Uma vez conheci uma mulata maravilhosa na academia. Muito sensual, tinha um peito modesto, uma bunda bem redondinha e um jeito de andar que chamava a atenção. Na época, ela também fazia alguns trabalhos como passista de samba. Fiquei encantado logo de cara. Para melhorar, descobri que morávamos perto um do outro.
Começamos trocando algumas palavras na academia até que, um dia, voltamos caminhando juntos. A conversa foi ótima, bem descontraída. No dia seguinte, meio sem jeito, ela me pediu meu telefone, usando como desculpa que morava sozinha e poderia precisar da ajuda de um homem de vez em quando. Na hora, entendi perfeitamente o recado.
Quando chegamos à casa dela naquele dia, brinquei dizendo que, apesar de estar todo suado da academia, estava disponível para ajudá-la em qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo! Ela sorriu, me convidou para entrar e, assim que fechamos a porta, começou a me beijar. Que boca maravilhosa! Não demorou muito para ela mostrar o que realmente queria.
Foi aí que descobri que aquela mulher tinha um talento especial para sexo oral. Fazia a garganta mais profunda e deliciosa da minha vida. Tenho um pau de bom tamanho e razoavelmente grosso, mas ela parecia não ter a menor dificuldade. A vontade e a naturalidade com que fazia aquilo me deixaram completamente impressionado.
O curioso é que, depois de tudo, simplesmente me mandava embora! E assim começou nossa rotina. Durante meses, conversávamos na academia, voltávamos juntos para casa, eu entrava, recebia um dos melhores boquetes da minha vida e depois era dispensado.
Eu estava adorando, mas tinha um problema: queria muito transar com ela. Por melhor que fosse aquela experiência, a vontade de conhecer o resto daquele corpo só aumentava. Mas ela sempre negava. A buceta era território proibido!
Até que um dia fomos jantar e, depois, acabamos na casa dela. Resolvi insistir mais uma vez e praticamente implorei para transar com ela. Finalmente aceitou, mas com uma condição: eu não poderia fazer sexo oral nela. Eu queria retribuir, ela é a rainha da garganta profunda, mas eu sou o rei da língua.
Não era exatamente o que eu queria, já que adoro as preliminares, mas depois de tantos meses esperando, não iria reclamar. Transamos naquela noite, mas, para ser sincero, não foi nem de longe tão bom quanto os nossos encontros anteriores.
Pouco tempo depois, ela foi embora para outro país e nunca mais nos vimos.
Até hoje lembro daquela mulher e, principalmente, daquela maneira única de fazer sexo oral. Mas o que mais me faz rir é que ela parecia não ter a menor ideia de que aquilo não era tão comum assim. Para ela, era absolutamente normal. Achava que todas as mulheres faziam daquele jeito.
Hahaha! Inocente ela. Ou talvez não tão inocente assim!