Minha esposa tinha viajado para passar o final de semana na casa dos pais. Sozinho em casa e com bastante desejo acumulado, decidi abrir o Tinder para ver se encontrava alguma companhia para agitar a noite.
Foi aí que o perfil dele apareceu e fiquei curioso. Na foto, ele parecia bem novinho, com um rosto sem pelos e um sorriso meio tímido. Fui ver o perfil que era um homem trans e que tinha 22 anos. O papo engatou rápido: ele foi direto ao ponto, disse que era um homem trans e que gostava de mulher e que estava afim de curtir um homem naquela noite e que tinha buceta mais não gostava de ser tratada como uma mulher e só dava o cu. A atração foi imediata. Combinamos os detalhes e decidi que passaria de carro para buscá-lo em casa, seguindo direto para um motel da região.
Assim que entrou no carro, ele era pura expectativa, trocando breves sorrisos e conversando amenidades enquanto dirigimos até um motel discreto na região.
Passamos pelo portão automático, estacionamos na garagem privativa da suíte e entramos. Mas, assim que a porta do quarto se fechou e ficamos a sós, o clima de ansiedade que ele vinha segurando veio à tona. Ele respirou fundo, olhando em volta, claramente desconfortável com o peso do próprio nervosismo.
— Olha... para ser sincero, eu tô muito nervoso — ele confessou, cruzando os braços e dando um sorriso sem graça. — Essa é só a segunda vez que fico com um homem. Você se importa se eu beber alguma coisa primeiro para eu relaxar um pouco?
A franqueza dele me pegou de surpresa, mas de um jeito totalmente positivo. Aproximei-me com calma, toquei de leve em seu ombro e disse que não havia pressa alguma, que fôssemos no ritmo dele. Fomos até o frigobar da suíte, pegamos uma bebida para ajudá-lo a quebrar o gelo e nos sentamos na beirada da cama. Ele praticamente virou a primeira latinha e Aos poucos, a conversa foi fluindo, o nervosismo foi se transformando e depois da terceira latinha ele falou que estava ficando tonto.
— Melhor agora? — perguntei em um sussurro, passando a ponta dos dedos pelo seu queixo e levantando seu rosto para que nossos olhos se encontrassem.
Ele deu sorriso mais solto, a respiração já um pouco mais curta. O nervosismo anterior começou a evaporar, dando lugar a uma eletricidade pura.
— Muito melhor... — ele murmurou e deitou de forma mais confortável empinando a bunda na cama.
Aproximei com calma, deitando logo ao lado para que o clima continuasse leve, sem qualquer tipo de pressão. Comecei a passar as mãos suaves em sua costas, descendo calmamente até a bunda em gestos lentos e cuidadosos, demonstrando o quanto estava gostando daquela momento. Cada toque era uma forma de reforçar que não havia pressa.
Ele virou o rosto, correspondendo ao gesto com um sorriso tranquilo,
Foi aí que vi que ele estava entregue
Subi nele e fiquei sarrando na bunda dele e beijando seu pescoço e ele rebolando o rabo
Fui tirando nossa roupa e peguei uma camisinha
Dei uma cuspida na entrada do cu e fui enfiando bem devagar até entrar tudo e fiquei fazendo movimentos leves até ele ficar mais relaxado,
Quando comecei a fazer um movimento mais rápido ele pediu para fuder sem pena, depois virei ele de frente e botei o pau na buceta dele e perguntei se podia e ele só balançou a cabeça que sim e depois fiquei revesando entra a buceta e o cu até falar que ia gozar e ele pediu na boca, fique em pé na cama e ele ficou de joelhos me chupando e gozei na boca dele
grind