Netinha da vizinha

Esse é um conto fictício. Onde a neta vai morar com a vovó. Uma típica menina pré-adolescente paraense que veio morar no Sul, despachada pela mãe e acabou na casa da vovó já que o pai é um Zé ruela.
Beth (vovó): Uma senhora baixinha, gordinha e com a mobilidade um pouco comprometida, uma típica vovó, ajuda todos, mas tá sempre precisando de algumas manutenções no apto.
Ana (neta): Uma menina com corpo de mulher, seios bicudos crescendo, bunda grande e empinada e buceta carnuda que faz questão de mostrar com as roupas coladas e shorts sem calcinha mostrando a papada da bunda. Uma Raimunda feia de cara Boa de bunda.
Dom: Coroa, 50 anos, barba grisalha, olhos castanhos, branco, corpo normal, pau grosso e apreciador da beleza feminina.
Quando comecei a frequentar a casa da minha namorada conheci a dona Beth, um amor de pessoa, muito prestativa e muito carente. Depois fiquei sabendo da sua história e que estava criando a sua neta, já que a mãe (uma safada gostosa descobri vendo as fotos) decidiu voltar para o Pará e deixou a filha para o Pai criar e acabou na casa dela.
No mesmo dia mais tarde enquanto saia para comprar uma cerveja, cruzei com uma adolescente com uma bunda maravilhosa, um short minúsculo que parecia estar sem calcinha, pele queimada do sol, seios despontando com os bicos duro, a safadinha estava de pijaminha. Passou por mim como um raio, mas não deixou de me cumprimentar e depois olhar para trás e me pegar olhando aquela bundinha. Meu radar para puta disparou. Vou te falar uma coisa a mulherada paraense fode gostoso, sabe ser puta na cama. Segui meu caminho e fiquei com aquela imagem na cabeça. Voltando do mercado dou de cara com minha namorada saindo do apto da Beth e quem está lá a netinha. Sim a adolescente com aquele corpo de mulher e cheiro de puta é a neta da vizinha a qual Beth fez questão de apresentar e aproveitar para perguntar se eu sabia trocar tomada pois estava precisando fazer a substituição de algumas e seu filho o Zé Ruela não podia fazer. Disse que faria com o maior prazer, perguntei se poderia ser feito outro dia pois já havia bebido e como era domingo não tinha onde comprar as tomadas para troca. Ficou combinando que na manhã seguinte eu faria a substituição das tomadas como trabalho em home seria tranquilo.
Na manhã seguinte deixei minha namorada no trabalho, passei na loja comprei oque eu precisava e voltei pra o apto da minha namorada. Encontrei dona Beth saindo do apto, avisei que estava com tudo pronto para trocar as tomadas ela disse que tinha consulta no posto de saúde, mas que eu ficasse à vontade Ana já estava acordada e iria me ajudar no que eu precisasse. Ana veio me receber perguntou como podia ajudar muito prestativa, vestia um baby-doll cinza, os bicos dos seios duros pareciam que iam furar a blusa, o short era devorado pela sua bunda e dividia a sua buceta ao meio a reação do meu pau foi imediata. Como é lindo ver uma pré-adolescente aflorando seu corpo, sua sensualidade imatura. Olhei em seus olhos e disse que dava conta de tudo, percorri seu corpo com meus olhos e mandei que ela ficasse a vontade e quando eu precisar chamaria ela. Informei que precisaria desligar a energia por um tempinho. Ana voltou para seu quarto e enfiou a cara no celular ficando deitada de bunda pra cima, ela estava adorando ter um macho devorando ela com os olhos o que fazia aflorar sua genética de putinha dado aos comentários e fofocas que ouvi sobre a mãe dela, sabia que a fruta não deveria ter caído longe do pé. Comecei pelas tomadas da cozinha, sala, suíte e finalmente o quarto de Ana, que continuava ali de raba pra cima, eu conseguia sentir o cheiro daquela bucetinha. Quando fui trocar a tomada aos pés da cama, Ana fez questão de abrir as pernas e dobra-las balançando no ar me dando uma visão melhor da sua buceta, pude observar uma manchinha úmida. A safadinha estava gostando de se exibir eu adorando o showzinho. Decide dar uma arriscada fui ate o banheiro tirei minha cueca ficando apenas com bermuda e fui trocar o bocal da lâmpada da sala. Peguei uma escada subi e chamei Ana para me ajudar com a desculpa de segurar a escada queria mesmo era ela vendo minha rola dura bem de pertinho. Ana ficou a poucos centímetros com os olhos fixos na minha rola que parecia que ia explodir, meu pau já babava e uma mancha em meu calção denunciava o meu tesão. Ana seguia concentrada na sua função, observando meu pau duro e mordendo os lábios. O tesão e a provocação eram nítidos, aquela menina sabia que era gostosa, sabia provocar só não esperava ter um lobo pela frente. Desci da escada esbarrando minha rola dura no seu corpo, puxei seu corpo contra o meu a abraçando e fazendo sentir meu tesão por ela. Falei no seu ouvido que ela era muito prestativa e linda. Ela reponde que adorou me ajudar bem de pertinho e que minha namorada tinha muita sorte em ter um homem em casa. Perguntei se ela sentia falta de um homem em casa. Ela disse que sim, seu pai não dava atenção e ela sentia falta de um colinho. Perguntei se ela desejava ganhar um colinho, na hora abriu um sorriso e se jogou no meu colo. Aquela reação foi inesperada, meu pau ficou encaixado na sua buceta o que nos separava era apenas o tecido. Ana se aninhou no meu colo, senti seus peitinhos duros me furando, sua buceta quente já estava babando, minhas mãos seguravam sua bunda eu só pensava em socar naquela bucetinha. Ana desce do meu colo leva a mão no meu pau, aperta ele, puxa para fora do calção e começa punhetar me olhando com cara de sapeca. Pego ela pelos cabelos, guiando sua boca em direção do meu pau. Ana apenas obedece e chupa meu pau com uma fome. Aquela garota que fica enfurnada no quarto mexendo no celular estava faminta por rola. Chupava desajeitada, faminta, com gana. Queria sugar tudo, lamber, esfregava na cara. Ela tinha um pau grosso pra saciar sua curiosidade, desejo de tardes e noites se masturbando vendo putaria no celular. Eu tinha certeza que a Dona Beth ia ganhar muitos serviços extras e a sua netinha ia ser o pagamento. Ana levava uma mão na buceta enquanto mamava no meu pau. Seu short estava atolado na sua buceta, beiços vermelhos, lisinha, minha boca se encheu de água, aquele perfume de menina escorria em formato de mel. Levantei ela pelos cabelos, sentei ela no sofá da sala abriu suas pernas e me lambuzei com o néctar que escorre do ventre de uma menina, servindo seu escolhido para desfrutar de um banquete divino de pura luxuria. Suguei, lambi, beijei cheirei aquela linda buceta, um sabor viciante eu a queria pra mim. Queria sentir meu caralho entrar naquela buceta, queria fuder aquela menina em corpo de mulher e transformar ela na minha escrava. Eu a faria ficar viciada na minha porra do mesmo jeito que já havia ficado viciado no mel da sua buceta.
Mas fomos chamados a realidade de forma abrupta. O celular de Ana chamando, sua vozinha dizendo que já estava voltando e era pra ela fazer um café pois estava trazendo um pão fresquinho e uma rosca da padaria. Que era para eu esperar e comer a rosca quentinha que ela estava trazendo.
A rosca da netinha ficou para outro dia....

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico domlobofloripa

Nome do conto:
Netinha da vizinha

Codigo do conto:
275612

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
26/10/2026

Quant.de Votos:
2

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