Naquele dia, havíamos tomado algumas caipirinhas e estávamos descontraídos, aproveitando as férias. Peguei minha máquina fotográfica profissional e convidei a Titi para irmos até a cachoeira nos fundos da pousada.
Quando chegamos, percebemos que não havia ninguém por perto. O pôr do sol estava maravilhoso, e a luz que atravessava a vegetação criava reflexos lindos na água. A paisagem era perfeita para algumas fotos sensuais.
Assim que dei a ideia, Titi pulou na água com aquele olhar malicioso que eu conhecia tão bem. Comecei a fotografá-la enquanto ela explorava diferentes poses e brincava na cachoeira. Aos poucos, o ensaio ficou mais ousado, e ela passou a fazer gestos e insinuações e mostrar que estava com o bico dos peitos durinhos, tirando a parte de cima do biquíni, fiquei de pau duro na hora.
A água cristalina, a beleza do lugar e a possibilidade de alguém aparecer por perto acrescentavam uma dose de adrenalina à nossa aventura. Embora não houvesse ninguém à vista, estávamos próximos de alguns chalés e precisávamos preservar nossa intimidade.
Foi então que percebi uma grande pedra no início da corredeira. Curioso para descobrir o que havia do outro lado, atravessei uma passagem cercada por vegetação fechada. Para nossa surpresa, encontramos uma pequena piscina natural, escondida entre as pedras.
Chamei a Titi para conhecer aquele cantinho. Ela ajeitou a parte de cima do biquíni e veio com cuidado pela passagem até chegar ao meu lado. Assim que nos encontramos naquele refúgio, trocamos beijos e carícias, ela pegou meu pau e apertou forte, aproveitando a tranquilidade daquele lugar.
Eu ainda estava com a máquina nas mãos e queria registrar a beleza daquele cenário. Pedi que ela fizesse algumas poses, aproveitando a água que deslizava pelo corpo e a luz suave do fim da tarde. Titi entrou na brincadeira, tirou todo o biquíni mostrando toda a sua desenvoltura diante da câmera. Em algumas poses mostrava a bucetinha rosa abrindo as pernas.
Fizemos fotos lindas, algumas das quais guardamos até hoje em quadros, como lembranças daquela viagem especial.
Mas a tarde ainda reservava outras emoções. O que começou como um simples ensaio fotográfico na cachoeira acabou se transformando em uma aventura a dois que jamais esqueceríamos.
Em determinado momento, Titi apoiou as mãos em uma pedra e se inclinou para a frente, ficou como se fosse de quatro porém em pé. A composição, com a luz do entardecer e a água ao redor, era perfeita para uma fotografia. Mas, por alguns instantes, acabei me esquecendo da câmera e me deixei levar pela situação.
Enquanto ela continuava virada sorrindo safado abrindo a bundinha de leve com as mãos, eu olhava de vez em quando para a mata, tentando descobrir se havia alguém por perto. Nunca tive certeza. Só sei que aquela mistura de privacidade, natureza e adrenalina me deixou bastante excitado. Tirei o pau pra fora , estava explodido, comecei e bater uma, com um tensão do caralho.
Titi percebeu o efeito que estava causando e continuou entrando na brincadeira, com gestos e olhares alémde esfregar sua buceta me deixando com uma visãomaravilhosa. A tensão foi aumentando até que me entreguei ao momento, gozei um jato forte e um grito jorrando longe a porra.
Ao perceber minha reação, Titi também se aproximou do momento, e acabamos deixando a sessão de fotos em segundo plano. Coloquei a máquina sobre uma pedra e fui para perto dela. Entre carícias e beijos, aproveitamos a intimidade daquele refúgio natural.
Titi: Que tensão da porra! Acho que vou gozar aqui.
Tomaz: Eu te ajudo.
Aproximei-me dela e coloquei.dois dedos na buceta dela estava encharcada. Titi fechou os olhos, deixando-se envolver pelo som da água e pela tranquilidade do entardecer, ela se masturbava também. Ficamos ali por alguns minutos, entregues àquele momento de cumplicidade, eu passava a mão nas costas dela e de leve passava o dedo no cuzinho, o que fazia ela empinar cada vez mais e gemer..., até que ela chegou ao orgasmo, toda melada, uma gostosa, tremendo as pernas e soltando um grito que ecoou pela pequena piscina natural.
Foi intenso! Chupei os dedos e senti o gosto do sexo dela. A energia daquele instante, somada à beleza do lugar, tornou tudo ainda mais marcante.
Depois disso, não sentimos necessidade de trepar. Ainda fizemos algumas fotos, aproveitando o corpo dela sem.nada, lisinho, encerramos nosso ensaio e voltamos para o chalé.
Foi uma tarde maravilhosa, daquelas que ficam guardadas na memória por muito tempo. E o dia ainda não havia terminado: naquela mesma noite, já no conforto do nosso quarto, a empolgação das férias continuou entre nós, com momentos íntimos que também registramos em vídeo.
Mas essa é outra história, que fica para o próximo conto!
tomazk