Eu e minha namorada - falando de outro Parte 2



                 

                 

Continuando exatamente de onde parei na primeira parte,

Depois de ficarmos deitados no chão da sala, sobre o tapete por cerca de 10 a 15 minutos, chamei-a para o banho, e assim fomos. Ela na minha frente, completamente peladinha, com aquela bunda que eu não acreditava que estava fodendo novamente.

- Min: "Vou pegar toalhas."

E foi para o quarto. Eu segui para o banheiro e, nos 2 minutos que fiquei sozinho lá, me olhei no espelho. Ainda tinha suor do sexo intenso. Soltei um sorriso para mim mesmo, feliz de ter transado com a menina que eu era apaixonado e estava ainda mais gostosa desde quando terminamos. Não durou muito, veio o pensamento das coisas que ela falou: “ele gozou dentro da minha bucetinha”, “me fez engolir toda a porra”. De alguma forma, minha mente estava cheia de conflitos.

Ela chegou, entramos debaixo da água, ficamos trocando carícias, rindo de algumas coisas, beijando, ficamos bastante tempo debaixo do chuveiro, saímos bem limpos e com cheiro de banho.

Já no quarto, coloquei a minha cueca e somente a calça, fiquei sem camisa. Apesar de estar frio, estava de boa. Ela vestiu uma calcinha que pegou no guarda-roupas, um shortinho novo, bem curtinho, que mostrava a poupa da bunda, ficava bem sexy, e, sem sutiã, colocou apenas uma camiseta curta. Falei que estava com fome, ela disse que também estava. Chamei para ir comer algo.

— Mim: Vou colocar outra roupa pra gente ir então.

A visão dela com shortinho mostrando uma parte da bunda estava incrível; não queria deixar de ver tão cedo.

— Eu: o que você acha da gente pedir um lanche e ficar aqui agarradinhos?

— Mim: sério, mô? Eu quero muito.

— Mim: vamos pedir e ficamos debaixo do cobertor, tá um pouco frio.

Deitamos na cama, ela veio e colocou a cabeça em meu peito. Eu puxei meu celular para buscar pelo lanche e ela o dela. Enquanto eu escolhia, ela fazia scroll pelo Instagram. Depois de alguns minutos, decidimos um, comprei e chegava em 15 min. Isso já era por volta das 23:30. Abaixei meu celular e comecei a olhar para ela em meu peito. Estava por dentro, explodindo de alegria de ter voltado com minha ex, e ela mexendo no celular. Eu passava a mão nela, nada de putaria, era mais carinho naquele momento.

— Eu: tá chegando, vou colocar roupa pra ir lá buscar.

— Mim: deixa que eu vou mor, tá frio, você vai pegar resfriado, eu já tô com roupa, só fica olhando da janela pra eu sentir segura.

Acenei com a cabeça e ela levantou e pegou meu moletom, vestiu e foi lá. Quando vi ela saindo pela porta, lembrei que ela estava com quase metade da bunda de fora. Fui para a janela, fiquei olhando. Ela recebeu o lanche e o motoboy aproveitou para dar aquela olhada. Não julgo, qualquer um iria fazer o mesmo.

Entrou, fomos para a mesa comer, ficamos um de frente para o outro, ficamos comendo e conversando, dando risadas. Ela me contava coisas da vida dela nesses 1 ano que ficamos separados. Eu contei algumas coisas, ela fazia vários elogios, falava que eu estava mais bonito, parecia mais inteligente entre outras coisas.

Depois de comer, ela me chamou para ir ao quarto, ficar debaixo dos cobertores. Eu disse que precisava escovar os dentes e ela falou que iria pegar uma escova nova para mim, mas que eu poderia usar a dela se quisesse.

— Mim: tira a calça, mor, fica confortável, a gente vai deitar, quero sentir seu corpo junto ao meu.

Escovei os dentes, fui para o quarto, tirei a calça e sentei na beirada da cama à espera dela, que foi colocar comida para os cachorros. O celular dela vibrou ao meu lado na cama, pego para ver e tomo aquele susto. Meu coração acelerou na hora, uma notificação do Tinder.

Não consegui ler o que era, estava bloqueado o celular, fiquei com coração a mil, pensando em muitas coisas, passaram uns 5 min, ela aparece e eu nem sequer tinha percebido, tinha entrado em outra realidade.

— Mim: Mor, o que foi? Por que você está triste?

Aproximou-se de mim, pegou em meu rosto e levantou

— Eu: chegou notificação para você…

Apontei o celular para ela; ela, quando viu, engoliu seco, fez uma cara de tristeza, mas em poucos segundos não conseguiu segurar e fez cara de sorriso.

— Mim: desculpa, mor, esqueci de apagar.

Eu olhando para ela, sem reação, esperando ela dizer algo.

— Mim: não esqueci, não deu tempo.

— Mim: mor, me desculpa, não era pra você ver, aliás, não, eu ia apagar, mas não deu tempo.

— Eu: Apagar o quê?

Ela respirou forte, não sabia encontrar as palavras, desviava o olhar do meu

— Mim: Mô…

10-15 segundos sem dizer nada, apenas cara de culpada. E eu, sem dizer nada, apenas a espera do pior.

— Mim: Mor, eu posso te contar. Eu prometi que iria ser sincera contigo sobre tudo, era a sua condição, mas pode ser outro dia? Não quero estragar nosso dia, tá tão gostoso.

— Eu: Só fala logo.

Ela continuava em pé, na minha frente, e eu sentado na beirada da cama, olhando para ela. Ela, nervosa por ser ‘pega’, começa a mexer na unha e gaguejar.

— Mim: Eu achei que… eu achei que você não ia voltar a falar comigo nunca mais…

Pensei que o mais sensato era ficar em silêncio e ouvir o absurdo que ela iria contar. Na minha cabeça, só passava que, depois da transa que tivemos, será que fica pior?

— Mim: já tem algum tempo que eu queria te mandar mensagem, mas nunca tinha coragem, ficava com medo de você me rejeitar, eu não conseguia te esquecer…

— Mim: um dia eu escrevi a mensagem para você e apaguei, fiquei com medo de ser rejeitada, e nesse dia eu baixei o Tinder, semana passada.

— Mim: eu queria alguém pra me fazer esquecer de você. Não sei, na verdade, o que eu estava pensando, eu só fiz, baixei o Tinder, teve vários matchs, conversei com alguns caras, mas não saí com nenhum. Eu prometo, eu juro pra você, eu só conversei.

— Eu: posso ver?

— Mim: pode mor, eu não quero esconder nada, eu juro.

Peguei o celular da mão dela, abri a notificação e fui direto para as mensagens. Num scroll rápido, devia ter ali umas 30 conversas. Tinha algumas que tinha só o cara dando oi, tinha outras com resposta já da semana passada e as mais recentes tinha uma que estava como “foto”, indicando que havia sido enviada uma foto. Fui direto nessa. Logo que eu abri, era foto da rola de um cara, segurando-a dura. Eu comecei a tremer por dentro, já sabia que era o pior por vir. Olhei para ela sem dizer nada.

— Mim: esse cara é um babaca, lê a conversa.

Subi a conversa, não tinha muita coisa.

Era basicamente aquele oi, oi, perguntas básicas e depois o cara manda foto de um lugar, tipo uma entrada. Eu não sabia se era um bar ou uma balada e o cara perguntando: “Vamos lá comigo hoje?”

Minha namorada respondeu “não” seca mesmo.

O cara mandou.

“Já sei o que você quer, é isso.”

E mandou a foto da rola; fiquei aliviado que ela não havia respondido.

— Mim: semana passada eu fui com minha mãe para a cidade X (vou ocultar por motivos óbvios) e lá eu baixei o Tinder; quase todos os caras são de lá.

— Eu: esse que mandou o pau também?

— Mim: sim, esse babaca, já bloqueei logo.

-

Fiquei aliviado, continuei a ver conversas mais recentes. Quanto mais via, mais ficava aliviado. Era só conversa de Tinder, nada de putaria, eram só os caras querendo convencê-la a sair e ela negando.

Já mais tranquilo, com uma mão fui para a cintura dela e a outra rolando entre as conversas recentes.

— Mim: mor, eu não sei por que baixei isso, estava confusa, com medo de você me rejeitar, queria te esquecer, achei que sair com alguém resolveria… mas eu não saí.

Até que eu cheguei na primeira conversa, a mais recente do cara que havia enviado a notificação.

A última mensagem do cara era:

E aí, ele apareceu?

Nisso, ela parou de cutucar a unha e colocou a mão na boca e começou a morder a unha, meio que nervosa. Fiquei apreensivo.

Fui subindo a conversa e esse aqui, ela conversou muito com ele, tinha algumas safadezas.

— Eu: E este?

— Mim: então…

E ela, bem nervosa, meio gaguejando, com medo de contar.

— Mim: esse cara eu estava conversando com ele…

E fazia uma pausa na fala, como se estivesse escolhendo as melhores palavras para contar.

— Mim: esse é o único que me atraiu, eu achei ele bonito e sabe conversar…

— Mim: ele falou que é casado e que a mulher dele trabalha viajando; ele tem bom papo…

— Mim: não sei, amor, não sei o que vi nele, mas me atraiu. Eu estava solteira e com tesão.

— Eu: que porra é essa de “ele apareceu”?

— Mim: eu contei pra ele que iria mandar mensagem pra você pra te ver hoje.

Rolei a conversa e o cara estava tentando comer ela de qualquer jeito. Ele realmente sabia manipular; em uma parte tinha algo como “mas, se ele não for hoje, você vai ter que passar a noite aqui comigo, minha mulher está viajando”.

— Mim: é isso, mor, eu não aceitei, mas ele ficou insistindo em sair comigo se você não quisesse nada.

— Eu: E você iria?

Nisso, ela olhou para o lado, desviou o olhar do meu.

— Me: mor…

— Eu: pode falar, não vou ficar com raiva, você estava solteira.

— Mim: mor, eu ia…

Não deu nem tempo dela terminar de falar; meu pau começou a subir e marcar na cueca, nem consegui disfarçar.

— Eu: cara, casado?

— Mim: ah, mor, ele tem um bom papo.

Ela fez uma cara de safada ao falar isso.

Eu não aguentei e soltei o celular e levantei, empurrei ela contra o guarda-roupa e comecei a beijar e passar a mão no corpo dela. Tirei o moletom, ela ficou só com uma blusinha sem sutiã e de shortinho, o bico do peito quase furando.

— Eu: minha putinha querendo dar pra um cara casado? Vagabunda…

— Mim: eu sou mesmo, amor, ele é gostoso…

— Eu: Mais um para arrombar minha namoradinha?

Entre, beijos, mãos e falando putaria. Segurei no cabelo dela, dei um tapa na cara dela.

— Mim: bate mais na cara da sua putinha.

— Eu: tá acostumada a apanhar, né, cadela?

— Mim: você precisa me castigar, mor, fui muito putinha.

— Eu: Foi mesmo, se eu não viesse, você ia estar mamando esse fdp.

— Mim: ele ia me deixar muito usadinha, mor. Ele falou que só transa quando a mulher volta de viagem a cada 15 dias; ele deve estar morrendo de vontade.

— Mim: mor, seu pau está muito duro…

— Eu: coloca nessa boquinha ele, vai.

Ela abaixa, eu sento na cama, na beirada, e ela fica de joelhos, chupando com muita vontade, fazendo muito barulho, glup, glup, e cospia no pau e engolia tudo.

Eu peguei o celular dela e fui ver as fotos do cara; realmente, ele era boa pinta.

Tinha uma foto usando roupa social, com uma calça apertada marcando volume no pau. Eu virei para ela o celular.

— Eu: já sei o que você tanto queria aqui.

Ela tirou meu pau da boca, sorriu.

— Mim: o que, amor?

— Eu: todo vestido de roupa social, como você gosta.

— Mim: bobinho, olha esse volume, ele é pausudo, ia me deixar bem usadinha, mor…

Não esperava por essa, foi outro choque. Segurei no cabelo dela e fiz ela engolir tudo, sem dó nenhuma, como se eu nem ligasse se iria machucar ou não. Tratei a boca dela como uma buceta; ela ficou com o rosto todo babado e quase sem respirar.

Eu: Já não basta o Lucas deixar você toda arrombadinha. Agora quer ser putinha do casado?

—mim: Me fode agora.

E levantou e já sentou em mim na beirada da cama e começou a cavalgar insanamente, sentando tudo até o fim, fazia até barulho do corpo batendo com intensidade.

— Eu: isso, caralho, senta no meu pau, sua putinha.

— Mim: aahhh, me fode, vai, me bate, amor.

Enquanto ela sentava, eu a puxei para a cama, continuou cavalgando e eu dava tapa forte na bunda dela, puxava cabelo, xingava ela de tudo e ela pedia mais e mais.

— Mim: Ai, caralho, vou gozar de novo, amor, vou gozarrr.

— Mim: ahhhhhh, tô gozando.

— Mim: me usa, amor, eu adoro ser seu brinquedinho.

Continuei socando forte, segurava na cintura dela e fazia subir e descer cada vez mais agressivo; os tapas faziam barulho alto.

— Me: acaba comigo, meu dono, fode a sua putinha.

— Eu: toma cadela, piranha safada.

Aumentei o ritmo enquanto ela gemia, cheguei a vê-la revirar o olho no momento no ápice, olhava para o meu pau entrando e saindo, ficando todo branco do gozo dela.

Não aguentei mais e gozei dentro dela.

Eu não acho que era possível, mas soltei muito leite dentro dela, isso porque, algumas horas antes, eu já tinha soltado uns 8 jatos de porra bem intensos nela.

Ela caiu em cima de mim, tirou meu pau de dentro, e a porra escorria na minha perna e em cima do meu pau.

— Mim: não aguento nem falar, você acabou comigo.

— Mim: eu te amo demais, amor, que delícia.

Beijei-a na boca, ficamos deitados suados, esperando recuperar fôlego.

Depois de algum tempo, fomos para o banheiro tomar outro banho.

Eu: E o que você vai responder?

Mim: O quê?

Eu: O casado…

Mim: Mor, nada, vou bloquear.

Eu: Posso responder?

Ela fez cara de confusa e disse que podia.

Quando fomos para o quarto, ainda pelados.

Peguei o celular, ela desbloqueou, eu abri a conversa e disse:

Sim, ele veio, não vai ser hoje que você vai foder minha bucetinha.

Ela me olhou com cara de surpresa e só disse:

Mim: mooorrrr.

Começamos a nos beijar novamente e, depois, uns minutos de carícias, ela colocou o volume alto no telefone e deitou no meu peito, e ficou fazendo carinho até cair no sono, e eu passando a mão de leve sobre o corpo dela.

No silêncio que ficou e eu, exausto da intensidade, fiquei passando a mão nela e, pensando na loucura que tinha acontecido, comi a minha ex, que virou namorada novamente com porra de outro cara dentro. Depois transamos com ela, pensando na pica de um qualquer do Tinder. A minha mente ficava maluca, não sabia no que pensar. A menina que eu amava e achava inocente, até certo ponto, me manipulou direitinho. Era tanto conflito em minha cabeça pensar como eu aceitei foder ela depois de ela estar toda usada por outro cara.

Em todos os anos de namoro, eu devo ter gozado dentro umas 3 a 5 vezes no máximo; sempre tinha medo de fazer um filho e foder minha vida.

E em 2 horas já tinha soltado a maior quantidade de porra possível dentro dela.

Em algum momento eu apaguei, acordamos com o celular dela tocando. Era a mãe pedindo para buscar, estava bêbada, eram já 4 e pouca da manhã.

Era na rua de trás, colocamos roupas e fomos lá. Ajudei a mãe dela a descer todas as escadas e meio que carregar até a casa. A única coisa que ela fez foi ser jogada na cama e apagou. Minha namorada tirou o sapato dela, ajeitou na cama e era hora de ir embora. Fomos em direção ao portão e, no corredor da saída, ela me segurou e disse:

— Mim: Vai embora sem me dar leitinho para eu dormir?

— Eu: sério?

Ela já foi se abaixando e eu apoei as costas no carro. Ela abaixou minha calça, meu pau ainda mole, ela colocou na boca e chupava bem lento, dava beijos na cabeça do meu pau, colocava as bolas na boca.

— Eu: fica de joelhos, quero a putinha de joelhos.

— Mim: você que manda amor.

E ficou de joelhos.

Não sei o que me deu nessa hora.

— Eu: assim que você chupou o Lucas? (Lucas é o carinha da parte 1)

— Mim: Uhum, glup, glup.

— Mim: Quase, glup, glup ahhh.

— Eu: quase?

— Mim: ele não tinha dó, usava minha boca igual a uma puta, glup glup batia com ele na minha cara.

— Eu: assim?

Fiquei muito excitado, segurei na base do meu pau, batia na cara dela e esfregava na bochecha, no nariz, depois colocava na boca dela e forçava com cabelo até engolir tudo.

— Mim: uhum (intercalava entre falar e chupar) isso, quase, só que…

— Eu: fala, minha putinha.

Ela se levanta, beija minha boca e, com a mão, continua me masturbando, vai até meu ouvido.

— Mim: o dele é bem pesado, tenho até que fechar o olho com medo de machucar o rostinho da sua namoradinha.

Nisso, ela beijava meu pescoço e aumentava a punheta, e eu gemia.

— Eu: Tão grande assim, mor?

— Mim: sim…

— Mim: você viu como ele deixou a minha bucetinha mor?

— Eu: bem arrombadinha.

— Mim: uhummmm.

Ajoelhou-se novamente e batia com uma mão e colocava a boca na cabeça.

Fazia movimentos circulares.

E eu pensava que essa puta estava bem treinada; esse cara deve ter usado ela como quis.

Não aguentei mais e comecei a gozar de novo.

Ela, com ele dentro da boca, engoliu tudo. Nem vi o quanto gozei, mas não foi muito, continuou chupando até ficar mole. Depois tirou da boca, deu uns beijos nele e subiu minha calça. Ainda nos beijamos, despedi e fui embora. Andando na rua, meu pau ficava até com desconforto, estava desgastado da intensidade. Cheguei em casa perto das 5, caí na cama, tinha mensagem dela, gigante dizendo que me amava e que estava super feliz. Pediu desculpa por coisas que ela fez e que, quando eu acordar, era para gente se ver mais.

Próxima parte em breve.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ofelipe

Nome do conto:
Eu e minha namorada - falando de outro Parte 2

Codigo do conto:
275439

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/10/2026

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