Era aniversário do Rafael amigo do meu marido A festa já ia alta quando Marcos, o meu marido , começou a ficar pesado bêbado. Ele tinha bebido desde as sete da noite. Cerveja, uísque, mais cerveja. Por volta da meia-noite estava cambaleando, falando alto e rindo de qualquer coisa. Rafael, o aniversariante, trocou um olhar rápido com André, Tiago e Bruno. Era a deixa.O meu marido Marcos acabou sentado numa cadeira de plástico perto da churrasqueira, a cabeça caindo para o peito. Cinco minutos depois já roncava, a boca aberta, completamente apagado. Rafael se aproximou de mim, eu estava de pé perto da mesa de bebidas, de vestido preto curto e justo, e falou baixo: — O meu amigo apagou seu marido. A gente vai fumar um no quarto dos fundos. Quer vim. Eu olhei na direção do meu marido. Ele estava morto de bêbado, o peito subindo e descendo devagar. Eu assenti. Nos cinco saíram do salão sem chamar atenção. Entramos no corredor escuro e Rafael abriu a porta do quarto do fundo. Era pequeno, cama de casal, ventilador antigo girando, cheiro de madeira e pó. Ele trancou a porta assim que todos entraram. André já estava abrindo um beck. Acendeu, deu a primeira tragada e passou para mim. — Tá forte. Cuidado. Eu traguei fundo, seguirei a fumaça e soltei devagar. A conversa começou solta, ainda normal. Completamente. Tá roncando que nem trator lá no quarto — eu respondi, fechando a porta. — Senta aí. Vamos fumar antes de qualquer coisa. Eles se espalharam pela sala. Rafael e André no sofá, Tiago na poltrona e Bruno no chão, encostado na parede. Eu peguei a bolsa, tirei um beck já bolado, acendi e dei a primeira tragada longa. Segurei a fumaça, soltei devagar pela boca e passei para Rafael. — Porra, essa tá cheirosa — comentou ele, tragando fundo. — O que tem aí dentro? — Uma florzinha que um contato meu me passou. Mais forte que a última que a gente fumou — respondi. — Passa pro André. André puxou, segurou e soltou a fumaça pelo nariz. — Tá forte mesmo. Já senti subir. O beck foi passando de mão em mão. Tiago tragou e falou: — O Marcos bebeu pra caralho hoje — comentou Tiago, rindo. — Nem deve lembrar que veio na festa. — Melhor assim — respondeu Rafael, pegando o beck. — A gente tem tempo. Bruno estava encostado na parede, olhando para mim de cima a baixo. — Esse vestido curto… você veio provocando mesmo, né? Eu sorri, já sentindo a maconha subir. — Talvez Uma trans dessa muito linda. Já tava planejando chamar a gente desde cedo, né? — Desde a hora que ele pediu a terceira dose de cachaça — confessou ela, pegando o beck de novo. — Eu olhei pra cara dele e pensei: “hoje ele apaga”. Eles riram. A conversa fluía solta, normal. — E o trabalho, Rafael? Ainda naquela obra do centro? — Ainda. Puxado pra caralho, mas o dinheiro tá entrando. Semana que vem a gente termina a parte de cima. — E você, André? Aquela mina que você tava ficando? — Acabou. Ela ficou com ciúme de eu sair à noite. Melhor assim. Tiago falou sobre um jogo de futebol. Bruno reclamou do trânsito. Eu conteiuma história engraçada de uma cliente no salão. O beck acabou e eu acendi outro. A fumaça doce enchia a sala. Os olhos de todos já estavam mais vermelhos, a voz mais lenta, as risadas mais soltas. — Essa maconha tá batendo diferente — falou Rafael, esticando as pernas. — Tô sentindo o corpo mole. — Eu também — disse eu, já sorrindo mais largamente. — Tá subindo gostoso. André passou a mão pelo próprio pescoço. — Porra… agora sim. Já tô chapado. A conversa foi ficando mais lenta, com pausas maiores. Tiago olhou para mim e falou: — Você tá linda hoje, sabia? Esse robe curto… provocando desde que a gente entrou. Maya riu, chapada. — Eu sei. Por isso que coloquei. Bruno se aproximou um pouco. — E o corno roncando lá… enquanto a gente tá aqui fumando e te olhando nua por baixo desse tecido. — Ele não vai acordar — respondi eu. — Pode ficar tranquilo. O segundo beck acabou. O silêncio ficou mais pesado, carregado de tesão. Rafael passou a mão pela minha coxa , por cima do robe, devagar. Eu não afastei. Só olhei para ele, os olhos semicerrados pelo efeito da maconha. — Pode tocar. André se aproximou por trás e beijou o pescoço meu. Eu virei o rosto e beijei a boca de André bem gostoso, lenta, a língua preguiçosa e molhada, chupando o lábio dele. Depois virei para Rafael e beijei ele também, fundo, com vontade, gemendo baixinho dentro do beijo. Em seguida puxei o Tiago pela camisa e beijei sua boca com fome. Por último beijei o Bruno, demorando mais, a língua dançando com a dele, o beijo molhado e demorado. Enquanto beijava um, suas mãos já andavam. Passei a palma por cima da bermuda de Rafael, sentindo o volume grosso e quente. Apertei devagar, esfregando. Depois fiz o mesmo com André, a mão deslizando por cima do tecido. Tiago e Bruno também receberam as mãos minha, apertando e acariciando os paus enormes por cima das bermudas. — Porra, Pri… — murmurou Rafael contra a boca minha Eu sorri, ainda beijando Bruno, e comecei a abrir os botões e zíperes um por um. Puxei o pau de Rafael para fora. Era grosso, pesado, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Em seguida tireu o de André, depois o de Tiago e o de Bruno. Quatro paus enormes, escuros, latejando na minha frente. Eu ajoelhei no chão, ainda meio chapada, e comecei a chupar. Engoliu o de Rafael primeiro, fundo, até a garganta. Gemi ao redor do pau: — Aahhnn… Passei para o de André, chupando com vontade, babando. Depois o de Tiago, mais grosso ainda. Por último o de Bruno. Ia de um para o outro, chupando fundo, masturbando os que não estavam na boca, gemendo baixo de prazer. — Nossa… essa putinha sabe chupar um pau — falou Rafael, a voz grossa. — Sabe pra caralho… olha como engole — completou André. — Putinha safada… — murmurou Tiago. — Cachorra… — disse Bruno. Enquanto eu chupava os quatro, revezando a boca entre os paus enormes, os homens começaram a tirar o robe meu. O tecido escorregou dos ombros e caiu. Fiquei nua de joelhos. Rafael e André passaram as mãos grandes nos meus seios , apertando, beliscando os mamilos, alisando com força. De repente Rafael deu um tapa seco no rosto meu. — Olha pra mim quando chupa, puta. Eu gemia mais alto, a bochecha queimando, e continuei chupando. André deu outro tapa, do outro lado. — Cachorra safada… chupa direito. Tiago desceu a mão pela coluna e passou o dedo no meu cuzinho , esfregando a entrada, enfiando só a ponta. Bruno fazia o mesmo do outro lado, o dedo grosso girando e empurrando devagar enquanto eu chupava e tomava tapa na cara. Eu gemia alto ao redor dos paus: — Aahhnn… aahhnn… porra… — Continua chupando, puta — falou Rafael, apertando um seio e dando mais um tapa leve. — Essa putinha sabe mesmo chupar um pau. — Olha o dedo no cuzinho dela… tá molhadinha já — comentou Tiago, enfiando o dedo mais fundo. Eu chupava com mais vontade ainda, babando, os olhos marejados, gemendo toda vez que um dedo entrava no cu e toda vez que levava um tapa. Depois de longos minutos chupando os quatro, eles a me viraram de quatro no sofá. Rafael abriu as nádegas minha com as duas mãos e olhou para o cuzinho já um pouco aberto pelos dedos. — Agora vai gemer alto, puta. Quero ouvir essa cachorra safada enquanto a gente chupa esse cuzinho. Ele encostou a língua quente e começou a chupar com vontade. A língua larga penetrou, chupou, lambia com barulho molhado. Logo André juntou a boca. Os dois chupavam o cu meu ao mesmo tempo, revezando, enfiando a língua, abrindo com os dedos. Tiago e Bruno se alternavam, chupando e lambendo sem pressa. Eu gemia alto, a voz já carregada de prazer e maconha: — Aaaaaahhhn… porra… isso… chupa… chupa o cuzinho da puta… aahhhn… — Geme mais alto, cachorra safada — mandou Rafael. — Geme pra gente ouvir. — Aahh… aahh… chupa… chupa esse cuzinho… aahn caralho… que delícia… puta… cachorra safada… aahh… Eles chuparam o cuzinho meu por vários minutos. Línguas quentes, saliva escorrendo, dedos abrindo, chupadas barulhentas. Eu tremia inteira, o meu pau escorrendo pré-gozo no sofá, gemendo cada vez mais alto: — Aahhhn… não para… chupa… chupa o cu dessa puta… aahn… cachorra safada… aahh… Quando o cuzinho meu já estava molhado, aberto e latejando, Rafael se levantou, passou lubrificante e posicionou a cabeça grossa do pau na entrada. — Agora grita, putinha. Grita enquanto eu arrombo esse cuzinho. E empurrou. O pau grosso entrou devagar, abrindo o cu centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido longo e alto: — Aaaaaahhhn… porra… que pau grosso… arromba… arromba esse cuzinho… Rafael enterrou até a base e começou a foder com força. Cada metida fazia Eu gemer mais alto: — Isso… fode… arromba… aahhhn… mais fundo… caralho que delícia… — Fala direito, puta — rosnou Rafael, dando um tapa na minha bunda . — Fala que é uma cachorra safada. — Sou… aahh… sou uma cachorra safada… arromba o cuzinho da puta… aahn… André se posicionou na frente e encheu a minha boca . Eu chupava com vontade, babando, enquanto gemia ao redor do pau. Tiago masturbava o meu pau . Enquanto Bruno esperava. Rafael fodia com força, abrindo a minha bunda e dando tapas de vez em quando. — Grita, puta. Grita que tá gostoso ser arrombada. — Aahh… aahh… arromba… arromba esse cuzinho… porra… tá tão fundo… aahn… puta… cachorra safada… aahh… Ele gozou primeiro, profundo. Assim que tirou, Tiago entrou. O pau dele era ainda mais grosso. Eu gritei: — AAAAAHHN… FILHO DA PUTA… QUE PAU GROSSO… ARROMBA… ARROMBA TUDO… — Isso… grita, putinha — falou Tiago. — Grita que adora ser arrombada. — Adoro… aahh… adoro ser arrombada… sou puta… cachorra safada… aahn… fode… fode esse cuzinho… Quando Tiago gozou, André entrou. Depois Bruno. Cada um fodia o cuzinho meu com ritmo diferente, e eu gemia cada vez mais alto, quase gritando, o corpo tremendo. Eles xingavam sem parar: — Toma, puta. — Abre esse cuzinho, cachorra safada. — Geme mais alto. — Sua puta safada. Depois da primeira rodada, Rafael sentou no sofá e me puxou Eu para o colo dele, de costas. Eu desci no pau dele. André se ajoelhou na frente e enfiou o segundo pau no cuzinho junto com Rafael. A pressão foi brutal. Eu gritei: — AAAAAAAAAHHN… PORRA… DOIS… DOIS PAUS… ME ARROMBANDO… AHHHN CARALHO… — Grita, putinha — falou Rafael. — Grita que tá sendo arrombada por dois paus. — Tá… aahh… tá sendo arrombada… dois paus no cuzinho da puta… aahn… cachorra safada… aahh… Os dois fodia sincronizado. O cuzinho meu estava completamente arrombado. Eu gemia sem controle: — Aahh… aahh… arromba… arromba esse cuzinho… dois paus… que delícia… aahn… mais fundo… fode… fode forte… sou putinha… cachorra safada… Tiago e Bruno estava revezando minha boca . Eu chupava os dois, babando, enquanto o meu cu era destruído. O sofá rangia. O meu marido continuava roncando no quarto. Eu gozei primeiro de tanto tesão, o meu pau jorrando forte, e o cuzinho se contraindo. Eu gritei: — AAAAAHHN… VOU GOZAR… ARROMBA… ARROMBA… AHHHN PORRA… ARROMBA ESSA CACHORRA SAFADA QUE TESÃO TO GOZANDO… Rafael e André gozaram logo depois, enchendo o meu cuzinho Tiago e Bruno se masturbaram sobre o meu rosto . Um gozou na boca, o outro na minha bochecha, no queixo, na testa. Depois Rafael e André também se aproximaram e gozaram de novo na minha cara. Em poucos segundos o rosto meu estava completamente coberto de porra. Fios brancos escorriam pelos meus lábios, pelo queixo, pelos olhos quase fechados. Eu abri a boca e engoli o que consegui, ainda gemendo baixo, a cara toda suja. — Olha a cara dessa puta… — falou Bruno, rindo. — Cachorra safada toda melada — completou Tiago. — Essa putinha sabe chupar e sabe tomar porra na cara — disse Rafael. Eles não pararam. Bruno deitou e eu montei nele. Rafael entrou de novo ao lado, voltando à dupla penetração. André e Tiago se revezavam na minha boca , agora já suja de porra. A segunda rodada foi ainda mais suja. Eu gemia sem parar, a voz rouca: — Aahh… aahh… arromba… arromba esse cuzinho… dois paus de novo… que delícia… não para… fode… fode forte… aahn caralho… sou suas putinha… cachorra safada… aahh… Eles xingavam e davam tapa de leve na cara e na bunda: — Toma esse pau, puta. — Abre mais, cachorra safada. — Grita que adora. — Sua puta arrombada. Eu gozei mais duas vezes. No final, os quatro gozaram de novo na minha cara . Rafael, André, Tiago e Bruno se masturbaram e jorraram tudo no meu rosto, na boca, no cabelo. Quando terminaram, a minha cara estava irreconhecível, completamente coberta de porra, escorrendo pelo pescoço e pelos seios. Eu fiquei deitada de lado no sofá, ofegante, o meu cuzinho latejando, a cara toda suja, o corpo coberto. Os quatro se vestiam devagar, ainda rindo baixo, a cabeça ainda leve da maconha. Rafael passou o polegar na minha boca dl, espalhando mais porra, e falou: — Qualquer dia que o corno apagar de novo, é só chamar. A gente volta pra fumar, conversar, beijar gostoso, pra nós , arrombar e encher a cara dessa putinha cachorra safada de porra. Eu sorri, a voz completamente rouca, a língua passando nos lábios sujos: — Pode deixar… a porta vai estar aberta… o cuzinho e a cara também. André se aproximou, ainda se abotoando, e falou com um sorriso safado: — Semana que vem tem um churrasco na casa de uns amigos nossos. Uns dez, doze caras. Você vai junto. Eu olhei para ele, ainda ofegante, a cara coberta de porra. — Vou? — Vai — confirmou Rafael. — E vai ser a sobremesa de todos. A putinha cachorra safada vai servir de sobremesa pro churrasco inteiro. Tiago riu baixo. — Todo mundo vai chupar, foder e gozar nessa cara e nesse cuzinho. Vai ser a sobremesa oficial. Bruno completou: — E o corno vai ficar em casa roncando, sem saber que a mulher dele tá sendo a sobremesa de um monte de negão. Eu passei a língua nos lábios sujos e sorri, a voz rouca: — Pode marcar… essa putinha vai estar lá. Eles saíram um por um. Eu fiquei sozinha na sala por vários minutos, o corpo marcado, o cheiro de sexo e maconha impregnado, a cara ainda coberta de porra. Depois se levantei, foi até o banheiro, se limpei por cima e voltei para o quarto. O marido ainda roncava, de bruços, completamente apagado. Eu se deitei do lado dele, puxei o lençol e fechei os olhos, o cu latejando e o gosto de porra ainda na boca, já imaginando o churrasco. A traição tinha sido completa… e mal estava começando.
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