Tive sorte até então. Várias vezes a camisinha se rompeu no meio da transa. E também aconteceu do pénis do cliente, amolecer rápido depois do gozo e na hora de tirar, a camisinha ter ficado lá dentro, cheia de porra.
Quem transa bastante, está sujeito a esses acidentes de trabalho. Quase sempre sem problemas, só uma vez, deu mais trabalho. Foi no começo, quando eu era inexperiente.
O preservativo ficou lá dentro e não notei. No afã de faturar, transei com outro que empurrou a camisinha mais fundo e só com o desconforto, percebi o que tinha acontecido.
Tentei tirar com os dedos, sem sucesso. Já tinha até marcado consulta com a ginecologista quando, no dia seguinte, ao urinar, minha Bucetinha expeliu o corpo estranho. Felizmente!
Faço regularmente testes de DST, HIV e hepatites B e C. Com a gravidez, minhas idas à médica se tornaram mais constantes e tenho mantido a coninha depilada.
Nos meses iniciais, no meu caso, as alterações hormonais são acentuadas. O seios ficam sensíveis e doloridos. Tenho muito sono, náuseas e pouco apetite pelo sexo. Foi um verdadeiro suplício transar nessas condições, mas, pensando em melhorar as finanças, tive de trabalhar bastante.
O difícil era fazer boque-te, disfarçando a ansia de vômito. Mas ao acrescentar a palavra ¨grávida¨ nos anúncios de jornal, a clientela aumentou. Foi uma surpresa constatar, como existem homens com o fetiche de comer uma gestante.
Quando a barriga ficou evidente, tudo mudou. E para melhor. O desejo sexual voltou e de forma mais intensa. Vivia tarada como uma ninfomaníaca. E sem os incómodos da menstruação. Tive orgasmos com quase todos os clientes.
Meu medo era os bem-dotados. Mas eles são raros, um em cada cem, se muito. Nesses casos, uso a mesma técnica de quando faço anal. Fico por cima e controlo a penetração.
Apesar da médica ter explicado que o perigo de aborto ou parto prematuro ser ínfimo, tenho a impressão que o colo do útero está dilatado e a ponta da picha pode atingir o feto.
Por falar em caras com pau gigantes, um que vive me azucrinando é o Paulão. Ele é casado há anos e não tem filhos. A esposa dele não consegue engravidar, por problemas de aderências. Certa vez, me propôs ter um filho dele. Ele assumiria tudo financeiramente. Recusei, é claro.
Quando soube que eu estava grávida, Paulão ficou maluco:
- Porra, Paulinha, você emprenhada? Quem é o pai? Puta que pariu! Não podia ser comigo? Já disse que grana não é problema, pô!
- Pois é, Paulão, aconteceu. Eu não queria. Aconteceu, fazer o que? Se soubesse, teria feito contigo. Mas assumirias a criança? E tua esposa?
- Isso é o de menos! Você sabe que tô louco prá ter um filho, pô! Meus amigos tiram sarro por eu não ter filhos. Os caras gozam da minha masculinidade. Plantei uma árvore, escrevi um livro e não tenho filhos!
Bem, depois disso, Paulão que antes me ligava uma vez por mês, passou a fazer toda semana. E a medida que a barriga crescia, duas e até três vezes por semana.
Do sétimo mês em diante, começei a diminuir o ritmo, recusando muitos ¨serviços¨. Só atendia os conhecidos, bons clientes, carinhosos, pouco dotados, alguns me tratando como se eu fosse feita de cristal frágil. E evitava muitos, entre eles o Paulão, que vivia ligando, oferecendo grana alta, implorando por uma transa.
No oitavo mês, o medo de ter algum problema, me fez parar por completo. O risco de um descolamento da placenta era bem maior. Os seios tinham dobrado de tamanho, sensíveis, doloridos e cheios de leite. Os biquinhos que eram rosados, também estavam maiores e escurecidos.
A barriga pesava, alterando o equilíbrio, obrigando-me a mover de forma lenta e cuidadosa. Até coisas simples como deitar e levantar da cama eram dificultados. Mas o desejo sexual persistia. A vontade de transar era intensa e cada vez mais acentuada pela abstinência. Vivia com a bucetinha úmida, piscando por uma picha.
E Paulão insistindo. Ele tinha sido meu cliente mais constante. Coitado, tanto pediu que, hesitante, acabei saindo com ele, com a condição de que deixaria por só um pouquinho. E fomos para um motel.
No quarto, tirando a bata de grávida, olhei no espelho no teto a minha silhueta toda deformada. A barrigona ocultava os pentelhos. Há muito que não me depilava por essa razão. E estava apreensiva, pois quando tive os outros filhos, não transei nos últimos dois meses.
Paulão já nu, sentado na cama, me admirando como se estive diante de uma deusa, com aquele pauzão rígido, apontado para o teto. Se aproximou e me beijou voluptuosamente. E apesar da barriga volumosa entre nós, seu mastro estava lá, firme forçando entre minhas coxas, se esfregando na vulva molhadinha.
Ele foi se abaixando, beijando as auréolas dos seios e agachado, passeava os lábios pelo ventre, adorando o volume. Lembrei que Fabrício, meu marido também fazia isso. Só que ele era o pai e ficávamos só no sexo oral. Desta vez era diferente. Além de tudo, a vara do Paulão era o dobro na grossura e comprimento.
Quando Paulão começou a chupar minha coninha, esqueci de tudo. É o meu ponto fraco, ainda mais depois de semanas sem sexo, bastou a lingua quente e molhada tocar meu clítoris, já atingi um orgasmo arrebatador, que me deixou de pernas bambas e quase caí.
Fomos para a cama, fiz ele deitar de costas e coloquei a picha do Paulão na boca, mamando sofregamente. Eu estava realmente tarada, no cio. Fiz uma gulosa daquelas, com sentimentos contraditórios.
Por um lado estava com receio e queria satisfazê-lo bebendo seu leitinho. E por outro, ansiava com ter aquele naco gigante de carne dura dentro da bucetinha.
Paulão pareceu adivinhar minhas dúvidas e disse enquanto gemia:
- Uhhh, Paulinha, delicia! Deixa eu meter um pouquinho, deixa! Ahhhh, vamos meter, vamos!
Nessa hora, de tão adoidada pelo tesão, esqueci até da camisinha. Fui de cócoras e procurei a picha, tateando com a bucetinha. Paulão ajudou, segurando e direcionando a picha.
Temerosa, fui descendo, devagar. E quando a chapeleta rombuda invadiu a grutinha, deixei escapar um gemido forte. E ela foi abrindo caminho na minha bucetinha encharcada de mel. Parecia que há anos eu não tinha uma picha dentro de mim.
O tesão me fazia descer e a prudência brecava e fazia recuar. Nesse vai-e-vem, quando dei por mim, já tinha entrado bastante. E Paulão mais do que excitado, estocava de baixo para cima, provocando sustos, ardência, prazer e fugas.
Ficamos metendo assim. A posição era cansativa, pois, o temor me fazia segurar as descidas do corpo pesado, todo ele apoiado nas pernas. Assim agachada, senti algumas contrações musculares, avisando que viriam caibras.
Saí de cima e deitei de lado, sugerindo que ele metesse por trás, na posição conchinha:
- Paulão, metas com cuidado! Ó, faz favor hein, não coloques tudo, tá?
E ele me penetrou de novo, devagar como pedi. A posição agora era bem confortável e até passei a rebolar participando mais. E Paulão foi metendo cada vez mais rápido e vigorosamente.
O pauzão me arrombando, mais fundo na bucetinha. Ardia mas estava gostoso demais. E fui deixando, consentindo, o desejo sobrepondo à prudência.
E tive outro orgasmo e outro. E Paulão com aquele pauzão bombando para valer. Nisso a ponta rombuda bateu lá no fundo. Nem tanto pela dor, mais pelo susto, gritei:
- Para, Paulão, para!
- Não amor, só mais um pouquinho. Aguenta aí. Estou quase gozando!
Assustada, só então, dei conta que ele estava sem camisinha e imaginei aquele cabeçorra me enchendo de porra e até chegando no meu bebe. No desespero, pensei até em oferecer o cuzinho para ele gozar nele. Não, o melhor era fazer um boque-te, masturbando-o para arrancar o leitinho com os lábios. Tudo que eu queria era desengatar e fugir.
Mas Paulão me prendeu minha perna com a sua e com as mãos, imobilizou fortemente meu quadril, quando acelerou as metidas. Acho que o pauzão já estava tudo dentro de mim, dando uma surra de picha na bucetinha e no meu mais profundo estômago.
A sensação que o momento do parto estava chegando, me fez ficar desesperada. Eu tentando fugir e ele alí, engatado e bombando fundo, enquanto dizia ofegando:
- Vou por um filho nessa barriga, gostosa! Vou te emprenhar também! Ahhh, vou gozar! Toma meu neném! Ahhh, to gozandoooo!
E soltou jatos de sémen. Deu para sentir dentro da coninha cada ejaculada, quente, viscosa, quando tocou lá no fundo. Mal Paulão relaxou, me soltei desesperada.
Na hora fiquei tão irada que o xinguei de tudo que é nome. Me levantei o mais rápido que a barrigona permitiu e corrí para o banheiro com a porra escorrendo farta pela virilha e coxas.
Ainda bem que essa transa não trouxe maiores consequências. Depois dessa, estou me segurando. Homem agora, só depois do parto e resguardo.
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Por Tuga069
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