Primeiramente, me chamo Douglas, tenho 30 anos, 1,77 de altura, 88 kilos, parrudo com barriguinha de cerveja, corpo peludo(não gosto de me depilar), pardo de olhos castanhos escuro, cabelo preto cacheado curto, aparentemente visual de nerd com aparelho ortodôntico e óculos de grau. Tenho um pau de 16 cm cabeçudo, sacão roxo e uma bunda até que bem definida e o cuzinho avermelhado. E pra finalizar a apresentação, sou um macho gay(apesar de fantasiar e ficar de pau duro com um tipo mais específico de buceta), antisocial, sarcástico, chato(confesso que não sou fácil de lhe dar) e viciado em cerveja, pornografia e punheta.
Vamos ao conto, quando eu era um guri novinho(não vou falar abertamente minha idade, mas 30-20=minha idade quando tudo aconteceu), eu morava no interior do Ceará com meus pais(sou filho único), morava em zona rural(pequena comunidade com menos de 100 habitantes) onde a humildade e simplicidade prevalecia naquele lugar. Por ser interior, a agricultura e o serviço autônomo era a principal fonte de renda de todo mundo ali. Realmente, o Cearense é um povo muito trabalhador, meu pai era um homem trabalhador, e apesar dos meus defeitos e caráter duvidoso herdei isso dele, sou muito trabalhador. Meu pai e a família dele são todos cearense, e minha mãe e sua família piauiense(eu nasci no Piauí e viemos pro Ceará ainda quando eu era recém nascido).
Meu pai vivia da agricultura, plantando milho, feijão e abóbora. Minha mãe tinha uma grande criação de galinha, pato, porco, e um quintal com plantação de tomate, pimentão, cheiro verde(tempero muito popular no nordeste) e vários pés de frutas como acerola, goiaba, mamão, seriguela, e graviola. Além de muitas flores, mamãe tinha paixão por plantas e era uma das minhas responsabilidades cuidar daquilo tudo junto com minha mãe, assim como ir trabalhar na roça com meu pai durante a manhã e estudar a tarde. Não era uma vida fácil, éramos pobres de baixa renda, mas conseguíamos sobreviver e enfrentar a vida. Infelizmente isso fez com que meus pais trabalhassem demais, e isso fez com que minha criação e moldagem da minha personalidade fosse se desenvolvendo sozinho do meu próprio jeito com base no que eu vivia. Minha mãe era uma mulher cansada, estressada e negligente com relação a cuidar de mim no quesito de educar, conversar e me orientar sobre o que é certo e errado, ou bom e ruim. Meu pai era um homem cronicamente cansado de tanto trabalhar e fechado de personalidade fria e séria, não tenho lembranças se alguma vez ele já foi carinhoso comigo. Ele e minha mãe se amavam muito(não tenho dúvidas disso), mas tinha algo de hostil neles dois que afetava o convívio em casa. Eles tinham personalidades forte, e muito orgulho envolvido. Muitas vezes ficava aquele silêncio ensurdecedor em casa, porém felizmente nunca houve agressão física entre eles. Hoje eu compreendo eles, eram tempos difíceis, onde se paga as consequências pelas suas escolhas. Existia uma frustração pessoal entre eles, a realidade nem sempre é do jeito que a gente quer, e não dá pra voltar no tempo.
Infelizmente, eu estava no meio disso tudo e assistir desenho, ler quadrinhos, brincar com meus brinquedos improvisados com minha mente cheia de ideias era meu refúgio. Por viver em interior, eu era praticamente o único menino novo daquele lugar. Não tinha ninguém de idade igual a minha, eu tive que aprender a ser sozinho e a fazer e descobrir muitas coisas sozinho. Eu aprendi a andar sozinho nos matos com um estilingue, ir banhar e aprender a nadar no açude enorme que tinha pertinho de casa. Subir em árvores altas, andar de bicicleta, andar na mata e brincar no açude era meus passatempos favoritos.
Hoje eu percebo o quão negligente meus pais foram comigo, eles confiaram demais em como eu parecia ser comportado. O que era verdade, eu realmente era comportado, obediente, e aprendia as coisas muito rápido. Mas geralmente eu estava ajudando nas coisas de casa, ajudando a cuidar das plantas, dos bichos que a mãe criava pra vender na cidade e também pra comermos, ajudava meu pai a cuidar da roça, e tinha que ir pra escola, por minha mãe não ter tempo livre, ela nunca precisou tirar um tempo pra me ensinar a fazer as tarefas da escola, e nem pra me levar no colégio. Eu tinha uma bicicleta, e tinha que ir sozinho pra escola que ficava em um outro interior a aproximadamente 4 km de onde eu morava. Aprendi desde cedo, a enfrentar a vida e aprender a se virar sozinho.
Naquele interior tinha meus avós paternos, pra onde geralmente a gente ia a noite, me lembro das vezes que íamos pra lá, meu pai, meu avô e dois vizinhos ficavam jogando baralho e minha mãe e minha avó vendo as novelas da globo. E eu ficava lendo os livros de quadrinhos que o meu tio(irmão caçula do meu pai) tinha. Eu sentado no chão ali na sala vendo as vezes a novela que eu achava insuportável. Também brincava com o Rex, o cachorro que meu avô tinha, era um caramelo que era muito carinhoso comigo.
Um certo dia de sábado, estávamos na casa dos meus avós e minha avó disse que semana que vem meu tio viria de São Paulo pra passar uma temporada com eles. Ele ia sair da fábrica que estava trabalhando e estava com muita saudade de casa, pois fazia mais de cinco anos que ele tinha ido e nunca mais tinha voltado. Me lembro que minha reação ouvindo aquilo foi tipo um "legal, tanto faz", afinal eu não tinha lembrança nenhuma dele, pois quando ele foi embora eu era muito novo, e ele estava numa fase muito rebelde da vida dele, e foi embora pra São Paulo em busca de algo melhor pra vida dele.
O meu tio era o irmão caçula, na época ele tinha uns 28 anos, 1,82 de altura, 97 kilos, corpão parrudo com barriguinha de cerveja tipo o meu corpo e porte físico atualmente. Cabelo liso castanho, moreno dos olhos castanhos corpo peludo também e uma barba bem feita. O meu tio era um homem muito bonito e charmoso, e fazia muito sucesso na região.
Numa manhã de quinta-feira meu pai me acorda cedo pedindo pra mim dar água e comida pros porcos e ajudar minha mãe, pois ele ia na cidade buscar meu tio que chegava de viagem. O interior ficava a 25 km da cidade, o ônibus obviamente só iria até a cidade.
Como de costume minha manhã foi aquela rotina básica de sempre, ajudar nas coisas de casa. Minha mãe ia fazer o almoço pra receber o meu tio que ia vir almoçar em casa, o que incluía meus avós que viriam almoçar em casa(um almoço em família).
Deu perto de onze da manhã e meu pai chega com meu tio. Minha mãe abraça ele, fica emocionada em vê-lo, pois fazia muito tempo que ele tinha ido embora. Meus avós abraçam ele também, aquela coisa emocionante e meu pai estava feliz, pois era o único irmão homem que ele tinha, e eles eram muito próximos(meu pai tinha mais duas irmãs, mas elas moravam no Pará, e eram mais distante da família).
Então meu tio olhou pra mim e perguntou pro meu pai:
-E esse menino já tá desse tamanho!? Quando sai ele tava de fralda com remela no olho
Meu pai: -O tempo voa, ele cresceu muito, já tá aprendendo a ser homem.
-Eita mas você tá grandão(ele veio em minha direção e me abraçou me levantando pelos braços segurando na minha cintura)
-olha isso nem posso mais com ele(falou rindo e me pôs no chão passando as mãos nos meus cabelos)
Eu não soube reagir ao que estava acontecendo, não era de receber carinho e muita atenção dos meus pais e muito menos dos meus avós. Mas me lembro que fiquei com vergonha e senti um arrepio no meu corpo.
Fiquei olhando pro meu tio enquanto ele conversava na sala com meu pai e meu avô falando de muitas coisas que aconteceu na vida dele em São Paulo. Meu tio estava de calça jeans azul e uma camisa preta gola polo e tênis preto. Era de fato um homem muito bonito e elegante.
-Mano posso ir tomar um banho? tou precisando e muito ainda tou com o cheiro de São Paulo no meu corpo.
-oxe, vai lá a casa é sua fique a vontade, vou pegar uma toalha limpa pra você. Meu pai sai da sala indo no quarto pegar um toalha pro meu tio, e meu avô sai também indo pra cozinha vê se o almoço estava pronto. Ficando na sala só eu e meu tio. Meu tio estava sentado no sofá igual um homem de verdade sentaria, com as pernas abertas todo arreganhado e eu estava sentado no chão em cima do tapete que tinha na sala em frente a tv e um sofá de três lugares de um lado, e um de dois lugares no outro. A tv estava ligada no SBT e se não me falhe a memória, estava passando a liga da justiça. Meu tio olha e...
-esse desenho é muito bom, esse daí e super choque é muito bom você gosta?
-sim. Falei meio envergonhado
-que bom, a gente vai assistir muito desenho juntos, você gosta de brincar? Gosta de ir banhar no açude
-sim, e eu já sei nadar o vô me ensinou.
-eita! Aprendeu mais cedo que eu, depois a gente vai banhar no açude né?
-sim quando eu voltar da escola de tardezinha eu vou pro açude banhar.
-tá bom combinado!, ele se levanta do sofá, o pai chega e entrega a toalha pra ele e ele vai pro banheiro. Então o pai olha pra mim
-você já banhou? Tá quase na hora de você ir pra escola.
-ainda não pai, ainda tá cedo.
-quando o mano sair do banho vá banhar logo, veste sua roupa da escola logo, almoça e vai.
O meu pai falar daquele jeito comigo era tão estranho, ele nunca nem sequer chegou a se importar com isso, nunca foi preciso ele me dizer o que devia fazer. Pois eu já tinha consciência e responsabilidade pra isso sem precisar dele ou minha mãe tá bancando os pais do ano comigo.
-tá! Falei olhando pra tv. Então passa-se uns 20 minutos e meu tio sai do banho
-nossa eu realmente estava precisando de um banho, me sinto bem melhor.
Ele sai do banho com a camisa no ombro e a toalha na mão, de pés descalço e de calça já sem o cinto. Ver meu tio daquele jeito de uma certa forma me deu um frio na barriga.
-vai lá Douglas tomar seu banho, e venha logo pra nós almoçar tou morrendo de fome.
-tá bom tio vou lá agora. Entro pro meu quarto, verifico minha mochila e já está tudo organizado, pra ir pra escola. Pego minha camisa e calça e já levo junto comigo pra mim vestir logo no banheiro. Ao entrar no banheiro está aquela umidade óbvia de quem havia acabado de banhar, mas meu tio não havia tirado o excesso de água do chão e não havia dado descarga no vaso, estava amarelo do xixi que ele tinha feito e melado um pouco as laterais do vaso(macho e sua péssima pontaria pra mijar sem sujar tudo) e tinha um pouco de xixi no chão perto do ralo, ele com certeza mijou enquanto estava no chuveiro e simplesmente deixou lá. O banheiro da minha casa era bem simples, com o piso grosso de cimento, com as paredes pintada de verde claro, com o vaso ao lado da porta e a pia em frente ao vaso e ao lado do vaso o chuveiro lá no canto do banheiro com uma pequena prateleira pra por o sabonete e shampoo. Ele deixou a cueca dele em cima da pia, que obviamente ele usava desde o dia que saiu de São Paulo(provavelmente estava a uns três dias usando aquela cueca), era uma cueca boxer cinza claro, mas que na frente estava um pouco amarelado pelo xixi que deve ter feito ao longo dos dias e aqueles pingos de xixi que ainda sai às vezes do pau depois da gente dá uma mijada estava acumulado ali e secou. Estava saindo um cheiro muito forte da cueca dele, um cheiro de pica, um cheiro de macho que me fez sentir um frio na barriga e uma sensação estranha que eu não conseguia entender. Aquilo de uma forma atiçou minha curiosidade e eu peguei a cueca do meu tio e cheirei, eu me tremi quando senti o cheiro de pica, meu coração bateu forte e eu esfreguei a cueca do meu tio na minha cara sentindo aquele cheiro gostoso. Nossa que cheiro bom, foi algo tão involuntário de mim, pois eu só fiz como se o meu corpo e o meu instinto de viado putinho tivesse descobrindo alguma coisa boa ali. Não fiquei de pintinho duro, pois ainda estava numa fase que não tinha ainda despertado pra coisas sexuais, as vezes que ficava de pintinho duro era quando estava com muita vontade de fazer xixi e as vezes quando ia fazer cocô e estranhamente meu pintinho sentia algum estímulo e ficava duro. Pra mim era normal aquilo. Então aquele cheiro de pica da cueca do meu tio estava sendo uma descoberta pra mim e do nada a minha boca abriu e eu passei a língua na cueca dele sentindo o gosto de pica mijada de cheirão de rola suada suja de macho. Tomei um susto comigo mesmo e cuspi no chão como se eu tivesse ficado com nojo (hahaha coitado de mim), deixei a cueca encima da pia, tirei minha roupa ligando o chuveiro e deixando a água cair no meu corpo que de alguma forma parecia estar quente. Na prateleira ao lado do chuveiro tinha duas saboneteira com sabonete, uma com a que os meus pais usavam, e uma separada que era a que eu usava. A minha era da embalagem azul, com o sabonete Palmolive. Ao abrir meu sabonete estava molhado com espuma e uns pêlos encaracolado no sabonete, ele usou meu sabonete. Eu fiquei cheirando o sabonete e passei no meu corpo e ao passar no meu corpo o meu pintinho ficou duro e comecei a sentir uma sensação boa ao passar o sabonete no meu pinto ainda sem forma de pau de macho adulto. Naquela época meu pinto era igual o de qualquer menino da minha idade, era fino, pequeno, sem pêlos e só usava ele pra mijar mesmo. Mas naquele dia parece que eu estava descobrindo algo mais que meu pinto poderia fazer, o sabonete estava fazendo muita espuma no meu corpo e estava muito gostoso aquilo, e comecei a olhar pra cueca do meu tio ali na pia e fui em direção a ela(tenho certeza que eu ia cheirar e ia bater minha primeira punheta cheirando a cueca do meu tio usando o sabonete de lubrificante), mas aí ouço umas batidas na porta do banheiro.
-Morreu aí menino!? Termina logo esse banho lesado você ainda vai pra escola hoje, cuida. Era minha mãe já falando com um tom de voz estressado.
-já tou terminando vou já mãe. Aquilo cortou na hora o que eu estava sentindo, me fazendo terminar o banho rápido. Dei descarga e limpei as laterais do vaso que o meu tio deixou sujo de xixi e sai do banho. Ao sair do banheiro meu tio estava na área de serviço perto do banheiro, ele estava vendo o quintal cheio de plantas que minha mãe tinha, eu olhei pra ele e falei.
-tio, você deixou sua cueca na pia do banheiro.
-eita! Tá bom vou já pegar.
Algo em mim estava diferente, eu não sei que merda era que estava acontecendo comigo, mas meu corpo estava agindo estranho, parece que o meu coração não parava de bater mais forte. Muito estranho, mas eu estava gostando de sentir aquilo.
Depois disso, foi tudo tranquilo. Almoçamos, ele não parava de falar, almoço delicioso inclusive, minha mãe era uma ótima cozinheira. E ele comia parecendo um bicho bruto.
-ahhh meu Deus que comida boa, nossa senhora isso sim que é comida! Ele falava com um pratão cheio de comida na frente.
-pode comer mano, tenha vergonha não pode encher a pança. Meu pai falava e acho que esse dia foi um dos raros e poucos dias que vi meu pai desmontando um pouco de felicidade e leveza. Terminamos de almoçar e já estava dando hora deu ir pra escola. Eu não estava com vontade de ir pra escola, eu queria ficar ali mas o meu tio, ele era tão legal e a presença dele estava fazendo bem pra todos, inclusive pro meu pai.
-vai estudar moleque, pra não ser um vagabundo igual eu. Ele falou indo pro banheiro. Fui pro meu quarto calçar meu tênis como de costume, e fui no banheiro escovar os dentes e ir pra escola. Vou no banheiro e bato na porta
-tio!?
-tou saindo pera! Ouço barulho do zíper fechando, ele estava fazendo xixi e ele sai do banheiro.
-pronto, já dei uma mijada agora vou tirar um cochilo, boa aula pra você não dê trabalho na escola não hein. Falou isso passou as mãos no meus cabelos e foi pra cozinha.
-pode deixar tio. Entro no banheiro e já vou em direção a pia e a cueca dele não estava mais lá. Ele pegou, mas o vaso estava aquele sujeira de novo. Todo encharcado de xixi amarelo, dei descarga de novo, limpei com um papel higiênico as laterais do vaso escovei os dentes, me apressei e fui pra escola. Afinal eu ia sozinho de bicicleta e ficava uns 4 km de distância.
E na escola fico completamente longe de tudo e de todos, completamente perdido na minha cabeça de vento, o meu tio estava na minha cabeça e eu gostava de pensar nele. Hoje eu entendo que eu realmente estava me apaixonando pelo meu tio, aquele sentimento que eu sentia era diferente de tudo que eu já havia sentido na vida, era paixão. E como eu estava curioso, minha mente tinha tantas perguntas pra fazer pra ele, a gente ainda vai banhar no açude de tardezinha, será que eu levo minha bola pra nós brincar no açude? E se a gente brincasse de pega pega, com certeza ele me pegaria fácil. Qual cueca eu uso pra banhar, vou usar essa mesmo que estou ou pego uma limpa?. Eu estava com a mente muito longe, e por sorte nenhum dos alunos meus colegas de classe e nem a professora encheu meu saco. Pude fica no meu canto quietinho apenas desejando dar a hora de ir embora.
Finalmente deu a hora de sair da escola, já era 4 e 30 da tarde, eu nunca vim tão rápido pra casa, cheguei tão rápido doido pra chegar em casa e ir pro açude mas o meu tio. Chegando em casa.
-Mãe cadê o tio? Cadê ele tá na casa da vó?
Mãe estava na sala vendo tv e fazendo crochê.
-Fala baixo menino! Ele tá dormindo tá cansado da viagem, não faz barulho pra não acordar ele.
-ah sim mãe tá bom.
Entro no meu quarto, e lá está ele deitado na minha cama dormindo. Ele estava sem camisa de short fino vermelho com preto do Flamengo deitado de barriga pra cima com o braço tampando os olhos e as pernas toda arreganhada. Ele estava na minha cama que era de solteiro, aquele macho de 1,80 e provavelmente com uns 90 kilos tomou minha cama inteira com seu corpão de homem. Nossa como ele era lindo, que macho gostoso do karalho, aquelas pernas abertas, o pezão 44 aqueles braços, sua boca, seu peitoral. Era mesmo um homem pra deixar qualquer um doido. Mas com minha idade e mentalidade de menino só olhei aquela cena gostando de ver ele deitado na minha cama, botei a mochila no chão peguei meu short e camisa e fui me trocar no banheiro pra não acordar ele. Ao voltar do banheiro vou no meu quarto de novo pegar minha chinela que estava debaixo da cama e ele então acorda
-já chegou da escola?
-sim tio já é mais de 5 horas
-eitaa! Dormi isso tudo!? Ele se levanta se espreguiçando na minha frente levantando os braços pra cima mostrando aquelas axilas peludas que com certeza nunca passou uma gilete ali pra raspar.
-vou ali no banheiro e nós vamos já banhar no açude né?
-sim tio, já estou esperando você. Eu estava ansioso que finalmente isso ia acontecer.
-vou ali no banheiro venho já tá?
-tem café feito e tem um bolo de milho dentro do fogão viu. Minha mãe falou pra ele lá da sala.
-oh coisa boa tou precisando mesmo!
Ele vai no banheiro, e eu aproveito pra arrumar o pano da minha cama que estava uma bagunça, e com o cheiro dele. Estava um cheiro gostoso, ele havia soado bastante enquanto dormia e ficou aquele cheiro de macho suado no pano da minha cama.
-vem Douglas! Bora comer!. Ele me chama, e vou quase correndo pra cozinha. Ele estava com um copão de café um pedaço de bolo na mão, o meu tio era um homem guloso mesmo, ele gostava de comer. Tomei um suco de laranja que tinha na geladeira comi um pedaço de bolo. Meu pai tinha saído, tinha ido no interior vizinho no qual eu estudava, lá tem um cara que vende produtos, ração e remédio pra animal. Ele tinha ido comprar alguma coisa pros porcos dele e do meu avô, foi no carro do meu avô(meu pai não tinha carro, só tinha uma moto, Honda CG 125, mas ele praticamente era dono do carro do meu avô) que era uma Fiat Strada branca. só estava em casa eu, ele e minha mãe.
-vamos lá no açude, tou doido pra tomar um banho lá vamos!
-vamos tio!
Então a gente foi, saímos pela porta dos fundos do quintal das plantas da minha mãe(minha mãe nem viu a gente saindo, e saímos sem avisar pra ela), no fundo do quintal de casa dava pra ver uma pequena parte do açude. Acho que ficava uns em torno de uns 300 metros de distância de casa, era pertinho. O açude era muito grande, e uma parte dele ficava muito fundo, e tinha muitas pedras fazendo ele ser uma parte perigosa pra quem não conhece e não sabe nadar.
-vamos pra aquele lado de lá, lá é mais raso e não vai ninguém pra quela parte do açude vamos?
-tá bom tio vamos. A parte que ele falava ficava num lado diferente, pois geralmente parte do açude dava pra ser vista quase toda passando pela parede do açude que a gente atravessava por cima, já saindo do interior pra pegar a estrada já indo pra cidade. Da minha casa pro açude era só descer uma pequena ladeira e já estávamos lá, mas pegava a parte em que tinha o movimento da estrada, e também onde era parte mais funda do açude. Assim que descemos a ladeira ao invés de atravessar a parede do açude pra ir pro outro lado dele entramos no mato que tinha em torno da ladeira perto da minha casa pra gente ir pra uma parte mais reservada do açude. Eu particularmente não gostava de ir pra lá, pois era muito raso, e tinha muito mato ao redor. Mas naquele dia faria qualquer coisa que o meu tio quisesse. Porém questionei.
-tio porque que a gente vai pra lá? Lá é muito raso, tem mato, esse lado aqui é bem melhor.
-gosto de ir pra lá que dá pra ficar a vontade sem ninguém vir perturbar a gente, e ninguém ver também.
-ah sim. Chegamos lá ele olha ao redor tipo se certificando que ali só tem eu e ele.
-E...tá ótimo, vamos poder ficar a vontade. Ele que estava de short tira o short e a cueca de uma vez ficando completamente nu ali do meu lado. Eu fiquei chocado! Eu jurava que ele ia banhar de cueca, e não ele estava peladão, e nossa! Como o pinto dele era diferente, tinha tanto pelo ao redor, aqueles pêlos escuros, o pinto dele era grande e roxo. Era a primeira vez na vida que eu via um homem adulto pelado. Era diferente, e muito bonito. Meu tio era um homem lindo, que tesão de macho!
-vai tirar sua roupa não?! Bora menino vem! Ele fala entrando na água e ele mergulha dentro d'água e sai ficando com a água cobrindo sua cintura. Eu tiro minha camisa, meu short e só de cueca(aquelas cuecas simples que um menino da minha idade usaria, da cor vermelha).
-tira a cueca menino! O bom de banhar aqui é isso! Pode banhar pelado a vontade, é só eu e você vem!.
-tá bom. Eu tiro minha cueca ficando pelado na frente dele, ele fica olhando pro meu corpo enquanto eu vou entrando na água.
-eita tá ficando homem, só precisa criar pelo nesse corpo, aí sim vai virar macho. Ele falou rindo olhando pra mim e jogou água na minha cara, e começamos aquela brincadeira de jogar água na cara um do outro de por água na boca e cuspir na cara do outro. Fizemos competição pra ver quem aguentava mais tempo embaixo d'água. Acho que pela primeira vez na minha vida, eu estava brincando de verdade com alguém. Era bom demais brincar com alguém, brincar com meu tio. Ele por ser adulto e ter mais força que eu pegava na minha perna e pelo meu braço e jogava na água. Como era divertido.
-Tá gostando?
-Sim tio tá muito bom.
-Também estou gostando muito, e quero que a gente brinque bastante, mas eu quero que você me prometa uma coisa tá?
-o quê tio? Olhei pra ele confuso. A gente estava de frente um pro outro mas com a água cobrindo nosso corpo, apenas a cabeça por cima da água.
-Eu quero brincar muito com você, mas tem que ser segredo e você não pode contar pra ninguém, você promete que não vai contar pra ninguém? Vamos promete pra mim agora? Ele fala pegando no meus braços.
-Tá bom tio eu prometo.
-Promete mesmo!? Preciso confiar em você moleque!
-Eu prometo! Eu juro que não vou contar pra ninguém tio!.
E eu realmente falei aquilo sem entender a situação. Mas eu não queria que o meu tio ficasse com raiva de mim, e nem que parasse de brincar comigo. Então ali eu garanti e dei minha palavra que seria um segredo nosso.
Então ele olha pra mim pega no meu rosto com sua mão e com a outra mão pega no meu pescoço, e diz.
-Acho bom mesmo isso ser um segredo nosso, a partir de hoje vou te ensinar muitas coisas, vou te ensinar a ser um macho filho da puta igual eu, quer aprender?
-sim tio. Falei balançando a cabeça sem entender bem aquilo que ele estava falando. Ele me solta e olha sorrindo pra mim.
-Assim que eu gosto, vou fazer você gostar e ser doido igual eu. Ele falava com uma malícia e um olhar diferente que na época eu não entendia, mas hoje eu sei muito bem o que se passava naquela cabeça de macho tarado, e como sei.
Eu não entendia o que ele queria fazer, ou o que era pra mim fazer, e aquilo estava me deixando assustado, e ele percebeu.
-Sshhh calma! Calma meu neném não precisa ficar com medo, eu sou teu tio, eu vou te proteger e eu só quero brincar e te ensinar umas coisas que você não sabe. Confia em mim tá. Ele fala fazendo carinho no meus braços. Confia em mim tá?
-Tá bom tio.
-Agora fala olhando pro titio que você é meu neném fala.
-Eu sou seu neném tio
-Isso bom garoto. Ele pega no meu rosto alisando com um olha extremamente malicioso.
-Nós vamos brincar por etapas, nossas brincadeiras vai sempre ir subindo de nível aos poucos, até chegar num nível que eu quero tá?
-Tá bom o que você vai fazer tio?
-vou pegar uma coisa venho já. Ele sai da água e só ele saindo a medida que o seu corpo nu vai aparecendo e mostrando também aquela bunda carnuda de macho, peluda, uma bunda linda que o meu tio tinha ele era todo gostoso mesmo. Ele pega o short e tira do bolso uma caixinha de leite condensado.
-Tio o que é isso?
-Relaxa, faz parte da nossa brincadeira de hoje. Ele vem na minha direção e nossa, o meu tio estava de pinto duro. Nossa como era grande o pau do meu tio, será que ele estava com vontade de fazer xixi? E a cabeça do pinto do meu tio estava toda pra fora. Ele viu que eu estava olhando pro pinto dele e pegou firme balançando ele.
-gostou de ver o piu piu do tio?
-tio seu pinto é grande, e porque a cabeça tá no lado de fora?
-Isso é normal pra quem é adulto, e você logo logo vai ficar assim também vem pra cá mais pra perto de mim. O pau do meu tio era aquela pica que um macho de verdade tem. Era uma pica bem pentelhuda, roxa da cabeçona vermelha, um saco pesado com bolas bem redondas, grande e peluda, o pau dele ficava pulsando como se ele não tivesse controle. O pau do meu tio fica tão duro que fica inclinado pra cima. É lindo demais aquele pau escuro com a cabeça vermelha. 17 cm e bem grosso o pau dele. Só depois de um tempo foi que eu vim perceber o quão lindo era o pau do meu tio, e o quanto que eu fiquei doente na pica dele. Ele foi pra um lado onde tinha uma mata que cobria mais a visão de onde a gente estava e eu fui na direção dele. Nisso ele se senta no chão e pede pra mim ficar de pé na frente dele. Pela altura dele ele sentado ficava com a cabeça bem de frente com a minha.
-vem mais pra perto meu neném. Eu me aproximei e parece que meu coração ia sair pela boca, eu não conseguia entender porque eu estava daquele jeito, era uma sensação boa e ruim ao mesmo tempo. Eu sentia uma sensação de perigo, de medo, mas eu não queria sair dali, era como se eu não tivesse controle de mim mesmo. Ele pegou minha mão e melou de leite condensado e levou minha mão na sua boca e começou a lamber com sua língua grande. Ele lambia de olhos fechados, ele gemia e respirava ofegante, eu sentia um formigamento gostoso no meus dedos e ele pegou firme no meu braço e pôs minha mãozinha pequena inteira na sua boca. Porque ele estava fazendo aquilo? Que brincadeira é essa? E porque eu não queria parar? Porque que eu estava gostando disso? Então ele tira minha mão da boca dele, minha mão toda melada de cuspe.
-Gostou do titio fazer isso com você?
-Unhum.falei balançando a cabeça sem ter a total certeza se tinha gostado, mas não queria desagradar meu tio.
-quero fazer isso em uma outra parte do seu corpo tá?
-Unhum. Aonde seria? O que mais ele ia fazer?
Então ele pega a caixinha e espreme ela melando meus peitinhos. Fica muito melado e pegajoso.
-fecha os olhos tá?
-Tá. Fechei meu olhos e senti algo mais intenso. O meu tio começou a chupar e lamber meus peitos e minha barriga enquanto melava também minhas costas com suas mãos meladas de leite condensado. Nossa como meu tio era guloso, e desse vez eu fechei os olhos e senti o meu coração bater mais forte, minhas pernas tremeu e meu pintinho ficou duro encostando na barriga do meu tio ele percebeu e parou olhando pro meu pinto.
-Nossa era isso que eu queria ver você de pau duro moleque, o nome disso é pau viu, não é pra você chamar de pinto e nem de piu piu não, é pra chamar de chamar de pau e de pica. Ele pega no meu pau e puxa a pele do meu pau pondo a cabeça da minha pica pra fora.
-Nossa que lindo, que lindo meu neném. Ele pega leite condensado e bota um pouco no meu pau.
-Fecha os olhos neném, vou te mostrar uma coisa que todo macho gosta. Eu estava me tremendo todo sem entender o que eu realmente estava sentindo naquele lugar, sem entender o que eu realmente estava fazendo sozinho pelado com o meu tio. Eu era muito novo mesmo pra entender que o meu tio estava me fazendo descobrir que eu era um viadinho safado que a partir daquele eu seria putinha dele. Isso mesmo eu seria putinha daquele macho adulto filho da puta. Ele passou a língua bem na cabeça do meu pau, eu gemi e tentei me afastar dele, mas ele me segurou firme e começou a lamber meu pau, passando a língua também nas minhas bolinhas e começou a chupar engolindo todo o meu pau. Eu só gemia e sentia uma sensação indescritível de tão gostosa que era. Pela primeira vez eu estava sentindo prazer, e estava sendo mamado pelo meu tio. Que coisa gostosa! É muito gostoso brincar assim com meu titio. Eu não sei exatamente quanto tempo ele ficou me chupando mas acho que durou quase uma hora, de repente começou a escurecer e ele ainda estava melando meu corpinho e me chupando e lambendo tudo. Chupando meus peitos, barriga, pau, meus ovos e meu pescoço também. E nisso ele descobriu meu ponto fraco(que inclusive tenho até hoje), o meu pescoço e minha nuca é muito sensível e quando ele passou a língua no meu pescoço eu não aguentei e minhas ficaram fracas e me sentei no colo dele sentando bem encima do pau dele que estava pulsando de duro dentro d'água no qual ele também foi surpreendido e gemeu alto.
-ahhh Karalho! Que delícia meu neném putinho! Segura firme no titio vai! E começou a beijar, lamber e chupar meu pescoço freneticamente e eu abracei ele agarrando as costas dele e ele me agarrando firme quase me deixando sem fôlego, e chupando e lambendo cada vez mais forte meu pescoço e eu gemendo de olhos fechados. Ele me apertava firme fazendo eu mexer o meu corpo no dele e sarrar minha bundinha na pica dele que eu conseguia sentir pulsando na minha bunda como se quisesse invadir, entrar na minha bunda, e eu gostava de sentir a pica do meu tio sarrando na minha bunda. O nível daquela brincadeira era diferente, nunca imaginei que era tão gostoso ficar assim com alguém. Então o meu tio já completamente cego de tesão me agarra firme e morde meu peito com força. Nossa! Aquilo estava doendo e machucando.
-Aii tio, tá machucando!! Para!!
-hmm!! Hmmm!! Ahh!! Eu sinto o pau do meu tio pulsando mais que o normal e o corpo do meu tio tremendo e contorcendo as pernas e me apertando me fazendo ficar sem fôlego e sentindo dor com ele abocanhado no meu peito esquerdo com aquela boca gulosa. Ele estava no ápice do prazer, ele estava gozando sem tocar no pau dele. Doeu muito e me deu vontade de chorar, mas ele estava com uma cara de estar tão saciado e satisfeito com o que tinha acontecido, que ao mesmo tempo que eu queria chorar eu também queria ficar olhando pra ele. Eu achava meu tio lindo, e ele era mesmo o meu tipo ideal de macho(mesmo sem ter certeza ainda do que tudo aquilo).
-Porra neném, que é isso eu nunca gozei assim, ahhh karalhooo!!
-Tio o que é gozar? Eu perguntando todo ingênuo
-É uma coisa que todo macho faz e que você logo logo vai fazer comigo também, prazer eu sei que você já sente. Logo logo você vai ter idade e hormônio pra sair leite dessa pica, e eu faço questão de beber seu leite meu amor. E dei um beijo na minha cabeça do pau que estava dolorido também com as chupadas que ele deu e por ele ter me apertado demais pressionando o corpo dele contra o meu.
-Você gostou meu bebê?
-Unhum, mas o meu peito tá doendo tio, machucou.
-Calma! Calma! Tá tudo bem vai ficar tudo bem tá! Confia no tio falou enquanto dava beijos no meu peito sensível.
-O titio sentiu prazer demais, mas você tem que se acostumar com isso, o titio ainda vai fazer muita coisa com você e você vai ter que aguentar. Ele dá um tapinha na minha bunda.
-Tá bom tio.
-vem cá vem vamos se limpar e vamos pra casa. Terminamos de tomar ele passou sabonete no meu corpinho alisando bastante a minha bundinha. A gente se vestiu e fomos embora pra casa.
O que o meu tio tinha de lindo, safado, gostoso ele tinha de cara de pau, nossa como ele era sínico. Chegamos em casa pela porta do quintal dos fundos e ele falou baixinho segurando meu braço.
-Lembre-se do que eu falei lá, é segredo meu e seu e você não vai contar pra ninguém o que fizemos, essa nossa brincadeira ninguém pode saber, senão o seu pai vai ficar com raiva de mim, e eu vou pra cadeia.
-Confia em mim tio, não vou contar pra ninguém, mas tio porque você tá com medo de ir pra cadeia. Ele para e olha bem sério nos meus olhos.
-Porque o titio já é adulto, e você não é adulto ainda se alguém souber que o titio brincou daquela forma com você eu vou pra cadeia.
-Tio eu não quero que você vá pra cadeia, eu juro eu prometo que vou guardar segredo.
-Tá bom, agora finja que nada aconteceu, mais tarde a gente brinca mais eu quero fazer outras coisas com você.
-Tá bom tio.
Mas que filho da puta! Ele fez uma chantagem emocional tirando proveito da minha inocência e ingenuidade e o safado não vai ter nenhum problema. Mas eu de santo também não tinha nada, uma parte de mim ainda estava confuso sem saber exatamente o que tinha sido tudo aquilo, porém uma outra parte de mim tinha gostado e bem lá no fundo estava doido pra saber o que mais ele faria comigo.
Chegamos em casa, minha mãe estava na cozinha finalizando a janta e meu pai estava na sala vendo o jornal e tomando um café. Como eu disse, minha mãe era muito negligente, como pode ela ter confiado tanto em eu ter saído com meu tio assim por tanto tempo, e não notar nada de estranho em nós dois. Por mais cara de pau que eu e meu tio fosse, estava na cara que tinha algo de estranho em nós dois, e ela devia ter percebido alguma coisa. Ela e meu pai, mas não.
-Eita mas a comida está cheirosa, eu estou faminto doido pra comer de novo. Ele fala olhando pra mim com aquele olhar que ele me olhou enquanto me transformava em um viadinho safado.
-daqui 10 minutinhos tá pronto, espera aí que você janta logo.
-Eu vou esperar, vou já pra casa da mãe(no caso minha avó), preciso descansar melhor. Nisso vou pro meu quarto, pego minha mochila e o caderno com as tarefas da escola que tinha que fazer pra ficarem prontas pra amanhã. Me sento no chão do meu quarto e fico tentando resolver as atividades. Tentando, porque parece que a minha mente não consegue fazer mais nada.
-Vem jantar Douglas!
-Não quero jantar agora mãe tou sem fome.
-Não inventa essas frescuras, vem comer! Falou o meu pai lá da sala já indo pra cozinha. O meu tio chega no meu quarto.
-Vamos jantar, vem comer nem que seja só um pouquinho tá, tem que se alimentar direitinho tá. Ele tira a caixinha de leite condensado do bolso. E fala baixinho.
-Esconde aí nas suas coisas. Eu pego rápido e escondo dentro do meu guarda roupa. Vou pra cozinha e a janta já está na mesa pra gente servir e comer, já era quase 7 da noite o meu pai montou o prato e foi comer vendo tv, e minha mãe ficou na mesa, junto com ele e eu. Minha sempre no canto dela que era no lado esquerdo da mesa, eu no lado direito, e ele sentou do meu lado ficando de frente com minha mãe. Nisso minha mãe falou com ele a respeito de uma tia minha(irmã dela) que mora no Piauí que havia separado do marido. Era uma conversa entre os dois que eu nem sei ao exato o que eles falaram, eu estava tentando comer aquele arroz com frango frito, macarrão e um suco de acerola. Enquanto meu tio ficava conversando olhando pra minha mãe, ele abriu as pernas e ficou sarrando a perna dele em mim, quando eu dou uma olhada ele estava com o pau no lado de fora do short, ali do meu lado e de frente pra minha mãe, mas com a mesa e o pano da mesa cor vinho tampando a visão da minha mãe. Ele dá uma picadinha de olho bem discreta pra mim e faz um gesto com a cabeça pra mim fazer alguma coisa. O pau dele está lá fora duro, pulsando com aquela cabeçona toda pra fora. Naquela altura eu já não era mais tão inocente como a minutos atrás, não depois do que rolou. Eu ajeitei um pouco a cadeira ficando mais perto dele e peguei no pau dele. Fiquei pegando apertando de leve, ele deu um jeito de pegar na minha mãozinha e fazer um movimento de vai e vem bem devagarinho. E assim eu fiz, eu estava punhetando a pica do meu tio ali na frente da minha mãe. O filho da puta estava me testando, e me ensinando a perder o medo e ter coragem de ser depravado e cara de pau igual ele, e estava funcionando. Aquela adrenalina de ser pego em flagrante por mais que tivesse tirando meu fôlego, também estava me deixando com vontade, uma parte gostava daquela ousadia, daquela falta de respeito. E nisso meu pau ficou duro também. O meu corpo já aprendeu e entendeu que aquilo era bom e que aquilo me dava prazer, mesmo sem eu fazer esforço era como se o tesão do meu tio passasse pra mim, realmente tinha uma conexão entre nós dois. Eu pus meu pau pra fora, e ele pegou no meu, e a gente ficou ali batendo uma punhetinha de leve um no outro. Até minha mãe levantar da mesa e a gente ajeitar nossos shorts e fingir que nada estava rolando ali.
-Olha que comida boa viu, muito bom mesmo, agora tou indo lá pra casa da mãe, muito obrigado pela janta.
-Imagina precisa agradecer não, você é de casa.
Ele se despediu da mãe, passou a mão nos meus cabelos falou um pouco com meu pai e foi embora. Eu ajudei minha mãe a lavar as louças e voltei pro quarto pra fazer da escola, fiquei no quarto até dá a hora de dormir na minha cama que estava com o cheiro de macho do meu tio. Eu mal consegui dormir naquela noite, o meu cérebro não parava de pensar em tudo aquilo que aconteceu, e dessa vez o meu pau ficava duro quando eu pensava, virei mesmo um viadinho do meu tio.
Amanheceu o dia e como sempre ajudar nas coisas de casa, durante o dia o meu tio não apareceu em casa, confesso que fiquei esperando por ele, na verdade eu estava doido pra ver ele. Mas minha mãe disse que ele tinha ido na cidade mas meu pai e meu avô, resolver umas coisas lá. Passei a manhã toda só mas minha mãe, mas que manhã longa, eu queria meu titio, quero brincar com ele. Deu hora deu ir pra escola, e dessa vez não tive a sorte de ficar quietinho no meu canto, mas o meu tio não saia da minha cabeça, eu pensava nele o tempo todo. Nesse dia teria aula de história, que seria 1 e 30 horas de aula, e era um saco as aulas desse professor. O professor chegou na aula, deu boa tarde pra todos e começou a aula sem fim. O meu colega de classe da mesma idade que eu sentou perto de mim e estava fazendo um desenho de uma caveira. Ele era aquele típico menino magrinho desnutrido, amarelo dos cabelos liso, olhos castanhos e com cheiro de salgadinho nos dedos, mas da mesma altura que eu Então ele falou baixinho.
-Ei vamos lá fora um pouquinho, tá chato essa aula.
-Está chato mesmo mas a gente não pode sair.
-Mas que droga!
-Shhhhh!! Silêncio pessoal isso vai cair na prova do mês hein. Falou o professor.
O pensamento no tio estava muito forte, me veio o pensamento fixo de quando o meu tio estava chupando o meu pescoço, me deu arrepios fiquei de pau duro e não conseguia deixar meu pau mole. Meu pau já estava querendo doer de está a tanto tempo duro.
-Professor vou no banheiro, venho já. Sai da sala precisava fazer alguma coisa, talvez se eu fizesse xixi o meu pau voltava a ficar mole. A minha escola era pequena, era escola pública com apenas 4 salas de aula e um banheiro masculino e feminino sem mictório. Tinha apenas uma pia com um espelho e um vaso que não dava descarga. Ou seja, uma imundice! Então geralmente os meninos não usavam o masculino e a gente quando queria fazer xixi dava a volta e fazia atrás da escola, ou onde eu gostava de ir atrás da biblioteca que ficava ao lado da escola e atrás da biblioteca tinha um pouco de mato tampando a visão, o que era ótimo. Fui pra lá correndo, dei uma olhada não tinha ninguém lá. Chegando lá ponho meu pau pra fora da calça e tento fazer força pra sair xixi e nada, aí fico pegando nele um pouco alisando pra ver se diminui aí de repente ouço um barulho do meu lado de alguém passando pelos matos, era meu colega que me viu sair e me seguiu até lá.
-o que você está fazendo?
-AAi que susto!! Estou mijando né!
Ele olha abismado pro meu pau com os olhos arregalados
-Nossa mas seu pinto tá duro, as vezes o meu também fica assim.
-O seu pau tá assim agora?
-Pau!???
-Sim! Pau! É assim que chama! Me deu um frio na barriga porque me lembrei de que era um segredo meu e do meu tio e não era nem pra mim ter falado aquilo.
-O meu tá mole agora oh. ele bota o pau pra fora, branquinho mais pequeno que o meu e com a cabeça coberta. O meu coração começou a bater mais forte e o meu pau que estava duro ficou mais ainda saindo a pele e a cabeça da pica ficando pra fora.
-Nossaa!! Ele olhando pro meu pau.
-Gostou de ver?
Ele não disse nada, mas não tirava o olho do meu pau.
-Ai vamos mais ali pro mato pra mim te mostrar uma coisa bora?
-Vamos. A gente entrou mais pra dentro do mato que ficava mais atrás da biblioteca. Nesse mato tinha muito cheiro de xixi, e também tinha uns plásticos lá no chão com um cheiro forte de borracha. Na época eu não sabia mas era camisinha que tinha lá, o pessoal que estudava a noite ou que ia pra biblioteca com certeza aprontava lá.
-Deixa o seu pau duro vai. Falei pra ele
-Não tá ficando duro igual o seu.
-Posso fazer uma coisa?
-Pode
-Mas não conta pra ninguém é segredo
-Tá bom não conto não.
Eu me aproximei dele e peguei no pinto e fiquei mexendo igual como eu tinha feito com meu tio ontem no jantar. Puxei a pele e pus a cabeça do pau dele pra fora e fiquei pegando alisando punhetando ele e logo ele ficou duro.
-Nossa isso é muito gostoso
-Shhh! Cala a boca ninguém pode saber!
Eu abaixei mais a calça e sarrei o meu pau no pau dele e a gente ficou abraçado sarrando o pau um no outro. Dois moleques putinhos, estava gostoso, mas não se comprava com o que eu sentia quando estava com o meu tio. Ficamos assim sarrando o pau um no outro quase se beijando quase eu fazendo a frente dele parecer uma bucetinha gostosa de uma menininha virgem, o professor aparece gritando por nós ali já perto de onde a gente estava. Nos assustamos nos vestimos rápido e ficamos abaixado no mato esperando o professor sair dali de trás do colégio pra gente poder sair do mato e voltar pra sala de aula. A sorte do meu colega é que eu ainda não era esse macho tarado que sou hoje, porque se fosse ele teria perdido as pregas do cuzinho naquele mato. Voltamos pra aula como se nada tivesse acontecido, eu realmente estava ficando bom em ser descarado, e ter a cara de pau de que nada aconteceu, o professor me deu uma advertência, e escreveu um bilhete pra mim entregar pra minha mãe sobre o meu comportamento de ter saído da sala e ter demorado a voltar. Sempre fui um bom aluno, e tirei boas notas na escola. Ele lacrou o bilhete, eu rasguei o envelope, abri o bilhete e rasgar o bilhete em vários pedacinhos pequenos e minha mãe nunca ia saber. Na verdade, eu estava adorando sentir essa adrenalina, me aventurar em correr risco fazendo coisas inadequadas. E eu estava ficando bom nisso. O meu tio estava me ensinando muito bem como eu deveria ser e fazer.
Cheguei em casa, minha mãe como sempre não perguntou nada, meu pai muito pior, então foi um dia normal na escola, sou um bom aluno e está tudo bem.
-Mãe o tio veio aqui hoje? Minha mãe estava penteando o cabelo na sala.
-Ele foi pra cidade mas seu pai e seu avô, ele deve está na casa dele né.
-AAh e cadê o pai?
-foi na casa do seu avô, vai jantar que a gente vai lá já já, amanhã eles vão matar uns 3 porcos, devem tá ajeitando as coisas lá. graças a Deus que já foi vendido e pago a vista pelo menos isso.
Jantei e fomos pra casa dos meus avós, que ficava perto da minha casa, como o interior era pequeno e as casas apesar de ter muita terra de plantação ao entorno das casas ficava perto. Era quase uns 500 metro de casa pra casa dos meus avós. De fato eles estavam organizando umas coisas lá e tinha um outro vizinho que era muito amigo do meu pai e que tinha uma filha quase da mesma idade que eu estavam lá. O meu tio como sempre estava com seu short do flamengo, mas dessa vez com uma camiseta regata preta, ele estava encostado na pia da área de serviço que ficava no fundo do quintal da minha avó fumando um cigarro e com um copo de café na mão.
-Oi tio!
-Eaí garoto como foi a aula hoje?
-Foi bem.
-Ahh que bom é isso aí meu garoto. Pegou nos meus cabelos
-Douglas! Vem cá!! Minha avó me chama
Vou chateado pra cozinha onde minha avó está(porra quero ficar perto do meu tio!)
-Me ajuda aqui a lavar essas louça, tenho que deixar tudo limpo e pronto pra amanhã cedo.
Ajudei minha avó, mãe estava organizando uma coisa com meu pai meu avô e o vizinho, era algo relacionado aos porcos. Nisso o meu tio aparece lá. Eu estava na pia lavando uns pratos e meu tio vem pra trás de mim pra lavar as mãos na pia e fica atrás de mim encostando o pau dele na minha bundinha, com minha avó ali atrás dele tirando uma coisas da geladeira e pondo no chão.
-Estou com saudade meu amor, eu quero brincar com você hoje a noite eu tenho uma ideia, quero brincar de marido e mulher com você. Ele falando bem baixinho no meu ouvido me deixando todo arrepiado. Nossa como o meu tio sabia me deixar arrepiado, nervoso e com as pernas bambas.
-Daqui a pouco vai lá fora tá? Falou baixinho saindo de trás passando a mão nas minhas costas. Minha nossa o que será que ele quer fazer? Como assim ele tem uma ideia? O que será? Muitas coisas enchiam a minha mente, assim como a vontade de brincar com meu titio maravilhoso. Passou uns minutos, terminei de lavar as louças e de ajudar minha avó a lavar a geladeira eu saio lá fora pra falar com meu tio. Ele está lá quietinho fumando esperando eu ir lá. Chego nele já tremendo de nervoso.
-Tio o que é?
-Então moleque, você vai ter que ter coragem e confiar em mim tá?
-Tá bom tio o que é?
-mais tarde eu quero brincar com você no seu quarto.
-Tio! A mãe e o pai tão em casa!
-Shh! Fala baixo! Preste atenção no que eu vou falar porra!
-Tio! É que...
-Moleque! Preste atenção!...ele dá uma soprada bem forte do cigarro que estava fumando. Você vai ficar no seu quarto de boa tá, na hora que eles forem dormir você vai abrir a janela do seu quarto e vai deixar a porta do fundo do quintal das plantas sem a tranca, vai deixar só encostada. Aí quando eles dormirem eu entro devagar pela porta dos fundos e vou até o seu quarto e pulo a janela e a gente brinca. Você tranca a porta do seu quarto e a gente brinca sem fazer muito barulho entendeu? Confia em mim ou não?
-Sim tio.
-Entendeu o que eu falei?
-Sim
-Então combinado, hoje vamos fazer algo mais divertido. Você vai gostar.
-Tá bom tio.
Eu volto pra sala com um frio terrível na barriga, mas também com a certeza de que hoje a noite eu ia brincar com meu titio. Passaram-se quase umas duas horas e eu mas meus pais finalmente fomos embora, já era mais de 9 da noite. Eu não parava de pensar no que eu devia fazer, eu estava com medo, mas também doido pelo meu tio. Chegamos em casa meu pai foi tomar banho mãe organizou umas coisas na cozinha e eu fui pro quarto "dormir", mas eu tinha que tirar a tranca da porta dos fundos e deixar ela só encostada pro meu tio conseguir entrar. Sai pra beber água, vi que minha mãe tinha entrado no quarto e meu pai estava no banheiro sai pra fora indo no quintal no escuro sem luz acesa pra deixar a porta encostada. Deu certo, voltei pro meu quarto e deixei a janela aberta, já estava esperando meu tio. Logo o pai entrou no quarto, minha mãe também. O quarto dos meus pais eram do meu lado. A diferença que meu quarto ficava em frente a sala, e o deles em frente a cozinha. As janelas dos quartos não tinham grades de ferro e as janelas eram de madeira. Fiquei quietinho fingindo que estava dormindo e meus pais apagaram todas as luzes e logo tudo ficou um silêncio total na casa. E logo ouço um leve barulho encostando na minha janela, o meu coração que já estava batendo forte parecia que ia sair pela boca. Ele pulou a janela sem fazer nenhum barulho sequer. E ele estava de chinelo, impressionante.
-Eles tão dormindo? Falando bem baixinho
-Eu acho que sim
-trancou a porta?
-Sim.
Ele fecha a janela bem devagarinho sem fazer nenhum barulho.
-liga o seu abajur, está muito escuro aqui
-tá. Eu liguei o abajur(que ficava em cima de uma cômoda que eu tinha ao lado de um guarda roupa de solteiro) que tinha uma péssima iluminação, mas tornou-se muito apropriado, pois deu luz o suficiente pra iluminar um pouco o quarto sem que meus pais percebessem. Ele estava com uns pedaço de pano nos bolsos do short, ele estava de short jeans preto e uma camiseta moletom preta com capuz. Ele tirou os pedaços de pano e tampou as frestas da janela e também da porta(muito inteligente da parte dele)
-vem cá me ajude a por o colchão no chão
-tá. Ele pegou de um lado e eu do outro bem devagarinho, e bem devagarinho a gente pós o colchão no chão.
Pronto, estava tudo pronto, agora a gente finalmente ia brincar.
-Tio o que a gente vai fazer?
-Shhh! Relaxa deixa com o titio tá, apenas faça o que o titio pedir.
-Tá bom.
A gente estava em pé um pro outro e a diferença de tamanho(eu com meu corpo ainda de menino, e ele todo machão parrudão formado), de altura(ele com 1,82 e eu no máximo que eu deveria ter era 1,35 a 1,40 de altura) e de idade, era muito grande, mas era isso também que tornava aquilo tudo mais gostoso. O proibido, a adrenalina, o medo de sermos pegos no flagra, o medo de meus pais descobrirem que eu sou um viadinho, e que meu tio é um pervertido safado e que está tendo um caso de incesto entre tio e sobrinho com eles dentro de casa tornava aquilo tudo surreal de tão gostoso.
O meu tio veio até mim ainda vestido e pós um dedo na minha boca, e eu comecei a chupar me lembrando de como ele chupou os meus naquele dia. Ele tirou o dedo e pôs dois, e eu chupei, depois tirou dois e pôs três dedos na minha boca e eu chupando segurando com minhas duas mãos o braço dele que atolava os dedos na minha boca. Ele pegou meu pescoço com a outra mão e fez eu ficar de boca aberta forçando seus três dedos pra abrir minha boca ele abriu a boca dele cheia de cuspe e cuspiu dentro da minha, segurando firme meu pescoço impedindo que eu engula e me engasgue com seu cuspe dentro da minha boca. Que sensação estranha, eu estava o gosto amargo da saliva dele, conseguia claramente o cigarro e um certo mau hálito de quem não havia escovado os dentes a noite. O cuspe saiu uma parte pela minha boca e ele veio com sua língua enorme comparada a minha, sua boca grande e passou a língua dentro da minha boca. A língua dele encostou na minha.
-põe sua língua pra fora vai. Falando baixinho.
Eu pus e nossas línguas ficaram lambendo uma a outra, óbvio que ele tinha vantagem a língua dele parece que ia literalmente destruir a minha e então aconteceu que eu já vi muito nas novelas que minha mãe e avó assistia, ele pôs os seus lábios nos meus e a gente começou a se beijar. Nossa parece que tinha um milhão de borboletas no meu estômago, minha pernas ficaram fracas e ele me segurou firme me tirando do chão e eu cruzei minhas pernas na cintura dele e meus braços nos ombros dele e estávamos ali se beijando, literalmente como marido e mulher. E como era gostoso sentir a língua dele bem fundo na minha boca, sentir o os lábios dele, o gosto dele, o gosto do meu macho pervertido. Eu sentia o pau dele pulsando de duro dentro do short e o meu pau também estava duro encostado na barriga dele, e ele adorava saber que eu estava com meu pau duro. Ele me pôs no chão, tirou a camisa e pediu pra mim tirar o short dele. Tirei seu short, desabotoando e abrindo o zíper bem devagarinho, e logo ao abrir já veio aquele cheirão de pica suada pentelhuda que ele tinha, abaixei todo seu short e esfreguei minha cara na cueca dele e lambi a cueca dele sentindo o pau dele preso dentro daquela cueca, doido pra sair pra fora, doido pela minha boquinha pequena de menino putinho. Puxei a sua cueca branca pra baixo e aquele pau lindo e gostoso do meu titio pulou pra fora batendo no meu rosto.
-Chupa meu amor, chupa vai meu neném chupa a pica do seu macho. Eu me lembrei de como ele chupou meu pau naquele dia e fiz o mesmo com minha mão esquerda segurei seu pau que estava quente e pulsando de duro, e fui passando a língua naquela cabeçona vermelha, nossa e como estava com um gostinho bom, gostinho azedo de xixi com o cheirão de pica suada dele e comecei a chupar o pau dele, só conseguia engolir a cabeça. Ele estava tremendo de tesão, e eu queria brincar com meu titio, eu estava me descobrindo um viadinho putinho que adora estar mamando pica de macho. Eu apesar da minha idade naquela época, eu já tinha noção de que aquilo era algo que eu gostava, e estava ficando cada vez mais safado e viciado em macho. Passei a chupar cada vez mais intenso, até relaxar mais e minha boca conseguir engolir metade do pau dele, nossa foi de uma vez e quase que vomitei. Ele foi rápido e segurou firme meu pescoço tampando a garganta e me beijando pondo a língua dentro da minha boca. Eu eu dei uma leve gorfada que fez com que ele sentisse, pois ele estava com a sua língua toda dentro da minha boca. O filho da puta ao invés de tirar a boca e cuspir ele só deixou na boca dele, e cuspiu na minha cara.
-Calma putinho, chupa com calma
Ele se ajoelhou na minha frente lambendo minha cara que estava extremamente melada de tanta coisa já que eu nem sei mais se era só cuspe, gorfada ou baba da pica dele. Ele tirou minha roupa, minha camisa, short e cueca me deixando completamente pelado ali na frente dele.
-Nossa como você é lindo meu amor, seu corpinho pequeno é perfeito amor.
Ele me beija com mais força e eu já beijo ele bem relaxado pondo minha linguinha dentro da boca dele. E a gente fica só pondo a língua melada de cuspe na boca um do outro enquanto ele sarra são pirocão roxo no meu pau.
-trouxe uma coisa pra você vestir
-o quê tio?
Ele vai até o seu short que estava ali no chão e tira do bolso de trás uma calcinha rosa, bem pequena com um lacinho rosa atrás.
-veste essa calcinha pra mim vai
-tá. Eu vesti aquela calcinha sem questionar nada, mas hoje eu sei aonde ele conseguiu. Ele com certeza conseguiu dar um jeito da roubar a calcinha da filha do vizinho. Era muito apertada, e estava com cheirinho de lavanda, e valorizou muito meu corpinho. Apertando o meu pau dentro da calcinha fazendo eu parecer que eu tinha uma buceta, e apertando e deixando minha bundinha mais empinada ainda. Ele ficou louco e pediu pra mim deitar de costas pra ele no colchão. Ele veio pra cima de mim e ficou alisando minha bundinha com aquelas mãos enormes e meladas de cuspe, ele alisava sarava o pau por cima da calcinha, sarrava tão gostoso que a calcinha ficava presa dentro da minha bunda já pressando no meu cuzinho. O meu tio era mesmo um tarado filho da puta, tenho certeza que ele também queria brincar com a filha do vizinho, e eu não julgo, uma bucetinha pequena é uma delícia, eu já provei uma e fiquei maluco(talvez eu conte sobre isso num futuro conto), ele lambia e dava mordidas na minha bundinha. Nossa que macho gostoso, um macho saber deixar um novinho como eu cheio de tesão daquela forma igual uma cadela no cio são poucos que conseguem.
-Nossa meu amor estou realizando um sonho hoje sabia, desde antes de eu ir pra São Paulo que eu já tinha vontade de brincar assim com você, que delícia amor estou apaixonado por você meu neném eu te Amo. Falando isso no meu ouvido baixinho com o pau já encostando na porta do meu cuzinho e a calcinha presa no meu cu e na cabeça do pau dele. Ele vira meu rosto e me beija tão forte que me faz dar outra gorfada, e ele mais uma vez continua me beijando e cuspindo mais ainda na minha boca. O meu tio estava com um cheiro de macho muito forte no meu quarto, a medida que ele ficava com mais tesão e suava me melando de suor o cheirão dele de macho encharcava o meu quarto e meu colchão. O cheiro das axilas peludas dele, ele foi sem tomar banho de propósito. O safado era um macho pig, e eu não estava sentindo nojo daquilo, porque agora eu vejo que eu também um porco imundo igual ele. Ele tirou a calcinha abriu bem minha bundinha e meteu a língua no meu cuzinho aí me deu vontade de gemer alto. Então tampou minha boca com a calcinha que ele tinha tirado que já estava melado da pica suada dele e caiu de boca no meu cuzinho, chupando, cuspindo melando ele tentando por a língua lá dentro do cu, ele melou com bastante cuspe e tentou por um dedo no meu cuzinho. Nossa mas doía que coisa estranha era aquele invadindo meu cu. Eu nunca até então havia feito nada no meu cuzinho. Aquela era a primeira que alguém tentava por o dedo lá dentro. Ele chupa mais o meu cuzinho e mela mais de cuspe e consegue por um dedo dentro do meu cuzinho. Eu não conseguia dizer e nem gritar que estava doendo com minha boca tampada.
-Relaxa minha putinha, você vou te ensinar a ser mulherzinha, confia no titio vai.
Então ele abriu mais minhas pernas ficando o meu cuzinho mais a mostra e ele chupou mais uma vez meu cuzinho, agora a língua conseguia entrar lá dentro e era gostoso demais, causava um formigamento estranho mas gostoso e então ele veio com aquela pica que já estava trincado de tão duro sedento por um buraquinho pequeno, e ficou sarrando alisando e conseguindo por e empurrar a cabecinha pra entrar no meu cu. Ele tirou a calcinha da minha ainda pondo a mão dele na minha boca
-Relaxa amor, agora você vai ter que ser forte tá, eu vou tirar sua virgindade pra valer agora, apartir de hoje você vai ser minha namoradinha, quer namorar comigo?
-Sim tio eu quero
-fala que quer ser minha putinha fala
-Eu quero ser sua putinha
-E eu sou o quê seu?
-Você é meu namorado
-Fala que eu sou seu macho adulto fala e você é meu menininho
-você é meu macho adulto e eu sou seu menininho, eu te amo titio
Isso derreteu o cérebro doente dele, ele cuspiu mais no pau dele e no meu cuzinho e começou a beijar e chupar meu pescoço(ele realmente sabia explorar meu ponto fraco), consegui relaxar bastante com ele atrás de mim chupando meu pescoço e me chamando de meu amor de meu putinho safado e o pau dele foi entrando e conseguiu entrar toda a cabeça da pica. Meu Deus que dor aguda era aquela, eu começava a gemer de dor e meu corpo fazia força pra tentar sair, mas era impossível. Ele conseguiu me imobilizar por completo, tampou minha boca pôs seu corpão todo encima do meu é foi empurrando a pica no meu cuzinho. Metia devagarinho fazendo força, e forçando pro pau entrar cada vez mais fundo, mas ele não tirava o pau todinho, pois se tirasse eu iria trancar o cuzinho e ia dar trabalho pra entrar de novo, o meu cuzinho piscava no meu pau e fazia força como se quisesse cagar o pau dele, e isso dava mais tesão nele fazendo ele empurrar mais e mais. Ele rebolava a cintura, a língua dele percorria meu pescoço inteiro. Uma parte de mim queria que ele parasse, e eu outra parte queria que ele fosse mais fundo, e o meu pau voltou a fica duro de novo, o meu cuzinho deu mais uma relaxada e a cabeça do pau ficou bem atolada no meu cuzinho.
-Karalho me apaixonei no seu cuzinho, você é meu agora vou meter um filho dentro desse cu sua cadela.
-Isso papai mete um filho gostoso no meu cuzinho vai meu amor.
Eu não sei o que deu em mim e nem o porque deu ter falado o que falei agora mas eu só falei como se já fosse uma puta safada que fizesse isso a anos.
-Ahh puta que pariu muleque!...o pau dele deu uma encaixada na hora que meu cuzinho fez força pra cagar o pau dele pra fora que o pau conseguiu entrar todinho dentro do meu cu.
Nossa a minha visão ficou turva, eu não aguentei a dor e minhas pernas se tremiam e fazia força pra sair e começei a chorar, e ele virou um animal tarado que finalmente conseguiu enfiar até o talo do pirokão adulto dele no meu cuzinho virgem, ele começou a socar aumentando o ritmo sem fazer muito barulho da virilha dele na minha bunda pros meus pais ouvirem. Ele metia com a mão dele tampada na minha boca abafando meu gemido de dor grito, meu choro e vontade de gritar pro meu pai tirar dali.
Mas não tinha mais volta, ele não ia parar não enquanto ele desfrutasse por completo do meu cuzinho que ele sempre quis comer, ele não ia mudar a posição porque poderia correr o risco dele perder o controle e o pau dele conseguir sair do meu cuzinho.
-Eu sei que você está gostando putinha, eu te pedi em namoro e você disse que sim, é assim que namorados fazem sexo! Ahh porra, que cuzinho perfeito karalho vou te engravidar minha namoradinha, deixar você cheio de bebezinho dentro desse cu.
Ele metia, e metia cada vez mais e meu cu finalmente se acostumou com aquilo mas não conseguia sentir prazer o bastante, pois a dor era grande demais e o pau entrou muito fundo.
-Não aguento mais segurar eu vou gozar dentro do seu cuzinho, vou te engravidar agora pede pra eu gozar pede? Pede amor pede?
-goza meu amor me engravida vai(eu falando com a boca tampada e já sem coragem pra gemer, gritar ou pedir pra parar, apenas ali sendo arrombado, invadido e tendo meu cuzinho machucado pelo meu próprio tio filho da puta).
-Ahhhh porra toma leite desse cu...homem ahhh...
E ele meteu o pau com toda força até o talo, e deixou o pau lá dentro pondo o seu corpo inteiro com seu peso em cima de mim me deixando sem fôlego, e o pau dele pulsava me enchendo de leite, leite de macho, leite do meu titio safado do meu namorado gostoso. Nossa mas que seco violento! Que macho bruto cheio de energia, mas o pau continuava duro dentro do meu cu, ele tentava tirar o pau mas meio que não conseguia porque meu cu apertou demais o pau dele e não conseguia soltar.
-Relaxa meu amor, faz força pro pau do titio sair de dentro do seu cuzinho vai.
Ele beijou minha boca de língua bem gostoso, um beijo também com gosto azedo do suor dele melando os lábios dele. E o pau dele não conseguia sair eu fazia força e ele tentava tirar mas não saia e nem ele estava conseguindo deixar ele mole. Então ele mudou a posição ficando de ladinho comigo, parece que o pau dele estava no meu estômago já de tão fundo que entrou e de tão grosso que era. Ele ficou apenas me segurando alisando e fazendo massagem na minha barriga e segurou minha perna pra cima ele ficou bem encostado em mim.
-Relaxa amor eu tive uma ideia, confia em mim tá?
-unhum...eu não tinha força e nem coragem pra mais nada então ele começou a fazer xixi dentro do meu cu, nossa que sensação doida, sentir aquela água quente entrando no meu cuzinho. Ele foi mijando dentro do meu cu e chupando meu pescoço até que o pau dele conseguiu sair e eu peidei o pau dele pra fora com mijo com porra, com sangue e também, foi um milagre não ter saído merda do meu cu, acho que a alimentação cheia de fibras e eu ter feito coco antes da gente trepar evitou coisa pior. Ele ficava olhando admirando o estrago que ele fez.
-que lindo meu amor, eu te machuquei tão gostoso, você vai ficar bem confia no seu macho.
Ele se levantou pegou uma toalha na gaveta do meu quarto a limpou meu cuzinho, minhas pernas e também uma parte do colchão que sujou.
-Eu te amo viu, tudo isso que eu fiz foi porque eu amo você meu neném
-Eu também te amo tio, me beija na boca vai.
E a gente se beijou mesmo como um casal de namorados, e nisso ele ficou de pau duro de novo. E ele chupou meu pau que estava mole e ficou duro na boca dele. Ele gostava mesmo de chupar meu pau, e era gostoso e conseguiu amenizar mais a dor que eu estava sentindo no meu cu, que agora estava largo. Ele chupava meu pau engolindo até o talo e ainda conseguia lamber minhas bolas. Ele foi beijando minha barriga, e alisando como se eu tivesse de fato grávida dele(a safado tinha fetiche em gravidez), ele foi subindo pelo meu corpo até chegar na minha boca e me beijar de novo.
-meu neném eu quero que você faça uma coisa comigo
-o quê tio?
-não sei se você aguenta mais eu quero tentar
-acho que o que é
-agora eu quero que você brinque de ser machinho e eu de ser mulherzinha, você quer?
-Sim eu quero
-quero ser seu primeiro macho em tudo, quero tirar a virgindade do seu pau também meu amor. Ele beijou minha boca chupando meu pau, se deitou na cama de frango assado e mandou eu chupar o cuzão peludo dele. Eu caí de boca naquele cuzão suado chupando igual ele me chupou, eu chupava lambia melava de cuspe e voltava a chupar o pauzão, e o sacão dele e voltava a chupar o cuzão roxo dele. Ele cuspiu no meu pau e no cuzinho dele e mandou eu meter ficando de frango assado pra mim com o cuzão bem aberto pra mim. O meu pau foi entrando gostoso no cuzão dele e ele olhando pra mim.
-isso meu neném come o cuzão podre do seu macho. O meu pau entrou todinho, e nossa então é essa a sensação de comer um cuzinho? Karalho que delícia! Naquela noite eu me descobri versátil, porém eu percebi que eu senti mais tesão em ser ativo, mesmo na época sem saber o que significava. Apesar do meu pau ser pequeno, o cuzão do meu tio não era largo e nem arrombado como muitos macho daquela idade tem, o cu dele piscava e mastigava o meu pau dentro dele. Como era gostoso sentir um cuzinho quente, ele ficou batendo uma enquanto eu metia no cuzinho dele e na hora que ele gozou o cuzinho dele apertou o meu pau com tanta força que a cabeça do meu pau não aguentou e ficou sensível demais. Nossa como saia leite da pica do meu tio, era a primeira vez que eu via sair uma coisa daquelas do pau, achei que só saia xixi.
-Tio o que é isso?
-É leite meu amor, leite de macho não vejo a hora de sair do seu pau meu sonho você encher minha boca e meu cuzinho com seu leite.
-Tio meu pau tá doendo
-Pois tira do meu cu vai, você mandou muito bem meu neném, agora você é putinha e também um machinho. Tirei meu pau do cuzinho dele de uma vez e ele peidou no meu pau assim que tirei do cu dele
-Tio eu acho que eu quero mijar
-Isso amor! Vai vem mijar aqui na minha boca, vem cá vem cá!...eu fui até a boca dele com ele deitado na cama, botei meu pau na boca dele e comecei a mijar, e ele segurou firme a minha cintura e eu com as mãos segurando na parede de olhos apenas enchendo a boca do meu titio de xixi, e ele engoliu tudo. Depois ele fez eu lamber o gozo dele espalhado pela barriga. O gosto era forte e o cheiro muito ruim, mas eu amava meu tio e naquela altura do campeonato, lamber o leite do meu tio era o de menos. O meu tio esperou eu pegar no sono, eu estava exausto, eu só desmaiei. Me acordei de manhã cedo quando olhei pro lado meu tio não estava lá, me acordei com um pouco de luz entrando pela janela entreaberta. O meu quarto estava o puro cheiro do sexo. Minha mãe tinha pra casa da minha avó e passou a manhã toda e fez o almoço. Tive essa sorte de ficar de manhã sozinho e conseguir limpar a sujeira do quarto. Sujeira gostosa minha do meu macho pig. Depois dessa noite, eu e ele éramos praticamente namorados, tivemos um caso de putaria por quase uns 5 anos. Ele ficou esses anos pois conseguiu passar uma temporada trabalhando no serviço público, e aproveitou esse tempo pra fazer um curso superior na cidade. O que ele tinha de tarado também tinha de inteligente e esforçado. Eu realmente dei a minha primeira gozada na boca dele e depois no cuzinho. Cresci mais peguei mais corpo de macho e meu pau cresceu mais e a gente passou a fazer troca troca com muito mais frequência. Fizemos coisas terríveis que nunca pensei que teria coragem de fazer com ele, realizei fetiches pesados com eles que se alguém visse nós dois atualmente estaríamos na cadeia, mas não me arrependo de jeito nenhum, e aliás com ele eu faria tudo de novo, e mais umas coisinhas. Mas aí aconteceu umas coisas na minha família é vida pessoal que me fez ter que vir embora pro Piauí mas minha mãe, e ele voltou pra São Paulo e perdemos o contato e nunca mais nos vimos pra relembrar os velhos tempos. E realmente ele queria ser o primeiro macho que fez tudo comigo, e ele conseguiu. Ele tirou a virgindade da minha boca, do meu cuzinho, do meu pau, e me fez descobrir que eu sou um viado tarado doente igual, cheio de fantasias malucas e que adora uma adrenalina ao extremo igual ele. Depois disso eu vim pro Piauí, no auge da minha adolescência cheio de hormônios e fogo no pau e tive umas também umas brincadeiras muito gostosa com um primo meu(talvez conte num próximo conto). E anos depois também tive mais umas brincadeiras quando estiver pelo Pará(talvez conte num próximo conto). E agora estou em Goiás vivendo por aqui, e se surgir oportunidade pra mim brincar por aqui estarei por aqui. Não nego minha natureza, e deixo acontecer o que tiver de acontecer. Vamos viver!
dd07