Já havia escrito este conto antes, mas me passei por maior de idade, pois não sabia que tinha tantos contos eróticos de novinhas, então resolvi reescrever, sob esta perspectiva.
Eu trabalha como jovem aprendiz de várias salas que compartilhavam o mesmo hall, onde tinha secretárias que atendiam consultórios de dentista, contador e escritório de advocacia.
Como peguei confiança dos advogados do escritório de advocacia, eles me deixavam ficar na sala e começaram a me ensinar algumas coisas e até atender alguns clientes deles. Um desses clientes era um “véio chato” cachaceiro, que vivia me enchendo o saco toda vez que me via na rua. Eu sempre o encontrava bêbado e ele sempre vinha na minha direção para perguntar sobre o processo dele – era um processo da Maria da Penha.
Eu sempre respondia que o processo já tinha se finalizado e explicava o que aconteceu nele. Mas sempre que me via ele fazia a mesma pergunta e isso me irritava demais.
Por causa da pandemia, as salas ficaram fechadas e o dono do escritório tinha deixado as chaves comigo e todos resolveram ficar em casa com medo de pegar o vírus.
Ficar em casa estava me entediando, então, resolvi ficar no escritório para assistir aulas online da escola, escutar música (escutava funk), assistir a séries para passar o tempo. E muitas vezes ia embora tarde da noite e encontrava o véio xarope e pensava: lá vem ele perguntar do processo. E era o que acontecia.
Um certo dia, eu estava no escritório e já era noite, resolvi escutar funk e a dançar, também. Dançava, rebolava até o chão acompanhando a letra. Vi que numa mesinha tinha uma garrafa de vinho aberta, praticamente cheia, nunca tinha bebido e resolvi experimentar. Era doce, achei gostoso, sentei coloquei uma série para assistir enquanto tomava uma taça de vinho. Percebi que tinha tomado a metade da garrafa, mas não sentia nada.
O tempo foi passando, resolvi colocar um funk novamente e quando me levantei, senti o efeito do vinho. Acabei tropeçando e quase cai de bunda no chão. Cai na gargalhada e, desajeitada e cambaleando, comecei a dançar novamente, ficava rebolando, quicando igual a música pedia, rebolando até o chão, e, tomando mais vinho.
Já estava muito bêbada, rrssss, quando me virei rebolando me deparei com o “véio xarope” em pé me observando. Tomei um susto e logo em seguida me bateu uma vergonha. Fiquei furiosa e gritei com ele:
- O que você está fazendo aqui.
- O dotora – é assim que ele me chamada – eu quero saber do meu processo.
- Puta que pariu, quantas vezes você vai ficar me perguntando isso, você é muito xarope, seu véio do caralho.
- Calma dotora, eu só perguntei.
- Você me pergunta isso toda vez que me vê, caralho meu, para de ser chato.
- A dotora tá muito nervosinha, mas eu só tava aqui te vendo dançar funk, mas vi que não sabe dançar bem não.
Enquanto eu discutia com ele eu ainda estava bebendo e cada vez mais eu ficava bêbada e com a voz pastosa, eu já estava sem paciência e muito puta, e, quando ele me disse que eu não sabia dançar, aquilo bateu no meu ego, provavelmente por estar muito bêbada:
- Eu sei dançar sim, seu véio filho da puta.
- Sabe nada, perto das putinhas lá do bairro você é muito dura.
- Eu sei sim.
- Então prova.
- Até parece que eu vou dançar pra você ficar me olhando.
- Isso é desculpa para você não passar vergonha, ta vendo, você não sabe dançar porra nenhuma.
Aquela discussão sem sentido, que se eu estivesse sóbria jamais teria acontecido, acabou ferindo meu ego, e disse zangada e com voz de bêbada:
- A é, eu vou te mostrar que eu sei dançar.
Ele se sentou na cadeira e eu coloquei uma playlist e comecei a dançar, e sempre me desequilibrando de tanto vinho que já tinha tomado. E ele ria muito.
- Tá rindo do que, filho da puta.
- O boquinha suja, nem parece uma patricinha novinha.
Entre uma música e outra começou a tocar strip funk, pedindo para tirar a roupa.
- Faz o que o cantor tá falando e tira a roupa.
- Tá louco, seu véio tarado, até parece.
- Ihh, outra desculpa, até agora não vi nada de mais, não dança nada.
Acabei caindo na conversa dele e, achava que ao tirar a roupa eu iria provar que sabia dançar. Acabei descobrindo porque bêbado faz tanta merda.
- Vo te mostrar que eu danço muito.
Fiquei dançando e a primeira peça de roupa que eu tirei foi a camiseta, e girei ela pra cima e jóquei. Depois tirei meu shorts e lancei no ar, e quase cai. Após, de costas pra ele, tirei meu sutiã, e virei rebolando tampando meus seios com uma das mãos, e joguei o sutiã. A última peça fui tirando com a outra mão, fui girando e joguei. E na tentativa de tampar minha nudez, acabei cambaleando e cai no colo dele. Senti uma coisa bem dura. Tentei levantar mas ele me segurou e já foi apalpando meus seios e passou a mão na minha bucetinha.
- Nãoo, para, me larga.
- Vem cá putinha, faz tempo que eu quero te fuder, vagabunda.
- Que fuder o que, me larga, seu pinguço.
Tentei levantar, mas ele me puxou e me jogou na poltroninha, tentei levantar e agarrou minhas pernas e levantou para o ar e cai de boca na minha buceta e começou a me chupar. Eu comecei a chorar.
- PAARRA, PARRA, SEU FILHO DA PUTA – gritava enquanto batia na cabeça dele.
Ele me deu um beliscão na minha bunda, puta que pariu, como doeu. Embora eu não quisesse estar naquela situação, eu estava sentindo prazer, e acho que era por causa do vinho que me deixou mais solta.
Ele ficou um tempão chupando minha bucetinha e subiu me chupando até chegar nos meus seios. Ele ficava alternando entre um seio e outro. De repente, ele colocou minhas pernas em seu ombro e fez um movimento brusco. Dei um grito, pois senti muita dor na minha buceta. Aquele filho da puta tinha acabado de dar uma estocada forte na minha bucetinha com o pau dele. Acabei sentindo outra estocada, depois outra e mais outra:
- PARA, O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO, PARA QUE TÁ DOENDO, AAAIIIII, PARRAA, EU SOU VIRGEM, CARALHOOO.
- Paro o caralho, faz tempo que eu quero te fuder, sua vagabunda, você fica andando na rua rebolando este rabão gostos me estigando. Agora você vai levar ferro, sua pirralha vadia. Eu tava louco para ter uma oportunidade de fuder uma novinha e vai ser hoje que eu vou conseguir.
- VOCÊ TÁ LOUCO, OLHA A MINHA IDADE, SEU FILHO DA PUTA.
- Eu sempre quis comer uma novinha e hoje eu vou conseguir, nem que seja a última coisa que eu faça.
Consegui empurrá-lo e tentei levantar e correr, mas ele me agarrou por trás e me jogou com força em cima da poltrona de novo, e meu deu um tapa bem forte na minha bunda. Grite de dor.
- Fica quieta, novinha. Eu vou te fuder mesmo que você não quiser.
Comecei a chorar muito e ele voltou a chupar minha bucetinha e a brincar com meu clitóris. O prazer foi aumentando junto com meu choro e, eu não entendia o porquê estava sentindo prazer, pois estava odiando o que estava acontecendo comigo.
Ele se encaixou no meio das minhas pernas, pegou seu pau duro, e vi que era grande, grosso e tinha uma cabeça bem grande, colocou na minha bucetinha de novo e começou a enfiar.
- NÃAAO, PARA, POR FAVOR, NÃO FAZ ISSO, TÁ DOENDO, AAAIIIII, PARAAAA, POR FAVOR, AAIIII, AAIIII, AAAI, PARAAAA.
Ele apertava a minha cintura e me puxava contra ele e empurrava aquela rola contra meu hímen até que rompeu. Arregalei os olhos, fiquei de boca aberta olhando a metade da rola dele dentro de mim, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo comigo e ele ficava falando:
- Novinha gostosa do caralho, você tá precisando de rola, sua putinha vagabunda, toma rola nessa buceta, sua piranha, toma.
- Eu não sou puta e nem vagabunda, para de me xingar, filho da puta.
- É puta sim, é minha putinha.
Cada vez que ele falava toma, era uma estocada que sentia na minha buceta. Eu apertava minha buceta toda vez que ele empurrava na inocência de que eu ia impedir aquela rola de me invadir. Mas quando olhei pra baixo, vi que já tinha entrado quase tudo.
- AAAII, TÁ DOENDO MUITOOO, PARA, SEU PINGUÇO FILHO DA PUTA, OLHA A MINHA IDADE, OLHA O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO COMIGO.
Ele me segurou forte e enfiou duma vez, e eu gritei muito de dor. Como eu chorava. Ele ficou ali parado olhando seu pau inteirinho dento de mim. Eu estava me sentindo arreganhada com aquela rola grande e grossa dentro de mim.
Depois ele puxou duma vez pra fora e voltou a chupar minha bucetinha, senti um alivio. Soltei meu primeiro gemido.
- Tá gostando vagabunda, tá gemendo aí.
Chupou até que senti um calor no meu corpo seguido de um tremor. Mordi meu braço para abafar meu gemido.
Ele se levantou e voltou a enfiar a rola na minha bucetinha, e dessa vez, ela estava aceitando com mais facilidade. Ele foi metendo devagarinho e conforme fui acostumando ele começou a socar forte. Comecei a gemer muito:
- AAHHH, PARA, PAARA EU NÃO QUERO, AAAHHH, HUUMMM, FILHO DA PUTA.
Ele começou a socar com muita força e vontade, e começou a berrar, parecia que estava louco:
- AAHHH, QUE GOSTOSA, COMO É BOM COMER UMA NOVINHA, QUE CABACINHO GOSTOSO, EU SOU O PRIMEIRO A TE COMER, SUA PATRICINHA, OLHA SÓ PRA VOCÊ, TÁ GEMENDO IGUAL UMA VAGABUNDA, QUE DELICIA TIRAR TEU CABAÇO, COMO É BOM COMER UMA BUCETINHA VIRGEM, SUA PUTINHA. TOMA, TOMA, TOMA, VAGABUNDA.
Eu fiquei ali hipnotizada olhando aquela rola saindo quase inteira de dentro de mim e senti minha bucetinha se abrindo toda quando aquele caralho sumia dentro mim, ele estava me comendo com muita vontade e sem dó. Socava muito forte dentro de mim.
Comecei a me contorcer na poltroninha, senti meu útero se contrair, senti uma onda de calor e frio ao mesmo tempo na minha barriga, minha respiração se acelerou, meu coração começou a bater muito rápido. Estava suando muito, comecei a sentir tremores e espasmos nas minhas perndas, barriga até que perdi o controle e explodi num orgasmo e gemi quase aos gritos. Minha buceta contraia muito forte naquela rola, nunca tinha sentido uma coisa tão gostosa na minha vida.
- Isso vagabunda, goza na minha rola, filha da puta, sua piranha, ta vendo como você nasceu pra ser puta. Tão novinha é já é uma vagabunda de primeira, sua gostosa.
Ele me puxou pelos cabelos e me jogou no chão, pegou pela minha bunda e me colocou de quatro e já foi socando a rola na minha buceta.
- Puta rabão lindo que você tem, sua novinha vagabunda, toma rola nessa buceta.
Eu ainda estava muito ofegante e quase sem ar do orgasmo que eu tive. Ele nem me deixou descansar e continuou a me foder. Estava muito cansado e me debrucei no chão, isso empinou minha bunda deixando ele louco.
- Puta que pariu, putinha safada, que raBão gostoso. Que delicia te fuder de quatro vagabuda.
Ele começou a bater muito nas minhas nádegas, e eu ficava ali gemendo de prazer e de dor, acabei perdendo o controle.
- ME FODE, ME FODDE, SEU VEIO CACHACEIRO, ME COME SEU FILHO DA PUTA, ME BATE MAIS, BATE NA MINHA BUNDA, BATE, ME FODE, CARALHO.
- CE QUE, NOVINHA, ENTÃO TOMA, ROLA, SUA PUTA, SABIA QUE VOCÊ QUERIA, PUTINHA SAFADA, TOMA, COMO É BOM COMER UMA NOVINHA, VOCÊ É TODA DURINHA, GOSTOSA DO CARALHO.
- ME FODE MAIS, ME FODE COM FORÇA, SOCA, SOCA LÁ NO FUNDO, SOCA COM FORÇA, FILHO DA PUTA.
Ele puxou meu cabelo, me levantou, agarrou meus peitos e continuou me fudendo de quatro. Comecei a sentir aquela sensação novamente e gozei muito, puta que pariu, que orgasmo delicioso. Descobri naquele dia como é bom ter orgasmo. Desmoronei no chão e ele subiu em cima de mim e enterrou tudo aos berros:
- AAAAHHHH, EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR NO FUNDO DO SEU HUTERO, VAGABUNDA.
- NÃAAOOOO, TIRA, VOCÊ VAI ME ENGRAVIDAR, SOU MUITO NOVA PRA TER FILHO, AINDA MAIS DE UM VELHO HORROSO QUE NEM VOCÊ, TIIIRAAAA.
Me debati tentando tirar ele de dentro de mim, e senti cada jorrada de porra dentro de mim. Ele se deitou de lado, eu me levantei chorando e começou a sair um liquido brando com pouco de sangue de dentro da minha bucetinha, que estava em carne viva. Exausta, cai deitada em cima do sofá, chorei muito, mas ainda não tinha terminado.
Ele se levantou, me virou com a bunda pra cima e fez um movimento brusco. Aquele filho da puta deu uma estocada bem forte no meu cuzinho. Cai no chão, gritando de dor, puta que pariu como meu anelzinho tava doendo.
Eu tentava me virar e eu não deixava, pois estava doendo muito.
Ele se levantou com aquela rola dura e foi até a copa, abriu o frigobar e ficou um tempo lá, tomando uma cerveja. Depois ele voltou com um pote de maionese, abriu e enfiou seu pau dentro e tirou todo lambuzado.
- Vira ái, que eu vou comer teu cú.
- Não, eu não quero, vai embora.
- Enquanto eu não comer, eu não vou embora. Vou realizar meu sonho por completo, vou te comer até não aguentar mais.
Ele me agarrou de forma brusca, tentei sair e não consegui. Ele lambuzou meu cuzinho com seu dedo cheio de maioneses, depois foi enfiando sua rola lambuzada e ficou forçando.
- AI, AI, AI, AAAIII, TÁ DOENDO, TIRA, TIRA QUE TÁ DOENDO.
- Só tiro depois que eu encher seu cú de porra, putinha.
Ele foi enfiando até entrar tudo e com o tempo eu fui me acostumando e ele comeu até gozar dentro. Voltei a me deitar no sofá. Ele foi até a cozinha se limpar, depois voltou e deitou em cima de mim e começou a comer minha bucetinha novamente, e, ates de gozar ele tirou seu pau e colocou no meio dos meus seios. Depois ele apertou os meus seios e ficou fazendo vai-e-vem, que depois fiquei sabendo que ele fez uma espanhola em mim.
- Que peitão duro, como é bom te fuder, novinha, você é muito gostosa, sua vagabunda, toda durinha.
Ele fez espanhola até gozar no meu rosto. Estava exausta, dormi e quando acordei ele tinha ido embora.
Não estava acreditando no que eu tinha acabado de fazer. Eu perdi meu cabaço para uma velho asqueroso e pinguço. Fiquei com muito receio e muita vergonha de alguém saber o que ele fez comigo.
As vezes, indo em direção a minha casa, encontrava com ele e os amigos de bar dele, e passava com a cabeça baixa, com vergonha dele ter contado alguma coisa.
Alguns dias depois ele apareceu no escritório de novo, com uma garrafa de vinho, e eu perguntei:
- Você não contou nada pra ninguém, né.
- Calma, novinha boazuda do rabão delicioso. Bebe aí , enquanto a gente conversa.
Nervosa, acabei bebendo o vinho que ele trouxe, e ele sempre enchia meu copo toda vez que eu esvaziava.
- Para de falar assim, e aí, contou?
- Ainda não.
- Como assim, ainda não. Não é pra contar.
- Só não vou contar se a gente chegar num acordo.
- Que acordo.
- Quero te fuder por 15 dias seguidos, se não eu conto pra todo mundo a putinha que você é. Vou contar em detalhes com eu te fudi.
- Eu não vou dar coisa nenhuma.
- Então, tchau, vou contar pros meus amigos. Todos eles batem punheta em sua homenagem.
- Não espera, tá bom.
- E tem que ser agora.
Morta de vergonha, acabei dando de novo, e no outro dia, também, e no outro. Já estava viciada em fazer sexo, quando ele disse que aquele era o 15º dia, ou seja, a última vez.
Passou uns 4 dias sem ele aparecer, comecei a ter uma vontade de dar, que um calor subia pelo meu ventre e, eu ficava olhando pra porta para ver se ele não vinha.
A caminho de casa cabei encontrando ele parado no bar, junto com seus amigos. Me aproximei e falei:
- Aparece amanhã lá no escritório, tenho novidades sobre seu processo.
Ele apareceu, me comeu, depois apareceu no outro dia, e no outro. E ele foi voltando, praticamente o ano inteiro da pandemia. E me comia cada vez com mais vontade. E eu, já estava fazendo de tudo, tava dando em qualquer posição, e chupando aquele cogumelo grande e engolindo o leitinho que saia daquele pau gostoso que nem cabia na minha boca. E eu ficava me entupindo de remédio para não engravidar.
Logo na minha primeira vez eu fui violada ao extremo e arrombada até a exaustão. Viciei.

que cavala tesuda e safada..
Eu achei seu texto un tesão e fiquei pensando também numa versão dele escrita por um noivo de Patrícia sobre a mesma situação kkkk acho que ia ficar muito excitante.