Novembro de 2013. Trabalhava numa grande loja de roupas, num shopping em Guarulhos, quando entrou uma moça como temporária extra de final de ano, e que logo me encantei pelo sorriso radiante dela. Mas como também sou observador, notava algumas expressões de tristeza vez ou outra e usei isso para me aproximar e ter assunto. Descobri que ela namorava um cara "problemático" e, por conta disso, achei melhor me afastar. Só que passando alguns dias ela terminou com ele e, consequentemente, acabamos ficando. Como relacionamentos naquela empresa eram proibidos (apesar dos próprios supervisores terem um caso), no início mantivermos segredo e nos pegávamos escondidos fora da loja, no horário de almoço ou depois do expediente, e até então sem sexo, com apenas muitos beijos e carícias, aproveitando aquele clima gostoso de cumplicidade e trocando olhares e sorrisinhos discretos durante o expediente. Dezembro chegou e aproveitamos as festas para conhecermos as famílias um do outro, e como estávamos mesmo apaixonados, oficializamos o namoro perto do Natal. Ela com 19 anos e eu prestes a completar 22. Só que aí veio a trágica surpresa: ela me contou que tinha me traído com o ex dela. Isso duas semanas depois que tínhamos começado a ficar, e ainda se justificou dizendo que não esperava que daríamos certo ou que ficaríamos juntos namorando. E como se já não bastasse tudo isso, ainda me contou que poderia estar grávida dele. O que me lembro desse dia foi de uma dor profunda, como um corte no peito. E foi sentindo isso que levei ela de volta pra casa dela. Eu não tinha experiência alguma com relacionamentos; era com ela até então o meu primeiro namoro sério. Então sinceramente por amar ela e, admito, por conta de um medo irracional de ficar sozinho, não conseguindo me recuperar daquilo, acabei perdoando ela e voltamos. Outro ponto importante é que nesse tempo eu já sonhava em ser pai, então como condição para reatar, pedi que ela não contasse nada para o ex sobre a gravidez e que não tivesse mais nenhum contato com ele, pois eu assumiria. E como o cara era cheio de problemas (inclusive tomando tarja preta se não me engano), ela aceitou. Depois disso tenho que confessar que nosso namoro até "progrediu" bastante, principalmente na parte sexual. Talvez por culpa da traição, não havia mais barreiras por parte dela e, percebendo isso, também não houve mais receios da minha parte. Nos beijos intensos eu já pegava nos peitões dela por cima da roupa e, se estivéssemos às sós, já tirava ao menos um deles pra fora do decote pra poder mamar a vontade. A questão da gravidez também confesso me acendia um fogo, pois agora mamava nela já imaginando o quanto aqueles seios, que já eram grandes (tamanho 52), poderiam crescer ainda mais e futuramente estariam cheios de leite materno pra eu tomar. Enquanto que pra ela, por ser gordinha e baixinha, começou preferir dar pra mim só de 4 e pedindo sem medo que eu gozasse dentro. Dizendo inclusive que meu pau naquela posição cutucava ela bem na entrada do útero, causando uma dorzinha prazerosa. Nem preciso dizer que nem usávamos camisinha; dos peitos eu já descia com a minha boca pra chupar ela, ou fazíamos um saboroso 69, comigo se lambuzando com o mel escorrendo dela, enquanto ela mamava meu pau com gula, cobrindo a cabeça com bastante de saliva, e tornando nosso sexo bem molhado e intenso, quando ela já se posicionava obediente com o rabinho empinado pra mim e aquela carinha de safada mordendo o lábio sorrindo, olhando pra trás. Nessa época de juventude ainda eram duas seguidas, bombando forte com os peitos dela "aplaudindo", aí agarrando ela pelo quadril quando gozava direto no colo do útero, e logo em seguida metendo de novo sem nem tirar, com o pau que não amolecia até o final do segundo round. E depois ainda ficávamos no maior dengo deitados de conchinha, comigo acariciando a barriga dela ou fazendo cafuné, até mesmo convensando com o bebê, ou escolhendo nomes para ele.. Porém as semanas foram passando e não houve sinais de gravidez. E como o ciclo dela já era irregular, não descendo, ainda nos manteve em dúvida por um tempo; se ela estava grávida mesmo do ex ou se tinha engravidado de mim com nossas transas seguintes sem proteção alguma. Não lembro se ela fez testes, mas logo ficou claro que ela não estava gestando. O que deixou ela bem aliviada e ainda me prometendo que, assim que a gente se casasse, ela me daria esse filho. Depois disso noivamos e nos casamos no cívil, em 2015, mas com a nossa relação talvez não amadurecendo o suficiente: a traição dela lá ni início se "voltou" contra mim. Se antes ela já era ciumenta por natureza, casados se tornou um ciúmes possessivo e manipuladora, e inclusive me acusando que eu IRIA trair ela, pois segundo ela (e a insegurança dela), eu tinha motivo e por isso que era certeza que me vingaria. Nessa parte também tenho que admitir que meu trabalho não ajudou em nada: pois na loja onde nos conhecemos ela não foi contratada mas manteve amigas lá que poderiam ficar atentas comigo e contar pra ela se eu saísse da linha. E não que eu pretendesse fazer isso com ela! Mas o argurmento dela era que, assim como eu conheci ela através do convívio na loja, eu poderia muito bem conhecer e me interessar por outra pessoa da mesma forma. Pra piorar, em busca de condições melhores, eu ainda saí daquela loja e daquele shopping e fui contratado numa rede concorrente, onde de 80 funcionários, apenas 10 ou 15 eram homens e o restante eram todas lindas mulheres, sempre bem maquiadas.. o que deve ter aumentado e muito mais a insegurança dela, principalmente quando foi de surpresa me ver e já implicou com algumas das vendedoras só de olhar para elas. Ainda por cima, como era um cargo de autoridade lá dentro, eu que fechava a loja (isso por volta das 23), chegando em casa de madrugada. Ou seja: nosso casamento começou a desmoronar. Além das discussões cada vez mais constantes (e a maioria depois que eu chegava cansando), nosso sexo foi mudando. O sexo oral nela agora era feito por mim de manhãzinha, porque ela já acordava de mau humor. A promessa de engravidar foi adiada até (segundo ela), termos condições financeiras melhores, então na prática até podíamos transar sem camisinhas (a verdade é que nenhum dos dois gostavam e já tínhamos acostumados de sentir um ao outro no "pelo" mesmo), só que na hora de gozar eu tinha que tirar e ela sempre ficava preocupada depois se tirei a tempo. Então fomos perdendo até aquele hábito de duas seguidas sem tirar, pois eu tirava, gozava nas costas ou na bunda dela e corria pra pegar papel higiênico pra limpar. E se caso ela se empolgasse e deixasse gozar dentro, eu ainda tinha que ir na farmácia na rua de casa pra comprar pílula do dia seguinte, o que também não fazia muito bem pra ela depois, causando dores de cabeça. Até aqueles momentos que amava só de ficar mamando nos seios dela foram se tornando diferentes.. Pois mamar pra mim era algo "terapêutico", me ajudando a lidar com o stress da loja (e até aquele que ela mesma criava), só que pra ela mamar eram "preliminares". Então dificilmente eu conseguia ficar mamando um tempo considerável, a não ser que ela estivesse sonolenta assistindo algo. Sem falar que mamar e apalpar aqueles peitos me faziam lembrar muito de quando imaginávamos que ela estava grávida, e só de ver ela de vestido decotado e sem sutiã pela casa, já me despertava a fantasia dela amamentando. Então sim... foi ali que pequei. Começou com minha participação em grupos de aficionados por seios, e confesso que conversar com outras pessoas sobre isso não me parecia traição (mesmo que no início ela nem soubesse), mas a quem eu quero enganar né.. e sim, no fim eu acabei "traindo" ela algumas vezes por conta disso. Até tentava justificar pra mim mesmo que só mamar e sem sexo não seriam "tão" traição assim, ou ainda, que nenhuma traição minha tinha chegado no mesmo nível que a traição dela, ao ponto de achar que tinha engravidado do ex. Fora que fui pela cabeça de alguns colegas que viviam dizendo "se ela briga tanto contigo que vc ainda vai trair ela, traía então de uma vez por todas! Dê o motivo que ela tanto quer pra brigar" Mas se tem um ponto engraçado (ou irônico) nessa história, é que a pessoa com quem eu senti que poderia realmente acontecer algo fora do casamento, não aconteceu absolutamente nada! Engraçado primeiramente porque foi justamente como minha esposa tanto dizia que seria: me interessei por uma colega da loja. Uma ruiva magrinha com jeitinho sedutora, toda segura de si, que desfilava quando andava sempre bem vestida. E a atração era mútua, conversávamos e sabíamos da desejo que um nutria pelo outro, mesmo com ela me alertando que não jamais serviria pra ser amante e que só podíamos ter algo depois que me separasse.Não rolando nem mesmo um beijo entre nós. Então foi o que tentei fazer. Mas sempre que tocava no assunto do divórcio com minha mulher, ela dizia que ia se "desviver" (algo inclusive que eu sabia que ela já tinha tentado com um outro ex dela). Tentei dar um tempo e voltar pra casa dos meus pais, mas antes que eu chegasse no ponto de ônibus ela me convenceu de voltar com uma mensagem dizendo que me daria o filho que eu tanto queria. As brigas não cessaram, mas agora eram prosseguidas por aquele "sexo de reconciliação", ainda com resquícios de raiva mas ainda assim intensos, com ela sussurrando no meu ouvido entre gemidos "me engravida". Geralmente com ela de pernas abertas pra mim na beira da cama, e eu com o peito na boca e ela me segurando forte pela nuca, mandando imaginar quando ela tiver com leite neles, ou ainda com ela de 4, me cobrando tapas na bunda e que chame ela tanto de "minha putinha" como também de "mãe dos meus filhos" Entramos num ciclo vicioso: inconscientemente provocando pequenas brigas apenas pra transar e sentir essa recompensa da falsa reconciliação, ou no meu caso, só pra ter ela dizendo de novo e de novo e de novo.. aquele doce "me engravida", que era até mais viciante do que ela implorando "goza em mim", "goza dentro", não tira quando for gozar" ou ainda, o profundo "leita meu útero". Só sei que esse "me engravida" dela se infiltrou e enraizou profundamente na minha mente, virou uma obsessão mesmo e por anos!! Como se tivéssemos um filho fosse a solução pro nosso casamento e a promessa que tudo ficaria melhor entre nós dois. Mas claro, o tempo foi passando e nada.. além de me sentir frustrado a cada teste dando negativo, também via a decepção dela consigo mesma, me fazendo até desistir da ideia algumas vezes, e quase aceitando que não era pra acontecer. Nesse meio tempo, aquela minha colega atraente no trabalho se tornou uma espécie de amiga "confidente", com ela me contando alguns segredos da vida dela e como foi se afundando. Resumindo... a garota que era toda independente morando e pagando suas contas sozinhas, foi pela cabeça de uma tia dela e agora dividiam um apartamento que estava atrasado, então começou a trabalhar numa boate na zona sul e não conseguia mais ir na loja trabalhar. Foi demitida e um tempo depois sumiu completamente, voltando depois de semanas pra me contar que foi "resgatada" pelo padrastro e engravidou dele (nunca me contou se foi com consentimento ou não). Bom, minha mulher nessa época descobriu essas mensagens, mas acho que não leu todas pois logo supôs que essa garota tava grávida de mim ou não sei se achou que eu assumiria. Ainda contei toda a verdade mas mesmo assim na raiva ela me agrediu e precisamos ir no hospital de madrugada, onde tomei alguns pontos no rosto, por conta de um corte forte que ela fez. E isso que me fez decidir por se separar de vez. Pois se antes só tínhamos longas e desgastantes discussões, agora tínhamos ultrapassado um limite envolvendo agressão. Mas no fim ela ainda me contou depois que também me traía com gente do trabalho dela, na "certeza" de que eu ia me vingar dela em algum momento. Bom, ficamos casados dois anos, mas mesmo nos separando em 2017, por mais 10 anos nós ainda nos encontrávamos quando ambos estavão solteiros. Ela querendo o carinho e o cuidado que ela sabia que sempre teria comigo quando pedisse, incluindo as massagens e os banhos e dormir juntos, e eu claro, ainda com esperanças de engravidar ela. Mas sinto que esse ciclo finalmente se encerrou, ela desistiu de vez da ideia depois que soube que precisaria de um tratamento antes e ainda poderia enfrentar uma gravidez de risco por conta de obesidade outros problemas, e depois que eu também engravidei outra pessoa pelo caminho. Mas aí já é outro capitulo dessa história
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