segurava com orgulho. Deixou a caixa de lado e se aproximou também com um lubrificante nas mãos.
- Abre bem as pernas pra mim, Helie.
Aquele não era um pedido, longe disso. Mas não me contive em obedecer de bom grado e morder o lábio com força ao ver o líquido transparente ser derramado sobre minha boceta quente.
Depois de espalhar o gel, outro tapa foi deixado ali.
- Porra, Adam... Hum...
Mas ele apenas esfregou um pouco mais antes dos dígitos melados se encaminharem para o meu cuzinho. Sua outra mão, esta que segurava o plug se colocou sobre meu rosto.
- Chupa. - mais uma ordem que não foi negada por mim.
Minha língua envolveu o objeto brilhante e gelado enquanto não contive em soltar os gemidos ao sentir seus dedos ainda me fodendo por trás. Quando puxou o plug para fora dos meus lábios, um fio de saliva o acompanhou. Adem, sem nunca desviar o olhar, retira os dedos e sinto a ponta molhada e agora levemente aquecida cutucar meu ânus já pulsante,
Gemi alto quando o sinto completamente dentro, uma mistura eletrizante de dor e prazer que deixou minha respiração mais pesada. O desgraçado ainda sorriu ao girar o coração algumas vezes, vendo minha sensibilidade.
Agora livres, os dedos penetraram minha vagina com força, socando o ponto certo.
- Caralho...
Os sons, os dedos que metiam fundo, o plug que me preenchia. Meu corpo parecia gritar e minha boca não deixava mentir, porque tudo o que saía dela eram gemidos e súplicas.
Sensível demais, estava muito perto.
Ele, porém, notando meu estado, retirou os dedos, e antes que eu pudesse xingá-lo por isso, o moreno me colocou de quatro num movimento bruto o bastante para eu gemer alto ao sentir dois tapas em minha bunda.
- Rabo gostoso do caralho.
Foi o que eu o ouvi dizer quando seus dedos apertaram minha carne antes de agarrar a pedra rosa e começar a puxá-la. Senti meu interior vazio e respirei fundo antes que ele colasse seu corpo ao meu.
Estava duro denovo.
Sorri e rebolei contra sua rola, arrancando um gemido baixo dele, sabendo exatamente o efeito que causava. Apoiei melhor os antebraços no colchão e joguei os cabelos para trás, encarando o rosto masculino com os cantos dos olhos.
- Me fode logo, Adan.
Não foi preciso pedir duas vezes, o pau grande e cheio de lubrificante socou meu cuzinho com força, metendo até o talo, me fazendo delirar. As mãos másculas em meu quadril mantinha um aperto forte enquanto novos tapas marcavam minha pele. Sua mão segurou meu cabelo e o puxou com força, dominando cada parte de mim, dizendo sempre o que me excitava mais:
Filha da puta.
Vadia.
Vagabunda.
Quando se deu por insatisfeito, envolveu um braço em minha cintura, me puxando para cima, meu corpo ereto contra o seu, ainda metendo duro.
- Ah!
O som me escapou quando seu outro braço também me envolveu e seus dedos habilidosos pressionavam meu clitóris em círculos calculados. Ele gemia contra meu ouvido.
- Gostosa... - respirou pesado. – Que cuzinho mais apertado... Porra.
Eu só sabia gemer de maneira descontrolada. Tudo parecia demais pra suportar.
O cômodo era envolvido pelos gemidos nada contidos, assim como os sons de corpos se chocando e o cheiro de sexo que parecia impregnar o ambiente. Sujo, canalha e gostoso pra caralho.
Os dedos longos penetraram minha boceta, que se contraiu de imediato. Eu estava perto.
- Você vai gozar com meu pau no seu cuzinho, linda.
Eu sequer conseguia dizer alguma coisa, dos meus lábios apenas saíam gemidos sem controle. Um par de instantes foi o suficiente para que eu gozasse com força, nublando minha mente e contorcendo meu corpo, me levando ao céu juntamente de Adan que gozou dentro e mordeu meu ombro, arrancando um grito meu.
Exaustos, ambos caímos sobre a cama, os corpos suados e as respirações ainda mais cortadas. Antes que ele se deitasse ao meu lado, tirou o membro e pude sentir seu fluido escorrer por minhas pernas.
Ali, suada e com o corpo ainda tomado por esparmos, eu me permiti sorrir com um só pensamento:


O melhor remédio para uma mulher cansada e cheia de problemas sempre será um bom amigo que te escute nos momentos difíceis, mas de preferência que tenha um pau grande e não tenha medo de socar com força.



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Nome do conto:
Gozar fortalece a amizade

Codigo do conto:
275436

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/10/2026

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