Relato: Sendo transformado em Cuckold

Bom dia, boa tarde, boa noite
Este relato me foi enviado por um jovem rapaz, que se descobriu cuckold de forma, vamos dizer, forçada.
Apesar dele ter me dado muitos detalhes pessoais, não irei revelar nada aqui para preservar a identidade e ser o mais discreto possível.
Vamos ao relato

Boa noite, me chamou Alex( fictício), tenho 24 anos e sou casado a dois, apesar de namorar com a Andréa( fictício) desde os 14. Ela é uma mulher linda, e mantém até hoje o mesmo frescor jovial de quando a conheci na escola, Andréa 23 anos, os cabelos lisos e negros até o meio das costas, olhos cor de mel, boca carnuda, pele bronzeada, é magrinha, com seios pequenos, cintura fina, quadril largo e bundinha redonda, proporcional ao resto do corpo, uma bucetinha lisinha, com lábios proeminentes é um cuzinho rosado que até então, achei que era intocado, tem 1,65 de altura e pesa 56kg. Já eu sou alto, um pouco acima do peso, cabelo curto cortado no estilo executivo, uso óculos e tenho um penis de 15 X 4 cm, sou o típico nerd de informática e percebi que sei tudo sobre computadores, e nada sobre minha própria esposa; mas vamos aos fatos.
Como disse, conheço a Andréa a 10 anos, a conheci na escola, e a sim que a vi, fiquei louco, ela era a típica aluna transferida, e assim que entrou na sala de aula, meu coração acelerou, os burburinhos começaram e os comentários explodiram, mas eu estava alheio a tudo isso, só conseguia pensar em como aquela menina era linda.
Já no primeiro dia uma amizade se formou, eu o nerd gordinho e tímido e ela a garota mais bonita da classe, eu estava nas nuvens...
Os anos passaram, a amizade se transformou em namoro, o namoro em noivado e o noivado em casamento; não vou me alongar muito, mas é necessário que entendam que perdemos a virgindade juntos, tivemos nossas primeiras experiências juntos e ela foi minha única mulher, e eu ACHAVA, que tinha sido o único homem dela também, e hoje parando para lembrar, percebo que já naquela época, Andréa meio que se transformava na hora do sexo, ela passava de uma menina meiga e recatada, que foi criada dentro da igreja católica, para uma desvairada que xingava e implorava por mais na hora do sexo. Certa vez, lembro que ela, do nada, enquanto estávamos namorando em um ponto reservado da escola, escondidos das vistas curiosas, ela coloca meu pau pra fora, se abaixa e me paga o melhor boquete da vida, na hora não percebi, mas hoje lembrando, me veio a pergunta; onde ela aprendeu a chupar tão bem? Mais tarde a verdade viria a tona.
O que me trouxe ao conhecimento de que eu apenas achava que conhecia minha esposa, foi uma viajem. Moramos em uma grande capital, e a família de Andréa mora no interior, e combinamos de tirar férias no mesmo período, Andréa é técnica de enfermagem e eu sou supervisor de TI de uma empresa de médio porte.
E no fim de abril, lá fomos nós para o interior. Meus sogros moram em uma casa que lembra aquelas casas de veraneio de que são alugadas para temporadas, e chegando lá, fomos muito bem recebidos, com churrasco, cerveja gelada e pagode comendo souto, a família toda reunida, primos, primas e o irmão mais velhos de Andréa, percebi no entanto, que ao abraçar as primas, foi aquele típico abraço de mulher competindo, mas ao abraçar os primos e irmão, foi um abraço apertado e demorado,.com os quadris colados e um cheiro no pescoço dela, percebi de imediato os pelos do braço dela se arrepiando; como um bom corno desatento, achei que foi só impressão minha, enfim...
O pagode continuava enquanto fomos nos instalar no quarto de hóspedes, e Andréa resolveu se trocar para poder entrar na piscina, eu nunca tinha visto aquele biquíni, e a questionei, já que ela sempre usava maios quando íamos a praia.
Amor nunca vi esse biquíne branco, aliás ele não é muito pequeno, nunca te vi usando algo assim!?
Aí amor, deixa de bobagem, eu nunca usei porque estávamos em público, mais aqui é só minha família, não tem nada de mais, aqui posso me sentir a vontade. Respondeu ela, enquanto vestia um micro biquíne fio dental, que mal cobria o bico dos seios e a bucetinha, meu pau deu um sobressalto na hora, aquela bunda perfeita toda a mostra, e aquele fio de tecido entrando entra as nádegas de forma que eu tenho quase certeza de ter visto seu cuzinho, quando ela se curvou para pegar o pente que havia caído no chão. O ciúme bateu na hora, não queria que os machos da festa, mesmo sendo patentes, olhassem ela daquele jeito, mas como um bom corno manso e frouxo que eu ainda não sabia que era, resolvi me calar pra não irrita-la e acabar com o clima de festa.
Ao descermos para a área da piscina, percebo que além dos pais, irmão, primos e primas, haviam chegado também, dois casais que depois vim saber que os senhores eram os irmãos mais novos da mãe de Andréa, casal simpático e jovem. Para que possam ter uma ideia melhor do quadro em que me encontrava, vou descrever a cena. Não churrasqueira estava meu sogro, um homem de 63 anos, gordinho,.meio calvo, onde o que lhe restava na cabeça eram espaços fios branco lisos, sem camisa com pelos brancos no peitoral que outrora mostrava uma certa definição, as pernas finas típicas de quem passou a vida trabalhando sentado e nunca malhou, usando uma bermuda florida de tiozão; servindo as bebidas, minha sogra, uma senhora de 54 anos, usando um maiô florido, com um belo e generoso decote, mostrando que minha esposa definitivamente não puxou a ela, corpo de quem passou a vida se cuidando, um rosto ainda muito bonito com a boca e os olhos que aí sim, mostram a quem Andréa puxou, o cabelo liso preso em um coque,.mostrando um belo pescoço, na cintura uma canga que se abre com o andar dela, mostrando um belo par de pernas, uma bunda ainda firme para a idade e uma vagina gordinha, me deixando esperança de como minha mulher ficará na idade dela. Perto da piscina o irmão e os três primos dela, Júlio(irmão)28 anos, 1,80, musculoso de academia, rosto quadrado, cabelo cortado no estilo militar, usando um calção de banho com estampas de praia, e no meio das pernas um volume que dificilmente passa despercebido. Anderson ( primo mais novo) 19 anos, 1,75, magro e branco como uma cera, cabelo cortado na régua, com um corte na sobrancelha feito de forma proposital a acompanhar as linhas feitas a navalha na lateral da cabeça, cara de marginal e usando uma bermuda de Tactel, segurava um copo de bebida, se mostrando como se fosse o maioral, dos quatro, ele é o que mais me deu ranço. Marcos ( primo do meio) 23 anos, mesma idade de Andréa, 1,78 magro com o corpo definido, mais forte que o Anderson, dos três primos ele é o mais simpático, com aquele jeito falastrão que brinca com todo mundo, estava na piscina brincando com as crianças, branco, cabelo liso cortado na máquina 2 e usava uma bermuda Tactel também. E por fim Almir( primo mais velho) 26 anos, musculoso como Júlio, careca, e o mais moreno dos 4, rosto oval e com o sorriso largo, usando uma sunga branca, marcando o volume do que tem no meio das pernas e se orgulha disso. As primas dela, deitadas na esteira, tentando chamar a atenção, mas sinceramente, não valem o comentário, para falar a verdade, Andréa, sua mãe e as esposas de seus tios, eram as únicas que se destacavam das mulheres, não que as outras fossem feias, o que é difícil nessa família, mas elas não tinham o charme e a sensualidade necessárias para se fazerem notar. Os tios de Andréa, apesar de serem irmãos de sua mãe, lembravam mais uma versão bonachona e com mais cabelo de seu pai, ambos ficaram em volta da churrasqueira, bebendo, comendo e comentando sobre o jogo de futebol que passara noite passada enquanto suas esposas, duas mulheres mais ou menos na idade de minha sogra, deitavam nas toalhas para se bronzear, ambas com biquínis que fizeram questão e atochar em um belo, redondo e grande par de bundas, que deixaria qualquer muleque punheteiro em ponto de bala.
Bem, a festa continuou, como todo nerd, sou meio anti social, então preferi ficar conversando com os coroas do que com o pessoal de minha idade, Andréa sambava, bebia e rebolava, como todo corno cego que até então não sabia que era, só percebi que ela rebolava em direção aos primos, quando um dos coroas que nem sei quem foi comentou em voz quase inaudível.
Mas essa deve rebolar gostoso em um pau viu!!!
Fingi que não ouvi, e entornei um copo de vodka com coca de uma vez.
Quase a noite, foi que meu coração disparou de vez; começou o funk, a mulheres todas de maio ou bikini, com a mão no joelho rebolando a bunda, ou sarrando no colo de seus maridos, e onde minha amada e digníssima esposa estava!?!?!? Com a mão no joelho rebolando e esfregando a bunda no pau de Almir, enquanto o mesmo fazia movimentos com a pélvis, segurando na cintura dela, como se estivesse estocando a rola no cuzinho de minha esposa, o pau enorme, duro apontando para cima, quase saltando da sunga, esfregava, subia e descia entre suas nádegas, e tenho certeza que todos viram o cuzinho dela naquele micro biquíni. Depois de Almir, os outros primos se revezaram, e quando achei que pudesse piorar, até Júlio, meu cunhado, foi sarrar em sua irmãzinha também. Virei mais uma dose de vodka, dessa vez pura, a raiva, e o ciúme me consumindo, mas como um bom corno covarde que ainda não sabia que era, mas já estava desconfiando, meu pau também estava duro. Meu cunhado se esfregava, e me olhava, com um sorrisinho de canto de boca. Bebi mais uma dose de vodka.
Já havia bebido quase toda garrafa, quando me levaram completamente bêbado para o quarto no primeiro andar, de lá via a piscina e a festa continuava, devia ser umas 18 horas quando apaguei.
Acordei com a cabeça explodindo, olhei no celular, 2 hs da manhã, lá fora silêncio, do meu lado da cama, nada de Andréa, ao tentar levantar o enjôo provocado pelo excesso de vodka; corri para o banheiro no meu quarto e vômito até o que não tinha. Lavo a boca e decido descer para ver onde estava Andréa e também ver se alguém tinha um analgésico. Passo pelo quarto de meus sogros no corredor e escuto os roncos do meu sogro e minha sogra, as luzes todas apagadas, descendo as escada começo a ouvir uns sons diferentes, resolvo segui-los mesmo na escuridão; vou seguindo até a porta da sala de estar, pelo buraco da fechadura vejo uma iluminação saindo e ouço a voz da minha amada.
VAI FILHO DA PUTA, ARROMBA MEU CU COM ESSE MASTRO DE CARNE...
Como assim "arromba meu cu", eu nunca comi o cuzinho dela, juro que esse foi o primeiro pensamento que me passou. Resolvi dar a volta e sair pela porta de correr da varando, indo até a janela e espiar escondido. Quando cheguei lá e olhei, vi a cena que mudou minha vida, meu cunhado sentado no sofá de três lugares, minha esposa montada no mastro dele que sem dúvida nenhuma, devia ter no minimo 19x5, Almir por cima deles, com uma tora de 21x6 enfiado, no cuzinho dela, e enquanto punhetava Anderson, chupava o Marcos ambos com mastros consideráveis também, Anderson com o pau que devia ter uns 18x5 e o Marcos 18x6 (São só estimativas viu gente, não peguei uma régua para medir). Na hora a raiva bateu, o ciúme cresceu, mas percebi a felicidade no rosto de Andréa, ela pedia mais e revesava as chupadas, Júlio e Almir socavam sem pena, o anus de minha esposa, se abria e dilatava de uma forma que não sabia ser possível, a buceta dela encharcada, escorria pelas cochas de Júlio, Marcos fodia a garganta de minha amada como se fosse uma buceta larga, e dizia:
CHUPA VAGABUNDA, CHUPA E DEPOIS VAI BEIJAR A BOCA DE SEU CORNO.
Ouvir essas palavras fez com que eu percebesse o quão duro estava meu pau.
Marcos nessa hora se tremeu todo e em um urro, encheu a boca de minha mulher de porra, foi tanto leite queijo caia pelo canto da boca, mais ela fez questão de sugar até a última gota, após isso foi a vez de Anderson, esse botou as mãos na cabeça dela, não sem antes dar um tapa que deixou o rosto dela vermelho, mandou ela abrir bem a boca e por a língua pra fora, e ela como uma cadelinha obediente obedeceu, então com as duas mãos na cabeça dela, puxou os cabelos e atolou, tudo de uma vez até sua garganta, e segurou lá, pelo espelho que havia na parede atrás do sofá, vi meu amor ficar vermelha, e lágrimas saírem de seus olhos, baba misturada com sêmen caindo de sua boca, mas estranhamente um expressão de alegria emanava de sua face, Anderson puxa seu pau de uma vez, Andréa retoma o ar só para ter sua garganta invadida novamente, ele começa o movimento de vai e vem, como se tivesse metendo em uma xota, pelo espelho da pra ver a rola de Anderson passando por dentro da garganta dela, ele aumenta o ritmo e em um urro inunda a garganta dela de porra novamente:
UAAAA ESTOU GOZANDOOOOOO, BEBE PUTA MUNHA PORRAAAA
Ao fim, Almir e Júlio, estocam com violência o cuzinho e a buceta de Andréa, eles comem e esbofeteiam a bunda e coxas , de minha amada, como se estivessem transando com a mais baixa, suja e barata prostituta que existe, e Andréa só pede mais e com mais força:
VAI CARALHO, ME ARROMBA, ACABA COMIGO, MAIS FORTE PORRA, MAIS FUNDO, ME DEIXA TODA ARROMBADA, ME ENCHE DE PORRA, QUE VOU POR MEU CORNINHO PRA LIMPAR TUDO.
Meu pau pulsava dentro da bermuda, nunca vi minha mulher tão feliz...
Depois de uns cinco minutos nisso, vejo Almir revesando os músculos, gemendo, e vejo o pau monstro dele pulsando dentro do cuzinho arrombado de minha mulher:
AI CARALHO, TOU GOZANDO NESSE CU GOSTOSOOOOO, AAAA TOMA MEU LEITE NO INTESTINO.
Acredito que a sensação do leite quente no rabo tenha feito Andréa se estimular e anunciar que estava gozando pela quinta vez, que por sua vez, o mastigar de sua buceta na hora do orgasmo, fez Júlio gozar também, e ao retirarem o pau de dentro da vagina e do cu de Andréa, a visão do buraco que ficou, a porra escorrendo, o filete de sangue misturado com o esperma que escorria do cuzinho dela, me fizeram gozar sem tocar no pau. Por um instante entrei em transe, mas me recobrei e voltei para o quarto. Meia hora depois Andréa entra, finjo dormir, ela vai ao banheiro, toma um banho, ouço ela reclamar da ardência no cuzinho e na buceta, e logo após um risonho baixo, nessa hora eu entendi, se quisesse ter ela ao meu lado, deveria aceitar tudo isso, aceitar que sou e sempre serei um corno. Resolvo que vou falar com ela, mas não hoje, vou esperar chegar em casa, as férias estavam só começando, mas precisava saber desde quando isso acontecia. Desde quando sou corno.

CONTINUA...

Bem pessoas, este relato foi longo eu sei, mas precisava contar tudo da forma mais fiel que me foi passado, deixo pra contar o restante em outro momento, se vocês quiserem é claro.
Se quiser também que eu relate sua história aqui de forma anônima, me escreva
Abraços do Noturno e até a próxima.
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Relato: Sendo transformado em Cuckold

Codigo do conto:
275567

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/10/2026

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