Subi o morro e levei pica do coroa gordinho no caminhão - Um conto de Sabrina



Olá Sakaninhas. Eu sou Sabrina e juntos com as minhas amigas, Karol e Ana, traremos contos bem safadinhos para vocês.
Sou uma morena de 1,65m e 65kg com seios que deixam qualquer coroa com água na boca.    Tenho 23 anos e sou apaixonada por coroas gordinhos e adoro provocar com minhas roupinhas curtas e carinha de inocente..hahahaha.
Enfim, neste conto trarei o que aconteceu quando eu estava com meus Des..ze...sseis.. anos... já sabia o que era uma boa sacanagem e queria botar em prática o meu plano. Vamos ao conto!
Na época, meu corpo já era bem desenvolvido devido a academia e aulas de dança. Sabia rebolar e me insinuar; meu tesão sempre foi em gordinhos e quando nos mudamos de cidade, meu sonho se realizou. O bairro que mudei com a minha mãe fica ao lado de um pátio de uma distribuidora. Lá, os caminhões se amontoam para reabastecer. O que separa o pátio das casas é um morro e, depois de alguns dias, tive uma ideia.
— Aonde você pensa que vai vestida assim?
— Ainnn mãe, me deixa. Vou caminhar.
Era sábado de manhã, usava um shortinho preto colado que deixava minhas coxas à mostra, uma camisetinha branca que lutava para segurar meus seios. Nunca fui de usar sutiã, por isso, precisava ficar ligada para não pagar peitinho..rsrsr...peitão, no meu caso.
Sai de casa e, claro, resolvi subir o morro. Quando cheguei no pico, me decepcionei, no pátio havia apenas um caminhão. Notei que, logo abaixo, uma cerca, separava o pátio do morro e resolvi descer. Fui até a cerca, fechei os olhos, senti a luz do Sol no meu rosto e suspirei.
— Que delicia...hummm!

Quando abri os olhos, levei um susto. Mesmo ao longe, alguém estava me encarando. Então o vidro se abaixou e vi um senhor que acenou com a mão me dando um tchauzinho. Eu retribui, sorrindo. Foi então que senti um fogo percorrendo meu corpo. O coroa não tirou os olhos de mim. Com as mãos na grade, comecei a me mexer, como se estivesse rebolando. Ele arregalou os olhos, abriu a portão do caminhão e se sentou de frente pra mim.

“Vou fazer um showzinho especial pra ele.” — pensei enquanto analisava o coroa.

Aparentava ter um pouco mais de 50 anos, barrigudo, grisalho e com as bochechas rosadas.
Coloquei as mãos na camiseta e chacoalhei meus seios. Ele, que até então, estava com uma mão no volante e a outra na coxa. Começou a apalpar a rola por cima do short. Meu coração disparou, mas mantive o sorriso. Então, levantei um pouco a camiseta mostrando minha barriga chapada. Ele balançou a cabeça e nem piscava.

“Vamos ver o que ele acha disso.”

Fiquei de lado para a grade, abaixei meu shortinho até metade da bunda expondo minha calcinha vermelha. Nisso, o coroa já tirou a rola pra fora. Ai foi eu que arregalei os olhos, fiquei espantada em como ele tinha coragem de fazer aquilo..rsrsr..
Fiz sinal com o dedo indicador chamando-o para se aproximar, queria ver aquela pica de perto. O coroa fechou a porta do caminhão, pensei que tivesse o assustado. Mas nada, ele ligou o caminhão e manobrou se aproximando da grade. Levantei o short e esperei ele deixar o caminhão entre o pátio e a grade com a cabine voltada para mim.
— Bom dia, mocinha! — disse abrindo a porta. Tudo bom?
— Si..si..simm... — eu gaguejei, estava ansiosa e ao mesmo tempo com medo do que poderia acontecer
— Eu sou Renato e você...
— Sabrina, senhor!
— Legal, mora aqui perto?!
— Do outro lado do morro.
Ele coçou a cabeça enquanto olhava para o alto do morro.
— Você desceu aqui pra que?
Percebendo a maldade naquela fala, resolvi entrar no jogo.

— Pra ver os caminhão. Nada de mais!

Ele abriu as pernas, vi o baita volume em seu short.
— Pra ver caminhão ou procurando uma brincadeira? — perguntou saltando do caminhão.
Então percebi que ele era praticamente da minha altura só que bem mais gordinho..hahaha.. A camiseta branca quase rasgando.
— A nossa diferença é que minha camiseta segura meu barrigão... sua camisetinha esses peitões lindos!
Ele encostou na grade.
— Estou há muitas semanas longe de casa, Sabrina. Sou casado, mas vivo rodando por ai. Vou te falar uma coisa... nunca vi uma mulher tão linda.
— O senhor tá de graça...hahaha
— Sério! — mostrou a aliança. — Por incrível que pareça, nunca trai minha mulher... até hoje!
Minha bucetinha pegou fogo.
— Hummm..sei... com essa cara de safado. Estava ainda há pouco me mostrando sua... — fiquei quieta.
— Minha pica!hahaha... não tem problema mostrar. Isso não é traição.
Olhei em volta e falei:
— Deixa eu ver de novo então.
O coroa nem esperou eu terminar de falar. Abriu o zíper e botou pra fora.
— Não é muito grande, mas é bem gordinho... Tem 13cm..mas faz um estrago..hahaha
Minha boca salivou, aquela pica roliça da cabeça inchada se escondia por baixo da barriga e pude ver apenas a cabeça.
— O senhor de pé, quase não dá pra ver nada. — zombei e ele ficou sem graça.
— Mostra esses peitão pra mim, vai!
Levantei a camiseta e meus seios saltaram.
— Hummm..danadinha..tem que botar um sutiã pra segurar tudo isso. Senão eles vão cair.
Encostei na grade, senti o frio do metal tocando meu corpo, mas estava pegando fogo. Renato deu uma leve abaixada e deu um beijinho nos meus seios. Depois, começou a chupá-los com vontade.

— AINNNNN! UINNN!! ASSIMMMM..UINNN!

Eu gemia baixinho, o coroa apertava meus seios com as mãos enquanto sua língua rodopiava.
— Que tesãozinho você é..hãã! Safadaaaa!
— Ainnnnn! Caralhooooo!

Ele me largou e colocou a cabeça da rola pela abertura da grade.
— Dá um beijinho na minha caceta, lindinha!
Ajoelhei, a rola pingava um liquido transparente.
— Não faça essa cara. Isso ai é pré sêmen. Serve pra lubrificar o chapéu e.... ownnnn! Onnnn!

Eu abocanhei o que dava. Só a cabeça já mal entrava na minha boca.

— Assim não dá. Vou dar um jeito nisso.
Renato se afastou, subiu no caminhão e desceu novamente. Com um alicate em mão, se ajoelhou e começou a cortar uma parte da grade deixando um espaço.
— Pronto! Agora sim.

Enquanto ele guardava o alicate, me ajoelhei ficando de frente aquele vão. Abri a boca e comecei a salivar.
— Eita porrrrraaa! Que isso, hein?!? Assim que é bão, um buraco quente pra meter a vara.

GLUB, GLUB, GLUB

Quando menos, minha cabeça estava sob a barriga dele. Eu me apoiei segurando as pernas dele enquanto mamava gostoso.

GLUB, GLUB, GLUB

— Que morena gostosaaaaa! OWNNNN! CARALHOOO!! AINNN!

Eu quase engasguei quando ele segurou minha cabeça e enfiou de uma vez.

COF, COF, COF

— Devagar! Assim eu não consigo.
Ele balançou a rola com a mão.
— Mais um pouco, eu enchia sua boca de leite, sua danada!
Dei um sorriso limpando a boca com a mão.
— O senhor tem camisinha ai?
Ele riu.
— Já te falei, eu não faço esse tipo de coisa..mas, você é muito deliciosa. Não resisti!
— Que pena, estava doida pra levar pirocada!
— HEYYY! Aonde você vai?!
Eu comecei a subir o morro e me virei.
— Minha mãe deve estar preocupada comigo, seu Renato.
— Você vai me deixar aqui assim? De pau duro!
— Bate uma punhetinha que vai ficar tudo bem. Hahaha.
Enquanto subia o morro, o coroa estava desesperado.
— Volta aqui, Sabrina... por favor... voltaaa!
Eu rebolava, olhava para trás e o coroa se acabando na punheta.
— Pelo menos deixa eu gozar vendo seu rabão...vaiii..onnn!
Me posicionei de 4, virei a cabeça de ladinho e o coroa até vermelho.
— Sua putaaaa! Safadaaaa! Ownnn! Cachorraaaa!
Ele parecia que iria enfartar. Então, voltei até ele, me ajoelhei e abocanhei de uma vez só.
— OWNNNN! ARGHHHH!
CARALHOOOOO! OWNNNN
GLUB, GLUB, GLUB

O coroa segurou minha cabeça e, em uma estocada forte, jorrou direto na minha garganta!
— CADELAAAA! BEBEEEE! MEU LEITEEEE..OONNNN!

Senti os espasmos e minha boca sendo preenchida com leite espesso e quente.

— ISSOOO! OWNNNN! CARALHOOOO!

Quando me soltou, me afastei com a boca aberta. A porra escorreu pelos meus lábios.
— Boa garota!!! Assim que se faz! — disse fechando o zíper! — E se eu tivesse camisinha aqui?
Engoli a porra e fiz careta.
— O que?
— Teria dado pra mim?!
Me levantei e sorri.
— Quem sabe? Preciso ir!
— Consegue vir aqui depois das nove da noite?
Cruzei os braços.
— Não sei...por que? — me fiz de desentendida. — O que tem depois das nove?!
— Vai ter muita pica pra você.
— Talvez eu apareça. — falei subindo o morro.

Fui pra casa, com a bucetinha pegando fogo. Fui direto tomar banho e bati uma siririca pensando naquela mamada. Mas fiquei curiosa. Ele disse que teria muita pica pra mim e eu precisava daquilo..hahah
Pensei o dia todo pensando em como faria para ir ao pátio a noite. O problema seria minha mãe, mas logo as coisas mudariam. Era umas seis da tarde, estávamos na sala e ela no celular.
— Sabrina, consegue ficar aqui sozinha hoje? A Rita me chamou para dormir na casa dela.
Rita era uma velha amiga que morava naquela cidade.
— Sim, mãe sem problemas.
Minha mãe saiu as oito. Corri para tomar outro banho e me arrumar para meu encontro com seu Renato. Coloquei um vestidinho preto colado. Passei perfume, prendi o cabelo fazendo um rabo de cavalo e sai perto das nove. O coração na boca quando cheguei perto do morro. Subi e então vi que no pátio havia muitos caminhões, logo abaixo, o caminhão de seu Renato estava ao lado de outros dois. Todos com as cabines voltados para o pátio. Seu Renato fez um sinal com a mão, o coroa estava perto da grade.
— Pensei que não viria. E...nossa...como está linda!
Para minha surpresa, agora conseguiria atravessar a grade, já que ele fizera um baita espaço.
— Venha! — ele estendeu a mão e atravessei.
— Como está cheirosa, hein! Hummm! — disse me puxando e me abraçando.
— O que quer fazer, seu Renato?!
O coroa, com as mãos na minha cintura, deu um sorrisinho sacana.
— Quero namorar com você.
Ele me deu um beijo na bochecha.
— Quero te dar prazer!
Beijou meu pescoço.
— Quero fazer você gozar!
Ele me beijou, revirei os olhos, estava entregue ao coroa. Passei as mãos ao redor do pescoço dele enquanto ele apalpava minha bunda. Ficamos por um tempo naquele beijo até que a porta traseira do caminhão foi aberta.
— Deixa um pouco pra mim, Renatin!
Outro coroa me encarou.
— Que delicinha, hein!
— Este é o Beto... também quer se divertir com a gente.
Beto parecia ter uns 40 e poucos anos. Moreno, gordinho..mas, bem menos que Renato.
Entramos no baú do caminhão. Algumas caixas e colchões dispersos eram iluminados por pequenas luzes.
— Vem aqui, morena... — Beto me puxou pelo braço e me beijou; atrás de mim, seu Renato me encoxou e lambeu minha orelha.
— Que garotinha safada!! Sem calcinha! — disse Beto levantando meu vestido.
— É que você não viu esses peitão! — Renato me virou e me ajudou a tirar o vestido.
Fiquei peladinha.rsrsrs... Os dois coroas me encaravam apertando a rola por cima da roupa.
— O que estão esperando? Botem logo esses cacetes pra fora! — ordenei me ajoelhando.

GLUB, GLUB, GLUB

— Caralho, Renatin!!! Essa putinha é boa de gulosa. OWNNNN

GLUB, GLUB,GLUB

Eu revezava a mamada nas picas enquanto eles me olhavam com cara de espanto.
— Ela nem engasga na minha vara. — afirmou Beto. — 17 centimetros não é nada pra ela.
Ouvindo aquilo, minha buceta melou ainda mais.
— OWNNN..Se não parar, vou gozar rapidinho! OWNNN!
Punhetei Beto para que gozasse logo...
— Pára, piranhaaaa! OWNNNN!
O primeiro jato veio direto no meu cabelo, os outros caíram no meu rosto enquanto eu ria.
— Já acabou?! Hahahah
Beto saiu de canto, parecia constrangido.
— Tem como não gozar desse jeito?
Me levantei sorrindo. Então, vi seu Renato tirando toda a roupa e colocando uma camisinha.
— Quero ver se vai continuar rindo depois que....
Ele me virou.

— AINNNN! OWNNN.. CALMAAAA! OWNNNN!

A rola entrou rasgando minha bucetinha...mas, estava com tanto tesão que foi fácil.

PLAU, PLAU, PLAU

— Piranhaaa! ISSSOOOO! OWNNNN
Seu Renato me segurava pela cintura enquanto metia sem dó.
— TÁ DOENDOOOO! AINNNN! OWNNNN!
— Tu tá é gostando..isso sim..geme na minha pica...sua cachorrraaa! Arghhhh!
Plau, plau, plau
Comecei a rebolar instintivamente. Então, seu Renato bateu forte que fui parar para frente caindo sobre o colchão. Me posicionei de 4 e empinei a bunda.
— Vemmm...me comeeee! UINNNN!
O coroa montou em mim.

PLAU, PLAU, PLAU.

— UINNN! OWNNNNN! TESÃOOOO! FODEEE GORDOOO SAFADOOO!

Eu berrava. Então, senti a pica de Beto batendo na minha cara e log, entrando na minha boca.
— Cala boca, sua puta sem vergonha!

GLUB,GLUB,PLAU,PLAU

Ficamos naquela putaria por alguns minutos. Fodendo em silêncio, as vezes, soltava um gemido enquanto os coroas se aproveitavam de mim.
— Não aguento maiiisss! ONNNNN! AINNNNN — Anunciou seu Renato. — Vou encher essa buceta de porrraaaaa! OWNNNN!
Senti a rola inchando, mas para minha surpresa, ele saiu de dentro de mim e gozou na porta do meu cuzinho.

— SAFADAAAAA! OWNNNN

O coroa se afastou sorrindo.
— NOSSAAAA! QUE TESÃÃOOO!
Beto foi olhar meu cuzinho, bateu com a pica na entradinha.
— Boa Renatin, também vou deixar esse rabo gozado! OWNNNN!

PLAFT, PLAFT

Ele deu dois tapas na minha bunda.
— PORRRRRRRRAAAAAAAAA!

Senti mais leite na bunda..rsrsrsr... o sêmen escorria indo até minha buceta e pingava. Os dois vieram com as rolas meia bomba na minha cara.
— Limpa, biscatinha!
Obedeci o comando de Beto e dei mais uma sugada naquelas varas. Quando se deram por satisfeito, se vestiram enquanto me joguei sobre o colchão de pernas abertas. Logo, seu Renato se abaixou e sugou minha buceta melada.
— AINN! OWNNNN!

Beto ficou nos olhando. Seu Renato enfiou um dedo na minha xota e me dedilhou.
— GOZAAA, PIRANHAAAA! ASSIMMMM!! ISSOOO!
— OWNNNNN! AINNNNN!

Aquelas palavras misturadas ao ritmo acelerado me deram espasmos que nunca tive sozinha me masturbando.
— GOZZAA NA MINHA MÃO... PUTONAAAA! ISSOOO! ASSIMMM!

Me contorci toda revirando os olhos. Quando parei, o coroa tirou o dedo da minha buceta e lambeu.
— Tesuda demais!
Depois daquela sacanagem, me vesti, me despedi e subi o morro sob os olhares maliciosos dos coroas. Quem ai gostaria de me pegar dentro do caminhão?!hahaha

Então é isso, sakaninhas! Se gostaram, comentem.... digam como o conto os deixou. Espero que tenham gostado! Até a próxima...bjinhos!

Foto 1 do Conto erotico: Subi o morro e levei pica do coroa gordinho no caminhão - Um conto de Sabrina

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Comentários


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guto_poa_rs Comentou em 27/10/2026

que cavala maravilhosa. eu tb quero te usar

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785612 Comentou em 27/10/2026

Delícia que tesão em sortudo




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Nome do conto:
Subi o morro e levei pica do coroa gordinho no caminhão - Um conto de Sabrina

Codigo do conto:
275694

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
27/10/2026

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2

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