De manhã quando levantamos fui para o banheiro e vi que ele veio atrás, quando eu estava mijando ele se grudou na minha bunda e ficou esfregando o pau, comigo mijando. Deixei ele ficar esfregando, quando terminei de mijar ele pediu pra esperar que já ia gozar, pois tinha levantado com o pau muito duro. Deixei mais um pouco e ele gozou na minha bunda, só esfregando o pau na entrada do meu cu. Nos limpamos e ele foi esperar a mãe dele levá-lo pro colégio. Desta vez não gozei, só ele. Depois de quase 1 mês sem se ver, fui na casa dele, ele disse que tinha um jogo novo. Ele não tem tv no quarto e jogamos na sala, os pais dele ficavam na volta. Sempre que eles saiam de perto eu pega no pau dele e ele no meu, eu também passava a mão na bunda pequena dele. Os dois estavam com o pau muito duro, porém não dava pra fazer nada naquela situação. Em um momento ele me chamou para a cozinha, achei estranho, mas lá ele me mostrou um desentupidor de pia, daqueles verdes, pequenos, no início não entendi, ele só riu e disse que ia me contar depois. Combinamos de nos encontrar de novo no outro dia, ele pediu pra mãe dele para dormir la em casa. Lá em casa, jogamos um pouco de videogame e ele me perguntou se eu lembrava do desentupidor de pia que ele me mostrou. Eu disse que sim, mas que não tinha entendido. Então ele disse baixinho no meu ouvido, que várias vezes na semana ele enfiava o cabo do desentupidor no cu e que gozava com o cabo dentro. Nós dois rimos e eu perguntei o que ele achava. Ele disse que sentia muito tesão, mas não colocava muito para dentro. Ele disse que ficava pensando no meu pau dentro do cuzinho dele, principalmente quando gozei e derramei o leite quente dentro. Disse que batia muita punheta pensando nisso e que brincava com o cabo do desentupidor, só que era desconfortável e frio. Nesse momento, ele se levantou e disse que ia no banheiro, já passei a mão na bunda dele e entrei com ele no banheiro. Minha vó já tinha dormido, quando entramos no banheiro baixei a cueca dele e ajudei ele a mijar, balanço no final e passando papel higiênico na ponta para secar. Ficamos rindo baixinho muito. Saímos do banheiro e passei a mão em um sabonete, ele não viu eu pegar. Chegamos no meu quarto, e começamos a nos esfregar um pau no outro. Passava mel do pré-gozo entre um pau e outro. Muito tesão nessa hora e fiz a mesma coisa que fiz da outra vez, peguei ele pela cintura, deitei ele na cama, de costas pra mim e comecei a esfregar meu pau na bunda dele. Desta vez ele não resistiu muito, tentou sair mas peguei no braço dele e deitei dele de bruços. Falei pra ele que ia entrar um pouco e ele disse, que tá, mas naquele esquema, se doer muito é pra tirar. Concordei e fui entrando devagar, eu estava em cima dele, com meu nariz na nuca dele eu conseguia ver ele de olhos fechados sentindo eu entrar devagar aos poucos. Dentro dele cheguei no mesmo ponto. Passou a cabeça pela entrada apertada e ficou pela metade. Quando forçava mais ele fazia cara de dor. Tirei um pouco cuspi na minha mão passei no cuzinho dele, cuspi de novo e peguei o sabonete. Passei bastante no mau pau e no cuzinho dele fui entrando. Desta vez estava bem mais fácil, usando o sabonete como lubrificante e comece a colocar mais fundo. Ele estava quieto, então pedi pra ele empinar um pouquinho a bundinha, quando ele fez isso, parece que meu pau foi sugado pra dentro do cu, passou por aquela entrada que ele disse que doía, senti meus pentelho baterem na bunda dele, eu não acreditada que estava comendo um cuzinho, mais ainda que estava com o pau bem dentro do meu primo. Ele sentiu quando passou desse ponto e o pau entrou todo, mexi mais um pouco o pau, ele saiu de volta até a metade, empurrei novamente e passou novamente por essa segunda entrada mais apertada no fundo do cu, sugando meu pau mais uma vez pra dentro. Fiz bem devagar, mas ele reclamou que estava ardendo e que era pra parar. Perguntei se eu podia ficar com o pau ali dentro parado, ele disse que sim, mas que não mexesse nada. Fiquei quieto e enfiei a mão por baixo dele, peguei no pau dele e senti que estava complemente babado, perguntei se ele tinha gozado ele disse que não. Fiquei uns 10 minutos assim parado dentro e ele me disse que eu podia mexer um pouco. Mexi um pouco e acabei gozando, não estava aguentando. Ele disse baixinho que estava sentindo o pau pulsar dentro dele e o leite escorrendo, nisso senti que ele gozou também. Fiquei mais uns 10 minutos assim dentro dele, com a mão no pau dele toda gozada e o lençol todo melado também. Quando tirei o pau de dentro vi que ele estava todo sujo e com um pouco de sangue, fui direto tomar banho, ele ficou no quarto. Voltei e perguntei se ele tinha gostado, ele disse que sim, principalmente na hora que gozei, que ele sentiu bem o leite saindo no fundo, mas que quando o pau passou pela parte mais apertada do fundo do cu doeu, mas se não mexer é gostoso. Ficamos falando sobre isso, se era assim com as meninas também. Só pensando e conversando ficamos os dois com o pau duro de novo. Falei que queria colocar de novo e ele disse que podia colocar, e que depois queria tentar comigo. Cuspi novamente na mão passei bastante sabonete no pau e fui entrando. Passou pela entrada apertada, enfiei mais um pouco, ele deu uma mexida, e disse que doeu um pouco, aí viramos de lado e consegui enfiar tudo, passando a cabeça pela segunda parte mais apertada. Com o pau lá dentro, mexi bem devagar e já senti que ia gozar de novo, nisso ele mesmo começou a empinar mais a bunda, olhou pra trás e disse que tinha gozado de novo, não acreditei nele, aí coloquei a mão no pau dele e estava todo gozado mesmo. Sentindo isso não aguentei e gozei também bem no fundo do cuzinho. Quando tirei perguntei se ele queria tentar comigo, mas ele disse que não que já tinha gozado. Naquela semana encontrei meu primo na natação. Nós dois fazíamos natação mas em dias diferentes, só que as vezes quando havia uma falta podia recuperar outro dia. Nesse dia na piscina, quando passávamos pelo outro colocávamos o pé na bunda um do outro, de longe pra não levantar suspeitas, só de brincadeira. No banheiro que era coletivo, tomávamos banho um do lado do outro. As vezes, só de sacanagem, um mijava nas pernas do outro, embaixo do chuveiro, só pra ver o outro ficar brabo. Neste dia que encontrei ele na natação, saímos juntos do prédio, só que antes de sair, entramos em uma porta que dava acesso aos motores das piscinas. Essa parte do prédio era restrita, mas sempre estava com a porta destrancada. Entramos lá fomos pra um canto e começamos a nos esfregar, pau com pau por cima da bermuda mesmo. No meio da tensão de ser pego e do tesão, pedi pra comê-lo um pouco, mas ele disse que não, que não tava afim ali. Insisti e ele disse que podia só esfregar o pau na entrada. Fiquei esfregando até ficar lambuzado o cuzinho dele, comecei a enfiar devagar e ele foi deixando, desta vez consegui colocar tudo de novo e sem o sabonete para facilitar, mas ele reclamou um pouco de dor. Ele gozou com meu pau dentro. Gozei também dentro dele e quando tirei o pau estava bem sujo, nunca tinha ficado assim. Tive que limpar em uma toalha e colocar a toalha fora depois. Saímos dali e não nos vimos mais. Passou mais 1 mês sem nos encontrarmos, quando ele ligou e disse que ia entrar em férias. Falei para ele passar uns dias lá em casa, para pedir pra sua mãe. De noite ele me ligou e disse que podia ficar uma semana das férias lá em casa, já que eu ia estar de férias também. Na mesma hora já fiquei de pau duro. Ele foi lá pra casa na segunda-feira de manhã. Como sempre estava só eu e a minha vó. Quando ele chegou eu estava sozinho em casa a vó tinha ido ao supermercado. Ele entrou e já baixamos a bermuda e começamos a se esfregar, no corredor de casa mesmo, só que em seguida a vó chegou e quase nos pegou. Já na noite, colocamos um filme pornô e em dois minutos já estávamos de novo um com o pau do outro na mão, batendo punheta. Desta vez só vimos o filme batendo punheta um para o outro, gozando na mão. Depois do filme e de ter descansado um pouco começou o roça-roça de novo. Desta vez deitei de bruços na cama dele no chão. Ele ficou passando o pau na minha bunda, mas sem me comer, gozou na bunda, em seguida fiz o mesmo, gozei na bunda dele mas sem entrar. Conversamos de novo que era melhor gozar assim. Na madrugada acordei pra fazer xixi, quando voltei o primo estava na minha cama, deitado, mandei ele sair dali, sem fazer barulho, ele disse que só se eu batesse mais uma pra ele. Vi que ele estava com muito tesão, bati mais uma pra ele até ele gozar. Ele perguntou se eu não queria gozar também, eu disse que não. Nessa hora ele falou baixinho que deixava eu gozar dentro dele. Eu sorri, virei ele de lado na minha cama mesmo, meu pau ficou duro na hora. Como eu estava com a mão lambuzada do leite dele, passei bem no cuzinho dele, o próprio leite que ele tinha derramado. Comecei então a passar o pau na entradinha, e depois de uns 5 minutos comecei a entrar devagarinho. O cuzinho estava muito apertado, fazia tempo que eu não comia. O pau passou da entrada apertada, no início do cu, e ele pediu para ir mais devagar que estava ardendo um pouco e desta vez estava lubrificada só com o leite que ele tinha gozado antes que estava na minha mão. Ele se mexeu um pouco mais na minha cama e ficou de bruços, nisso consegui meter até o fundo, depois daquele segundo anel, dentro do cu. Sentir meus pentelhos encostando na bundinha dele já me dava vontade de gozar na mesma hora. Comecei a mexer e avisei que ia gozar, ele disse para esperar um pouco que ele ia gozar de novo. Segurei um pouco e não aguentei gozei dentro com ele me dizendo que estava sentindo meu leite quente dentro dele. Em seguida ele se virou e disse rindo que tinha gozado também só que no meu lençol. Fiquei com o pau dentro dele acho que uns 20 minutos. Meio que dormimos, de repente acordei com o pau escorregando pra fora do cu dele, já mole, todo gozado. Ele estava acordado, olhou pra traz e disse que tinha gostado muito de sentir o leite na hora que gozei. Nos limpamos e ele foi pra cama dele. No outro dia de manhã a vó saiu para ir ao supermercado de novo, quando percebemos já começamos passar o pau um no outro, gozamos na barriga um do outro. Na noite quando a vó dormiu, tranquei a porta e já peguei no pau do primo, batendo uma pra ele. Ele disse que estava quase gozando e pediu pra eu dar comer ele. Desta vez coloquei ele de quatro na minha cama e fui entrando devagar de novo. Ele curvou as costas um pouco, reclamou que estava doendo, eu só tinha enfiado a cabeça, então tirei, cuspi bastante no pau e no cu dele e consegui enfiar até a base. Desta vez ele me disse duas vezes que estava gostando muito que parecia que o meu pau estava na barriga dele por dentro. Fiquei mexendo bem pouco pra não machucá-lo e não me segurei, gozei dentro. Ainda dentro dele peguei o pau dele e bati uma pra ele com ele gozando na minha mão e de novo no lençol. Fiquei com o pau dentro e dormimos abraçados de conchinha. No meio da noite, acordo e vejo que meu pau tá dentro dele ainda, mole, porém foi só mexer um pouco que já ficou duro e meti no fundo dele de novo, gozando mais uma vez. Desta vez ele não gozou, ficou deitado só. De manhã acordamos, eu ainda estava abraçado nele com o pau dentro. Quando tirei saiu muito leite. Caiu tudo no lençol. Quando passei com o lençol na mão pelo corredor a vó olhou e me perguntou por que eu estava lavando tanto cobertor, fiquei sem responder. No terceiro dia já tínhamos gozado muitas vezes, a grande maioria das vezes eu tinha gozado dentro do cuzinho dele. O cuzinho dele meio que se acostumou a abrir gostoso, e quando o pau chegava no fundo e passava da parte mais apertada no fundo, parecia que o pau era sugado. As vezes ainda saia um pouco sujo, tinha que ter sempre o papel higiênico escondido no quarto. Nessa noite, colocamos um filme pornô que já tínhamos visto e perguntei se ele queria tentar me comer, pois eu continuava virgem do cu. Ele disse que não, que estava gostando demais de dar o cu e que gozava quando sentia o meu leite saindo de dentro do meu pau para dentro dele. Falei que tranquilo por mim. Nesta noite comi ele mais 3 vezes sempre gozando no fundo do cu, mexendo o pau bem pouco. Dormimos de novo eu com o pau dentro dele. Nós dois nunca tínhamos gozado tanto um com o outro, sempre que podíamos rolava o troca-troca muito gostoso. Meu primo sempre comentava que sentia um vazio dentro do cu dele, depois das nossas brincadeiras e eu falei que gostava muito daquele cuzinho apertado e quente, das nossas brincadeiras. Pelo menos em um final de semana por mês ele dormia lá em casa, e desde a hora que ele chegava até a segunda-feira de manhã era assim, videogame, pornô, punheta, guerra de espadas, cuzinho e leite quente. Antes da mãe dele vir pegar ele de manhã cedo, ainda dava tempo de uma punheta um para o outro, gozando no papel higiênico. Minha avó ficava desconfiada que ficávamos no quarto muito tempo e o lençol sempre estava pra lavar. Em um sábado que o primo foi dormir lá em casa, resolvemos ir no cinema do shopping aqui perto de casa. Ficamos na última fileira em um canto, o cinema não estava muito cheio. Lá pelo meio do filme peguei no pau dele e apertei, ele levou um susto e tirou minha mão e começou a rir. Passou um minuto e coloquei a mão por dentro da bermuda dele e peguei no pau dele, que essa altura já pude sentir que estava muito duro. Fiquei mexendo no pau dele até ele pedir para parar que se não ia gozar ali mesmo. Assim que terminou o filme, fomos direto para o banheiro do shopping, nos aliviar. Entramos em uma cabine , baixamos nossas bermudas e começamos a esfregar o pau um no outro, no meio das pernas, na barriga e em dois minutos ele virou de costas pra mim, empinou a bunda e disse pra eu gozar dentro que ele estava muito afim de sentir e que ia gozar também. Enfiei o pau até sentir os pentelhos baterem na bunda dele pequena e empinada, nem mexi muito e já gozei dentro, e ele gozou no vaso do banheiro. O problema foi quando tirei o pau ele estava bem sujo, tivemos que esperar um pouco o banheiro esvaziar para ir até a pia lavar. Neste dia voltamos pra minha casa, tomamos banho e quando ouvi minha vó se deitar pulei para cama dele no chão, cuspi no cuzinho dele e entrei nele de novo. Já entrava com bem mais facilidade e sem nenhuma dor segundo ele. Depois dos dois ter gozado, ainda perguntei mais uma vez se ele não tinha vontade de me comer. Ele disse que podíamos tentar, mas que ele gostava mesmo era de roçar o pau na minha bunda, só na entrada do cuzinho e gozar ali ou eu comendo ele. Ficamos conversando assim, na cama do chão abraçados eu atrás dele com o pau dentro, já mole, todo melado pois tinha acabado de gozar, ele com o pau mole, em cima de um pedaço de papel higiênico para não encontrar no lençol, quando ouço a porta abrir devagar, no meio da madrugada, eu tinha esquecido de chavear. Só deu tempo de eu pular para minha cama quando a vó abre a porta e perguntou se estava tudo bem que ela tinha escutado uns barulhos. Falei que estava tudo bem que estávamos só conversando, ela só acenou com a cabeça e saiu. Nessa noite não rolou mais nada entre nós. No domingo conversamos a respeito e achamos melhor não nos encontrarmos mais tão frequente para não dar na telha nossas brincadeiras, e quando nos encontrar não ficar só no quarto. Meu primo foi embora e ficamos quase dois meses sem se ver. No domingo de pascoa ele foi lá pra casa com os pais, e disse que ia embora com eles que era só uma visita rápida. Convidei ele pra ir pro meu quarto jogar videogame, ele foi mas não fechamos a porta. De vez em quando ele olhava pra mim e passava a mão rápido no meu pau e dava risada. Eu fazia o mesmo com ele, rapidamente, pois a qualquer momento alguém poderia aparecer no corredor. O que rolou nesse dia foi só isso. Passou mais uns dois meses sem nos encontrarmos, quando encontrei ele na natação por acaso. Falei pra nos encontrarmos outra hora, perguntei se ele queria ir lá no final de semana, dormir. Ele aceitou. No sábado ele foi lá pra casa e me disse que ia para morar em outra cidade longe porque o pai dele é militar e ele tinha que se mudar. Entendi e disse pra nos comermos então só mais aquela noite. Ele disse que sim, aí colocamos um filme pornô e na metade do filme começamos a bater punheta um para o outro. Senti que depois desse tempo longe parecia que o pau dele estava mais grosso, e dessa vez ele que me virou de costas. Ficou passando o pau na entrada do meu cuzinho, bem lambuzado, ele tentou empurrar para dentro mas não entrava, falei para ele ir devagar, mas não tinha jeito, não entrava nem a cabeça, então ele desistiu de tentar enfiar e gozou na entrada do cuzinho. Virei ele de costas pra mim, nisso ele passou a mão na minha bunda cheia do leite dele e passou no cu dele para já facilitar a entrada. Fiz como sempre fiz, de entrar devagar, só que dessa vez, quando o pau chegou mais no fundo ele sentiu um pouco de dor. Tirei e coloquei de novo, ele sentiu de novo e gozei com a metade do pau dentro, não fui até o fundo, acho que estava mais apertado o cu dele desde a última vez. Só nós comemos uma vez nesta noite, depois ele foi embora. Eventualmente trocávamos e-mails, mas nada demais. Se passaram dois anos e no final do ano a família dele iria vir para a cidade passar o Natal conosco, já que minha vó já não estava muito bem de saúde. Quando ele chegou e me abraçou já vi que era outra pessoa. Conversamos bastante, mas em nenhum momento tocamos em qualquer assunto do passado nem fizemos nenhuma das brincadeiras que fazíamos de passar a mão na bunda e no pau do outro. Acho que no fundo foi uma fase da nossa adolescência, muito boa, de descobrimento e de inocência. Nunca pensamos se éramos isso ou aquilo, apenas estávamos curtindo o momento do nosso jeito, naturalmente. Nunca rolou beijo ou chupada e quase sempre o assunto era meninas e videogame. Encontrei ele mais algumas vezes em alguns eventos de família, e sempre conversamos na boa, sem falar dos nossos troca-troca de adolescência. As vezes tive vontade de comentar algo com ele, pra ver a reação, se ele ainda lembra ou até se ainda teria vontade, mas acho que era isso, uma fase.
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