Punheta no bus com o cobrador altão



O que vou relatar agora realmente aconteceu, busquei ser fiel aos fatos e descrever bem os envolvidos.

Nasci em uma cidade minúscula, para estudar precisava ir para outra cidade com o ônibus intermunicipal, o chamado “pinga-pinga”, que passava todos os dias no mesmo horário. Por ser uma região pequena, todo mundo se conhece e acabei fazendo amizade com o cobrador do ônibus, o Cassiano. Nessa modalidade não existe catraca, o cobrador fica indo e vindo o tempo todo, pegando o dinheiro do pessoal que vai subindo no caminho e ajudando quem esta com malas ou compras. Junto comigo iam mais quatro meninas, éramos a “galera do fundão” e sempre que Cassiano tinha uma folga, sentava conosco, ficava falando bobagem e eu achava que ficava dando em cima das meninas.

Na época eu era novinho, recém tinha descoberto a punheta, era o mais novo da turma, elas todas estudavam na oitava série e eu na sexta. Achava todas muito gostosas, eram as mais legais da escola e ja tinham um corpão. Na ida o ônibus ia sempre meio cheio, mas na volta tínhamos todo o fundo do ônibus so pra nos, levávamos chocolates e refri para ficarmos conversando em rindo na volta, dado que a viagem demorava uns 40 minutos ou mais.

No interior o ônibus chacoalha bastante e eu era tao punheteiro que até aquele balanço me dava tesao. O banco do ônibus era de um tecido fofinho e meio veludinho, ficava o tempo todo imaginando como seria a sensação daquele banco nas minhas bolas. Cassiano era um cara de aproximadamente 27 anos, branco, loiro, alto e corpulento, tinha um fisico chamado “alemão socadinho” que de “inho” nao tinha nada. Ele andava pelo ônibus abaixando a cabeça de tão alto que era.

Imaginem vocês, um gurizão punheteiro pervertido desde cedo, um monte de mina safada e gostosa que ficava dando em cima do cobrador que era um loiro alto e gostoso, era todo dia uma batalha espiritual pra nao ficar de pau duro.

Certo período a turma delas foi para uma viagem e eu fiquei indo e vindo sozinho, tinha todo o fundo do ônibus so pra mim e adivinhem? Certo que fui experimentar a sensação do banco nas minhas bolas. Cara, que tesao do caralho! Cassiano estava na frente conversando com o motorista e a barra estava limpa para mim. Abaixei o coxa e bermuda ate a metade da coxa e deixei minhas bolas cairem no banco, lembro até hoje o arrepio que senti, até meus pelinhos do cu e da nuca arrepiaram kkkkkk. Estava batendo um punhetão daqueles de respeito quando vejo o Cassiano vindo pro fundo, mais do que rápido subo minhas roupas. O desgraçado senta do meu lado e pergunta porque eu estava suando e vermelho (alemãozinho pego fazendo coisa errada kkkkkk), oferecendo que poderia deixar o ar do bus mais gelado. Eu digo que ta tudo certo, mas como falei gesticulando levantei a mão que estava tapando o volume na bermuda.

Cassiano sacou na hora o porquê de eu estar com aquele semblante e começou a rir.
- Essa gurizada é fogo, não perde uma chance.
- Ah, foi mal. Não conta nada para as gurias, por favor.
- Claro que não, é coisa de homem fazer isso, elas não entenderiam.
- Elas certamente ia me chamar de tarado.
- Iam mesmo.
- Mas é coisa de tarado isso? Eu sou tarado?
- Não é não, fica tranquilo. Eu também bato uma, é normal.
- Aqui no ônibus também?

No mesmo instante minha imaginação pervertida foi longe. Sempre manjei a rola dele quando passava ao meu lado no corredor, o pau dele da quase na altura do meu rosto quando to sentado no banco. Sempre foi comentário entre a meninas que ele devia ter uma rola enorme, elas achavam que eu nao entendia os “codigos” que eras utilizavam, mal sabiam elas que eu ja voava, mas ficava na minha pra ficar sacando o role.
- Aqui não, to trabalhando.
- Então eu sou um tarado por bater umazinha no ônibus?
- Não, tu é gurizão, tem que bater mesmo, mas eu sou mais velho, deixo pra bater em casa.
- Mas tu não namora?
- Não, o trabalho aqui toma muito tempo, fica difícil manter alguém assim.
- E mora sozinho ?
- Sim, moro.
- Se eu morasse sozinho ia viver pelado e batendo punheta o dia inteiro.
- É exatamente isso que eu faço hahahaha, chego em casa e ja tiro a roupa suada na porta pra não feder a casa.
- Mas teu cheiro nao é ruim, ta sempre cheiroso para as meninas.

Nessa hora quem ficou vermelho foi Cassiano, dando uma risada meio sem jeito.
- Não é para as meninas que fico cheiroso, venho pro fundo pra bater papo, como estamos fazendo agora.
- Sério? Achei que tu queria comer elas.
- Nem posso, ia dar problema.
- Sim, tu ta certo. Mulher é foda, muita burocracia né?
- Demais! Ainda bem que pra bater punheta é de graça.
- Se não fosse eu estaria endividado já hahahah.
- Mas é tanta punheta assim?
- Ah cara, eu gosto demais. Bato umas 3 por dia e tu?
- Caralho, 3? Ta com fogo novinho. Eu bato de noite no banho, quando chego em casa.
- Eu bato bastante pra não subir, fica marcando muito.
- Marca mesmo, deu pra ver hahahahha.
- Nem fale nada, teu fica marcando também, esse teu uniforme nao te ajuda muito.
- Fica olhando pro meu pau?

A vergonha voltou, novamente fiquei vermelho. Olho pro lado e ele esta com a mão por cima da calça apertando o pau.
- Sai fora, olho porque fica na altura do meu olho.
- Fica tranquilo cara, é normal ter curiosidade na tua idade. Eu também tinha.
- E como resolvia a tua curiosidade?
- Ah, o eu batia uma junto com meus amigos, coisa de macho.
- Eu nunca fiz isso.
- Tu nunca bateu com outro cara? É um tesao.
- Não. Nunca me pegaram que nem tu me pegou agora.
- Por isso a tua vergonha então.
- Sim, nunca vi o pau de outro cara e nem viram o meu. As vezes fico me perguntando como é e se o meu é normal. [Mentira, olhem meu conto anterior]

Nessa altura eu dei uma boa pegada no meu pau por baixo da bermuda e deixei bem marcado, mostrando que estava bem duro. Pude ver que Cassiano também estava muito duro, havia um volume enorme na calça.
- Pelo visto não conseguiu gozar.
- Nem tu, olha o tamanhão desse volume.
- Quer ver?
- Bora.
- Só se tu mostrar também.

Balanço a cabeça concordando e na mesma hora colocamos nossos paus pra fora. Era algo descomunal, nunca tinha visto algo tão grande. Era branco, mas as veias estavam tão saltadas que ficavam roxas, sem falar na cabeça rosada. No mínimo uns 20cm, além de muito grosso. Não controlo e falo:
- Caralho que pauzão, deve fazer estrago.
- Mas tu não fica muito longe, olha o tamanho disso, na tua idade era pra ser menor.

Ele fala isso olhando pro meu pau, na mesma hora o pau dele começa a babar e propõe de batermos uma ali mesmo. Ambos levantamos as camisetas ate o pescoço, não chegamos a tocar no pau um do outro, mas olhávamos tao fixamente que fui ao delirio. Gozamos em menos de 2 minutos. Foi muita porra, ele jorrava longe, ensopou a barriga toda. Limpei minha porra com uma meia que tirei do pe e emprestei para ele. Cheguei em casa e fui logo bater outra com aquela meia melada da porra dele no meu pau.
Esse foi só o primeiro de muitos momentos de putaria que tive com ele, mas fica pra próxima.


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dotadoeativo1 Comentou em 27/10/2026

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273105 - Ajuda na primeira punheta - Categoria: Gays - Votos: 16

Ficha do conto

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Nome do conto:
Punheta no bus com o cobrador altão

Codigo do conto:
275715

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/10/2026

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4

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