Fui humilhada na frente do meu marido por dois homens



Relato adaptado de uma paciente
Eu vou adaptar para uma narração mais detalhada e ilustrada do relato de uma paciente. 

Me chamo Letícia (fictício), tenho 25 anos hoje, e vou relatar uma situação que aconteceu no início do meu casamento há 3 anos atrás. Casei cedo com meu primeiro namorado, casei virgem, sem nenhuma experiência sexual, salvo os filmes com cenas picantes que não podiam ser evitadas que passavam da classificação indicativa. Quando casei com o Nando, eu descobri que era muito ruim de cama, e ele era ainda pior, porque ele não conseguia me satisfazer na cama, sempre ficava ansioso. Com o tempo eu fui aprendendo o que eu gostava, e fui evoluindo, melhorando, o que é o natural de qualquer casal que está iniciando a vida sexual. Descobri que eu gostava muito de uma coisa que na verdade um tempo depois eu fui entender que era muito básico. Eu tinha muito tesão em sentar rápido, principalmente quando o pau do Nando já estava muito lubrificado pelo meu melzinho. O grande problema era o Nando. Na verdade, duas coisas atrapalhavam: primeiro, o pau dele era pequeno, tinha 12cm, então isso encurtava o meu movimento de sentada, pra não deixar o pau dele sair de dentro de mim. E o outro problema era que mesmo que o movimento fosse curto, ele não aguentava nessa posição. Na verdade ele não aguentava em nenhuma posição. Com o tempo ele aprendeu a me chupar, e fazia isso com maestria e sem pudor. Quando ele começou a chupar o meu cuzinho, no início eu relutei, mais por uma questão moral do que pela sensação, que era incrivelmente gostosa. Então depois de muitos fracassos, eu passei a ter orgasmos, mas nunca, e isso é o mais triste, nunca na penetração. Eu até achava que tinha algum problema. É isso que dizem, né? Que quando a mulher não goza sem as mãos é porque a estrutura de sua vagina não permite e blablabla etc etc etc. 

Isso sempre me faltou. 

Pois bem, na véspera da véspera de São João de 2023, fomos para um sítio no interior do Maranhão passar o fériado com a família. Esta só chegaria no dia seguinte. E isso era bom, teríamos um dia inteiro sozinhos pra curtir um ao outro e a natureza. Chegamos às 10h da manhã depois de algumas horas viajando de carro. Tomamos banho, almoçamos, e estava tudo preparado para que nós nos amássemos gostosamente no início da tarde, sem pudor, sem ninguém por perto, sem fechar sequer as janelas e as portas. Era tudo nosso. Até que tudo mudou repentinamente. 
Às 14h30, nós estávamos conversando e até iniciando uma provocação um com outro, e ouvimos homens batendo palma longe, fora da cerca. Quando fui conferir, esses homens já tinham entrado dentro da cerca que rodeava o sítio. Duas figuras estranhas, que pareciam ser irmãos. Um com a camisa aberta, e outro com a camisa nas costas; corpos que revelavam duros anos de trabalho braçal, com músculos totalmente realçados numa pele queimada do sol. Homens grandes, musculosos, e feios, muito feios, pelo menos em relação aos seus rostos. 
 - Oopa, tudo certo por aí, moça? - Um deles falou. Meu marido já estava vindo. - Tudo, amigo. Quem são vocês?  - Fique calma, viemos apenas buscar uma coisa que é nossa e que está aqui nesse sítio. - Nessa hora eu notei que um sorriu como quem achasse graça no que o irmão falou.  - O quê? Nós alugamos esse espaço ao seu Armando, e eles não falaram de vocês.
 - Vocês estão sozinhos aqui. - Um perguntou.  - Estamos eu e meu marido.  - Sério, moça? Vocês tem ao menos uma arma? - Não temos arma, e não estamos gostando dessa conversa. - Meu marido entrou na frente pra tomar a conversa.  - Sem armas? Vocês são muito corajosos, sabiam? Mas vamos lá, não vamos demorar muito, queremos apenas umas ferramentas que estão na garagem. Busca uma água pra gente lá enquanto pegamos, não vai demorar muito. - Os homens disseram isso direcionando-se ao Nando. Ele os atendeu prontamente. - A senhora pode nos abrir a garagem?Eu os levei até a garagem. Estava com medo, não os conhecia, eles eram figuras estranhas, pareciam selvagens. Mas além disso, eu estava vestida de forma totalmente inadequada para a situação. Meu plano era transar com meu marido, e eu estava pronta para isso. Um vestido leve florido, no meio da coxa branca, não torneada mais bem desenhada, mas era tão leve que certamente deixaria muito claro para animais selvagens como eles que eu estava sem calcinha. Meu coração estava acelerado demais, e eles conseguiram me separar do Nando, a minha única e pequena proteção naquele momento. 
 - Olha, Jão, ela já estava nos esperando prontinha. - Sussurrou risonho um dos brutamontes. Para completar a vergonha, a garagem tinha dois cadeados, um em cima e outro embaixo. E eu não sei o que mais atiçou eles, se foi eu me levantando e empinando meu bumbum pequeno e empinado, ou se foi eu abaixando e mostrando minhas curvas numa posição pra lá de sensual. E eu não sabia quais eram as chaves. Parecia mais o Jack Dawson em Titanic, tentando abrir uma porta do Navio na angústia de não ser afogado. Quando eu consegui abrir, a garagem a que eles se referiam não era bem uma garagem. Digo, tinha até algumas ferramentas, mas o estranho é que tinha um enorme sofá. Quando eu entrei, um deles já deixou claro o que eles vieram buscar.Pegou no meu cabelo com muita força e falou com hálito quente que me parecia uma mistura de cachaça e café. - Mocinha, você vai ficar quietinha, e não iremos machucar nem você e nem o seu maridinho, ok?Aquilo era assustador, ele me colocou de joelhos, e eu pude ouvir os passos do Nando chegando pela calçadinha que ligava a garagem a casa. Quando ele chegou, o homem que estava na porta segurou forte no seu antebraço e deu um soco muito forte na sua boca, de modo que o barulho que eu ouvi foi de dentes quebrando, e o corpo do meu marido caindo no chão. O copo caiu no chão, mas a garrafa estava fechada. Depois de ter sido amarrado numa cadeira de aço que compunha um conjunto na mesa. A água foi usada para acordá-lo. Escorreu pelo seu rosto junto com o sangue que saia da sua boca. Ele estava destruído emocionalmente. Um homem imenso, muito forte, de pé em sua frente, enquanto o outro segurava meu cabelo e me mantinha de joelho, com a face apontada para o meu pobre marido. 
Nando baixou a cabeça, mas o cara fez questão de levantá-la novamente para dizer: - Olha, corninho, olha para aquela mulher, sua amada esposa. Eu quero que você veja bem, nitidamente, o que vai acontecer com ela. Na frente do Nando, o homem, que depois descobri que se chamava Toin (provável apelido de Antônio), abriu o ziper de sua calça jeans desbotada, e mostrou um pau ainda flácido, mas já com algum nível de irrigação, e eu pude ver o espanto do Nando. Era um pau gordo, muito veiudo, e mesmo mole, eu e ele já entendemos ao mesmo tempo que aquilo ali, que estava sendo exibido perto do rosto do meu marido, era bem maior do que o dele ereto.  - Por favor, cara, não faz isso. Por favor, eu te imploro.  - Olha bem pra ele. Você está vendo? Daqui a pouquinho você não vai estar vendo ele mais. Sabe o por quê? Nando nesse momento olhou pra mim com olhar de súplica. Abatido, vulnerável. Ele deve ter entendido o motivo.  - Esse pau aqui vai estar no fundo da buceta dessa cadelinha que você chama minha amada esposa. E sabe o que é pior, seu otário? É que ela vai gozar nele, e eu vou garantir que você assista. Entendeu, frouxo?
Aquelas palavras eram assustadoras. Como aquele cara podia garantir pra meu marido que ia fazer a esposa dele gozar nessas circunstâncias. Eu estava apavorada, concentrada para rejeitar tudo o que eu imaginava àquela altura que estaria por vir. Toin foi se aproximando de mim, rindo, e seu pau já não estava mais tão mole, já tinha-se enchido e esbanjava um vigor, uma beleza inacreditável, como se a natureza tivesse jogado naquele pau enorme toda a beleza que sugou daquele rosto sofrido, imundo, desdentado. Ele aproximou aquela coisa imensa do meu rosto e não falou nada. Não pediu nada, apenas aproximou aquela coisa de mim. Eu estava determinada a negar, e até a morder. Fiquei esperando, esperando, e enquanto isso ele apenas o massageava na minha frente. Vi sair uma gotinha de lubrificação da ponta de sua glande, que ele espalhou por aquela bola de bilhar, deixando-a lustrosa. - Apenas olhe, cadelinha. Olha bem. Agora olhe para o seu esposinho. Tá vendo esse pau, olha a boquinha aberta do seu corno. Até ele está impressionado, e eu sei que você também está. Mas eu vou facilitar a sua vida. Se você não mamar gostosamente esse pau, eu vou provocar mais sensações ruins ao seu maridinho. Você só precisa colaborar.  Faça.Eu olhei meu marido, vi o sofrimento no seu rosto, e resolvi atender ao pedido. Timidamente a princípio, e depois com um pouco mais de vigor, comecei a chupar aquele pau. Não cabia na minha boca direito, mas eu estava me esforçando pelo bem do meu marido. Enquanto isso, eu olhava a expressão vazia e sofrida de Nando, que tentava esconder a dor na sua boca. Era um ângulo estranho, estar olhando meu esposo a uns 2 metros de distância, enquanto chupava um pau e ouvia gemidos e risadas do meu algoz, que estava de pé na minha frente, com seu corpo sólido e musculoso, imponente e dominante, enquanto meu marido parecia mais um arremedo de gente. 
Tudo bem que ele era pequeno, e que mesmo que tentasse, não conseguiria me defender. Mas, droga! Não custava tentar. Eu estava sozinha ali, com um pau que hora ou outro o Toin tentava forçar no fundo da minha garganta segurando minha nuca. Eu não parava de olhar para o meu marido, e isso demorou uns 5 minutos. 
Depois disso. Jão já estava totalmente sem roupa, sentado no sofá, masturbando uma tora que parecia ser a cópia mais clara do pau do seu irmão. E ele não parava de me olhar. Foi até o Toin, não disse nada, parecia uma dança combinada. Pegou-me pela mão, levantou o meu vestidinho, e me fez ficar em pé na frente do meu marido, com as mãos apoiadas nos braços da cadeira. Era muito humilhante, meu rosto quase encostado no rosto do meu marido. 

Senti Jão massagear a minha buceta por trás, e sem muita cerimônia já começar a dar pequenas estocadas para forçar a entrada por uma bucetinha apertadíssima que nunca recebera nada maior do que 12 cm do Nando. 

- Nossa, sua esposa é muito apertada, cara. Depois de hoje ela nem vai mais sentir você. 

O que eu sei é que naquele momento eu estava sentindo um tronco de madeira entrar pela minha vagina. Mesmo que ele fizesse devagar, ainda doía um pouco. Eu gemi de dor, mas tive muito medo de Nando entender errado aquela situação. Depois de um tempo, Jão assumiu um ritmo ininterrupto de estocadas crônicas, fortes, molhadas e secas, sem pressa e sem lerdeza. Parecia uma máquina, com aquele pau entrando e saindo, entrando e saíndo, entrando e saíndo. As vezes saindo totalmente e entrando até o fundo. Aquilo virou um inferno.
Eu olhava para o rosto pálido do meu marido, sua expressão de angústia e provavelmente a dor horrível de dois dentes quebrados. Não sabia exatamente o que ele estava sentindo, mas o que eu sabia era que eu estava fazendo um esforço sobrehumano para tentar disfarçar o quanto aquela situação estava me causando um tesão nunca antes sentido. Era humilhante. A minha buceta estava escorrendo e eu estava sentindo tudo descendo pelas minhas pernas. Naquele momento eu já tinha gozado, apertado com muita força o pau do Jão, e ele não parava, minha buceta já tinha ficado sensível e agora eu já estava prestes a gozar novamente. Enquanto isso, meu rosto às vezes encostava no rosto do Nando, e eu sabia, eu podia ler os pensamentos dele, eu sabia que ele estava entendendo os meus gemidos, ainda que baixinhos, como gemidos de prazer. 

Eu achava que estava arruinada naquele momento, mas as coisas que aconteceram nas horas seguintes a isso, as coisas que aqueles dois fizeram comigo e com meu marido, acabaram se mostrando muito piores do que eu poderia pensar. Eles eram malévolos, ensaiados, pareciam que faziam aquilo de forma profissional.
(Se vocês quiserem, posso continuar a história dessa paciente. Só pedirem nos comentários)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui humilhada na frente do meu marido por dois homens

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275508

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
24/10/2026

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