Universo Zoo - O Início de Tudo



Olá meu amigos, espero que estejam bem. Fico muito feliz que vocês tenham gostado dos últimos contos, obrigado pelas mensagens, eu busco responder a todos sempre que posso. Pra você que ainda não me conhece, me chamo Daniel tenho 40 anos e sou um amante do Universo Zoo, pra saber e conhecer melhor, te convido a ler os meu contos, que adianto, são todos verídicos de experiências que tive o prazer de vivenciar e em alguns participar pessoalmente. Se você quiser conversar mais sobre o assunto, mas sem sacanagem e de forma séria pra talvez tirar dúvidas ou por curiosidade, me add, vai ser um prazer conversar com vocês.
O conto de hoje, na verdade será uma série de alguns contos que foram vivenciados por uma grande amiga minha, começou com ela e se estendeu por toda a sua família, espero que aprecie cada trecho.
Olá meu amigo Dan, eu relutei muito e você sabe disso antes de relatar toda essa história, só concordei porque você iria me ajudar na escrita e também mudaria os nomes, então vamos lá.
Eu me chamo Carla. Tenho 38 anos. Cabelo ruivo sempre preso num coque alto e bagunçado, pele clara que queima fácil no sol, corpo de mulher feita: peitos pesados que ainda firmes, cintura marcada, bunda grande e redonda que a legging laranja marca todinha quando eu uso. Coxas grossas, buceta peluda porque o meu marido nunca gostou de depilada, e um cheiro doce que só aparece quando eu fico realmente molhada.
Moro numa casa simples no interior, com um quintal grande que dá quase no sítio da minha amiga Renata. Casada há dezessete anos com o Roberto. Ele trabalha o dia inteiro na cidade, chega cansado, come, assiste qualquer coisa e dorme. Sexo? De vez em quando. Ele sobe em cima, enfia, goza em três minutos e vira pro lado. Eu fico ali, de pernas abertas, a buceta latejando, o clitóris inchado, sem nunca ter gozado de verdade com ele. Minha filha, a Júlia, tem 19 anos, linda pra caralho, estuda de manhã e passa a tarde no quarto ou saindo com as amigas. Os dois cachorros da casa — o Thor, labrador preto enorme, e o Max, o cinza mais magro — são praticamente da família.
Até aquele dia eu nunca tinha ouvido falar de mulher com cachorro. Nunca tinha parado pra pensar nisso. Achava que era coisa de doente, de filme proibido. Até a tarde em que fui tomar café na casa da Renata.
Era uma quinta-feira quente. Sentei na sala dela, a xícara na mão, conversando besteira sobre a vida. O Pastor Alemão dela, o Rex, um macho enorme de pelo preto e marrom, tava deitado no meio da sala. De repente ele se mexeu, virou de lado e começou a lamber… o pau. O pau dele tava quase inteiro pra fora da capa, vermelho, brilhante, grosso, latejando enquanto a língua larga subia e descia.
Eu ri sem jeito, apontando.
— Renata… olha o seu cachorro, que safado.
Ela olhou, deu uma risada baixa e falou, com um brilho estranho no olho:
— Safado é pouco, Carla. Esse desgraçado é viciado. Fica assim o dia inteiro quando sente cheiro de mulher no cio… ou quando eu deixo.
Eu franzi a testa, curiosa.
— Como assim “quando você deixa”?
Ela só sorriu, mordeu o lábio e mudou de assunto. Mas a forma como ela falou, o tom de voz, o jeito que ela olhou pro Rex lambendo aquele pau vermelho… ficou na minha cabeça. Fiquei o resto da tarde tentando puxar mais, mas ela só dava respostas pela metade, rindo, provocando.
Voltei pra casa andando devagar, as pernas trementes. Toda vez que o Thor ou o Max passavam perto de mim, eu sentia um calor estranho subindo pela barriga. Comecei a reparar no cheiro deles, no jeito que o pau do Thor saía um pouco quando ele ficava animado, no olhar atento do Max.
Nos dias seguintes a curiosidade virou obsessão. Eu me trancava no banheiro, abria as pernas e me tocava pensando no que a Renata tinha contado. Gozei tantas vezes imaginando o nó de um cachorro dentro de mim que a calcinha ficava encharcada no meio da tarde.
O Roberto continuava igual: chegava, comia, me usava rápido e dormia. A Júlia saía de manhã pra faculdade e só voltava no fim da tarde. A casa ficava só minha por horas.
Foi numa terça-feira que eu não aguentei mais.
Eles dois estavam no quintal. Eu vista só a legging laranja sem calcinha e uma camiseta larga. Sentei na cadeira de praia, abri as pernas e chamei o Thor com a voz baixa:
— Vem cá, menino…
Ele veio. O focinho quente enfiou entre as minhas coxas e farejou fundo. A língua passou por cima do tecido uma vez, duas… eu puxei a legging pro lado e deixei a buceta nua. Ele lambeu de verdade. Língua grossa, áspera, quente, entrando, saindo, chupando o clitóris inchado. Eu rebolava contra a boca dele, gemendo abafado, a mão no pelo do pescoço.
Não demorou. Me juntei de quatro na grama. Empiniei a bunda e olhei por cima do ombro.
— Monta… monta na mamãe.
O Thor subiu. O pau escorregou, achou a entrada e entrou com uma estocada só. Eu soltei um grito baixo, a cara na terra. Ele me fodeu daquele jeito de cachorro: rápido, fundo, instintivo. O nó inchou, forçou, entrou e me travou. Gozei gritando no braço enquanto ele me enchia de porra quente.
Quando saiu, o Max já estava ali, o pau inteiro pra fora. Eu ainda tava tremendo, a porra escorrendo pela coxa, mas separei as nádegas com as duas mãos.
— Agora você… o cuzinho.
Ele entrou mais devagar, mas entrou. O nó travou no meu cu e eu gozei de novo, mais forte, quase desmaiando.
A partir daquele dia eu virei outra mulher. Toda vez que a casa ficava vazia, eu chamava os dois. No quintal, na sala, até no meu quarto quando tinha certeza de que ninguém ia chegar. Ficava viciada no cheiro, no barulho molhado, na sensação do nó inchando. Às vezes gozava só de ver o pau deles saindo da capa.
Até o dia em que quase fui pega.
Era uma quinta-feira. A Júlia tinha falado que ia estudar na casa de uma amiga até mais tarde. Eu tava no meio da sala, completamente nua, de quatro no tapete. O Thor montado em mim, o nó já pela metade pra dentro, eu gemendo sem nenhum pudor:
— Isso… fode a mamãe… arromba essa buceta…
De repente ouvi o barulho da chave na porta da frente.
O coração parou.
Empurrei o Thor com força, me levantei cambaleando, a porra escorrendo pela perna, e corri pro quarto. Consegui jogar uma camisola por cima do corpo suado e me jogar na cama um segundo antes da Júlia abrir a porta da sala.
Ela entrou, parou, franziu o nariz.
— Mãe… que cheiro é esse?
— Eu… tava limpando o quintal, falei rápido demais. — Os cachorros entraram sujos.
Ela olhou pro Thor, que ainda estava com o pau meio pra fora, e depois pra mim. Ficou alguns segundos em silêncio. Depois só falou:
— Tá. Vou pro meu quarto.
Mas o olhar dela tinha mudado.
Nos dias seguintes eu senti a desconfiança dela crescendo. Ela começou a chegar mais cedo. A ficar mais tempo em casa. A observar o Thor e o Max com uma atenção estranha. E eu, porra… eu comecei a notar coisas nela também.
Um dia peguei a Júlia ajoelhada no quintal, coçando a barriga do Thor por tempo demais, a mão deslizando perto demais da capa dele. Outro dia vi ela cheirando a mão depois de acariciar o Max, um brilho estranho nos olhos. Ela também estava evitando meu olhar.
As duas estávamos desconfiando uma da outra.
Eu, a mãe que agora era cadela dos dois cachorros da casa.
Ela, a filha de 19 anos que talvez estivesse descobrindo o mesmo segredo sujo.
E nenhuma das duas ainda tinha coragem de falar.
Mas eu sabia que era só questão de tempo.
É isso Dan, espero que tenha ficado bom, e depois continuo contando o resto que só está começando.
Bom pessoal, confesso que esse conto me fez lembrar de tudo que ela já tinha me contado antes, e claro o tesão bateu forte novamente, e como ela disse só está começando.
É isso amigos aguardem que terá mais, se você quiser conversar e saber mais sobre o assunto, me mande mensagens mensagens aqui, vai ser um prazer conversar com vocês. Eu sei que tem muitas pessoas que possui dúvidas, curiosidades, vontades e desejos mas não sabe por onde começar, e se eu puder ajudar de alguma forma, será um prazer.
Abraços até a próxima.
                                
                                

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Comentários


foto perfil usuario nqcbct-

nqcbct- Comentou em 24/10/2026

Puxaa que delicia! Muito tezao

foto perfil usuario nqcbct-

nqcbct- Comentou em 24/10/2026

Puxaa




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Ficha do conto

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danielsilva1986

Nome do conto:
Universo Zoo - O Início de Tudo

Codigo do conto:
275473

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
23/10/2026

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