Dois Casais, um destino. (Capítulo 1 - A Boate)



Capítulo 1 — A Boate

Naquela sexta-feira, eu e a Vivi combinamos de sair com nossos amigos Rafa e Déia. Éramos muito amigos, daqueles que conversam sobre praticamente tudo, inclusive assuntos que muitos casais preferem manter em segredo. Tínhamos bastante liberdade uns com os outros, embora nunca tivéssemos imaginado ultrapassar certos limites.

Fomos para uma boate, daquelas com música alta, luzes coloridas e gente dançando até de madrugada. A noite foi muito divertida. Dançamos, rimos, bebemos e, quando percebemos, já tínhamos passado um pouco da conta.

Na volta, dentro do carro, a conversa começou a ficar mais apimentada. Entre uma brincadeira e outra, falávamos sobre sexo, fantasias e experiências que cada um teria ou não coragem de experimentar. Era o tipo de conversa que já tínhamos tido outras vezes, mas naquela noite parecia haver algo diferente no ar.

Eu dirigia, com a Vivi ao meu lado, enquanto Rafa e Déia estavam no banco de trás. Em determinado momento, percebi que os dois começaram a trocar beijos e carícias, sem se importar muito com a nossa presença. A situação acabou saindo do controle quando Deia começou a mamãr a rola de Rafa e em dado momento Déia, olhando para a Vivi, fez uma pergunta inesperada:

— Amiga, você quer experimentar?

A Vivi ficou surpresa. Olhou para Déia e depois virou o rosto na minha direção, procurando perceber o que eu pensava sobre aquilo. Nossos olhares se encontraram. Eu sabia que ela queria entender se eu estava confortável com a situação.

Depois de alguns segundos, fiz um pequeno gesto com a cabeça, mostrando que não me opunha à ideia, desde que todos estivessem à vontade com o que acontecesse.

A Vivi voltou a olhar para a amiga. Vi um sorriso discreto surgir em seu rosto, misturando nervosismo e curiosidade. O que começou como uma conversa descontraída acabou se transformando em uma experiência inesperada para nós quatro, algo que nenhum de nós havia planejado quando saímos de casa naquela noite.

Deia largou a rola do marido deixando livre para a amiga que estava enfiada entre os bancos da frente.
Eu não conseguia ver mas ouvia o barulho da boca da minha esposa sugando outra rola e pelo espelho Rafa de olhos fechados aproveitando o momento.
Uma mão perdida pelo lado da porta procura meu pau, era Deia que sem função no banco de trás queria algo pra se ocupar. Sem pensar duas vezes abri o zíper da calça e deixei ela me punhetar e confesso que pela situação não demorei para gozar, Rafa logo em seguida inunda a boca de Vivi de porra onde Deia não perde tempo e (já dispersa do meu pau) beija em sua boca dividindo o leite jorrado.

Quando seguimos viagem, o clima dentro do carro já era outro. Rafa e Déia trocaram um olhar cúmplice, enquanto eu e a Vivi tentávamos assimilar o que tinha acabado de acontecer. Antes de nos despedirmos, as duas ainda trocaram um beijo caloroso.

Deixamos Rafa e Déia na casa deles e continuamos o caminho para a nossa.

Durante todo o trajeto, eu e a Vivi não dissemos uma única palavra sobre o assunto. Mas o silêncio não significava que não estávamos pensando naquilo. Pelo contrário: havia muita coisa passando pela minha cabeça, e eu não fazia ideia do que se passava na dela.

Assim que chegamos em casa, trocamos um olhar. Não precisamos conversar para perceber que aquela noite tinha mexido conosco. Aproximei-me dela, e o beijo que veio em seguida foi diferente dos outros, carregado de desejo e de uma intensidade que parecia ter ficado guardada durante todo o caminho.

Acabamos nos entregando ao momento e transamos alucinadamente até eu inundar a boceta dela de porra e depois, adormecemos abraçados.

Antes de fechar os olhos, porém, uma coisa ainda me incomodava: eu não sabia se aquela experiência seria apenas uma lembrança de uma noite fora do comum ou se mudaria, de alguma forma, a nossa relação com Rafa e Déia.

Naquela madrugada, eu ainda não tinha como saber.

Só sabia que, depois daquela noite na boate, algumas coisas nunca mais seriam exatamente iguais.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dois Casais, um destino. (Capítulo 1 - A Boate)

Codigo do conto:
275685

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
27/10/2026

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