Nessa época, trabalhava com montagem de festas infantis, montando os balões e preparando as mesas.
Minha chefe, muito querida por sinal, do qual mantenho contato até hoje, por ter proximidade com seus filhos, colegas de escola, sempre combinava de irmos para a casa dela e de lá, nos dirigíamos ao buffet, ou aonde íamos montar a decoração.
Aquele dia fazia muito calor, era final de novembro e eu acabara de completar 15 anos e me dirigia até a casa dela, porém entre o caminho havia um cemitério, que dando a volta nele, o caminho se tornava um pouquinho mais longe, e entre ele e um matagal, havia um caminho de terra, extenso, onde o pessoal sempre usava pra cortar caminho, seja de carro, bicicleta ou, como no meu caso, a pé.
Pois bem, segui pelo desvio, com meu fone de ouvido quando vi um carro passando por mim. Era um Classic cinza, e dentro tinha um moço careca, bem bonito por sinal, super simpático que me abordou:
- E ae meu jovem, tudo bem? Tá indo pra onde?
- Oi, tudo bem? Tô indo pro trabalho. - disse tirando meus fones do ouvido e pausando minha música.
- Tô indo sentido rodoviária, quer uma carona? Tá um calor né, pelo menos aproveita um pouco o ar do carro - me olhando de cima abaixo, fixando os olhos no meu bumbum, que estava apertado no short jeans que eu vestia.
Pensei um pouco, e, mesmo ouvindo inúmeros casos de que não se aceita carona de estranhos, resolvi aceitar, e pela cara que ele fez me fitando, acho que iria me dar bem.
- Entra aí então jovem. - disse abrindo o carro pra mim - Me chamo Alexandre e como é seu nome?
- Henrique - disse nervoso
Alexandre estava de chinelo, mostrando um pezão grande e bem bonito por sinal, vestia um short desses de futebol preto, deixando evidente sua perna depilada e marcando nele um belo volume.
Enquanto avançava o carro lentamente pela estrada, fechou todos os vidros com a desculpa da poeira e também para termos o ar condicionado do carro bem geladinho, o que eu confesso que gostei, porque estava derretendo.
- Carinha, se não se importar eu vou virar aqui rapidão, pra dar uma mijada e como aqui não passa ninguém, é de boa.
- Sem problema, pode mijar a vontade, tenho tempo pra chegar no trampo, sempre vou mais cedo por precaução.
Ele entrou à direita, entrou bem na viela e estacionou, abriu o carro, saiu, e pra minha surpresa nem se virou, tirou o pau comigo olhando mesmo e mijou, um pau branco, com poucos pelos e mole já era grande, imagina aquilo duro.
Senti meu corpo tremer e fiquei hipnotizado, aquele barulho pesadão de mijo me deixou em transe. E ele, acredito que fazendo propósito, começou a chacoalhar ele, lentamente, seguindo de uma leve punhetinha pra ele começar a endurecer.
- Tô vendo que gostou do que tá vendo - disse entrando de volta no carro, com o short arriado e com o pau pra fora - já que está com tempo, dá uma provadinha. Já tocou em um pau alguma vez?
- N- não. Nunca fiz essas coisas não - disse nervoso
- Então aproveita, olha como ela babando pra você, passa a linguinha passa - falou colocando a mão suavemente sobre minha nuca e me direcionando ao seu pau.
Aquele pau cheirava tão gostoso, estava limpo, e enquanto ele batia com sua cabeça levemente no meu beiço, eu comecei a abrir ele para que ele fosse introduzindo o pau em minha boca.
Fui sentindo centímetro por centímetro, ouvindo ele gemer baixinho, segurando minha cabeça para que eu começasse a engasgar
- Caralho, que delícia, tenta não encostar os dentes, assim vai ficar perfeito - disse baixinho - Sabia que você ia ser certeiro pra isso.
Não tinha coragem de olhar pra ele, mas ele me fez parar de mamar ele, foi tirando o meu short, minha cueca e minha camiseta, me deixando pelado, me virou de lado e começou a me dedar, passando cuspe nos dedos.
Enfiou um, depois de um tempo foi dois, até que, seguido a muito gemido, senti o terceiro dedo entrando.
Senti ele cuspir bem na cabeça do pau e começar a fazer um vai e vem simulando uma penetração, que, pelo pau tá bem babado, escorregava gostoso, mas não entrava, até que ele posicionou com a mão sua cabeçona no meu buraquinho.
- Agora tá preparado pra sentir minha rola nesse cusinho - disse beijando meu pescoço - acho bom não chorar tá, se bem que já deve ter sentido pica nesse rabao
- Eu nunca senti não, vai devagar por favor - disse entre gemidos - Eu nunca dei, nunca fiz essas coisas não moço.
E ele foi penetrando, bem devagar, centímetro por centímetro.
A sensação era de que eu estava sendo rasgado e eu tentava ao máximo não gritar, até que por instinto, tentei me soltar, indo pra frente.
Ele me segurou pela cintura, me abraçando com um braço, e o outro me pegando pelo pescoço, de modo que conseguia tampar minha boca.
- Foge não, que o mais difícil já foi. Tô todo dentro de você. Relaxa, que agora vc vai pedir é mais.
Ele ficou um tempinho parado e rebolando devagar, respeitando que a dor começasse a passar, e aos poucos foi pegando um ritmo,que confesso, que foi começando a ficar gostoso.
Quando em minha imaginação, imaginava que perderia meu cabaço assim?
Comecei a gemer e esse foi a deixa para que ele começasse a acelerar. Tirava todo o pau e enfiava de uma vez, me fazendo gemer abafado entre sua mão.
Estávamos suados, e fiquei sendo devorado por um tempinho, até que senti o pau dele inchar e ele anunciou que ia gozar
- Como é cabaço novinho, vou inaugurar jogando meus filhinhos dentro de você, sua cadelinha gostosa.
Senti meu cu ser inundado de porra, e confesso que nunca senti isso, me sentia realizado.
- Eu sabia desde que te vi de longe que ia meter a rola em você. Vou te adicionar no meu Facebook pra sempre que der eu te der uma caroninha e meter a pica no seu rabo
Ele pegou atrás do carro, de uma mochila que parecia de treino, uma toalha e me deu pra me secar, pois estava ensopado de suor e nos vestimos.
- Agora que gozei, vou te deixar na porta do seu trabalho
Ele deu ré no carro; voltou pra estrada principal e como fui passando a rota, ele me deixou na rua, não deixei ele me deixar na frente da casa da minha chefe pois na época não existia Uber kkk
Passei o dia pensando no ocorrido, o que me gerou dias de punheta e a sensação de que eu queria passar por aquilo de novo.
pass31leitado