Acordei no outro dia próximo ao meio dia. Tinha bebido muito ontem. Três ou quarto taças de vinho. Michelle acordou e foi trabalhar. Fiquei para trás,co mo combinado, passaria a tarde encaixotando as coisas da cozinha. Desci as escadas. E André estava na cozinha. Era um dia quente, estava sem camiseta. Não era um tanquinho nem nada. Mas, também não era gordinho. 1,85 possivelmente. Branquelo. Olhos pretos. E um sorriso do tipo envergonhado. Correu ao me ver colocando a camiseta que estava sobre a mesa. Desculpe, não sabia que estava por aqui. Conversamos por horas. A tarde inteira. Guardamos copos, talheres, pratos antigos e algumas poucas panelas. A dor de cabeça da ressaca passou de repente. Michelle fala bastante de ti. Já contou algumas coisas que pensava. Ela achou um absurdo, Fez uma longa pausa. Eu servi com macarrão a bolonhesa e um copo de suco de laranja. Michelle não é muito cozinheira. Eu amo bastante! Ela comentou. - E SORRIU. Sim, ele estava me comparando com ela e percebi que talvez fosse algo que tem um tempo qeu estava construindo. André tem 32 anos, contei minha idade ele sorriu e sussurrou algo e sorriu na sequência novamente. Ele chamava minha atenção. algumas tatuagens. calçava 42/43, vin o seu chinelo. Se é novo por aqui, gosto de saber quanto os carinhas calçam. Não por que vou fazer algo, mas porque curto saber os tamanhos e tals. Sou loirinha, cabelos enrolados. Branca. Não sou alta. E sou magrela. Servi sorvete. Fico mal acostumado com isso. Com o que? Apoiei o pote de sorvete em frente a ele na mesa. Retirei o prato. Lavei rapidinho e sentei do lado dele. Ele sorriu de novo. VocÊ faz as coisas muito natural. Se acha? Encostou a perna em mim. E o telefone tocou. Passavam das 19h e nada da Michelle chegar. ELe correu pra fora, entrou n ocarro, atendeu a ligação saindo do carro. Oi meu amor! Chovia. Choviam uito em são Paulo. Michelle ficou ilhadas no centro. Ia dormir na casa da Marcele, amiga que temos em comum. Na sequencia me ligo. Explicou tudo. Me pediu desculpas. Mostrei tudo que tinha guardado e ela pediu que eu continuasse amanhã. Com um unico incoveniente. Amanhã é o home office do André. André sumiu pós a chamada. Fui dormir. E acordei cedo no outro dia. Antes dele. Fiz café e assei pão. Ele acordou. Elogiando o cheiro do café. Sentou para tomar café. O pau dele estava duro no shorts. Sentados no sofá. Pensei numa coisa durante a noite. Faz um carinho? Ele apoiou o pé no meu colo. Eu fiz massagem. Num momento dei um beijinho. Ele já estava batendo uma. Me olhando. Se controlando. Engatinhei no sofá até o pau dele. É quase como um imã, eu grudei no pau dele. Lisinho. Cheiroso. limpinho. 13/14cm no máximo. Eu chupei devagarinho, quase apaixonada. Ele fazia carinho na minha nuca. Nos meus cabelos. Fazia sons baixinhos. E até que gozou. gozou fundo na minha boca. Empurrou contra o pau dele. Senti o saco encostando nos meus lábios. Revirei os olhos. Revirei quando sent a porra saindo quentinha nam inah agrganta. Engasguei. Sorri. Queria mais. Passamos o dia juntos. Conversamos sobre muitas coisas. Sobre o relacionamento dele. Sobre os pais dele. Sobre o trabalho. ELe me explicou algumas coisas sobre matemática financeira e a Michelle chegou! Não ficou clima estranho. Ele pareceu saber gerenciar bem. Mostrei o que tinha feito. Terminei de ajudar. E André me deu uma carona no outro dia. Me pediu segredo. E disse qeu se eu topar, amaria gozar na minha buceta!
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