Nossa iniciação

Meu nome é Cíntia, tenho 40 anos, sou baixinha, 1,60alt, gordinha,98kg, mas cintura fina, daquelas com seios fartos, coxas grossas e um bundão que, confesso sem modéstia, sempre para os olhares por onde passei. Meu marido, o Ronaldo, tem 36 anos, também gordinho e mais alto, 1,75alt e nossa vida a dois sempre foi muito cúmplice e recheada de amor e paixão. Com o passar dos anos, o nosso apetite sexual não diminuiu, pelo contrário: mudou de forma, ganhou contornos mais ousados, alimentados por fantasias que fomos descobrindo juntos na intimidade do nosso quarto.
?No começo, eram sussurros no escuro. Ronaldo adorava que eu o chamasse de corno enquanto fazíamos amor. Aquela palavra, dita com malícia, acendia nele uma energia animalesca. Ele também adorava me instigar, pedindo para eu fechar os olhos e imaginar outro homem me tocando, me possuindo inteira, enquanto ele me guiava pelo prazer. Dizia: imagina um cara fortão no meu lugar agora, um pau bem maior que esse. Isso me deixava cada vez mais louca e tinha orgasmos intensos. Eram jogos mentais deliciosos, mas que, no fundo, ficavam apenas no terreno da imaginação. Até que a realidade bate à porta e decide testar os limites do que a gente achava que era só brincadeira.
Bom, eu trabalho em uma empresa onde o ritmo é intenso, e tem um rapaz, o André, que entrou na equipe há alguns meses. Com apenas 25 anos, ele é o oposto do Ronaldo: jovem, atlético, alto 1,85alt, com aquela energia crua e um vigor impressionante.
Depois de um tempo notei as olhadas dele, sempre que eu passava via seus olhos se perderem na minha bunda., e quando eu mostrava que percebia ele disfarcçava. Até que ele começou a me cercar além do olhar, com conversas de duplo sentido, até que um fim de tarde chuvoso me convidou para tomar uma cerveja "para relaxar". E eu inocentemente aceitei. Seria coisa rápida porque depois eu esperaria meu marido que chegava do trabalho pelas 22h.
?A conversa fluiu fácil, o álcool ajudou a dissolver as barreiras, e ficamos conversando das 17 as 19h e nem vimos o tempo passar até que ele me fez um convite para trocarmos de lugar. Fiquei muito curiosa e bem estimulada pelo alcool, e logo estávamos em um motel não muito longe dali. Quando entramos no quarto, a tensão acumulada explodiu. André não teve paciência para delicadezas; me pegou pela cintura, colou meu corpo contra o dele e me beijou com uma voracidade que me deixou tonta.
?Ele me deitou na cama e tirou minha roupa com pressa. O membro dele era impressionante: grosso, latejante, com quase 20 centímetros de puro fogo e muito grosso. Quando ele colocou a camisinha, o látex esticou ao máximo, parecendo que ia romper com a grossura daquele pau. Ele me penetrou de uma vez só, fundo, preenchendo cada centímetro do meu interior. Meus gemidos ecoavam pelas paredes enquanto ele acelerava o ritmo, batendo forte contra meu corpo. Eu sentia cada estocada reverberar pelo meu corpo. Foi cru, suado, intenso e absolutamente perfeito. Tive um orgasmo surreal! Tão forte como nunca havia sentido. Alguns pensarão no depois: "Você se sentiu culpada". Porem não. Eu não senti um pingo de culpa pelo ato de ter desfrutado daquele corpo másculo e daquele membro delicioso; pelo contrário, senti uma liberdade avassaladora. Quando vi o celular havia 4 chamadas do Ronaldo e a unica coisa que senti é que não podia mentir pro meu marido, devia pedir perdão pelo meu ato de fraqueza misturado ao álcool. Mas devia confessar a traição, algo que nunca cogitei em fazer, e até mesmo condenava quem fazia.

?Quando voltei para casa, decidi que não podia esconder aquilo do Ronaldo. A cumplicidade entre nós era maior do que qualquer segredo.
Já eram 23h. Ronaldo já estava no quarto, preocupado porque eu não havia chegado ainda e tentando me ligar. Sentei-me na cama, encarei meu marido e contei tudo antes que ele me perguntasse, tim-tim por tim-tim.
?Para a minha surpresa, os olhos de Ronaldo brilharam. Longe de ficar bravo, climão, ciúmes, ele respirou fundo, com o peito arfando. A fantasia que antes era imaginária agora tinha nome, carne e osso. Ele assimilou aquilo como a realização do nosso maior desejo secreto. Em vez de brigar, ele me abraçou com força, me beijou e me disse:
— Se você gostou e te fez feliz e sentir o que sentiu, amor, quero que viva isso de novo. Mas quero participar. Quero ver minha esposa desejada por outro.
Fiquei atônita, um misto de adrenalina com medo e as lembranças daquela noite ecoaram dentro de mim. Minha excitação veio ao máximo e fizemos amor apaixonadamente naquela noite.
?No trabalho contei para o André o que havia acontecido. Ele inicialmente ficou preocupado mas depois foi entendendo a história, e que aquilo deveria ficar só entre nós três.
Não demorou muito para que um segundo encontro com André fosse marcado. Dessa vez, com a bênção e a direção do meu marido.
?Combinamos tudo com o Ronaldo. No quarto do motel, posicionei o celular em um ângulo estratégico para que Ronaldo pudesse assistir a tudo em tempo real através de uma chamada de vídeo. Do outro lado da tela, meu marido iria apimentar nosso jogo — assumiu o controle como um verdadeiro diretor de uma cena pornô. Um verdadeiro CORNO.
?Assim que André tirou a roupa e expôs aquele membro formidável, Roberto começou a ditar os comandos pelo chamada de vídeo do celular:

Ronaldo dizia:: vai amor, pega o pau dele e devora! Eu peguei o pau do André, mal minha mão fechava na base, peguei o celular na outra mão e comecei a mamar naoquele mastro, saboreando deliciosamente cada centímentro daquele macho. Chupei tão gostoso que o André quase gozou na minha boca.
Ele disse: Agora mostra bem de perto como ele te fode, meu AMOR! Quero ver vocês se beijando de língua enquanto ele te rasga! Quero ouvir você falar o que você é para mim!
?Obediente e excitada como nunca, agarrei o pescoço do André, colei meus lábios nos dele em um beijo profundo e molhado, enquanto ele afundava o pau em mim sem piedade. Olhei para a tela do celular e comecei a disparar as obscenidades que Ronaldo tanto amava ouvir:
— Olha aí, meu amor! Olha só seu corno! Olha só o rabo da tua mulher sendo dele! Olha aí, chifrudo safado, o tamanho desse pauzão me metendo bem fundo nao tua mulher! Ouve o som das bolas dele batendo amor, ele está me fudendo todinha!
?A cena era um verdadeiro delírio erótico. Ronaldo, na chamada de vídeo, gemia do outro lado, já completamente tomado pelo tesão de me ver sendo possuída por outro homem. Foi então que veio a ordem mais ousada da noite, sussurrada pelo alto-falante:
Ronaldo disse: Cíntia... TIRA A CAMISINHA DELE! Aquela frase me fez arrepia! Ele continuou: Quero ver ele no pelo. Pele com pele. Quero que ele goze e ver você cheia da porra dele.
?Meu coração disparou. Olhei para o André, cujos olhos escuros brilhavam de pura luxúria, e fiz o que foi mandado. Com as mãos trêmulas de tesão, puxei a camisinha dele que se rasgou na minha mão de tão esticada. Sentir aquele calor humano, a pele grossa e latejante do André batendo diretamente contra a minha bucetinha úmida, o meu corpo suado tocando no dele, foi uma experiência indescritível. Não havia mais barreiras.
?Ele acelerou as estocadas, me puxando pelas coxas , fazendo o meu corpo balançar em cima daquela cama. Eu gemia alto, agarrada com as unhas nos músculos daquele macho , lchamando pelo André e chamando pelo Ronaldo ao mesmo tempo. No ápice do prazer, André travou os quadris dentro de mim e despejou jatos grossos e quentes de porra nofundo da minha buceta.
?Olhei para a tela do celular no momento do clímax e vi o Ronaldo: ele estava completamente entregue, tocando-se com força, alucinado com a cena, até que ele também explodiu do outro lado da linha, atingindo o seu próprio orgasmo ao me ver totalmente preenchida por outro macho. Nesse momento comecei a gozar violentamente. Fique totalmente aberta e preenchida por aquele deus grego delicioso.
?Quando cheguei em casa naquela noite com o corpo ainda formigando, o cheiro do André exalando de mim, e a intimidade daquela experiência colados na minha pele. Ronaldo me esperava acordado na sala, com os olhos vidrados e a respiração pesada.
?Assim que fechei a porta, ele não esperou nem um segundo. Aquele homem que era meu grande amor e que me incentivou a ser de outro estava com um tesão voraz, transbordando de uma energia possessiva e cúmplice.
?Ronaldo me agarrou me beijando intensamente como fazia tempo que não nos pegávamos, me deitou no sofá, abriu minhas pernas sem cerimônia e caiu de boca em mim de um jeito maravilhoso. Ele sugou, lambeu e chupou minha bucetinha e bebeu cada gota da porra do André que ainda escorria de dentro de mim, misturado aos meus próprios fluidos. Ele fazia aquilo com uma devoção doentia e deliciosa, como se estivesse saboreando o fruto proibido que ele mesmo havia plantado.
?Enquanto ele cuidava de mim com a boca, eu afundava meus dedos nos cabelos dele, suspirando de prazer.
?— Obrigada... — sussurrei com a voz rouca, agradecendo por ele me deixar experimentar a sensação de ser tomada por um verdadeiro macho naquele molde.
— Obrigado você, minha gostosa... com a boca molhada, olhando para mim com uma admiração misturada a um tesão infinito.

?Ficamos acordados por horas naquela madrugada, conversando sobre cada detalhe, cada comando do Ronaldo, cada centímetro do André que me preencheu deliciosamente. Aquele dia mudou a nossa história sexual para sempre, abrindo as portas para um mundo maravilhoso onde o ciúme deu lugar a um prazer muito mais profundo, sujo e libertador.


Foto 1 do Conto erotico: Nossa iniciação


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Nossa iniciação

Codigo do conto:
275807

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
29/10/2026

Quant.de Votos:
4

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1