Voltamos para casa e ela se mostrou pensativa até o dia seguinte, quando recebi uma nova mensagem do Carlão, “venham para o Bar”. Percebi que nem era um convite, mas uma ordem mesmo. Ainda assim entendendo como uma ordem, perguntei a Kris se ela queria atender ao comando e ela respondeu sem pestanejar: - Claro! Achei que estava assustada. Que nada! Nunca me senti tão desejada, tão safada, e estou gostando tanto disso! Chegamos ao Bar no horário combinado, a Kris vestida a caráter, orgulhosa em mostrar a curvinha da bunda num microshort que a deixava tão vagabunda quanto outras vadias que frequentavam o bar. O Carlão que jogava sinuca com o Zóio nos apontou uma mesa onde nos sentar até que terminassem a partida. A Kris parecia empolgada e olhava para os dois negros jogando sinuca com naturalidade de uma vadia adaptada ao lugar e como se eu não estivesse ali junto com ela, Terminada a partida, o Zóio se sentou ao meu lado e o Carlão ao lado da Kris e sem cerimônia nenhuma deu-lhe um cheiro no pescoço e foi logo colocando a mão na parte de dentro de sua coxa. Fiquei um pouco constrangido, parecia que era a mulher dele e não minha. Aliás, logo percebi, era isso que ela era agora sempre que chegasse aquele bar, a puta do Carlão e todo mundo lá também já sabia disso. Para todos eu era apenas o trouxa, o corno manso que trazia a esposa para o negão desfrutar e foder a vontade. O Carlão não me poupava de humilhações e fazia muita questão de demonstrar para todo mundo que dominava completamente o casal, que a branquinha era casada comigo mas ele era seu macho. Esse comportamento me deixava cada vez mais retraído e obediente aos caprichos do novo macho da minha esposa. As vezes com ela sentada no colo, ele me mandava buscar bebida e eu ia imediatamente para evitar um esporro que chamaria ainda mais atenção para minha situação de frouxo. O Zóio tirava onda o tempo todo da minha mansidão. Por fim, o Carlão revelou seus planos para aquela noite: Seguinte, você sabe que o Zóio é meu parça e me ajudou muito nessa missão de revelar a puta que sua mulher é e para realizar seu desejo de ser corno. Eu escutava com atenção e a Kris concordava com gestos afirmativos, parecendo saber o que ele iria falar. Pois bem, para ter a ajuda do Zóio e da mulher dele eu combinei que quando a Kris se tornasse minha puta eu ia ceder ela para ele se divertir um pouco. - Disse olhando para a Kris que não revelou nenhuma surpresa me deixando estarrecido com tamanha naturalidade que ela na verdade já sabia desse trato. Vai lá parça, da maceta a vadia! Mas não esquece que ela é minha.- Disse olhando para o Zóio que já foi se levantando feliz. A Kris se levantou e o Carlão ainda lhe deu um tapa na bunda. Era uma situação surreal,minha esposa estava sendo passada de um negro para outro naminha presença sem me consultarem. Pior, ela demonstrava saber do trato e curtia a situação. Antes de sair de mãos dadas com o Zóio ela se aproximou de mim e cochichou em meu ouvido: Não é isso que você queria amor? Agora aguenta! Tentei me levantar para seguir com eles mas o Carlão me puxou pelo ombro e me fez sentar de novo! Deixe a puta se divertir com meu parça; Vi a Kris se afastando de mãos dadas com o Zóio em direção ao quartinho que tinha no fundo do bar como uma vadia qualquer, mais tesuda do que nunca. O Carlão aproveitou o momento sozinho comigo para me passar algumas regras do relacionamento com ele. Basicamente reconheceria a Kris como sua puta e eu, como um bom corno frouxo e perdedor, deveria ser obediente e prestativo. Como recompensa ele permitiria ser o maridinho prestativo e provedor, mas apenas dentro da minha casa e quando ele não estivesse nos visitando. Após receber minhas instruções ele saiu para o banheiro e eu aproveitei para me aproximar do quartinho no fundo do bar para onde o Zóio tinha levado a Kris. Um corredor estreito com caixas de cervejas empilhadas dava acesso ao fundo do bar. O quartinho ficava separado da construção principal com um espaço entre eles cheio de entulhos por toda parte. Com paredes sujas. Minha esposa, tão cheia de luxos num lugar sujo e vagabundo como aquele me causava ainda mais excitação. Antes mesmo de me aproximar, ouvi os gemidos dela e o ranger da cama velha. Parecia que estavam no auge da foda e gemia sem controle. Observei que sua calcinha estava pendurada num prego do lado de fora da porta imunda, era o código do bar para indicar que o antro estava ocupado, o que no caso era até desnecessário já que os gemidos de minha esposa poderiam ser ouvidos até do balcão do bar. Com o pau duro como pedra, precisava me aliviar. Corri para o banheiro para uma punheta violenta. Gozei em segundo, mas continuei a punhetar em seguida até gozar de novo. Quando voltei para a mesa o Carlão ainda zombou de mim: - E ai corno punheteiro? Sou ou não sou seu melhor amigo? Fique tranquilo, não vou te cobrar nada por isso, por enquanto! Tomamos algumas cervejas até a Kris retornar com o outro negão do quartinho, suada e ajeitando o cabelo bagunçado. O Zóio ao me ver, levou a mão ao próprio pau gesticulando com deboche, feliz por ter acabado de arregaçar minha esposa, orgulhoso por foder uma branquinha casada esposa de um branco metido como ele mesmo dizia. Percebi então que o velho gordo do balcão, um senhor de barba grisalha e que estava sempre com uma toalha no ombro fez um gesto para o Carlão e que logo respondeu com outro gesto. Eles era sócios no bar e visivelmente se combinavam alguma coisa que certamente envolvia a Kris. Me pareceu absurdo, mas pelo jeito, aquele velho barrigudo seria o próximo a ser cavalgado pela Kris. O Carlão ao ver que eu tinha percebido a interação entre eles sorriu e disse: - Parabéns amigo! Sua esposa é a nova Puta e Rainha do Bar Cabula.
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