A ninfeta e o motorista safado

Olá, meu nome é Bianca e eu tenho 19 anos. Hoje eu venho aqui lhes contar umas de minhas loucuras. Eu sempre fui mais levada do que a maioria. Eu sempre vi as coisas de um jeito diferente. Enquanto minhas amigas estavam falando sobre um famoso, um cantor, alguém legal que era bonito, hypado na internet, ou filmes ou coisa do tipo, eu já olhava para as coisas ao meu redor. O professor Cláudio, o motorista do ônibus, o jardineiro, o carteiro, e imaginava as coisas. E não demorou muito para mim já começar a pesquisar as coisas. Comecei na internet a buscar filmes, vídeos. Encontrei umas coisas que nem passavam pela minha cabeça daquela forma. E entrei de cabeça nisso. E até um dia eu encontrei um site que tinha história de pessoas de todo tipo. E cá eu estou. Mas agora não para ler. E sim, para trazer um fato. Isso ocorreu depois de eu já ter descoberto o que podia sobre mim e como eu era de verdade. Era manhã de uma terça-feira. Estava chovendo, garoando. Mas não estava tão frio, estava fresquinho. Eu estava indo para o trabalho. Estava vestindo meu uniforme do trabalho. Que é uma camiseta social com botões. E uma saia. Não muito curta, infelizmente. E salto alto. Normalmente, eu vou para o trabalho com algumas amigas que passam por aqui e me levam junto. Porém, às vezes, que elas não vão ou vão por outro caminho, eu tenho que pegar o ônibus. Então eu fiquei no ponto. E batiam uns ventos frios. De vez em quando. Por causa da garoa. E minha pele ficava toda arrepiada estava vestindo meu uniforme do trabalho, que é uma camiseta social com botões e uma saia, não muito curta, infelizmente. E salto alto. Normalmente, eu vou para o trabalho com algumas amigas que passam por aqui e me levam junto. Porém, às vezes, que elas não vão ou vão por outro caminho, eu tenho que pegar o ônibus. Então eu fiquei no ponto. E batia uns ventos frios de vez em quando, por causa da garoa. E minha pele ficava toda arrepiada. Não demorou muito, eu vi o ônibus virar a esquina. Me levantei e preparei para dar o sinal. Ajustei minha saia para baixo, que subiu quando eu levantei. Entrei no ônibus. E para minha surpresa, o motorista era um velho que sempre ficava me cercando quando me via na rua ou até mesmo quando eu entrava no ônibus. E nesse dia não foi diferente. Assim que entrei, percebi algo estranho. O ônibus estava vazio, completamente vazio. E antes de me sentar na escada mesmo, na frente do motorista, eu me apoiei sobre o motor do ônibus e lhe perguntei: Por que está vazio? Aconteceu alguma coisa? Respondeu: Estou voltando para o pátio da empresa, não viu no letreiro escrito "Recolhimento"? Confesso que nesse momento suei frio. Mas não com medo de alguma coisa, só que assustado com a situação de acabar parando em outro lugar que não seria meu serviço. Sabe aquela sensação, putz, me lasquei, vou ter que andar 2 quarteirões. Então eu indaguei. Então porque parou no meu sinal? Respondeu: Não resisti e pensei que pudesse querer dar um passeio. Se estiver com tempo, só vou passar na empresa pra bater o ponto e te levo no seu trabalho. Então, apenas acenei com a cabeça e continuei subindo os degraus. E ao subir, minha saia subiu junto um pouco. E sentei num banco atrás do motorista, que ele fica mais alto. Olhei no relógio. Ainda faltava 1h30 para mim entrar no serviço. Gosto de ir cedo. Chegar cedo, arrumar minhas coisas. Até para evitar o trânsito também. O tempo foi passando, eu ali, de boa, mexendo no telefone, no celular. Quando eu percebi, ele estava olhando para o retrovisor e sorrindo. Com uma cara de safado. Parecia que estava vendo um filme pornô. E quando me notei, ele estava conseguindo ver minha calcinha pelo retrovisor do ônibus, mas eu estava sentada num lugar mais alto e dava para ver exatamente de onde estava. Como naquele dia eu estava usando um fio branco, e por subir a escada e andar um pouco daquela forma, já estava sentindo ele completamente atolado na minha bucetinha. Então o filho da puta com certeza estava vendo mais do que devia. Assim que percebi, eu fechei as pernas, por instinto. Quando ele olhou de novo, não viu mais nada. Então indagou. Então eu fiquei apenas encarando ele no retrovisor. Com uma cara de safado, pervertido, me olhando a todo momento. Se deixasse, parece que queria me comer com os olhos. Fiquei um tempo pensando. Então me veio. Por que não? Olhar não mata ninguém, né? Abri um pouco as pernas. E o safado logo sorriu. Eu me inclinei para o lado para olhar para ele diretamente. Estava dirigindo com a mão só e a outra segurando a sua rola. Para um velho daquela idade, me surpreendi. Não por ser algo gigante. Era até grande. Bem robusto. Tinha até veias. E o que mais me impressionou foi a rigidez daquilo. Torta. Não para um lado nem para o outro. Ela torta para o lado dele. Segurava com a mão e ainda dava para ver a metade. Confesso que aquela situação me excitou demais. Então, eu puxei a calcinha, fazendo ela ficar mais atolada ainda na minha bucetinha. E abri as pernas. Ao ver aquela situação, eu acredito que ele não esperava por aquela reação, daquela forma. E acho que aquilo acendeu algo a mais nele, que nem ele pensava. Então o caminho foi em completo silêncio. Eu fiquei mexendo no celular, olhando umas postagens e rolando Reels do Instagram. De vez em quando olhava no retrovisor. Era um olhar assustador. Que me observava, me comia com os olhos. Deixei rolar e fingi que nada acontecera. Logo, então, chegou no pátio da empresa, por estar bem cedo. A maior parte dos ônibus já tinham saído. Então, ele colou e estacionou o ônibus. Em um local afastado do pátio, entre dois outros ônibus onde estavam estacionados. Nem desligou o motor. Ele se vestiu, guardou aquela rola, dura mesmo, com dificuldades. Pegou um caderno e começou a escrever. Acredito que era algum formulário da empresa. Eu estava toda estada, molhada completamente, sentindo minha bucetinha toda melada, escorrendo pelo banco do ônibus. Com certeza tinha molhado a minha saia. Antes dele se levantar, eu me levantei. Coloquei minha bolsa no banco, onde estava. Fiquei atrás dele e coloquei um pé sobre o motor do ônibus. Neste momento, minha saia já estava levantada, alta demais. E perguntei: é isso então? Vai sair assim? Depois de tudo? Então ele, surpreso, respondeu: então, menina, eu sou casado, eu só gosto de observar e não quero problemas. Já tive os problemas assim no passado e não me caiu bem. Então respondi: você arrumou problemas assim que parou aquele ônibus pra mim entrar sozinho aqui. Levantei a saia. Puxei minha calcinha de lado. E disse: olha o que você fez. Você acha justo deixar assim? Eu acho que aquilo foi o suficiente. Ele entendeu o recado. Mas sem se mexer, pegou na sua rola por cima da calça. Dava para perceber que aquilo estava duro, igual ferro. Eu tirei meus tamancos. Cheguei mais perto. Coloquei meu pé, um pé sobre o motor e outro sobre o volante. E disse: acho melhor você limpar o que você causou. Percebi que naquele instante, a feição dele mudou completamente. De um senhorzinho com medo de alguma coisa, meio cabreiro, para um canibal. Sim. De 0 a 100 em segundos. Também a minha buceta já estava completamente inchada, vermelha. Aquele tom rosa já sumira. Então segurou meus quadris com as duas mãos e me puxou para sua cara. No começo não foi nada bom, parecia um esfomeado quando acha uma melancia. Enfiou a cara, o nariz e lambia loucamente a sua língua áspera. Ele fazia todo tipo de movimento. Ao mesmo tempo. Sugava a minha buceta como um todo. Enfiava ela inteira na boca. Chupava com força. Igual um ventosa. Depois, enfiava a língua o que conseguia. Dentro de mim. E quando tirava a língua de lá, se afastava, engolia tudo. E voltava novamente. Ele não se cansava nunca. E aquela falta de padrão, aquela loucura, aquele momento, estava começando a me deixar excitada novamente. Ele segurava as duas mãos na minha bunda e apertava suas mãos, era grande, cabia minhas nádegas completamente em cada uma. Apertava com força. Empurrava. Contra a cara dele. Então, de repente, ele se afasta. Achei que ele ia parar por algum motivo. Olhei com a cara surpresa para ele. Sem falar nada. Ele se levantou. Me empurrou para trás. E me deitou sobre O motor que parece que foi feito para exatamente aquilo. E me deixou ali deitada. De barriga para cima. Retirou minha saia. E minha calcinha. Abriu ao mesmo tempo. Sugava a minha buceta como um todo. Enfiava ela inteira na boca. Chupava com força. Igual uma ventosa. Depois, enfiava a língua o que conseguia dentro de mim. E quando tirava a língua de lá, se afastava e engolia tudo. E voltava novamente. Ele não se cansava nunca. E aquela falta de padrão, aquela loucura, aquele momento, estava começando a me deixar excitada novamente. Ele segurava as duas mãos na minha bunda e apertava. Suas mãos eram grandes. Cabia minhas bundas. Minhas não. Minhas nádegas. Completamente em cada uma. Apertava com força e empurrava contra a cara dele. Então, de repente, ele se afasta. Achei que ele ia parar por algum motivo. Olhei com a cara surpresa para ele, sem falar nada. Ele se levantou, me empurrou para trás e me deitou sobre o banco. O motor. Que parece que foi feito para exatamente aquilo. E me deixou ali deitada. De barriga para cima. Retirou minha saia e minha calcinha. Abriu a blusa. Na minha camiseta, cada botão, deixando meus peitinhos de fora. Ele se afastou um momento e ficou ali me olhando de longe, apalpando sua rola por cima da calça, sem dizer nada, apenas olhando, lambendo os beijos, contemplando, acho que é algo que acabaria a fazer. Então, indignada, vai ficar só olhando? Ele deu um sorriso. Relaxa, putinho. Você vai ter o que merece. E um pouco mais. Ergueu minhas pernas. Achei que ia me foder logo ali. E já estava preparado para isso. Mas não. Ainda não. Ele veio me chupar novamente, mas dessa vez, com a mão, deixava meu clitóris totalmente exposto para sua língua. No seu primeiro toque, eu dei um gemido, um suspiro e senti o ar sumindo. E com a outra mão, introduzia dois dedos em mim. Nossa. Eu vi estrelas e nem tinha começado nada. E acho que nesse momento eu caí em si. Percebi que aquele velho sabia muito mais do que eu imaginava. Não era apenas um tarado que gostava de observar as pessoas. Ele sabia de algo que eu ainda não conhecera. Então lambia meu clitóris em círculo, enquanto introduzia cada vez mais seus dois dedos em mim. Eu gemia loucamente, parecia que estava sendo enrabada até o talo. Parece que já tinha chegado no meu ápice, e aquele homem nem tinha enfiado o dedo inteiro em mim. Uma hora ou outra, olhava pra mim, me chamava de vagabunda. E dizia, já tava gozando? Vadia. Nem comecei. E eu com as mãos pra trás, segurando uns ferros de suporte do motor, me contorcendo toda. E no meio de alguns gemidos e respiros profundos, consegui dizer, me fode, filha da puta. Vai, por favor, me fode, não aguento mais. Então, Ele introduz seu dedo completamente. E eu dou um puta grito. Não porque doeu em si, mas assustei. Ele estava em outro ritmo. Em outra... Então ele fala, calma putinha, é só meus dedos. E começa a movimentar os dedos dentro de mim. Aquele dedo fazendo curva dentro da minha bucetinha, me tocando por dentro, enquanto me chupava loucamente novamente. Aquela língua tinha algo diferente, que estava me deixando... louca, querendo subir pelas paredes. Vontade de sentar em 5 picas ao mesmo tempo. Naquele momento eu já tinha gozado umas 2 vezes, no mínimo. Minha buceta totalmente inchada. Eu nem a reconhecia. Babando, toda melada. Ele tira os 2 dedos da minha bucetinha. Eu já meia mole. De tanto tesão e gozar, que nem louca. Ele enfia os 2 dedos na boca. Parecia que estava provando a coisa mais gostosa que tivera na vida. Suspirou fundo. E voltou a me chupar. Os dedos ainda melado, introduziu de novo na minha bucetinha, mais algumas 2 ou 3 vezes. E o seu dedo ficou completamente molhado novamente pelo meu suco. Então achei, pensei, é agora. Vou ser arrombada. Estava esperando isso. Porém, pela minha surpresa, ainda não. Ainda não. Com o polegar... introduziu na minha buceta. E continua a lamber meu clitóris, olhando para mim. E depois que o polegar estava todo, completamente atolado na minha buceta, ele fez em sua mão que nem um símbolo da letra U. Com aqueles 2 dedos completamente lubrificados pela minha buceta, tocam a porta do meu cozinho. Eu tomo um susto. Tento me levantar. Ele fala, calma, calma. Você é minha agora, lembra? Ele segura forte minha perna. Ai, caralho. Filha da puta, naquele momento. Entrei. Em desespero por um momento, pois não me tinha me preparado para aquilo. E não tinha um gel, não tinha nada. Não tinha. Usado meu plug naquele dia. Então estava totalmente despreparada. Esse era o meu medo. Mas ele completamente ignorou. E com os dois dedos mesmo. Ficou massageando a porta do meu cozinho. E ao mesmo tempo, um polegar dentro de mim e me chupando loucamente. Aquela língua não era normal. Eu fui me acalmando, me tranquilizando, me relaxando. Logo, ele percebeu, eu comecei a me contorcer. Aos poucos. E ele foi brincando. Movimentos circulares. Enquanto aquele polegar se contorcia na minha bucetinha. E quando menos percebi, ele já tinha enfiado metade do dedo em mim. Meu cozinho ardia. Mas aquela situação, aquilo tudo, era muito bom. Que aquilo, aquele desconforto, era bom também. Loucura, imaginar isso. Em qualquer outra situação, aquilo seria horrível. Mas não era o caso. Ele não passou daquilo. Apenas a metade dos dois dedos em mim. E ficou ali parado. Enquanto me chupava. E eu ficava mais louca e excitada. E fiquei mais tranquila também. Por ele não ter ido adiante. Ou algo pior. Então ele se afasta. Abaixa as calças. Abaixa a cueca. E solta pra fora aquela coisa. Torta. Cheia de veias. E babando mais que minha bucetinha. Eu toda desajeitada, guardando. Com o cu ardendo, as pernas meia mole, me sentei no motor do ônibus. Ele se aproximou sem dizer nada. Eu me apoiei em suas coxas. E fiquei olhando para aquilo. E sem perder tempo. Segurei com as duas mãos e ainda sobrou uma cabeça toda inchada. Escorrendo. Um líquido transparente. Eu passei a língua naquela cabeça de baixo para cima. E provei aquele sabor. Salgado. Uma liga peculiar. Olhei para o rosto, para a cara dele. Sorri. E disse: nossa, que delícia. Quero mais, hein? Muito mais. Estou com muita fome. E isso aqui não foi nem um petisco. Acho que ele entendeu o recado que eu queria que ele gozasse na minha boca a cada gotinha para que eu possa beber o leite daquele macho. Então, eu começo a chupar. Seguro com uma mão a base da sua rola e com a outra fico pegando nas suas bolas. E logo quando eu coloquei minha boca, minha língua quente, naquele cacete, ele já estava louco de tesão. Segurou minha cabeça e empurrou. Acho que foi reflexo. Ensocou até as bolas, o nariz batendo na sua barriga de uma vez. Claro, me afoguei. Tossi, com os olhos vermelhos. Dei um tapa na perna dele e disse: que porra foi essa? Hein, caralho? Quer me matar, porra? Ele com a cara fechada, sem aquele sorriso safado, me deu um puta tapa na cara e falou: cala a boca, chupa. Eu, ainda irritada, voltei a chupar. Enfiava até a metade na boca. E comecei a ficar bem babada. Cuspia naquela rola e voltava a chupar. Chupava com vontade. Uma delícia. Aquilo batendo no céu da boca. Aproximando-se na garganta. E de novo, ele segurou minha cabeça e socou tudo na minha garganta. Eu prendi a respiração para não me afogar novamente. E ficou ali uns 4, 6 segundos. Rola inteiramente atolada em mim. Já não conseguia mais segurar a respiração. Bati nas pernas dele. Ele me solta. Eu tosso igual uma maluca. E acho que entendi o que ele aconteceria ali. Então voltei a mamá-lo. Mais forte, tentando engolir cada vez mais. E até o fundo da garganta, voltava. E ele voltou a sorrir. Com um sorriso de aprovação. Amei tanto aquele cacete. Que meu pescoço doía. Minha garganta ardia. E meus olhos lacrimejavam como se estivessem em pranto. A maquiagem escorria pela cara toda, parecia uma gótica. Com o cabelo todo bagunçado. Parecia uma mendiga. Mas para ele, era uma deusa. E pela última vez, ele segura minha cabeça com as duas mãos e empurra forte contra o corpo, fazendo entrar aquela rola na minha garganta novamente, até o fundo. E se não bastasse, ele ficou estocando. Com ela fundo, as bolas batendo no meu queixo. Eu deixei, segurei a onda. Porque aquilo estava me excitando, de alguma forma. Então ele tirou, de uma vez. Aquele pau estava pingando, baba para todo lado. O chão todo molhado, todo babado. A rola escorrendo, o saco molhado. Meu queixo, todo babado também. Ele me empurra para trás, me deixando de barriga para cima, novamente. Vem para cima de mim. Pincela pela cabeça, na minha bucetinha. Quando ele passa a cabeça na rola dentro da minha bucetinha, e tira. Eu fico ofegante. Dou um suspiro. Fundo. E imploro pra ele. Me fore de uma vez, por favor. Eu não aguento mais tudo isso. Eu preciso. Preciso que você soque isso em mim. Parecia um robô obedecendo uma ordem. Encaixou seus ombros sobre minhas pernas. Como era mais alto que eu, levantou meu quadril e encaixou perfeitamente aquela cabeça e começou a penetrar. Por mais que eu estivesse com tesão e minha bucetinha toda molhada, encharcada, babando, senti dificuldade. Ele forçava cada centímetro e eu ficava com mais tesão ainda. Ele ficou naquele vai e vem com a metade da rola em mim. E eu já estava nas nuvens. Comecei a rebolar naquela pica. Que nem uma lacraia. E cada estocada iria mais fundo. E eu gritava. Igual uma cadela no cio. Me fode, filha da puta. Me fode. Que caralho gostoso. Puta que pariu. E ele segura meu quadril com força. E arrebenta. Uma paulada só. Introduz até as bolas baterem no meu cu. Puta que pariu. Parecia que eu tinha levado uma pedrada no útero. Eu dei um pulo pra trás. Só o Rolando não saiu. Ele me segurou. Puta grito de assustada. Dor. Uma sensação estranha. Mas ele ficou parado ali. Completamente atolado em mim. Com um sorriso safado. Aquele de sempre. Disse. É o que você queria, sua putinha. Pediu tanto. Agora tá com essa cara de assustada. O que aconteceu? Eu, sem forças, é muito grande. Você bateu no meu útero. E machucou. Mas não para. Estou quase gozando. Ele entendeu o recado. E voltou a foder. Cara estocada. Era um gemido que eu dava. Ele fodia forte. Me segurava pelas pernas. E socava com força. Tantos líquidos fluidos que saíam de mim. Dava pra ouvir aquele ploque. Molhado. Forte. Do saco batendo na minha bunda. E aquele pau entrando na minha buceta. Eu gozei. Não demorou muito. Minha buceta ficou ainda mais inchada. Mais louca. Mais sensível. Mais tudo. E ele não parava. Parece que ficava mais louco. Ele tira de uma vez aquela rola de mim. Me vira. Me coloca de quatro. E com as duas mãos abre minha bunda. E volta a foder minha bucetinha. Com mais força. Me chamando de cadela vadia, vagabunda, piranha. Todos os nomes que vinham na cabeça. Enquanto dava tapa na minha bunda. Me segurava pelo quadril. E fudia forte. Fudia mais fundo que conseguia. Eu estava tão arrombada. Que ele tirava o pau pra fora. Sem segurar. E enfiava de novo. Com as duas mãos no meu quadril. Quando voltava, enchia minha buceta de ar. E a xereca peidava. Peida xerequinha. Ele dizia. Ele tirava toda a rola pra fora e socava novamente. E todo aquele ar que entrava, e gritava, peida xerequinha, peida xerequinha. E gargalhava com isso. E socava com força. Minha bucetinha já não aguentava mais. Tava toda arrombada, arregaçada, vermelha. E eu toda mole, mal conseguia ficar de quatro. Deitei de bruços, no ônibus, ficando apenas com os joelhos em pé. E desse jeito, fiquei ainda mais exposta pra ele. Que abria minha bunda com as duas mãos enquanto fodia minha bucetinha. E eu vi que a salvação pra ele parar de comer aquela bucetinha e gozar logo seria dar o cu pra ele. Uma socada e outra, eu ficava piscando o cozinho. E ele com a bunda aberta. Daquele jeito, com certeza estava vendo. Não demorou muito. Foi coisas de segundos. Com aquele cozinho piscando pra ele. Que ele tira aquela rola da minha bucetinha. Toda melada. Certeza. Que ele viu um buraco. Aberto, gigante. Pra ele. Naquele momento. Eu acho que ele queria fazer outro. Ele só daquele jeito mesmo, apontou aquela cabeça no meu cu, tava tão lubrificado, tão tesão, tão tudo, que ele forçou pouco e a cabeça entrou, eu dei um grito, mas era aquilo que eu queria, tava doendo, sim, mas era o que precisava, precisava que aquilo acabasse. Por mais louca que eu sou, aquele cara não tinha limite. Ele enfiou a cabeça no meu cu e ficou num vai e vem. E eu piscando o cozinho na rola dele. Pra ver se ele fudia logo. Eu sei que ia me arregaçar todinha, me cortar. Mas eu só queria que acabasse. Ele enfiou a metade. E ficou ali. Eu ainda não sentia muito tesão. Ardia pra caralho. Mas olhei pra trás e falava pra ele fuder. E enchi meu cu de leite. Mas eu acho que ele sabia mais do que eu própria. Ele tirou sua rola do meu cozinho. ia mais fundo. E eu gritava. Igual uma cadela no cio. Me fode, filha da puta. Me fode. Que caralho gostoso. Puta que pariu. E ele segura meu quadril com força e arrebenta. Uma paulada só introduz até as bolas baterem no meu cu. Puta que pariu. Parecia que eu te levava uma pedrada no útero. Eu dei um pulo pra trás. Só o Rolando saiu. Ele me segurou. Puta grito de assustada, dor. Uma sensação estranha. Mas ele ficou parado ali. Completamente atolado em mim. Com um sorriso safado. Aquele de sempre. Disse. É o que você queria, sua putinha. Pediu tanto. Agora tá com essa cara de assustada. O que aconteceu? E eu sem forças. É muito grande. Você bateu no meu útero. E machucou. Mas não para. Estou quase gozando. Ele entendeu o recado. E voltou a foder. Cara estocada, era um gemido que eu dava. Ele fodia forte, me segurava pelas pernas e socava com força. Tantos líquidos fluidos que saíam de mim. Dava pra ouvir aquele ploque. Molhado. Forte. Do saco batendo na minha bunda. E aquele pau entrando na minha buceta. Eu gozei. Não demorou muito. Minha buceta ficou ainda mais inchada. Mais louca, mais sensível, mais tudo. E ele não parava. Parece que ficava mais louco. Ele tira de uma vez aquela rola de mim, me vira, me coloca de quatro e com as duas mãos abre minha bunda e volta a foder minha bucetinha com mais força, me chamando de cadela, vadia, vagabunda, piranha, todos os nomes que vinham na cabeça, enquanto dava tapa na minha bunda. Me segurava pelo quadril e fudia forte. Fudia mais fundo que conseguia. Eu estava tão arrombada que ele tirava o pau pra fora sem segurar e enfiava de novo com as duas mãos no meu quadril. Quando voltava, enchia minha buceta de ar e a xereca peidava. Peida a xerequinha. Ele dizia... Ele tirava toda a rola pra fora e socava novamente. Em todo aquele ar que entrava e gritava, peida xerequinha, peida xerequinha. E gargalhava com isso. E socava com força. Minha bucetinha já não aguentava mais. Tava toda arrombada, arregaçada, vermelha. E eu toda mole, mal conseguia ficar de quatro. Deitei de bruços no ônibus, ficando apenas com os joelhos em pé. E desse jeito, fiquei ainda mais exposta para ele, que abria minha bunda com as duas mãos enquanto fodia minha bucetinha. E eu vi que a salvação para ele parar de comer aquela bucetinha e gozar logo seria dar o cu para ele. Uma socada e outra, eu ficava piscando o cuzinho. E ele com a bunda aberta. Daquele jeito, com certeza estava vendo. Não demorou muito. Foi coisas de segundos. Com aquele cozinho piscando para ele. Que ele tira aquela rola da minha bucetinha toda melada. Certeza que ele viu um buraco aberto, gigante, para ele. Naquele momento. E eu acho que ele queria fazer outro. Ele só, daquele jeito mesmo, apontou aquela cabeça no meu cu. Tava tão lubrificado, tão tesão, tão tudo, que ele forçou pouco e a cabeça entrou. Eu dei um grito. Mas era aquilo que eu queria. Tava doendo, sim, mas era o que precisava. Precisava que aquilo acabasse. Por mais... louca que eu sou, aquele cara não tinha limite. Ele enfiou a cabeça no meu cu e ficou num vai e vem. E eu piscando o cozinho na rola dele. Pra ver se ele fudia logo. Eu sei que ia me arregaçar todinho, ia me cortar. Mas eu só queria que acabasse. Ele enfiou a metade e ficou ali. Eu ainda não sentia muito tesão. Ardia pra caralho. Mas olhei pra trás e falava pra ele fuder. E enchi meu cu de leite. Mas eu acho que ele sabia mais do que eu própria. Ele tirou sua rola da minha ossete do meu cozinho. E voltou a enfiar na minha bucetinha. Deu umas 5, 6, 10, não lembro. Estocadas até o fundo. O plock ainda continuava. Aberta? Acredito que sim. Com aquele pau todo babado novamente, voltou a plock na minha portinha. E dessa vez mais molhado, foi entrando. Eu sentindo cada centímetro passando pelas minhas pregas, ardendo, doendo. Eu contorcendo as pontas dos dedos de dor. E o filho da puta, forçando cada vez mais. Ele enfiava até a metade, tirava, enfiava até a metade novamente. E eu gritando... Filho da puta, fode esse cu, caralho. Ele tirou de novo. E introduziu na minha buceta até o talo. Levei um susto. Um gemido. E ele sorriu. Relaxa, putinha. Tô preparando esse cozinho. Porque eu vou deixar ele todo arrombado. Ele sabia o que fazia. Eu estava perdido em MC. Então... Pela terceira vez, ele tira a rola toda melada da minha buceta. E dessa vez, foi ainda mais fácil entrar no meu cozinho. Enfiou tudo melado e foi entrando. Cada centímetro daquele cacete. E dessa vez, não foi tão ruim. Ele foi socando gostoso. Naquele momento, naquela altura do campeonato, como estava a minha situação? Dor, tesão, prazer. O que era tudo isso? Era só uma mistura de tudo. Eu comecei a rebolar naquele pau, quase todo dentro da minha bunda. E ele começou a foder. Não vai e vem. Naquela ardência, naquele tesão, naquela emoção, naquele momento, eu comecei a piscar o meu cu com aquela rola dentro. Mal conseguia se mexer. E ele foi ficando louco. Foi ficando, enfiando cada vez mais. E eu sentindo cada centímetro daquela rola explorando a minha bunda. Aquela imagem que aquele homem vira naquele momento, com as duas mãos abrindo minhas nádegas e socando aquela rola inteira no meu rabo. Ele nem imaginara que naquele dia chuvoso, que dar uma carona aquela menina que ele sempre olhava, chegaria naquele ponto. Então, sem socar tudo novamente, ele tira pra fora. Completamente. E fica observando. E diz: olha só, alguém está se abrindo pra mim. O portão não está fechado como estava. Volta a foder em a bucetinha. Tento piscar meu cu, mas acho que nem isso eu tava conseguindo. E ele fode com força em a bucetinha. Parece que queria gozar. Não sei. Ainda boas socadas. Eu fico cada vez mais mole. Ele tira de uma vez na minha buceta, achei que só ia enfiar de novo, e entra na minha bunda. Eu levo um puta susto, um grito, um gemido, não sei. E agora, ele está me fodendo de verdade. Fodendo forte. Meu cozinho, coitado. Levou a culpa. E ele me segurando pelos quadris, e me puxando para próximo dele. Para enterrar o máximo que consegue. E dessa vez aquele saco todo molhado batendo na minha bucetinha. E isso me excita demais. Quando alguém fode meu cozinho. Enquanto o saco bate na minha bucetinha. Eu fico louca. E ele fodeu com força aquele cu. Cada socada via estrela. Por mais que estava com tesão, por mais que estava arrombada, ainda doía pra caralho. Mas era gostoso. E ele sabia disso. Me segurava forte, batia em mim, com força. E era aquela estocada que parecia que não queria só comer o cu, ele queria entrar dentro de mim completamente. Quando ele saiu, o cu e a buceta, nem sabia o que era o que. Os dois completamente arrombados. E quando terminou, achei que ia me dar leitinho, mas quando percebi, escorria pela minha perna, o safado não aguentou, encheu meu cu de leite. Bom, é isso pessoal, espero que vocês tenham gostado. Eu gozei pelo menos duas vezes, e reescrevendo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A ninfeta e o motorista safado

Codigo do conto:
275599

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/10/2026

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